A INFLAÇÃO NÃO ENTENDE DE AMORES

Ernesto Pérez Chang, em CubaNet

14/02/2022

Nota do editor do site: Seria bom se todos lessem. Este artigo descreve a situação de pobreza em que vive a quase totalidade da população cubana. Apenas a nomenklatura e o alto comando das empresas privadas alinhadas com o governo escapam dessa realidade. Hoje é Dia dos Namorados em Cuba e assim os pares cubanos vivem a data.

Ernesto Pérez Chang

HAVANA, Cuba.- “Sair para comer? Passar o dia na praia? Você está louco? Felizmente, 14 de fevereiro cai em uma segunda-feira e não é feriado”, responde uma amiga quase gritando depois de perguntar o que ela fará neste dia de amor e amizade. Como é dia de trabalho, ele vai aproveitar para ser quem esqueceu a data e assim economizar o dinheiro do presente. “O momento não é de presentinhos”, me conta, e logo relaciona as coisas que faltam comprar na casa para chegar “mais ou menos vivo” no final do mês.

“Compre um pacote de frango no mínimo, que já está em torno de 800 (pesos), porque é difícil arrumar um exceto, para quem não trabalha e pode ficar na fila; uma garrafa de azeite, que desaparece e quando ressurge lhe cobram 300 pesos”, lamenta a jovem enquanto aumenta sua lista de compras pendentes que, possivelmente, se o dinheiro não aparecer em breve, ficará como um inventário de desejos não realizados: arroz, purê de tomate, detergente, sabão, um par de sapatos para substituir aqueles que não suportam mais remendo.

Tudo a preços de mercado negro (onde só é possível encontrar coisas sem tantas dificuldades) soma mais de dez vezes o salário mensal da jovem que não é trabalhadora braçal, mas professora universitária, como o marido. Mas nem mesmo entre os dois estão conseguindo lidar com esses tempos em que a crise econômica adquiriu ainda maior intensidade.

Embora a maioria das pessoas com quem falei sobre os planos para este 14 de fevereiro tenham concordado em ignorar a celebração, devido à situação econômica pela qual estamos passando, há quem ainda corra o risco de chegar no vermelho em março, endividado com algum agiota do bairro, para ter uma noite romântica próxima da que imaginaram com a parceira.

Assim fará Dayán, um jovem estudante do segundo ano de Educação Física que trabalha como personal trainer em uma academia nos fins de semana, e de quinta a domingo à noite como garçom em um restaurante particular e, quando tiver oportunidade, também como "massagista com happy end", exclusivamente para mulheres, principalmente estrangeiras. Mas nem assim conseguiu juntar o suficiente para o presente que prometeu à noiva: levá-la ao Hotel Nacional, que promove vários jantares e espetáculos "para o Dia dos Namorados", e aproveitando a ocasião, dar-lhe um anel.

“O Hotel Nacional é um dos mais baratos que encontramos porque os jantares nos paladares e os espetáculos são encomendados. Nada inferior a 10 mil pesos (...) Quando você acha que já tem dinheiro, acontece alguma coisa, o tênis quebra ou você tem que comprar coisas para a casa, minha mãe não dá conta de tudo sozinha (...), eu vou conseguir dinheiro emprestado e o dinheiro e depois vejo o que faço para pagar”, diz o jovem.

Por sua vez, Armando, torneiro mecânico de uma oficina estatal, vai abrir mão de presentes tradicionais para levar dois pacotes de frango para sua esposa, presente semelhante ao do ano passado, quando comprou quatro pacotes de carne moída do açougue em seu bairro (esse sonho de consumo é regulamentado apenas para crianças) e um pacote de máscaras sanitárias.

 “Tem que se adaptar aos tempos. A inflação não entende o amor. Antes era o perfume, as flores, mas nada disso se come. O pouco dinheiro extra que ganho na oficina, tenho que economizar. Minha esposa já entendeu que temos que deixar este país. Ela estava antes com a bobagem de que sim o presentinho e sim a comida do dia 14. No ano passado ela mesma me disse, você me dá comida e pronto, o dinheiro que a gente está ganhando é para pegar um avião para qualquer lugar", diz Armando.

Este Dia dos Namorados será como tantas outras "datas especiais" que os cubanos serão obrigados a aceitar como um dia tão cinzento como qualquer outro no meio de tantas desolações que nos invadem, embora não como um "dia normal" porque, como outro amigo me respondeu, a vida cotidiana em Cuba é feita de dezenas de “doenças” e “absurdos” novos e velhos. Dificuldades que no resto do mundo seriam uma exceção, um acidente, são o "anormal" em nosso cotidiano.

