Puggina.org by Percival PugginaConservadores e Liberais

Um espaço destinado a formar e informar.
Aqui defendemos os valores tradicionais,
a liberdade, a democracia constitucional
e o regime de livre empresa.

Espaço de formação e
informação a serviço da
dignidade humana,
da liberdade, da democracia
e dos valores tradicionais.

O bom liberal sabe que
há princípios e valores que
se deve conservar.
O bom conservador
deve ser um defensor
das liberdades.

Foto: Nadia Raupp Meucci

NOTAS DO CÁRCERE

por Percival Puggina. Artigo publicado em 18.11.2012
  Raramente leio páginas policiais. Evito fazê-lo para não acrescentar doses extras de horror a meus próprios calafrios. Vivemos com medo, aferrolhados. Em nossas conversas habituais não f ...

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Fique Sabendo

KASSAB VAI PIORAR A VIDA DE QUEM USA BANDA LARGA

 

O ministro Gilberto Kassab atenderá as empresas de Comunicações, piorando dramaticamente a vida do cidadão que lhe paga o salário. Cidadão, aliás, há anos explorado pelos mais caros e ineficientes serviços de internet do ocidente. Kassab confirmou que vai limitar os dados para assinantes de banda larga fixa. Na prática, o que é caro ficará mais caro, e o que é ruim continua sem perigo de melhorar. A Agência Nacional de Telecomunicações negou planos de cortes. A informação é da coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Kassab diz que objetiva “beneficiar o usuário”, mas não explicou como fazer isso permitindo que as empresas nos explorem ainda mais.

Kassab está tão ansioso para atender as empresas que fixou a “meta” de limitar dados para assinantes de banda larga até o 2º semestre.

O ministro das Comunicações defende o que chama de “ponto de equilíbrio”, porque, coitadas, “as empresas têm os seus limites”.
 

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UM PAÍS COM O ESTATISMO INJETADO NA VEIA

Percival Puggina

 

 O jornal O Estado de São Paulo, um dos que escapa ao detestável amálgama de esquerdismo com mediocridade que fez adoecer parcela expressiva da mídia brasileira, proporcionou em sua edição do último dia 14 uma evidência da ampla propagação do estatismo em nossa sociedade. Em matéria de capa, o jornal afirma:

A crise econômica fez com que a arrecadação brasileira encolhesse, nos últimos três anos, o equivalente a quase duas vezes o Produto Interno Bruto (PIB) do Paraguai. A perda de receita, em termos reais - ou seja, descontando-se a inflação do período - alcançou R$ 172 bilhões entre 2014 e 2016, agravando a crise fiscal do País.
Enquanto a receita líquida de 2016 foi estimada pelo governo, nos últimos dias de dezembro, em R$ 1,082 trilhão (o dado oficial só sai no fim deste mês), em 2013 essa arrecadação somou R$ 1,254 trilhão, em valores corrigidos pela inflação.(...)

Observe que o Estadão estabelece uma proporção entre a perda de arrecadação estatal no Brasil e o PIB do vizinho Paraguai. Ou seja, imposto recolhido aqui com Produto Interno Bruto lá. Em algum lugar da matéria sumiu aquilo que mais diretamente afeta cada trabalhador, empresário, poupador, investidor, profissional liberal, aposentado ou pensionista do país: a queda PIB, que teve igual proporção, afetando renda, salários e poder de compra de todos.

Enquanto o gasto público, segundo a própria matéria do jornal, cresceu perante uma receita que caía, a renda da população caía perante preços que cresciam.

 Estou simplificando, mas é basicamente isso aí. E o Estadão mostra preocupação com a penúria do poder público gastador, paciente de uma síndrome que poderíamos chamar de incontinência financeira.
 

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Felipe Moura Brasil, neste vídeo, disponibiliza dados que permitem concluir: um poderoso grupo político, certa militância ideológica e intelectuais de esquerda têm objetivos que contam com o crescente aumento da insegurança no seio da população.

Brilhante manifestação de uma jovem, condenando a imposição de políticas abortivas  na África.

Discurso proferido por Percival Puggina em 04/12/2016, durante ato público em defesa da Lava Jato e das medidas de combate à corrupção.