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GOVERNO BOLSONARO CORTA APOIO DE ITAIPU A EVENTO ORGANIZADO POR GILMAR MENDES EM PORTUGAL
Leio no Jornal da Cidade Online que o governo federal cortou o pagamento de uma parcela final no valor de R$ 876 mil reais do montante de R$ 3,369 milhões destinados ao apoio de Itaipu para o VII Fórum Jurídico de Lisboa, promovido pelo IDP e pela FGV, organizado por Gilmar Mendes e conhecido como Fórum do Gilmar.
Esse corte faz parte de uma tesourada de R$ 42 milhões em outros patrocínios e se coaduna com o anúncio feito pelo ministro Osmar Terra na última segunda-feira (22/04) quando disse que o teto de R$ 60 milhões nos financiamentos através da Lei Rouanet seria rebaixado para R$ 1,0 milhão.
A sociedade aplaude, por certo, as duas decisões. Embora anunciado como oportunidade para troca de experiências entre os dois países, o evento de Lisboa já em sua sétima edição, não parece proporcionar qualquer benefício contabilizável à cultura, ou a ciência, ou a qualidade de nossas instituições. Financiamentos de Incentivo à Cultura, por seu turno, precisam ser disseminados e não concentrados em valores elevadíssimos, que, como grandes financiamentos bancários, só podem ser buscados por quem não precisa deles.
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Enfim a maioria venceu!
OPOSIÇÃO SEM VOTOS, MAS COM MILITÂNCIA PARA ATRAPALHAR
Percival Puggina
O placar da votação da admissibilidade da PEC da Previdência, na CCJ da Câmara dos Deputados não deixou dúvidas: a oposição barulhenta e raivosa tinha apenas 18 votos em plenário.
No entanto, durante sucessivas sessões conseguiu retardar a deliberação com tumulto organizado, estratégias de superlotação do plenário com parlamentares sem direito a voto, mas devidamente orientados a agir de modo a que as reuniões de leitura do relatório e de deliberação não avançassem para votação. Tudo foi feito para retardar a vitória de quem tinha mais votos.
As estratégias protelatórias foram, ontem, prometidas para todas as etapas subsequentes dos trabalhos. Continuarão confundindo Congresso Nacional com grêmio estudantil ou congresso da UNE.
Uma coisa é propor alterações ao projeto, no devido tempo e instância decisória. Outra, bem diferente, é impedir que a decisão seja tomada, organizando o caos, adotando conduta desqualificada e discursando como se falassem para uma nação de desmemoriados, que não soubessem quem são os responsáveis pela difícil situação social e econômica do país, como se não tivessem havido uma eleição, como se não houvesse um governo legítimo, como se os partidos de esquerda não tivessem reduzido significativamente sua representação no Congresso Nacional.
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