Vivemos em um país que mais parece um acampamento militar, tendo a fatalidade de alguns governantes que não trabalham para alimentar um povo, mas para que o povo os alimente.  Vivemos em um país onde compramos com uma moeda com a qual não nos pagam, onde nos sentimos privilegiados quando ganhamos um pouco de dinheiro — quase sempre ilegalmente — e vamos a uma loja do MLC, onde sonhamos que nossos filhos se casem com um estrangeiro para que possam ir embora e prosperar. Aqui, o estudo e o esforço pessoal não garantem o sucesso. Assim, com tantos exemplos e reflexões sobre a situação crítica que vivemos na Ilha, muitos entrevistados responderam a uma pergunta tão simples como o que farão neste 14 de fevereiro?

E é que é uma questão que provoca reações tão furiosas, pois leva diretamente à questão vital da inflação, do dinheiro, de como a vida se tornou insuportável devido ao poder aquisitivo nulo da moeda nacional, devido à obrigação de comprar moeda estrangeira no mercado negro, simplificando nossas “prioridades” a uma: sobreviver a tantas adversidades que nos cercam, seja pela pandemia (o contágio é o menor medo de quem tem geladeira vazia), seja pela ausência de verdadeiras liberdades, e pelos efeitos catastróficos de um “cada um por si” que o regime chama de “tarefa de ordenação”, “continuidade”, “resistência criativa”, porque nisso são “criativos”.

Tanto assim que os apaixonados pelo "sistema" esperavam algum "presente" do governo para o dia 14 de fevereiro, algo como o anúncio do fechamento das lojas no MLC ou a venda de dólares nas Casas de Câmbio (CADECA), ficaram devidamente satisfeitos, mas apenas com vários dicas do Ministro da Economia, em conferências de imprensa e na televisão, onde deixou bem claro que tudo vai ficar tão mal quanto eles queriam, ou ainda pior. Suas mais recentes intervenções — com um riso sarcástico até o fim —, quase na véspera deste 14 de fevereiro, depositaram nele uma dose mais do que suficiente de antipatias, mas isso não deve afetá-lo em nada, afinal, às vezes, ódio, intenso e insano, é um sentimento que suplanta o amor.

 

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O MUNDO LIVRE SOFRE COM A UCRÂNIA

Percival Puggina

12/02/2022

 

Percival Puggina

 

         Todo drama vivido nestes dias pelos ucranianos é um resíduo perigoso da Guerra Fria. Suscita compaixão mundial e é o mais grave desses resíduos.

Em 1949, cinco anos após o acordo que dividiu a Europa em dois blocos, o das democracias ocidentais e o dos países entregues ao comunismo, foi criada a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN). Essa organização é um ente multinacional de natureza militar, voltado ao fortalecimento da estrutura de defesa das nações democráticas do Oeste contra o notório expansionismo comunista comandado pela URSS, que tanto sofrimento causou aos países forçados a esse agregado pelo centralismo imposto por Moscou.

Em 1955, esse bloco respondeu à existência da OTAN com a formação do Pacto de Varsóvia (firmado na injustiçada e sofrida Polônia, onde até o vermelho “chique” das camisetas de Che Guevara é hoje proibido!). Entre 1989 e 1991 toda a estrutura do bloco comunista desabou. Dele só subsistem o poderio militar russo, o apetite de Putin pela preservação de seu poder e o sonho imperialista que marcou a história de seu país, antes e depois de 1917.  

Poucas coisas desagradam tanto a Rússia e seu atual líder quanto a adesão de algum de seus antigos satélites à OTAN. Afinal, o artigo 5º do Tratado do Atlântico Norte requer que os Estados-membros auxiliem qualquer outro que esteja sujeito a um ataque armado. Para a Ucrânia, entrar na OTAN representa uma espécie de graduação para ingresso no mundo das democracias e das economias livres. Para estas, a recepção do país significa retirar do controle russo todo o armamento soviético ali ainda existente, que possivelmente inclua armas nucleares passíveis de cair em mãos terroristas.

Enquanto escrevo estas linhas, governos ocidentais conclamam seus cidadãos a deixarem a Ucrânia. É um sinal sensível da gravidade do momento num país militarmente sitiado, em relação ao qual, por enquanto, só pode o Ocidente ameaçar o potencial agressor com poderosas sanções. E estas implicarão retaliações que serão mundialmente sentidas. É de origem russa 40% do gás utilizado na Europa Ocidental.

Enquanto escrevo estas linhas, Biden está evacuando pessoal da embaixada em Kiev e possivelmente já esteja em curso a conversa agendada para este sábado com Putin. Rezemos pela paz e pela vida, lembrando que todas as guerras são fruto dos totalitarismos e ditaduras. Nunca houve guerra entre duas democracias. Prudentemente afaste de seu cenário eleitoral para o mês de outubro qualquer candidato que revele apreço por governos totalitários como são os de Cuba, Venezuela, Nicarágua, China e Coréia do Norte.

