Puggina.org by Percival PugginaConservadores e Liberais

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Foto: Nadia Raupp Meucci

O SENADOR MAGNO MALTA ESTÁ FALANDO POR MIM

por Percival Puggina. Artigo publicado em 20.10.2017
   É da natureza da tolerância a existência de limites. Questão de pura racionalidade: na ausência de quaisquer balizas, a tolerância que abrangesse o impossível de tolerar abraçaria, ...

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DANÇARINOS TIRAM A ROUPA PARA CRIANÇAS EM ESCOLA DE JUNDIAÍ


 

Uma apresentação de dança com dançarinos apenas de cueca foi acompanhada por crianças a partir de 04 anos de idade no interior da Escola Municipal de Ensino Básico (EMEB) Luiz Bárbaro, localizada em Jundiaí, em comemoração ao “Dia das Crianças”.

“Na apresentação os bailarinos dançaram ao som de ‘Sabão cra cra’ e, ao final deste ‘clássico’, abaixaram as calças, mostrando a cueca para as crianças”, comentou uma professora. O caso foi denunciado por pais de alunos e mesmo funcionários da escola se sentiram constrangidos.


De acordo com os pais, os bailarinos dançaram ao som do funk “Me Deu Onda” e outras músicas de apelo sexual. “Nós já estamos organizando uma comissão para protestar no Paço Municipal”, revelou uma mãe indignada, que não quis se identificar.

“O prefeito Luiz Fernando (Machado) tem que explicar o que está acontecendo nas escolas da cidade, pois não é a primeira vez que esse tipo de coisa acontece. Ou ele não tem comando da Educação ou está sendo conivente com essa baixaria”, completou a mãe.

Os dançarinos são uma escola particular de dança, cuja equipe geralmente promove e participa de vários eventos na cidade e, segundo foi apurado, não sabiam que o público seria formado de crianças a partir dos quatro anos de idade.


O episódio gerou enorme repercussão entre católicos e evangélicos de Jundiaí, cidade que tem sido alvo de várias ações de promoção da agenda LGBT, incluindo uma peça de teatro gay para crianças que, num primeiro momento, contou com apoio da Prefeitura.

“Que história é essa que teve show de homem de cueca em escola de Jundiaí? Será que foi uma apresentação da profissão de gogo boy?”, questionou o advogado Alexandre Pereira.

Um grupo de pais procurou o site Gospel Prime para denunciar o ocorrido. Eles contaram que o conselho de pais havia sido informado sobre uma programação em comemoração à “Semana das Crianças”, mas que ninguém falou sobre dançarinos de cueca e coreografia sensual.

“Conteúdo não era impróprio”, diz Prefeitura

Diante do questionamento do site Gospel Prime sobre as reclamações dos pais, a assessoria de Comunicação da Prefeitura de Jundiaí enviou a seguinte nota de esclarecimento:

A Unidade de Educação esclarece que a atividade promovida pela EMEB Luís Bárbaro, no último dia 11 de outubro, foi precedida pela aprovação do conselho de pais da escola, tendo em vista a importância dada ao processo de construção e constituição de vivências coletivas do ambiente escolar.

Dito isso, reitera-se que o trabalho apresentado na ocasião tinha classificação indicativa livre e o seu conteúdo não era impróprio para crianças. De todo modo, e para preservar a reconhecida qualidade de ensino prestada pela EMEB Luís Bárbaro, a Unidade de Educação solicitou à equipe gestora da escola a documentação com o detalhamento completo da atividade, para que o conteúdo possa ser analisado integralmente e esclarecida qualquer dúvida sobre o contexto.

*Publicado originalmente em https://noticias.gospelprime.com.br/dancarinos-tiram-roupa-para-criancas-em-escola-de-jundiai/

 

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MINISTRO DA DEFESA EXIGE DA REVISTA ÉPOCA DIREITO DE RESPOSTA

Percival Puggina

 

Dando sequência ao seu papel de substituta da falecida Carta Capital, a revista Época, abriu matéria de capa atacando a dignidade das Forças Armadas. Entende-se a motivo e ele corresponde à mais rasteira moralidade: se a lama se esparramou sobre as instituições, parece bem conveniente a quem tem aspirações de retornar ao poder, que não restem referências morais que permitam comparações. É o leito de Procusto da imoralidade.


A revista Época, visivelmente, decidiu ser porta-voz das pautas da esquerda brasileira. Volta-se contra as Forças Armadas do mesmo modo como não hesitou em se jogar de modo grosseiro contra a imensa maioria da população brasileira que não concorda com ideologia de gênero.  Na mesma união de gostos, defendeu o uso de ambientes supostamente destinados a arte para atrair crianças e levá-las a contemplar material gráfico totalmente impróprio.


O direito de resposta (íntegra aqui) foi requerido pelo ministro da Defesa, Raul Jungmann, com fundamento na Lei nº 13.188, de 11 de novembro de 2015, com a alegação de que "a matéria de capa da Revista Época, Edição 1008, de 14 de outubro de 2017, ofendeu profundamente a honra, a dignidade, o conceito, o nome e a reputação das Forças Armadas, pelo seu conteúdo tendencioso, preconceituoso, sensacionalista, desonesto e irresponsável."
 

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