Puggina.org by Percival PugginaConservadores e Liberais

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Espaço de formação e
informação a serviço da
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O bom liberal sabe que
há princípios e valores que
se deve conservar.
O bom conservador
deve ser um defensor
das liberdades.

Foto: Nadia Raupp Meucci

UM EPISÓDIO REAL DA LONGA GUERRA PETISTA CONTRA OS COLÉGIOS MILITARES

por Percival Puggina. Artigo publicado em 22.08.2016
  Quando Olívio Dutra elegeu-se governador do Rio Grande, sua vitória foi entendida como evento culminante de uma empreitada revolucionária. Olívio e seus companheiros chegaram ao Palácio ...

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MUITO BARULHO DE PRATO E POUCA COMIDA

 

 É conjunto da obra que está derrubando o governo Dilma. Uma obra que nem por acaso se encontrava com o interesse nacional, pois servia a um projeto de poder hegemônico, à construção de uma imagem, à tomada do Estado por dentro e à apropriação da máquina pública para servir à elite e à militância partidária. Nada diferente do que continua mobilizando o partido nos últimos meses, já com Dilma Rousseff afastada do poder. Cada movimento de resistência política, cada versão divulgada aos aparelhos e veículos controlados pela esquerda no cenário internacional vai em detrimento do interesse e da imagem do Brasil. Danem-se os desempregados, dane-se o país, contanto que o petismo navegue a bordo de suas versões.

A tropa de choque do governo afastado na Câmara dos Deputados e no Senado dedica boa parte de seu tempo a exaltar supostas conquistas sociais proporcionadas pela gestão petista. Muito barulho de prato e pouca comida, no entanto! Esquecem que até esse barulhento e pouco nutritivo conjunto desabou e que os pratos quebraram no chão duro da realidade.

O tão proclamado Brasil sem pobreza, soube-se nestes últimos dias, tem 10 milhões de trabalhadores informais. Dos que contam com alguma renda, 10,3 milhões recebem até meio salário mínimo e o número dos que recebem um quarto do salário mínimo subiu de 4,4 milhões em 2015 para 5,5 milhões em 2016. Dois milhões e meio de postos de trabalho fecharam nos últimos 18 meses e o número de desempregados chegou a 11,4 milhões. Mas não é isso que incomoda o Partido dos Trabalhadores, seus líderes e estrategistas. Tais dados contam pessoas e tragédias às quais jamais se referem! Pouco se lhes dá. O que os incomoda é saber que o mundo olha com esperança para um Brasil sem petismo. 

 

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ORDEM E LIBERDADE

 

Percival Puggina

 

Entre as finalidades do Estado se incluem assegurar a liberdade e garantir a ordem. Não é incomum que, na mentalidade revolucionária, essas duas finalidades entrem em conflito. Segundo o interesse de cada momento, a conduta revolucionária, antissocial, considerará que a ordem estabelecida impede a liberdade (inclusive a liberdade de sair quebrando tudo ou invadindo a propriedade alheia). Impor ordem a essa liberdade vira "criminalização de movimentos sociais". No passo seguinte, instalada no poder, a mentalidade revolucionária considerará como atentatórias à ordem as manifestações por liberdade de quem a ela se opuser.


 Esse paradoxo, muito recorrente na história, mostra por que a democracia, além de ser um processo, é um processo que exige adesão, tão consensual quanto possível, a determinado conjunto de valores sem os quais os fins do Estado se tornam parolagem de discurso político.


 Por outro lado, a liberdade individual mantém indissociável relação com o livre arbítrio e com a qualidade das escolhas que fazemos. Sempre que o ser humano, usando da razão para suas escolhas, num espaço de liberdade, faz uma opção, essa opção envolve responsabilidade moral. Respondemos por ela perante nós mesmos em consciência, perante os demais e perante Deus.
 

Vídeos Recentes

Excelente vídeo! Com legendas em português, Robert Waldinger expõe resultado de uma pesquisa que já leva 75 anos de observações feitas pelo Harvard's Department of Psychiatry e contidas numa pesquisa denominada Study of Adult Development. Vale a pena o tempo gasto para assistir.

Denúncia gravíssima neste vídeo postado por www.redebrasil.NET.

Atleta brasileira resolveu ser militante política, se deu mal, e ouviu o recado que merecia de uma jornalista com coragem de dizer o que pensa.

 

A carta de Dima Rousseff à Nação e ao Senado é um manifesto de quem não se importa com a tragédia em que precipitou o país.