Puggina.org by Percival PugginaConservadores e Liberais

Um espaço destinado a formar e informar.
Aqui defendemos os valores tradicionais,
a liberdade, a democracia constitucional
e o regime de livre empresa.

Espaço de formação e
informação a serviço da
dignidade humana,
da liberdade, da democracia
e dos valores tradicionais.

O bom liberal sabe que
há princípios e valores que
se deve conservar.
O bom conservador
deve ser um defensor
das liberdades.

Foto: Nadia Raupp Meucci

FHC QUE ME PERDOE, MAS É IMPERDOÁVEL

por Percival Puggina. Artigo publicado em 21.11.2014
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso que me perdoe. Malgrado seus muitos e inegáveis méritos, ele tem grande responsabilidade pela expansão e consolidação de seus opositores no poder. &nbs ...

Cadastre-se e receba a Newsletter

Fique Sabendo

DUQUE MANTÉM "FORTUNA EM CONTAS SECRETAS" NO EXTERIOR, DIZ JUIZ

Por André Guilherme Vieira e Ricardo Gozzi | Valor

 

CURITIBA - Ao converter em preventivas as prisões temporárias de dois executivos da Camargo Corrêa, dois da OAS um da UTC e do ex-diretor de Serviços da Petrobras, Renato Duque, que expirariam na terça-feira, o juiz das ações penais da Lava-Jato atribuiu ao ex-funcionário da estatal uma "verdadeira fortuna em contas secretas mantidas no exterior, com a diferença de que os valores ainda não foram bloqueados, nem houve compromisso de devolução", destacou Sergio Moro.


"Dispondo de fortuna no exterior e mantendo-a oculta, em contas secretas, é evidente que [Duque] não pretende se submeter à sanção penal no caso de condenação", disse. "Corre-se, sem a preventiva, o risco do investigado tornar-se foragido e ainda fruir de fortuna criminosa, retirada dos cofres públicos e mantida no exterior, fora do alcance das autoridades públicas", justificou.


Moro escreveu na decisão que os crimes narrados no processo "retratam uma empreitada delituosa comum, com a formação do cartel de empreiteiras, as frustrações das licitações, a lavagem de dinheiro, o pagamento de propina a agentes da Petrobras e as fraudes documentais".
 

Imagem Comentada

DILMA NOMEIA, NUMA SENTADA, 36 NOVOS MEMBROS DE TRIBUNAIS


Percival Puggina


 A falta de rotatividade no poder, condição tida como essencial ao modelo republicano e às boas democracias, curiosamente saiu de moda entre os países agregados ao Foro de São Paulo. A maior parte deles, aliás, sob intensa infiltração cubana e venezuelana e com importante presença da Smartmatic nos seus sistemas de contagem de votos. É como digo: a Smartmatic é "smart" mas os eleitores latino-americanos são tão tolinhos!...

 

 Um dos efeitos mais nocivos dessas longas permanências de um determinado partido político no poder é o aparelhamento dos tribunais. No modelo brasileiro, as nomeações, ou as indicações para posterior aprovação pelo Congresso, saem da caneta presidencial. E aí dá no que se está vendo. Na última quinta-feira, a presidente Dilma nomeou, de uma vez só, 36 ocupantes de tribunais. Duvido que os processos de nomeação sobre a mesa da presidente não estivessem recheados de recomendações oriundas da elite petista. Nessa batida do martelo vamos acabar com tribunais como os de Cuba e da Venezuela, submissos à voz do trono.

 

Duvida? Vê se ela nomeia o Juiz Sérgio Moro para alguma coisa.
 

Vídeos Recentes

O Grupo de Ação Financeira Contra a Lavagem de Dinheiro e Financiamento do Terrorismo (Gafi), órgão internacional intergovernamental, advertiu o Brasil por se omitir nesse assunto. (E isso que quando a advertência aconteceu Dilma ainda não havia se atravessado, na ONU, em favor do diálogo com os degoladores do Estado Islâmico). Temos que repetir, diariamente,: "Eles não são o Brasil! Eles são, infelizmente, o governo brasileiro!"

Explicação muito esclarecedora sobre o papel da empresa Smartmatic. A empresa é smart e o eleitor brasileiro não.

Comentário feito no Programa Atividade sobre os maus usos e abusos do Estado.

É com oposicionistas assim que venho implorando que se formem frentes parlamentares para fazer oposição política e partidária antipetista nas tribunas das casas legislativas.