Percival Puggina (77), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+.

 

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SIGA O DINHEIRO!

Percival Puggina, com conteúdo do Canal Daniel Simões.

10/02/2022

 

Percival Puggina, com conteúdo do Canal Daniel Simões.

 

         Enviaram-me e, por beirar o inacreditável, fui checar na fonte. Estava tudo lá no Canal Daniel Simões, resultado de sucessivos trabalhos de pesquisa sobre os recursos destinados por grandes fundações a organizações brasileiras.

Vale a pena dar uma olhada. Equivale a uma boa aula sobre o que a esquerda tem e o que não temos – já nem digo em valores financeiros, mas em capacidade de organização. É uma verdadeira miríade de ONGs, articulando, militando e treinando militantes, estudando estratégias, produzindo e convergindo, cada uma a seu modo, ao mesmo objetivo em relação à política nacional e ao poder.

Os links abaixo (clique sobre cada um) levarão o leitor diretamente à fonte no referido canal, ao qual parabenizo por essas excelentes pesquisas.

OPEN SOCIETY FOUNDATION no Brasil em 2020: mais de 100 instituições receberam mais de R$ 120 milhões.

FUNDAÇÃO OAK financiou 16 instituições no Brasil com R$ 75,7 milhões (entre 2018 e 2020).

FUNDAÇÃO LUMINATE financiou 17 instituições no Brasil com R$ 50,7 milhões (entre 2013 e 2021).

FORD FOUNDATION já doou R$ 1,2 bilhões a 296 instituições brasileiras desde 2006... por quê?

FUNDAÇÃO BILL & MELINDA GATES: 47 instituições brasileiras financiadas desde 1994... Por quê?

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MP Pró-Sociedade

 

 

A Associação Nacional de Membros do Ministério Público MP Pró-Sociedade, pessoa jurídica de direito privado, de natureza civil sem fins lucrativos, inscrita no CNPJ nº 32.702.301/0001-53 , com sede na Rua Coronel Marciano Rodrigues, 151, sala 11, Centro de Muriaé, Estado de Minas Gerais, CEP 36.880-027, representada por seu Advogado, consoante instrumento de procuração em anexo, vem à presença de Vossa Excelência, requerer a instauração de Inquérito Civil para apurar possível dano moral coletivo ocorrido no último dia 5 de Fevereiro na Igreja de Nossa Senhora do Rosário, em Curitiba, Paraná.

Conforme noticiado pela imprensa local, no último sábado uma missa católica foi interrompida em razão de protestos realizados por vereador municipal e outras pessoas na paróquia Nossa Senhora do Rosário, no centro de Curitiba, fato que foi repudiado pela própria Arquidiocese de Curitiba em nota publicada (http://arquidiocesedecuritiba.org.br/2022/02/07/nota-manifestacao-igreja-rosario/)

O fato ocorrido, além de constituir em tese ilícito penal (Art. 208, do Código Penal), configura violação ao direito fundamental de liberdade de culto (CF, Art. 5º, VI), causando possível dano moral coletivo às pessoas que participavam daquela celebração.

Ante o exposto, esta Associação requer a instauração de Inquérito Civil para apurar melhor o fato e os envolvidos nesses fatos.

Brasília, 8 de Fevereiro de 2022.

 

 

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FESTIVAL DE SAN REMO VAI A CUBA

Percival Puggina

08/02/2022

 

Percival Puggina

 

         A ilha de Cuba, há 63 anos, comprova a miséria que o comunismo habitualmente distribui. E lá se ouvem insistentes clamores por liberdade. Seguindo o protocolo “cientificamente comprovado” dos totalitarismos e tiranias, tais ocorrências são silenciadas a paulada e cadeia.

Articulações comerciais do governo atraíram para Havana uma versão além-mar do Festival de San Remo. O evento ocorrerá no mês de abril e vem encontrando fortes resistências da única oposição cubana possível, também ela além-mar.

Melhor do que eu, a nota a seguir (1), publicada no Havana Times descreve a reação de artistas cubanas que vivem fora da Ilha e foram incluídos na programação.

"Esta semana, vários artistas internacionais se retiraram ao saber quem eram os organizadores deste evento que ocorrerá em abril na capital cubana.

Entre os cancelamentos estão os de Alex Ubago, Andy e Lucas e Kalimba, questionados por usuários nas redes sociais sobre sua participação em um evento organizado por Lis Cuesta, esposa do presidente cubano, Miguel Diaz-Canel.

Quase simultaneamente, esses artistas apareceram em seus canais oficiais para alegar que seus agentes desconheciam ser o festival organizado por instituições governamentais cubanas.

