Puggina.org by Percival PugginaConservadores e Liberais

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O bom liberal sabe que
há princípios e valores que
se deve conservar.
O bom conservador
deve ser um defensor
das liberdades.

Foto: Nadia Raupp Meucci

LULA, UM CASO PERDIDO

por Percival Puggina. Artigo publicado em 29.07.2016
   O título acima expressa minha convicção de que o ex-presidente já está condenado a uma das muitas grades em que se pode conter um ser humano: a que o confina ao pequeno séquito dos ...

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PASMEM! MALGRADO O PASSADO INCOMPETENTE E O PRESENTE PRISIONAL, OS BRASILEIROS AINDA ACREDITAM NO ESTADO EMPREENDEDOR E GESTOR

 

 O site O Financista divulgou resultado de uma pesquisa que contratou com o Instituto Paraná Pesquisas.

"A pesquisa ouviu 2.020 pessoas maiores de 16 anos em 158 cidades de 24 Estados, mais o Distrito Federal. Do total, 60,6% dos entrevistados declararam-se contra privatizar as estatais; 33,5% são favoráveis; e outros 5,9% não souberam ou não opinaram.

A questão apresentada aos participantes foi: “Com o objetivo de melhorar a situação econômica do Brasil, o governo Michel Temer planeja vender, ou seja, privatizar algumas empresas e ativos estatais. O Sr(a) é a favor ou contra essa medida?”"

Os números, com uma confiabilidade de 95%, confirmam o diagnóstico do livro de Bruno Garshagen ("Pare de acreditar no governo"), no qual aborda o paradoxo de uma nação que desconfia dos políticos, mas acredita no governo. 

Acontece que o Estado brasileiro, histórica e tradicionalmente, tem sido sempre forte, positivista, autoritário, normatizador e intrometido. E o povo brasileiro se acostumou a lidar com ele como um grande protetor. Não um big brother, mas um big father, de onde sempre espera colher mais do que aporta, malgrado sua reconhecida falta de caráter e seu presente prisional. Ao desapetrechar-se mediante venda de ativos, o Estado brasileiro, estaria na concepção dominante, "ficando sem".

É a mesma velha cantilena que antecedeu as privatizações feitas no RS durante o governo de Antônio Brito. Na época, a esquerda gaúcha, liderada pelo PT, passava a ideia de que a CRT vendida iria embora levando os postes, os fios e os telefones... Deve ser o mesmo com tudo mais: vendeu, perdeu... Vá entender!
 

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CPI DA FUNAI: QUADRILHA IDEOLÓGICA E CONSPIRAÇÃO
Percival Puggina



 No dia 19 de julho, o presidente do STF, pessoalmente, talvez com pouca coisa para fazer, acatou liminar da Associação Brasileira de Antropologia para impedir a quebra de seus sigilos bancário e fiscal, que fora aprovada pela CPI da FUNAI e do INCRA. Outros organismos sobre os quais se acumularam seriíssimas evidências durante os trabalhos da CPI também ingressaram com mandados de segurança em vista do mesmo fim: querem evitar que a Comissão tenha acesso às suas contas.


Segundo o site "Sem medo da Verdade", o presidente da CPI, deputado Alceu Moreira, afirmou existirem "40 laudas de documentos que mostram a necessidade de quebra de sigilo porque há recurso público sendo destinado a essas ONGs sem nenhum tipo de averiguação e, que não chegam aos índios".


Segundo o parlamentar, "a Comissão irá buscar junto ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a prorrogação do prazo da investigação, que havia sido encurtado pelo então presidente da Casa, Waldir Maranhão (PP-MA). "Parece que querem enrolar o processo para que no último dia da CPI, 17 de agosto, não se viabilize a divulgação desse grande escândalo nacional", adicionou o deputado.


O simples desejo de ocultar à CPI e ao conhecimento público informações sobre o uso que fazem dos recursos oficiais já deveria ser motivo para o STF negar atenção aos apelos dos investigados. Por que não franquear as informações? Há muito tempo se sabe que os organismos referidos atuam em favor de uma causa política e ideológica. E há muito tempo pesam sobre eles as graves suspeitas que levaram à abertura da CPI e ao achado dos indícios que levaram a CPI a determinar a quebra do sigilo e a busca de provas.


É importante que se entenda, igualmente, que uma CPI federal tem amparo legal para determinar a quebra, "individualizado o investigado e o objeto da investigação, mantido o sigilo em relação às pessoas estranhas à causa e limitada a utilização de dados obtidos somente para a investigação que lhe deu causa" (jusbrasilcom.br). Obviamente também em relação a esse ato parlamentar cabe recurso ao STF, conforme solicitado pelos atingidos.
O que não deveria caber era o provimento do recurso. Concedido por quem concedeu, fica tudo muito parecido com um esquema de proteção à quadrilha ideológica que aparelhou completamente o Estado brasileiro e, não satisfeita, produziu a constelação de ONGs que nele e dele se beneficiam enquanto operam pela causa comum.
 

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