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ESSE ENEM É UM LIXO TOTALITÁRIO ESQUERDISTA

por Percival Puggina. Artigo publicado em

 

Leio no Diário do Poder

O “aparelhamento” da prova do Enem causou mal-estar no Palácio do Planalto e irritação no Ministério da Educação, em razão das questões nitidamente “contaminadas” pelo clima eleitoral. O principal alvo da indignação no MEC é a presidente do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), Maria Inês Fini, que escolhe os integrantes e também preside a comissão que elabora as provas. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O MEC confirmou que as provas são preparadas no Inep por comissão que sua presidente chefia. O Inep silenciou sobre o “aparelhamento”.

Além de endossar conceitos da ideologia de gênero, a prova do Enem até fez propaganda de um dicionário gay sobre expressões “secretas”. A avaliação é que o tema da redação estimulou os alunos a atribuírem a derrota do PT a suposta manipulação de mensagens do WhatsApp. “Aparelhadas” por grupos anti-Bolsonaro, as provas foram avaliadas como uma “provocação desnecessária”, na definição de um ministro.

COMENTO

O Enem é um dos muitos instrumentos de concentração de poder político nacional nas mãos de quem já o detém e a ele se aferrou de um modo que causa preocupação. É parte de um projeto de hegemonia esquerdista em implantação há vários anos. Tudo se faz de modo solerte e gradual, de modo que a sociedade não perceba estar perdendo sua soberania e se tornando politicamente imprestável. Se não fazemos parte desse projeto e não compomos quaisquer das minorias ou grupos de interesse que se articulam no país, tornamo-nos inocentes inúteis, cidadãos de última categoria, numa democracia a caminho da extinção por perda de poder popular, por inanição do poder local.

O ENEM passou a pautar o que se ensina e a visão de mundo, de história e de sociedade em todas as escolas do país. Como em qualquer regime totalitário.