Puggina.org by Percival PugginaConservadores e Liberais

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e o regime de livre empresa.

Espaço de formação e
informação a serviço da
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da liberdade, da democracia
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O bom liberal sabe que
há princípios e valores que
se deve conservar.
O bom conservador
deve ser um defensor
das liberdades.

Foto: Nadia Raupp Meucci

O BRASIL NÃO PODE CONTINUAR COMO ESTÁ

por Percival Puggina. Artigo publicado em 26.03.2015
Nota: tive a honra de ser entrevistado por alguém a quem admiro, o amigo internauta, jornalista Paulo Briguet, editor da revista Mercado em Foco, da Associação Comercial e Industrial de Londrina. w ...

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QUANDO A TOLERÂNCIA É UM ERRO GRAVE


Entrevista ao Diário de Santa Maria, domingo 22 de março de 2015

 O jornalista Marcelo Martins elaborou matéria sobre o tema "A corrupção está só na mesa ao lado?" Entrevistou diversas pessoas sobre várias dimensões do problema da corrupção. A mim, encaminhou a seguinte pergunta:

Diário de Santa Maria - Que valores a família e, até mesmo, a religião podem passar às crianças para que tenhamos uma sociedade menos propensa e tolerante à corrupção e ausência de ética. Afinal, como diz a frase "o mundo que nós vamos deixar para os nossos filhos depende muito dos filhos que vamos deixar para esse mundo".


Percival Puggina - Assim como um bebê aprende a nadar, uma criança aprende a roubar. Tudo se pode ensinar e aprender, do totalmente certo ao absolutamente errado. Ensina-se o amor e o ódio, a verdade e a mentira, o vício e a virtude, o respeito e o desrespeito, a justiça e a injustiça, a disciplina e a indisciplina. Assim, também, a tolerância e a intolerância. E talvez esteja aí o risco de, em nome da tolerância, tolerar que o mal seja ensinado, aprendido, exaltado enquanto se mantém o Bem desconhecido. Eis o erro em que não podem incorrer os pais, os professores, os meios de comunicação, as Igrejas e a sociedade como um todo se quisermos, um dia, viver num país respeitável.
 

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QUANDO FRIEDRICH HAYEK FALA QUE O MEIO JORNALÍSTICO É SEMI-ANALFABETO ECONÔMICO, ELE ESTÁ SENDO COMEDIDO: ESSE MEIO É BEM MAIS ANALFABETO DO QUE ELE PENSA

Economista Alfredo Marcolin Peringer

Vejam a manchete de O GLOBO de ontem (24/3/15). Ela diz que “com alta do dólar, mercado já estima inflação acima de 8%”. Acontece que o Dólar é um preço e, como preço, ele é o resultado da inflação e, não, a sua causa.

A inflação, como sempre Milton Friedman procurou ensinar, é um fenômeno inteiramente monetário: só ocorre se os mandatários econômicos (Tombini, Levy, et caterva) deixarem os meios de pagamento crescer além das
possibilidades de crescimento dos bens e serviços. Se não houver crescimento monetário, a alta do preço do feijão terá que ser compensada com a queda do preço do arroz ou de outro bens ou serviços existente dentro da economia
e/ou, ainda, das suas quantidades. E é isso que vem ocorrendo na economia brasileira, e que venho mostrando, ao apontar que o crescimento da moeda no Brasil (valores médios diários), nos últimos doze meses, finalizados em
13/03, foi de 13,0% a.a..

Como o crescimento da economia foi próximo a zero  por cento no mesmo período, o inchaço monetário levará, inevitavelmente, ao crescimento do dólar ou dos demais preços dos bens e serviços, ao menos de maneira consistente, já que eles sempre podem ser afetados, no curto prazo, por fatores passageiros diversos, mas que acabam não vingando em prazo mais longo. O fato a destacar é que os crimes monetários contra a população deveriam ser castigados, pois afetam os rendimentos dos trabalhadores, poupadores e investidores, reduzindo os seus ganhos e, com isso, a atividade econômica futura. Em resposta, então, à "notícia" da turma de o GLOBO: não são o dólar ou os preços dos bens e serviços que causam a inflação. Ao contrário, esse fenômeno também é causado pela verdadeira inflação, a da  moeda, levada avante pelo banco central brasileiro, sob o comando dos seus burocratas, muitas vezes obedecendo ordens do ministério da fazenda ou do Tesouro."

 

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