• 05/09/2014
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CONSTRANGEDORA PASSIVIDADE IV

 

Pouco se fala e nada se faz. O mundo dá de ombros e os poderosos da terra silenciam ante a perseguição religiosa a que, neste momento, e de modo crescente, estão submetidos os cristãos em mais 50 países. A passividade do Ocidente estimula o genocídio. Os jihadistas que estão crucificando cristãos na Síria e no Iraque devem zombar como Stalin: "Quantas divisões militares tem o Papa?".

Nos próximos dias, estarei postando neste espaço informações sequenciais extraídas do site "Portas Abertas" (www.portasabertas.org.br) com dados sobre o que está acontecendo e destacando por ordem decrescente, os casos mais graves.

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7º - MALDIVA
A prática aberta de qualquer religião que não seja o islã é proibida na Arábia Saudita e a conversão para outra fé é punida com a morte. A maioria dos cristãos é expatriada da Ásia ou da África. Durante 2013, várias comunidades imigrantes cristãs foram invadidas pela polícia e dezenas de cristãos foram detidos e deportados. Cristãos de origem muçulmana correm o risco de serem mortos por honra caso sua fé seja descoberta. Contudo, um número crescente de muçulmanos tem vindo a Cristo e compartilhado sua fé na internet e na TV satélite.

8º - PAQUISTÃO
Os cristãos do Paquistão vivem no meio do fogo cruzado entre organizações militantes islâmicas, que alvejam cristãos rotineiramente, e uma cultura islamizada que mantém os cristãos isolados do restante da população. As notórias leis de blasfêmia continuam a ter consequências devastadoras para as minorias religiosas, incluindo os cristãos. Mulheres de grupos minoritários são particularmente vulneráveis, e ataques sexuais contra meninas cristãs continuam a ocorrer. Em setembro de 2013, um duplo ataque à bomba em uma igreja em Peshawar deixou 89 mortos.

9º - IRÃ
Desde o alerta de Ali Khamenei, em 2010, da influência crescente e do número das igrejas domésticas no Irã, o tratamento aos cristãos piorou de maneira rápida e significativa. Por meio de serviços de monitoramento, o regime tenta destruir aqueles que evangelizam, prendendo convertidos, banindo cultos na língua local, farsi, e fechando algumas igrejas. Os ataques contra as comunidades cristãs têm aumentado e a proibição às atividades das igrejas domésticas é aplicada com maior rigor. Contudo, o tratamento severo do regime aos cristãos apenas alimenta ainda mais as chamas do crescimento da Igreja.