Em parte, esse é o custo político do uso de métodos repressivos contra o protesto social que deixou muitas centenas de presos políticos após o 11 de julho.

Música e arte em geral são impossíveis de separar de seu contexto.

Esperamos que, mais cedo ou mais tarde, o público cubano possa desfrutar da arte sem mediações ideológicas e políticas."

A imprensa oficial cubana reagiu com vigor. O evento tem interesse econômico. Manifesta-se em cifras na desejada moeda do imperialismo ianque sem a qual a situação só piora. E o turismo ilhota sofreu com a pandemia tanto ou mais do que no mundo inteiro.

O resultado foi a total politização do festival.  Ou, mas palavras do colunista de Cubanet, Ernesto Pérez Chang: “O que vai ficando do San Remo Cuba parece mais um caso político do que um festival da canção”

Nesse artigo (2), o autor menciona matéria do Granma, que tratou as manifestações contra o evento e o abandono do festival por artistas cubanos já arrolados para participar, como “terrorismo musical”.

Aí está! A esquerda da ilha também tem sua indústria de etiquetas para colar em quem e no quê lhe desagrada. Terrorismo musical!

Como deve ser difícil acreditar, vale a pena ler este pequeno trecho sintetizado do referido artigo. Ele retrata bem o ambiente local.

O conceito de "terrorismo" associado à música é insano, ridículo, não só porque exala ressentimento, frustração, mas também porque é uma "ideia" que só poderia ser gerada como parte de uma brincadeira de apreciação estética. (...) Acontece que o Granma —“órgão oficial do Partido Comunista”— não só o usou de forma ameaçadora contra um grupo de artistas que exercem seu direito de decidir onde e quando sobem ao palco, como teve, também, a audácia de expô-lo sem aspas em manchete (...). Isso não deixa dúvidas sobre a loucura sofrida não tanto por aqueles que escrevem tais notas "jornalísticas", mas por quem lhes ordenou escrevê-las.

A diáspora cubana está em toda parte e os cubanos, em liberdade, prosperam. Associações de cubanos residentes na Itália se uniram para protestar e escreveram ao Ministro da Cultura denunciando o uso de um evento icônico e representativo da liberdade musical – o Festival de Sal Remo – estar sendo usado como instrumento de propaganda ideológica de um estado repressivo como é o estado cubano.

Ainda segundo Cubanet (3), assinam a manifestação as seguintes organizações "Movimiento di Opposizione, Las Guerreras", "Organizzazione di volontariato, Democrazia e Libertà”, Conselho Europeu-Cubano, “Associazione 17 DICEMBRE”, “Movimento San Isidro-Italy”, Partido Nacionalista Cubano, “Colizione Democrazia e Libertà”, “SOS.CUBA.NAPOLI” e Embaixada Cívica Cubana (ECC).

Aqui no Brasil, quem defende incondicionalmente regimes desse feitio e caráter tem candidato a presidente da República e você sabe quem é.

  1. https://havanatimes.org/opinion/cubas-san-remo-music-festival-losing-participants/
  2. https://www.cubanet.org/destacados/san-remo-sera-otro-acto-de-repudio-del-regimen/
  3. https://s3.eu-central-1.amazonaws.com/qurium/cubanet.org/destacados-cubanos-denuncian-realizacion-del-festival-de-san-remo-en-la-habana.html

Percival Puggina (77), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+.

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TEMPOS FÁCEIS

Rodrigo Mezzomo

03/02/2022

 

Rodrigo Mezzomo

 

Nota do editor do site: Comentando declaração do ator Sean Penn, para quem os homens estão muito afeminados e não deveriam abrir mão de sua masculinidade para agradar as mulheres, o amigo Rodrigo Mezzomo postou em sua página do Facebook

 

Hoje tudo é fácil, rápido, conectado e gostoso. Entretanto, de uns tempos para cá o mundo está chato demais.

Falar a verdade causa muita polêmica hoje em dia!

Tudo gera mimimi, ofende, magoa, fere suscetibilidades…

Haja paciência!!

A verdade é que a figura do “macho” está em extinção no mundo ocidental.

Qualquer atitude máscula é repreendida, condenada, ridicularizada, classificada como “tóxica”…

O macho é visto como “opressor”, “patriarcal”, “estuprador em potencial”… enfim, tudo de ruim. Se for cristão então…

Hoje os homens jovens se depilam e choram… sob aplausos.

Sendo assim, cada geração está mais “sensível” e “emotiva”.

O resultado desse sistemático massacre ideológico são homens cada vez mais frágeis, covardes e irresponsáveis.

Essa destruição da virilidade terá um alto preço social.

Lembremos do antigo provérbio: Homens fortes criam tempos fáceis e tempos fáceis geram homens fracos, mas homens fracos criam tempos difíceis e tempos difíceis geram homens fortes.

 

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