Acabei de ver na Jovem Pan o Prof. Paulo Kramer falar sobre a esquerda: " A esquerda perdeu a guerra 50 anos atrás e, ao ser derrotada, trilhou um outro caminho que foi aparelhar o corpo docente do Brasil"

Não poderia concordar mais, eu vivi essa derrota. Eu tinha 13 anos no dia 31 de marco de 1964, meus pais estiveram na marcha da família com Deus pela liberdade.

Em 1971 era aluno do primeiro ano do curso de Engenharia Civil da Universidade Mackenzie e o primeiro ano era cursado no chamado Ciclo Geral que reunia todos os cursos de exatas. Assim, os alunos de Engenharia dividiam salas de aula com os de Arquitetura e com os de licenciatura como Física, Química e Matemática. Havia um fato que me deixava curioso: aqueles caras dos cursos de licenciatura ou Filosofia. A turma tinha passado num vestibular similar ao nosso, fazia cursos apenas um ano a menos que os nossos e sairia para a vida profissional ganhando 9% do salário que nós Engenheiros ou ainda: iríamos receber 11 vezes o salário de um Professor, qual era a deles?

Qual é a deles? Hoje olhando para trás, eu tenho a resposta. Ela foi dada, sem o saber,  pelo senhor Paulo Kramer naquela entrevista: IDEOLOGIA.

Aqui no Canadá, onde vivo com minha família há 22 anos, a situação não é diferente. Embora no Canadá, os meus 9 netos (a mais velha com 16 e o mais novo com 3) nunca foram à escola. Minhas três meninas (a nora e duas filhas) todas portadoras de sólidos diplomas universitários, obtidos aqui na América do Norte, abandonaram suas rendosas profissões para cuidar da educação dos meus netos, seus filhos, e educação no caso inclui escolaridade. Meus netos se juntam a milhões de outras crianças norte-americanas do movimento home schooling que significa dizer um enorme não ao Wokismo, novo nome dado ao politicamente correto.

Um grande abraço

Jorge Abeid Ph.D.

 

Nota do Editor: Imagine, leitor, o que pode acontecer na hipótese, tenebrosa, de uma vitória petista no dia 30 com a volta de Haddad (ou de alguém como ele) para o MEC em 2023.

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A curiosa arte de reescrever a história

Percival Puggina

13/10/2022

 

Percival Puggina

       Não foi só Stalin que  ciou o “photoshop’ manipulando imagens incluindo ou excluindo deles parceiros e adversários. Também aqui tem lugar e hora um trabalho de criar um Lula inocente, incorruptível, digno e probo. Na campanha eleitoral, seus advogados trabalham para que seu passado só seja invocado para receber elogios...  

O TSE impôs nova restrição à campanha de Bolsonaro. Está terminantemente proibido chamar Lula de ladrão. Fatos comprovados por três instâncias do Poder Judiciário e que valeram ao ex-presidente condenação a mais de 12 anos de prisão, dos quais cumpriu 580 dias, saem do mundo real e vão para o mundo etéreo e cerebrino de estranhas decisões judiciais.

E ficam ali, produzindo efeitos práticos e imediatos, mesmo que ministros do STF reconheçam que os crimes aconteceram.

Em sua decisão, o ministro afirma (Jornal da Cidade Online, de 13/10):

“Verifica-se que, como alegado, a campanha eleitoral impugnada é ilícita, pois atribui ao candidato a conduta de ‘corrupto’ e “ladrão’, não observando a legislação eleitoral regente e a regra de tratamento fundamentada na garantia constitucional da presunção de inocência ou não culpabilidade”.

Em 10 de junho, Uol Notícias noticiou: “O ministro Luiz Fux, presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), disse hoje que as decisões judiciais que anularam processos da Lava Jato foram tomadas por "questões formais". Por outro lado, o magistrado, que participou de um evento em homenagem aos 75 anos do Tribunal de Contas do Pará, também defendeu que "ninguém pode esquecer" que houve corrupção no Brasil.”

Em tentativas de reescrever a história, há quem parece querer que o povo esqueça.

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O preferido dos fora-da-lei

Percival Puggina

12/10/2022

 

Percival Puggina

         Dia 8, sugeri no twitter que alguém, com possibilidades de pesquisar, fizesse um levantamento sobre o voto dos presos provisórios na eleição presidencial. O petismo fica indignado com toda sugestão de que seja o partido preferido pelos fora-da-lei.

