Puggina.org by Percival PugginaConservadores e Liberais

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Espaço de formação e
informação a serviço da
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O bom liberal sabe que
há princípios e valores que
se deve conservar.
O bom conservador
deve ser um defensor
das liberdades.

Foto: Nadia Raupp Meucci

PROIBIDA A ENTRADA DA TURMA DO CONTRA

por Percival Puggina. Artigo publicado em 17.07.2018
     Sei que nada é mais livre do que a burrice. A inteligência tem limites e a sabedoria exige imenso autocontrole. Mas a burrice não conhece obstáculos. Quando contrai matr ...

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DILMA E KOLINDA, DUAS CONDUTAS E DOIS EXEMPLOS

 

 Enquanto a presidente da Croácia (o bom exemplo) foi assistir aos jogos de sua seleção viajando à própria custa, sem remuneração nos dias de ausência, a ex-presidente Dilma Rousseff (o mau exemplo), depois de haver quebrado o país, roda mundo com sua trupe de assessores para falar mal do Brasil. Todas as despesas de sua equipe são pagas por nós.

 A lei que autoriza essa mordomia tem o sorriso cínico das inescrupulosas elites políticas do país. Ela é um abuso, um cardápio de privilégios intocáveis, como convém aos privilégios. Até presidentes afastados do cargo por impeachment, como Collor e Dilma, arrastam pela vida afora, presas a si, a tornozeleira das mordomias. Podemos tirar um presidente do cargo, colocá-lo na cadeia (como está acontecendo com Lula), suprimir-lhe a liberdade, mas não lhe retiramos os assessores, os motoristas, os seguranças e os dois automóveis. Aí já seria penalizá-los excessivamente, ao que parece.

 Não bastasse isso, como não poderia deixar de ser, os campeões em gastos com esse tipo de regalia são os dois petistas. A Gazeta do Povo, em matéria atualizada no dia 3 de maio, mostra o gasto médio anual dos ex-presidentes desde o momento em que deixaram o cargo: Sarney (R$ 493 mil); Collor (R$ 463 mil); FHC (R$ 716 mil); Lula (R$ 1,17 milhão) e Dilma (R$ 1,4 milhão).

 Temos reais motivos para observar com inveja a austeridade da presidente Croata e o respeito que manifesta aos cidadãos e seus recursos.
 

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PRESSÃO FUNCIONANDO? O COMPANHEIRO VAZOU?
Percival Puggina

 

 Em entrevista à coluna Painel, da Folha, o ministro Dias Toffoli afirmou estar consciente de que irá “votar contra o próprio convencimento em defesa da instituição”.


 Traduzindo em linguagem inteligível no acampamento Marisa Letícia, de Curitiba: o companheiro vazou.


Toffoli assume provisoriamente a presidência do STF no final deste mês, quando Cármen Lúcia, por viagem de Temer, ocupará a chefia do governo. Os petistas esperavam que nesse momento, como “plantonista” na presidência do Supremo, Toffoli se fosse espelhar no gesto do desembargador Favreto como plantonista do TRF-4. Pelo jeito, porém, a valer a  entrevista, essa expectativa faleceu.


Ainda segundo a coluna, Toffoli teria dito a colegas que, ao assumir a presidência do STF em setembro, não pautará, antes do final das eleições de outubro, ações que questionam a prisão após condenação em segunda instância.


Parece, não mais do que parece, que a pressão nacional contra a eleição de Toffoli para a presidência do STF, iniciada pelo jurista Modesto Carvalhosa, está dando resultado junto a colegas do ministro e, indiretamente, atinge Toffoli obrigando-o a falar.


O engano de Toffoli


Contudo, a mobilização foi mal interpretada pelo aspirante ao posto. A mobilização contra ele quer algo bem elementar e racional: que a presidência do STF não seja assumida por quem não reúne as menores condições para estar no Supremo. Basta isso (por enquanto).
 

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