QUADRO FRASES PARA QUEM AINDA NÃO ENTENDEU

Percival Puggina

25/10/2021

Percival Puggina

 

Acompanhadas da comum observação “encaminhada com frequência”, chegam-me pelo WhatsApp estas quatro esplêndidas frases da jornalista Fabiane Vascocellos:

Trabalhador foi preso para evitar o contágio na rua.

Bandido foi solto para evitar contágio no presídio.

Comerciante trabalhou escondido, como se fosse bandido.

E o bandido, livre (como se fosse um trabalhador).

Penso que elas sintetizam perfeitamente minha percepção de que além dos óbitos que causou, a pandemia:

  1. produziu lesão cerebral em muita gente, invertendo valores e inibindo a percepção da realidade;
  2. fez surgir multidão de déspotas que precisam ser denunciados para que suas condutas não prosperem como erva daninha;
  3. mostrou que a censura é uma tentação diante da qual o poder facilmente fraqueja enquanto pensa avultar-se;
  4. criou uma legião de cidadãos pronta para submeter-se a qualquer determinação que lhe seja expedida;
  5. evidenciou a falta de pluralismo na imprensa e suas consequências.
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Percival Puggina

 

            Inspirados no Decálogo de mais longa tradição espiritual, conhecido, também, como os Dez Mandamentos da Lei de Deus, existe uma infinidade de outros referindo e inspirando diversos aspectos da vida social. Os dois mais conhecidos são os decálogos de Lênin e de Lincoln. Curiosamente, nenhum deles foi produzido pelos autores a que estão atribuídos. Frequentemente, são apresentados em contraposição.

Não se sabe quem escreveu o “de Lênin”, embora seja muito fácil reconhecer que os preceitos ali expostos correspondem a estratégias revolucionárias e de dominação aplicadas em muitos países e ainda hoje persistentes na ação de um tipo de esquerda que, no Brasil, conhecemos bem de perto. Parecem extraídos de uma leitura dessas experiências. A saber:

  1. Corrompa a juventude e dê-lhe liberdade sexual;
   2. Infiltre e depois controle todos os veículos de comunicação de massa;
   3. Divida a população em grupos antagônicos, incitando-os a discussões sobre assuntos sociais;
   4. Destrua a confiança do povo em seus líderes;
   5. Fale sempre sobre Democracia e em Estado de Direito, mas, tão logo haja oportunidade, assuma o Poder sem nenhum escrúpulo;
  6. Colabore para o esbanjamento do dinheiro público; coloque em descrédito a imagem do País, especialmente no exterior e provoque o pânico e o desassossego na população por meio da inflação;
   7. Promova greves, mesmo ilegais, nas indústrias vitais do País;
   8. Promova distúrbios e contribua para que as autoridades constituídas não as coíbam;
   9. Contribua para a derrocada dos valores morais, da honestidade e da crença nas promessas dos governantes. Nossos parlamentares infiltrados nos partidos democráticos devem acusar os não-comunistas, obrigando-os, sem pena de expô-los ao ridículo, a votar somente no que for de interesse da causa socialista;
  10. Procure catalogar todos aqueles que possuam armas de fogo, para que elas sejam confiscadas no momento oportuno, tornando impossível qualquer resistência à causa…

Sobre o decálogo “de Abraham Lincoln”, parece haver um consenso sobre corresponder a um texto posterior ao ex-presidente norte-americano, redigido pelo reverendo Willliam J. H. Boetcker. Publicado originalmente em 1916 e conhecido como os Ten cannots (os 10 não “Não podes”), acabou incorporado, em 1942, a um texto da organização conservadora Committee for Constitucional Government.

Um site de esquerda, por onde andei pesquisando o assunto,  certamente alinhado com o decálogo aí acima, chama o decálogo que transcrevo a seguir de “patacoada”. Será preciso dizer mais?

  1. Você não pode criar prosperidade desalentando a Iniciativa Própria.
  2. Você não pode fortalecer ao débil, enfraquecendo o forte.
  3. Você não pode ajudar os pequenos, esmagando os grandes.
  4. Você não pode ajudar o pobre, destruindo o rico.
  5. Você não pode elevar o salário, pressionando a quem paga o salário.
  6. Você não pode resolver seus problemas enquanto gasta mais do que ganha.
  7. Você não pode promover a fraternidade da humanidade, admitindo e incitando o ódio de classes.
  8. Você não pode garantir uma adequada segurança com dinheiro emprestado.
  9. Você não pode formar o caráter e o valor do homem lhe tirando sua independência (liberdade) e iniciativa.
  10. Você não pode ajudar aos homens permanentemente, realizando por eles o que eles podem e devem fazer por si mesmos.

