Puggina.org by Percival PugginaConservadores e Liberais

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e o regime de livre empresa.

Espaço de formação e
informação a serviço da
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da liberdade, da democracia
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O bom liberal sabe que
há princípios e valores que
se deve conservar.
O bom conservador
deve ser um defensor
das liberdades.

Foto: Nadia Raupp Meucci

O MAU EXEMPLO DA VEZ

por Percival Puggina. Artigo publicado em 20.01.2018
   Na minha coluna de ontem, “Da mentira com torcida ao esplendor da verdade”, afirmei que certas formas desconsideradas ou toleradas de corrupção destroem o caráter e preparam o indi ...

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PERDIDOS DE VISTA

 

Leio em O Antagonista

O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, deu prazo de 30 dias, a partir da volta do recesso do Judiciário, para o colega Dias Toffoli devolver ao plenário o processo sobre a prerrogativa de foro especial. Depois disso, avisou que vai começar a enviar à primeira instância inquéritos de parlamentares que não devem permanecer na Corte. “Se o pedido de vista virar ‘perdido de vista’, vou implementar o meu entendimento”, disse. Outros ministros também já fazem um pente-fino nas ações, como mostrou a Coluna esta semana.


COMENTO

 Quando os próprios ministros passam a fazer piada sobre a conduta dos colegas, é porque a própria instituição a que pertencem se tornou uma ridicularia, levada isso pela inadequação dos membros à função. Todos sabem que os prazos no STF não são usados, mas abusados; eles existem, sim, mas não valem para os dois lados do balcão. As obrigações funcionais de vários ministros ocupam, apenas, o espaço vazio entre agendamentos mais prazerosos.

 Na vida como ela é, além daquelas colunas, prazos são usados para cumprir tarefas. Aquém das colunas, os prazos são abusados a serviço de estratégias e interesses. Como o interesse de não decidir sobre o auxílio-moradia e a estratégia de esticar a validade do privilégio de foro.
 

Imagem Comentada

Collor se anuncia pré-candidato à Presidência

É PROIBIDO MANIFESTAR SURPRESA

 

Leio no Correio do Povo


O senador Fernando Collor de Mello (PTC-AL) anunciou nesta sexta-feira, que pretende se candidatar novamente à Presidência da República nas eleições gerais deste ano. "Digo a vocês que esse é um dos momentos mais importantes da minha vida pessoal. Hoje, a minha decisão está tomada: sou, sim, pré-candidato à Presidência da República", afirmou o senador alagoano, que participou de um evento na cidade de Arapiraca com a prefeita Célia Rocha (PTB).

Apelidado de "caçador de marajás", Collor venceu em 1989 a primeira eleição direta após a redemocratização do País, derrotando vários candidatos, entre eles Leonel Brizola (PDT), Ulysses Guimarães (PMDB) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com quem disputou o segundo turno. Ele comandou o País entre 1990 e 1992, quando sofreu impeachment, por suspeita de corrupção.

 

COMENTO

É proibido manifestar surpresa! Num país onde Lula lidera as pesquisas de intenções de voto, a candidatura de Collor era mais do que previsível. Tanto quanto seria a de Fernandinho Beira-Mar ou a de Marcola. São indicativos do grau de degradação moral a que chegou o país a partir do momento em que exigir boa conduta moral é fundamentalismo, exercer autoridade é fascismo e cobrar disciplina é repressão. Esse tipo de político e de política faz parte dos ônus decorrentes das opções que, como sociedade, vimos fazendo.

 

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