A curiosa reação à declaração de Marcola, clamando ao TSE (e sendo atendido) para que fossem removidas quaisquer ilações a respeito da orientação de voto que inegavelmente proporcionou, reflete o desconforto petista em relação ao tema.

Ontem, fiquei sabendo que O Antagonista fez, rápido, o dever de casa.  Anteontem publicou matéria informando que 4 de cada 5 desses eleitores, presos provisórios no país, votou em Lula no primeiro turno. Transcrevo trecho:

Lula teve uma larga vantagem sobre os demais candidatos e poderia ter sido eleito em primeiro turno — se as eleições ocorressem entre presos provisórios que puderam participar do processo eleitoral. Levantamento de O Antagonista em seções destinadas ao voto de presos mostra que Lula teve 80,59% dos votos válidos nas seções, contra 15,79% de Jair Bolsonaro.

A reportagem compilou os boletins de urna de 222 seções eleitorais destinads ao voto de presos provisórios, que, de acordo com a legislação eleitoral, mantêm seu direito a voto por não terem sentença transitada em julgado. Desses, 221 estavam disponíveis na base de dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Os votos foram dados em urnas de 19 estados e no Distrito Federal. Dos 14.653 autorizados a votar, 11.363 apareceram, cerca de 77,5% do total. Apesar de comporem uma fatia residual do eleitorado, mesários e agentes eleitorais podem ter votado nestas seções — o TSE não especifica quantos deles seriam.

Para o bem da matemática, como o título da matéria afirmava que 4 em cada 5 votaram em Lula, faltou esclarecer que isso não significa que 1 em cada 5 votou em Bolsonaro. O número certo, é que em Bolsonaro votou apenas 1 em cada 6.

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Arthur Lira e o protagonismo da mídia

Percival Puggina

05/10/2022

Percival Puggina

         O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, renovou seu mandato pelo Progressistas alagoano. Alcançou 214 mil votos.

Falando sobre o primeiro turno das eleições majoritárias, Lira criticou o “protagonismo das pesquisas” e pediu à imprensa que “deixe o povo escolher”.

Vejo nisso uma demonstração de que a renovação do Congresso, embora tenha ficado no índice geral, abaixo da média, está fazendo efeito entre aqueles que pretendem continuar em posições de liderança.

Numa casa legislativa com 513 parlamentares, trabalhando num plenário onde sequer há lugar para todos ficarem sentados (por isso aquele aspecto turbulento na frente do plenário) o sujeito ou é líder, e está no clero, ou está no baixo clero, sem qualquer influência no desempenho do poder como tal.

Arthur Lira deve buscar a reeleição. Sua declaração, sobre os dois temas é um sinal de que o ambiente do Congresso já está sob influência do ano de 2023. Os novos parlamentares já influenciam os atuais líderes se reeleitos enquanto outros buscam substituir os que foram mal sucedidos nas urnas.

O ambiente no Parlamento já está muito superior ao que Bolsonaro encontrou no início de 2019. Temos que aproveitar isso para colocar nossa nação nos trilhos do progresso, das reformas institucionais e econômicas, e do desenvolvimento sustentável no tempo. Lula seria uma catástrofe histórica, um contrato com a perdição.

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O que Bolsonaro fez de bom para o Brasil?

 

