Puggina.org by Percival PugginaConservadores e Liberais

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Foto: Nadia Raupp Meucci

LOUCURA PURA NOS LABORATÓRIOS DE MANIPULAÇÃO

por Percival Puggina. Artigo publicado em 16.09.2019
 A celeuma suscitada pela declaração do vereador filho do Presidente é um dos mais claros exemplos de o quanto pode ser inventiva e excitante a atividade nos laboratórios de manipulação em que ...

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AMAZÔNIA SERÁ ADRENALINA EXTRA NO ROCK IN RIO

 

Leio no site do Correio da Amazônia (15/09)


Equipe filma incêndio na floresta, no Amazonas, para abertura do Rock In Rio.
Uma equipe de produtores paulistas provoca incêndio nas proximidades do município de Presidente Figueiredo, no Km 13 da Estrada do Distrito de Balbina, com a finalidade de filmar um clipping a ser apresentado na abertura do Rock In Rio 2019, que será realizado entre os dias 27 e 29 de setembro, e 3 e 6 de outubro, na Cidade do Rock.

Com contrato de prestação de serviço, a equipe paulista da empresa ‘Maria Farinha Filmes’, montou o Set de Filmagem, com fumaça artificial e fogueiras, supostamente para dar ideia de grande incêndio na floresta Amazônica, como vem ocorrendo nos últimos 20 dias, na região norte do Brasil.

A Maria Farinha Filmes pediu licença ao secretário de Turismo de Presidente Figueiredo, Paulo Lins, para filmar, segundo ele, a cachoeira e cavernas turísticas do Maroaga e a Gruta da Judéia dentro do município de Presidente Figueiredo, além de Samaúmeiras da região.

Leia a íntegra da matéria aqui.

 

COMENTO

O episódio serve para mostrar  o impacto causado pelas notícias distorcidas sobre a realidade da Amazônia e, em especial, da floresta Amazônica, na opinião pública mundial. A Amazônia trará adrenalina extra ao zeloso  público do Rock In Rio.

Na abertura do maior show mundial do Rock, a Amazônia vai arder com cenas artificialmente montadas por cineasta numa beira de mato. Instantes após,  numa espécie de antevisão delirante do paraíso, o filme mostrará a floresta como deve ser. Com cenas tomadas na floresta ... como ela é.

Se isso lhe parece muito doido, assista ao vídeo aqui.


 

Imagem Comentada


PARAEFEITOS DA HISTERIA PROMOVIDA EM RELAÇÃO À AMAZÔNIA

Percival Puggina

Leio em O Estado de São Paulo (inteiro teor aqui).

Um grupo de 230 investidores institucionais internacionais, com ativos sob gestão de US$ 16,2 trilhões, pediu em carta publicada nesta quarta-feira, 18, "ação urgente" para conter os "incêndios devastadores" na Amazônia, com as queimadas em crescimento por causa do desmatamento em "taxa alarmante" no Brasil e na Bolívia.

Entre as companhias que assinam o documento, de 20 páginas, estão nomes como HSBC Asset Management, o grupo francês BNP Paribas, o grupo japonês Mitsubishi UFJ Trust e entidades brasileiras, como a SulAmérica Investimentos. Ao todo, há investidores de mais de 30 países assinando o documento, que foi divulgado nesta quarta pela Organização não-governamental (ONG) americana Ceres e pelo Principles for Responsible Investment (PRI).

"Estamos preocupados que empresas expostas ao potencial desmatamento em suas operações no Brasil e em suas cadeias de suprimento vão enfrentar dificuldades crescentes de acessar os mercados internacionais", observa o comunicado. O texto pede ação das companhias e mostra temor com os impactos financeiros dos desmatamentos nas empresas em que estes investidores aportam recursos e podem estar expostas a riscos de reputação, operacionais e regulatórios dentro de suas operações e cadeias produtivas.

 

COMENTO

 Convém lembrar. Não foi de repente que setores oposicionistas nos partidos políticos e na mídia nacional vislumbraram nas queimadas da Amazônia motivo para atacar o governo federal, malgrado todos os esclarecimentos.

Esses ataques  tiveram como causa a decisão do governo federal de avaliar o trabalho das ONGs estrangeiras que se reproduziram como coelhos na região amazônica. Há muitos anos, os povos da região sabem que a atividade de muitas delas, financiadas com recursos do Tesouro Nacional, ou vai contra o interesse brasileiro, ou envolve biopirataria, ou explora recursos minerais, ou age em desfavor do agronegócio para reduzir a competitividade de nossas commodities.

O que menos as motiva é a pobreza material da sociedade, a floresta e o índio. Este, por sinal, costuma ser o detentor original do conhecimento sobre os benefícios proporcionados por muitas plantas da região.

Ao meter a mão nesse vespeiro o governo desencadeou iras cósmicas, como se verificou na entrevista de Ricardo Salles ao grupo de comentaristas da GloboNews, com destaque à agressiva atitude da jornalista Miriam Leitão. Quem assistiu haverá de lembrar.

A histeria tomou conta e a floresta amazônica se tornou a Marielle da vez para a oposição brasileira, com simétrica dimensão e repercussão internacional.

O conjunto de investidores mencionados no texto reproduzido acima, preocupados com “incêndios devastadores na floresta”, foi envenenado pelo noticiário internacional e nacional produzido nos fundões estratégicos das redações.

Não surpreende que duas ONGs divulguem o documento nem que a evidente preocupação dos tais investidores internacionais se faça sentir muito mais sobre a segurança de seus ativos do que sobre a floresta que tomam como mote.

Os paraefeitos só não causarão grandes danos ao país (cujos interesses foram ignorados pelo imediatismo e curto alcance da lupa política) porque o Brasil é maior e melhor do que a fofoca em torno dele criada.
 

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A atual configuração da Suprema corte é legado de um passado que a sociedade rejeita.

Meu pronunciamento  em 25/08/2019 à tarde, na manifestação do Parcão, em Porto Alegre.

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