Puggina.org by Percival PugginaConservadores e Liberais

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Foto: Nadia Raupp Meucci

BICICLETAS E OUTROS VEÍCULOS

por Percival Puggina. Artigo publicado em 23.03.2019
   Tenho procurado por anúncios comerciais de bicicletas em Porto Alegre. Quase não os encontro. Como entender isso? Se há algo que o comércio tem é faro para oportunidades. O comerci ...

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MARCO AURÉLIO E O HABEAS DE TEMER

 

No dia 19 de dezembro, quando o sol se punha e, apesar de ser quarta-feira, começavam em Brasília as folgas natalinas e o recesso judiciário, o ministro Marco Aurélio Mello, atendendo pedido do PCdoB, expediu uma liminar determinando a “suspensão da execução de pena” para todos os presos condenados em 2ª instância e sem sentença transitada em julgado. Interrogado sobre o motivo da insólita e monocrática decisão afirmou que, encerrando-se o ano judiciário, quis deixar limpa essa pauta (o julgamento da remansosa questão estava e está assinalado para o dia 10 de abril). Sozinho, o ministro quis pôr em liberdade até 169 mil presos.

 Na insólita decisão, derrubada horas depois pelo presidente do STF, ministro Dias Toffoli, afirmou Marco Aurélio Mello: "Ao tomar posse neste Tribunal, há 28 anos, jurei cumprir a Constituição Federal, observar as leis do País, e não a me curvar a pronunciamento que, diga-se, não tem efeito vinculante. De qualquer forma, está-se no Supremo, última trincheira da Cidadania, se é que continua sendo”.

 Pois coube, agora, que o ministro Marco Aurélio negou o habeas corpus de Michel Temer e Moreira Franco alegando não poder queimar etapas em vista de caber ao TRF-2 a primeira análise do caso. O desembargador federal Ivan Athié preferira transferir para a 1ª turma do Tribunal o julgamento dos HC e a turma deixara tudo para a próxima quarta-feira.

 Pelo que se nota, a “última trincheira da cidadania” recuou um pouco de jactância. Os motivos podem ser buscados nas ruas ou nas redes.

 

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MAIA E O PACOTE ANTICRIME DE MORO

Percival Puggina

 Ao assumir a coordenação política para aprovação da Reforma da Previdência, o presidente da Câmara Rodrigo Maia está, obviamente, excedendo os limites de suas atribuições no poder que preside.

 A tarefa que ele se dispõe a cumprir é própria da liderança do governo. Maia, presidente, é um mediador e um aplicador do Regimento Interno. No entanto, fardou-se e entrou em campo apitando e participando do jogo.
 Com qual intuito? Aparentemente , Rodrigo Maia quer se cacifar. Quer ampliar seu poder do outro lado da rua, ampliando sua influência no governo. Não parece ser de seu feitio jogar em nome do interesse nacional. Cacifar-se para quê, então? Qual o objetivo pessoal do presidente da Câmara dos Deputados?

 Os acontecimentos dos últimos dias parecem evidenciar que Rodrigo Maia quer detonar o Pacote Anticrime apresentado por Sérgio Moro. Ele subiu nas tamancas quando Moro manifestou interesse em que o projeto comece a tramitar logo. Moro falou delicadamente, como é de seu estilo e Maia reagiu com uma indignação que precisa ser escrutinada em busca de sua real motivação.

 Aí, as coisas ficam fáceis de entender. Rodrigo Maia, se pudesse, afogava o pacote de Moro e escondia o cadáver. Ele não pode nem ouvir falar nesse assunto. O “deixa para depois da Previdência” significa cacifar-se para fazer isso mesmo. Os capos da máfia congressual puxam os cordéis de Maia. O pacote de Moro mexe com Caixa 2, inutiliza a recente decisão do STF sobre esse assunto, e cria mecanismos de controle financeiro que complicam a vida das lavanderias de dinheiro. Agora, para ajudar a complicar, criou comissão para analisar o pacote e incluiu Marcelo Freixo (PSOL) e Paulo Teixeira (PT/SP)...

 

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