 

 

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Cory Morgan, The Epoch Times

 

A grande transição do óleo para o verde esta destruindo o mundo  que entra  numa crise  energética produzida por ele mesmo.

India e China estão  varrendo o mundo em busca de carvão para queima, enquanto a Alemanha está oferecendo aos seus cidadãos tutoriais de como cozinhar sem eletricidade*  antevendo apagões para um futuro próximo.  Os preços do gás natural, óleo e  carvão estão altíssimos..

A expressão “Energy  Poverty” (pobreza energética) foi  empregada no passado para os pobres ou países subdesenvolvidos. Hoje, cidadãos em alguns dos países mais ricos do planeta, estão usando a expressão para si mesmos.

O inverno ainda não chegou nesses países que precisam de energia para aquecimento por questões de sobrevivência.

Enquanto isso, o Canadá continua mantendo fechadas suas vastas reservas de recursos que o mundo necessita tão deseperadamente.

A província de Alberta fechou todas as suas minas de carvão, British Columbia , outra província Canadense, coloca empecilhos em todos os projetos de terminais de liquefação de gás natural (LNG), além de um cuja construção se arrasta sem conclusão a vista. Quebec por sua vez além de  paralisar  um projeto de  terminal  de LNG em construção por quase um década, esta considerando proibir todo e qualquer projeto de aproveitamento de óleo e gás em seu território PARA SEMPRE.

Enquanto isso, as obras de expansão do oleoduto Trans Mountain seguem a passo de tartaruga e se mantem há anos de sua conclusão.

Enquanto o Canadá tem algumas das maiores reservas de petroquímicos do planeta,  é  incapaz de contribuir com alguma ajuda na acelerada demanda mundial por produtos energéticos. O pais aleijou sua produção e capacidade de exportação tão severamente que precisará anos para poder responder ao atual surto de demanda.

 

Líderes precisam deixar de lado sua ideologia e encarar a realidade

Como o mundo entrou nessa confusão?

Como se não bastasse  tudo  que produziu essa situação, a pandemia do Covid 19 adicionou sua parcela de culpa no caso. Os lockdowns de 2020  levaram a uma queda na demanda por energia. Com a volta das viagens e retomada do comércio em 2021 os produtores de energia não estão sendo capazes de incrementar sua produção na velocidade exigida pela demanda.

Décadas de ingênuas politicas ideológicas sobre energia no mundo todo redundaram  nesses desafios à segurança energética

A pandemia  produziu um enorme estrago nas cadeias de distribuição e a distribuição de energéticos nao é exceção.

Os choques de demanda induzidos pela pandemia expuseram quão frágil se tornou a distribuição de energéticos.    Décadas de Ingênuas Politicas Ideológicas sobre energia no mundo todo redundaram  nesses desafios à seguranca energética.  Países se comprometeram a não razoáveis metas de redução de emissões para si próprios na sua ânsia de combater a mudança de clima, enquanto centrais convencionais de produção de energia foram simplesmente fechadas em antecipação a novas e “limpas’ fontes que  nunca se materializaram.

Com a alta dos preços de óleo, o Presidente  Biden vai de chapéu na mão à OPEP implorar a eles que aumentem a produção. Aparentemente, nunca ocorreu a Biden reconsiderar o fechamento do oleoduto Canadense (Keystone XL) para aumentar a própria produção.

Enquanto isso, a Governadora Gretchen, do estado de Michigan, se mantém na firme resolução  de fechar o oleoduto “Line 5” da Enbridge, que além de acentuar a falta de energia do Estado custará milhares de empregos.

Canadá está ligeiramente melhor. Quando propostas de novos oleodutos levando de Alberta para o leste do país são rejeitados, petroleiros estrangeiros entregam o produto em Quebec. Virtude absurda, rejeitar o produto doméstico e importar  estoques estrangeiros... Apesar de ser abençoado com abundantes fontes de energia, o Canadá corre o risco de enfrentar a mesma crise que grassa na Europa.

