Puggina.org by Percival PugginaConservadores e Liberais

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Espaço de formação e
informação a serviço da
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da liberdade, da democracia
e dos valores tradicionais.

O bom liberal sabe que
há princípios e valores que
se deve conservar.
O bom conservador
deve ser um defensor
das liberdades.

Foto: Nadia Raupp Meucci

"VEIAS ABERTA DA AMÉRICA LATINA"

por Percival Puggina. Artigo publicado em 25.07.2014
NOTA: Atendendo muitas solicitações, para mais fácil uso pelos leitores que o desejam reproduzir, transformei em artigo dois textos anteriores sobre esse tema .  No Correio do Povo do dia ...

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POLÍTICA EXTERNA ESTILO GRÊMIO ESTUDANTIL

 

 O governo israelense irritou-se com as manifestações oficiais do Brasil a respeito da atual crise entre Israel e o grupo terrorista islâmico Hamas. E contra-atacou através de seu porta-voz Yigal Palmor, sem circunlóquios diplomáticos. Bateu forte e direto. O jornal The Jerusalem Post afirma que Palmor disse ser, essa "uma demonstração lamentável de por que o Brasil, um gigante econômico e cultural, continua a ser um anão diplomático”, acrescentando que “o relativismo moral por trás deste movimento faz do Brasil um parceiro diplomático irrelevante, aquele que cria problemas em vez de contribuir para soluções”.

 São coisas que só acontecem em virtude do problema institucional brasileiro. Ao entregar Estado, governo e administração à mesma pessoa e seu partido, ele permite que nossa política externa fique parecida com os arroubos de um grêmio estudantil nos anos 60. Por quê? Pelo simples fato de que está sendo conduzida por pessoas que ali, nos grêmios estudantis dos anos 60, chegaram ao topo de seu discernimento político e filosófico. Assim, política externa brasileira, nos últimos 12 anos, torna o país aliado automático de quem for anti-americano ou neocomunista. Do jeito que a coisa vai, a cadeira no Conselho de Segurança da ONU, tão sonhada por Lula, será um banquinho no corredor.
 

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Embora o senso histórico aponte para um antagonismo entre fascismo e o comunismo, há entre ambos vários pontos de contato: o aniquilamento das oposições (que pode ser obtido pela força ou pelo bloqueio das estruturas sociais e políticas não controladas pelo partido); o dirigismo estatal; a identificação do partido com o Estado e com a Administração; e o empenho em integrar nas estruturas de influência e controle do partido a totalidade das relações econômicas, sociais, políticas e culturais. Mussolini cuidava de desqualificar as instituições democráticas que ainda se atreviam a expressar algum pluralismo. São dele as seguintes palavras: “Oposição a uma nação monolítica é supérflua”. Veja o quanto, ainda que em menor grau, isso tudo está acontecendo no Brasil.

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