Puggina.org by Percival PugginaConservadores e Liberais

Um espaço destinado a formar e informar.
Aqui defendemos os valores tradicionais,
a liberdade, a democracia constitucional
e o regime de livre empresa.

Espaço de formação e
informação a serviço da
dignidade humana,
da liberdade, da democracia
e dos valores tradicionais.

O bom liberal sabe que
há princípios e valores que
se deve conservar.
O bom conservador
deve ser um defensor
das liberdades.

Foto: Nadia Raupp Meucci

UMA TRÉGUA À HIPOCRISIA, POR FAVOR!

por Percival Puggina. Artigo publicado em 25.02.2018
  Existem correntes políticas e jurídicas sem qualquer entusiasmo para combater a criminalidade. Precisam dela para “justificação” de malsucedidas teses sócio-políticas e econômicas. Parte ...

Cadastre-se e receba a Newsletter

Fique Sabendo

MEIRELLES EM VIÉS DE ALTA, RATING EM VIÉS DE BAIXA

 

 O colunista Cláudio Humberto informou, em Diário do Poder, que o ministro Henrique Meirelles só pensa naquilo. Ele é hoje o candidato à presidência que mais abertamente declara essa condição.

Como os indicadores da economia são favoráveis no curto prazo, a imagem do guru das finanças deve estar ou entrar em viés de alta. Um bom sintoma disso é dado pelos ataques que começa a receber da artilharia petista, focada em seu perfil de homem da iniciativa privada e de seu passado no conselho de administração da JBS. Memória curta. Ao escarafuncharem a vida pregressa do ministro, seu passado tucano (ele foi eleito deputado federal pelo PSDB de Goiás em 2002) os petistas omitem ter sido ele presidente do Banco Central durante os dois mandatos de Lula, entre 2003 e 2010.

Meirelles tem a confiança do mercado e a notícia de sua saída obrigatória do BC em abril, não foi encarada de modo positivo com relação ao futuro das finanças públicas brasileiras. Avalia Cláudio Humberto que isso deve ter contribuído para o viés negativo atribuído ao rating do Brasil pela agência Fitch.

O país caminha sobre ovos.
 

Imagem Comentada

 

TOFFOLI E A PERPLEXIDADE PERANTE O ÓBVIO
 

Percival Puggina

 

Ao participar de um evento na Escola de Direito de São Paulo, da FGV, o ministro Dias Toffoli manifestou sua perplexidade ante a inexistência de qualquer projeto nacional nos debates que se travam no teatro da política brasileira. O ministro não vê projetos quando olha para a direita, nem quando olha para a esquerda. “Tem pessoas. Infelizmente continuamos tendo (só) pessoas”. Fico com pena da moçada da Escola de Direito de São Paulo. Trazerem o ministro só para conhecerem sua perplexidade diante de uma obviedade dessas deve ter sido frustrante.


O ministro, talvez por haver advogado para o PT em várias campanhas, acabou não prestando muita atenção ao modo como elas acontecem. Então vamos lá. As campanhas são pessoais, sim, ministro; o presidencialismo exige isso porque o eleitor não vota em algo, mas em alguém. Algumas propostas aparecem, em concepção marqueteira, para pano de fundo do candidato, e são formuladas como se todo o dinheiro do mundo estivesse à disposição do vitorioso.


O objetivo número um de qualquer campanha presidencial é apresentar bem o candidato. E o número dois é trucidar o adversário. Tudo bem pessoal, como se vê; quanto mais melhor. Os votos são concedidos na proporção direta do dinheiro de cada um e das respectivas capacidades de mentir de modo convincente.


Programas de governo são pauta em eleições no sistema parlamentarista, cujas campanhas eleitorais em torno deles se desenrolam.


Próxima lição, só pagando, ministro.
 

Vídeos Recentes

Ives Gandra Martins comenta cenário atual da economia e política no Brasil, reforma previdenciária e situação do ex-presidente Lula.

Sobre como o sítio de um jovem desconhecido e de poucos recursos mobilizou as maiores empreiteiras do país.

A diferença entre conservadores e liberais não é o liberalismo destes. Falta algo essencial aos conservadores brasileiros. Saiba o que é.

Penso que todos deveríamos gravar vídeos curtos dessa linha e propagarmos nas redes sociais.