Puggina.org by Percival PugginaConservadores e Liberais

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O bom liberal sabe que
há princípios e valores que
se deve conservar.
O bom conservador
deve ser um defensor
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Foto: Nadia Raupp Meucci

TEMPO DE “LACRAR” A ERA DA IRRESPONSABILIDADE

por Percival Puggina. Artigo publicado em 19.10.2018
   Nesta eleição, contra quase tudo e quase todos, o povo brasileiro, promoveu uma grande faxina eleitoral. Se lamentamos a preservação de certos mandatos, simbolizados pelos de Renan ...

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MINUTA DO DECRETO DE INDULTO DE NATAL É A MAIS DURA DOS ÚLTIMOS ANOS


Leio em O Antagonista que o Conseho Nacional de Política Criminal e Penitenciária propôs um decreto de indulto natalino que, além das condições usuais, veda a concessão do benefício a quem cometeu: a) crimes de corrupção, b) crimes contra menores, especialmente de natureza sexual, c) crimes contra militares, policiais e agentes de segurança em serviço. Ademais, o novo decreto exige que o indultado tenha trabalhado e estudado no presídio pelo tempo mínimo de um ano. O texto vai para o presidente Temer aprovar ou vetar. Veremos.

COMENTO

Isso é ainda menos do que o mínimo razoável. No entanto, se acolhido pelo presidente, fecha algumas portas com as quais sonhavam criminosos que causaram enorme prejuízos à sociedade com a corrupção, dano físico e moral a menores e mulheres, e atentaram contra autoridades em serviço. Quem comete tais crimes merece penas longas inteiramente cumpridas.

E tem mais: misturar bandido solto com Natal parece uma leviandade. O que pode libertar o homem do mal é a sua conversão, não a data.

Por isso, espero que estejamos apenas no início de um processo de tomada de posição que deverá tornar mais enérgicos nossos códigos em relação à criminalidade e à impunidade.
 

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CID GOMES EM SURTO DE SINCERIDADE


Percival Puggina

 

 Há uma lição que vem ficando cada vez mais evidenciada no comportamento dos partidos e dos políticos que ocupam o centro-esquerda e a esquerda do arco ideológico. Definitivamente, eles querem que o Brasil foque ainda mais intensamente as posições filosóficas e as práticas políticas que o trouxeram à atual crise social, política, econômica e moral.


 O senador eleito Cid Gomes, irmão de Ciro, candidato derrotado na eleição presidencial pelo PDT, convidado a falar, fez um insólito discurso em ato petista pró Haddad na capital cearense. Entre outras coisas, dialogando com uma plateia em crescente indignação, afirmou:

 

“O PT tem que fazer o mea culpa, pedir desculpas. Tem que ter humildade.”
“Têm que reconhecer que fizeram muita besteira.”
“Não admitir os erros que cometeram é para perder a eleição. E é bem feito.”
“Vão perder a eleição e vão perder feio.”
“Vão perder feio porque aparelharam as instituições públicas, porque acharam que eram donos de um país.”
“O país não aceita ter donos.”
“Acham que os fins justificam os meios.”
“O Lula? O Lula está preso, babaca!” – dirigindo-se a um exaltado participante do evento.
“O PT, desse jeito, merece perder”.


 Todas essas frases foram formuladas e bradadas ao público para sustentar a ideia mestra de que o PT seria o responsável pelo sucesso da candidatura Bolsonaro. Esse modo de compreender o recado das urnas, as derrotas no dia 7 e as que se desenham para o dia 28 não teriam relação com as políticas de esquerda. Não fossem as condutas equivocadas de Lula e seu partido, a esquerda poderia, segundo os irmãos Gomes, continuar no poder, afundando o país na crise a que o trouxe. Tudo contra a maioria da opinião pública que é sabidamente liberal e conservadora. Já o PT sequer os crimes cometidos admite.


 Olhando à volta em nosso continente não é difícil saber o que existe no horizonte de tais políticas.
 

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Infelizmente a ignorância política não dói, não coça nem dá falta de ar. Sem perceber, acusam os outros daquilo que são.

Eleitores isentões podem parar de inventar moda. A maioria já decidiu que esta eleição presidencial se trava entre Bolsonaro e o petismo.

O futuro sairá das urnas. Ou o país rompe com a esquerda ou afunda de vez. A Venezuela é logo ali.

O que teria acontecido no país se Dilma concluísse seu trágico mandato.