  1. Criou o PIX
  2. Deu 33% de aumento aos professores.
  3. Deu 92% de desconto para aos alunos que deviam o FIES.
  4. Aumentou o Bolsa Atleta de 1.000,00 para 8.000,00 reais.
  5. Possibilitou a transferência de veículos sem cartório.
  6. Criou a tecnologia 5G brasileira.
  7. Obteve recordes na exportação brasileira.
  8. Obteve superavit na balança comercial do Brasil
  9. Criou o programa ÁGUA Doce
  10. Possibilitou a prova de vida dos idosos pelo celular.
  11. Zerou impostos federais para gasolina e gás
  12. Reduziu imposto e teve recordes na apuração.
  13. Fez voltar os jogos estudantis
  14. Mais de 380 mil casas entregues.  Projeto Casa Verde e Amarela
  15. Primeira feira do Grafeno do Brasil
  16. Parceria com a NASAS Missão ARTEMIS
  17. Transposição do Rio São Francisco, parada há décadas -  Água para o Nordeste
  18. Aumentou de 180,00 no Bolsa Família para 600,00 com o programa Auxílio Brasil
  19. Construção de 2 adutoras no agreste e Síridó
  20. Lucro recorde na CAIXA Econômica
  21. Saúde para os povos indígenas aumetou em 30%
  22. Asfaltamento para a Transamazônica, a 230.
  23. Ferrovia do Sol
  24. Ferrovia Paraná
  25. Ferrovia Mato Grosso
  26. Ferrovia Tocantins
  27. Ferrovia Goiás
  28. Combate ao garimpo ilegal
  29. Alterou a Lei ROUANET
  30. Melhoras na educação que não aconteciam desde 2005
  31. Perfuração de poços de gás na Amazônia
  32. Combate ao narcotráfico como nunca antes
  33. Combate a corrupção nunca visto antes
  34. Terminando as obras paradas de vários anos
  35. Lançamento de 3 satélites para o monitoramento da Amazônia
  36. Carteira de motorista agora válida por 10 anos
  37. Carteira nacional digital para estudantes
  38. Deu mais de 100 mil títulos de terra em Mato Grosso
  39. Privatização de estatais que não funcionavam bem e desnecessárias para governo.
  40. Construção do Complexo solar na Paraiba
  41. Curso on line para instrução e capacitação de professores
  42. Construídas várias infraestruturas como Anel Viário de Fortaleza.  BR 222. BR 022. BR 285. BR 116. Rota Bioceanica Chile- Brasil.  Ponte de integração Brasil-Paraguai.
  43. Menor taxa de juros da história do Brasil
  44. Ampliação e investimentos nas usinas de energia eólicas e fotovoltaicas
  45. Pensão vitalícia para os filhos com Zica Vírus.
  46. Vacina 100% brasileira para covid, VERSAMUNE
  47. Fez voltar o patriotismo nos brasileiros.
  48. Nos fez ver as coisas erradas que ficavam escondidas dos brasileiros. "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará"
  49. Defendeu abertamente a  importância da liberdade, da igreja,  da família e de Deus.
  50. Lutou pela moralização na política e no governo.
  51. É a favor de um estado menor e com menos interferência do estado na vida do povo.
  52. Defendeu a liberdade Econômica e dos empreendimentos.
  53. Diminuiu a burocratização de muitas coisas no Brasil
  54. É contra o neo comunismo, da ideologia partidária nas escolas, da ideologia de gênero e do aborto.
  55. Defendeu e defende a família tradicional, os valores cristãos e a honestidade com o dinheiro público.
  56. Recuperou a Petrobras que deu lucro de mais de 40 bilhões.
  57. Fez o brasileiro a voltar a acreditar e ter esperança no Brasil.
  58. Pediu para que o exército cavasse poços de água no sertão.
  59. Fez diminuir as invasões de terra pelo MST
  60. Fez diminuir a criminalidade no país
  61. Mostrou que sem roubar sobra dinheiro para muitas coisas.
  62. Com seu jeito de ser expressou o desejo, sentimento e o que o povo pensa.
  63. Mostrou que ama o Brasil e está pronto a dar a vida por uma pátria livre.

*Não inclui o que o Congresso e o STF não autorizaram.

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A degola

Percival Puggina

29/09/2022

 

Percival Puggina

         Repercutiu intensamente nas redes sociais o gesto de Alexandre de Moraes cortando a faringe com o dedo durante uma sessão em que era julgado se o presidente tinha ou não o direito de realizar lives usando a moradia que lhe corresponde como presidente (Paláco da Alvorada). A maioria petista no pleno do TSE negou-lhe a possibilidade.

O significado e a pessoa a quem se dirigia aquela figurativa degola são perguntas encomendáveis ao cemitério onde são sepultadas as decisões de nossas cortes superiores que espancam e espantam o bom senso.

O gesto, por um lado, causou manifestações de advogados em protesto contra a mensagem belicosa e dilacerante do julgador e, por outro, motivou  explicações de assistentes segundo os quais aquela traqueostomia se dirigia, em modo bem humorado, a um funcionário que tardava em lhe trazer informações solicitadas.

O fato é que expressões de bom humor, jovialidades e gaiatices não correspondem ao perfil do ministro. Mais grave do que isso: em que pese o quanto possa haver de chocante e hostil no gesto de um dedo simulando traqueostomia transversal, a interpretação oposta se destacou nas horas seguintes por ser muito mais compatível com as incisões, rupturas e luxações que sua excelência infringe à Constituição e às boas práticas processuais em prejuízo dos jurisdicionados.

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