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BOLSONARO NÃO REPASSARÁ RECURSOS DE MULTAS AMBIENTAIS PARA ONGS

 

Agência Brasil.

 

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) afirmou neste sábado (1º) que o futuro ministro terá de ser afinado com o Ministério da Agricultura e estar disposto a enfrentar o que voltou a chamar de “indústria da multa” . “Quero preservar, mas não dessa forma que vêm fazendo nos últimos anos. Dessas multas no campo, 40% vai para ONG. Isso vai deixar de existir”.

 

Quando são brasileiras, as ONGs ambientais em geral foram criadas ou são dirigidas por pessoas que ocuparam cargos em órgãos ambiental do governo, tipo Ibama, e têm grande influência sobre eles, inclusive na indicação de novos dirigentes. Na prática, as ONGs controlam os órgãos ambientais e viraram “sócias” do valor da multa que muitas vezes inspiram, levando 40% do total.

 

Bolsonaro criticou parte da comunidade de ambientalistas, acusando-a de achar que é dona do meio ambiente. Ele também afirmou que a decisão sobre quem será o futuro ministro do Meio Ambiente ainda não foi tomada e há “meia dúzia” de nomes sendo avaliados.

 

As declarações foram concedidas em Resende (RJ) em um food truck de cachorro quente que Bolsonaro costuma visitar sempre que está na cidade.

 

O food truck amarelo que chama a atenção existe há apenas um ano. Antes, ele trabalhava com uma barraquinha de cachorro quente. O trabalho é feito em parceria com a esposa, Valquíria de Fátima Rodrigues, de 47 anos. Com formação em culinária no Senac, ela incrementou o sanduíche.

 

“Já tenho três vídeos com Bolsonaro e algumas fotos. Mas essa visita agora foi diferente. Estou trêmula até agora. Fiz o lanche para o presidente”, contou Valquíria.

Giordani conta que Bolsonaro o visita há cerca de 10 anos. “Ele chega de repente. Senta no banquinho, pede o pão com linguiça.”

 

COMENTO

 

Agirá com acerto, o presidente, que vem se notabilizando pela simplicidade do agir. O Brasil pertence à nação brasileira e não precisa desses intermediários do meio ambiente, financiados por multas, quando não por recursos orçamentários.


Esse das ONGs é um setor que precisa passar por completa desoxidação esquerdista e comercial. Em muitos casos, especialmente na Amazônia, estamos pagando estrangeiros para atuarem, no Brasil, contra os interesses nacionais.