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Foto: Nadia Raupp Meucci

BRUTALIDADE CRIMINAL

por Percival Puggina. Artigo publicado em 08.12.2017
  É tão triste quanto espantoso o número de policiais mortos no cumprimento do seu dever, em confrontos com o crime, para proteção da sociedade e manter ainda tremeluzente a chama da su ...

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IDEOLOGIA DE GÊNERO VIROU IDEIA FIXA NO MEC

 

Informa GauchaZH em matéria de Mateus Ferraz
 

A discussão sobre a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) será retomada em reunião extraordinária do Conselho Nacional de Educação (CNE) na próxima sexta-feira (15). O tema, que tramita em regime de urgência, começou a ser debatido na última quinta (7), mas o encontro — que seria o último do ano — foi interrompido após pedido de vista coletivo, assinado por três conselheiras, que afirmaram precisar de mais tempo para analisar o documento que vai nortear a Educação Infantil e o Ensino Fundamental a partir de 2019.

(...).

Entre os pontos polêmicos da redação do documento, está a orientação sobre o ensino religioso. Uma comissão específica irá debater se a matéria será considerada uma área de conhecimento — como linguagens e matemática — ou se apenas integrará o conteúdo de ciências humanas.

Outro grupo irá discutir a abordagem sobre questões de sexualidade e identidade de gênero, termos que foram suprimidos da terceira versão da Base pelo Ministério da Educação (MEC). A pasta ainda incluiu esse tema junto ao ensino religioso, para que se discuta nas escolas as concepções de "gênero e sexualidade" de acordo com as tradições religiosas.

Não há prazo para a conclusão referente aos dois assuntos, o que não impedirá a votação da BNCC. As orientações sobre o ensino de religiões e sobre gênero serão editadas posteriormente em documentos específicos.

 

COMENTO


A BNCC é mais um instrumento da burocracia que comanda, na prática, a Educação em nosso país. Seus alinhamentos são conhecidos e suas animosidades também. Estão alinhados com tudo que represente o pensamento da esquerda, o "politicamente correto", os "empoderamentos" da moda e com o centralismo antidemocrático que a tudo transforma em programa nacional, base comum, sistema único e coisas assim. E são contra tudo que representa autonomia em relação ao Estado: família, Igreja, iniciativas comunitárias, atividade econômica privada.

É de um descaramento inaudito o que se lê na matéria transcrita: pretendem voltar à carga com ideologia de gênero! A sociedade rejeita com veemência. O Congresso Nacional retirou Plano Nacional de Educação. As Assembleias Legislativas de todo país rejeitaram a inclusão do tema nas atividades escolares estaduais. Milhares de Câmaras Municipais fizeram o mesmo no âmbito do poder local. Mesmo assim, a burocracia da Educação brasileira não desiste e anuncia que se não conseguir aprovar agora continuará insistindo ao longo do tempo, pretendendo, como é habitual à esquerda, vencer pelo cansaço. Não passarão!
 

Imagem Comentada

NUMA IDA À PADARIA, QUATRO BANDIDOS, MUITAS FACADAS
 

Percival Puggina

 

Embrenhou-se na selva porto-alegrense para a arrojada tarefa de comprar pão na padaria da esquina. Saiu desarmado, como manda a imprudente lei. E não voltou para casa. O professor foi dali para o hospital, com múltiplas facadas desferidas, simultaneamente, por quatro homicidas que fugiram levando algum troco e um celular. Desde sábado está entre a vida e a morte.


Não preciso da investigação para saber que as quatro bestas humanas têm uma ficha criminal mais comprida do que a tolerância da legislação brasileira. Ninguém ingressa no banditismo atacando um idoso a facadas em rua central da cidade. Não, esses monstros receberam da lei penal, do sistema penitenciário, dos "direitos humanos", dos filósofos e dos aplicadores do garantismo penal, dos partidos de esquerda adversários declarados da atividade policial, todo o tempo e toda a indulgência necessários para se desenvolverem em suas carreiras. São apenas quatro entre centenas de milhares que respondem por milhões de furtos e roubos, notificados e não notificados e por mais de 60 mil homicídios anuais. Não se chega a esses números sem deixar verdadeira multidão de criminosos liberados para ações repetitivas, não raro após audiências de custódia nas quais tudo recomenda conceder a preventiva. Mas a conveniência da sociedade, vulnerável e indefesa, nada pode contra os inalienáveis direitos dos criminosos.


O professor foi atacado com silenciosas armas brancas, que não fazem alarde, não acionam a polícia e não despertam nenhuma câmera de celular. E dão prova de que o desarmamento da população ordeira pressupõe uma tolice: a de que os crimes são cometidos pelas armas e não por quem tem a intenção de as  usar para o mal.


 

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