As mais “verdes” nações de ontem são as mais vulneráveis à escassez de energia de hoje, como evidenciado pela situação alemã. Eles estão buscando aumentar suas importações de carvão este ano, se isso for possível.

Apesar de ter que enfrentar a pior crise de energia nunca vista desde os anos 70, não parece que os líderes do mundo entenderam ainda a mensagem.  A Conferência de 2021 sobre mudança climática da ONU, marcada para o final deste outubro em Glasgow Escócia , ainda  tem como alvo uma nova redução de consumo de óleo a qualquer custo. E esses custos estarão terrivelmente altos em pouco tempo.

O mundo terá um choque de realidade energética no próximo ano.  Esperemos todos por um inverno ameno porque os moinhos de vento e as fazendas de energia solar na Europa não serão capazes de suprir a demanda por energia durante uma frente fria e sem as térmicas a gás e carvão para suprir o déficit .

Apagões à parte, os preços de produtos ao consumidor subirão rapidamente. As estufas da Holanda ja estão sendo paralisadas por falta de gás. Elas são as grandes produtoras de hortaliças  durante o inverno europeu. A profusão de fertilizantes também dependentes de gás natural segue subindo seus preços. Os preços de alimentos deverão explodir, enquanto outros produtos que dependem de transporte também apresentarão aumentos.

A crise energética deste ano  não tem escapatória, pois já está em marcha.

Nossa única esperança é que o mundo aprenda a partir desta e limite esta crise a um único ano. Os líderes precisam esquecer suas ideologias e enfrentar a realidade. Um dia iremos certamente mudar dos combustiveis fósseis para as fontes renováveis de geração, mas é claro e cristalino que não chegamos lá ainda. Há tempo para  trazer de volta nossa produção de combustíveis fósseis. Podemos estabilizar nossos suprimentos de energia e manter nossos elevados padrões de vida a que estamos acostumados.

Estamos entrando numa crise produzida por nós mesmos enquanto mantemos um olho cego para nossas soluções óbvias.

O Canadá poderia estar bem colocado para suprir o mundo da energia necessária, mas será que vamos nos permitir isso?

Eu acho que não.    

*       Na Alemanha como na America do Norte os fogões em sua maioria são elétricos.

**     Cory Morgan é um colunista e empresário baseado em Calgary Alberta Canadá.

***    Tradução feita por Jorge Abeid, engenheiro brasileiro, empresário no Canadá.

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DA RAINHA À MORADORA DE RUA

Percival Puggina

16/10/2021

 

Percival Puggina

 

         Durante milênios, rainhas e moradoras de rua usavam peças de pano como absorventes íntimos. O mesmo se pode dizer para as fraldas. Eu já era adolescente quando meus pais tiveram outros quatro filhos e o quintal ostentou, durante anos, cordéis de bandeiras brancas que, uma vez lavadas, retornavam ao uso sem envolver a natureza com os ônus dos descartes que hoje a entulham. Não era diferente com as toalhinhas femininas. Ninguém jamais pensou em pedi-las ao prefeito, ao governador, ou ao presidente da República.

Certo, de lá para cá surgiram produtos industrializados, de uso muito mais confortável e seguro. Não vejo, porém, como essa oferta de produto gere um “direito” de ordem natural ao seu consumo.

A ideia de atribuir o fornecimento ao poder público é compatível com um modelo de Estado provedor, substituto das ações humanas e, de imediato, seu inibidor. A experiência desses estados mostra bem seu curso. Fornece a ração, o absorvente e a fralda até que a ração começa a diminuir, a fralda sai da lista e, dia após dia, aumenta a fila do absorvente. Faça essa lista com o que quiser, o resultado será o mesmo.

Contudo, faça-se conforme pleiteado. “Forneçam-se os absorventes!”, dirá o senso comum, já adestrado a ver o mundo desse jeito. Como não há dinheiro “do Estado”, e todos os recursos públicos são tomados da sociedade, qual o motivo para que não corresponda a você mesmo, ou seja, a comunidade local pagadora de impostos, “a obrigação” de providenciar esse fornecimento diretamente, ou através da prefeitura? Muito mais lógica, pedagógica e benevolente a iniciativa comunitária! Por que impô-la à União Federal, por que exigi-la do presidente da República, como pretendem os partidos de esquerda, a mídia militante e os demais demagogos de ofício, sempre ágeis em mandar as contas para o Palácio do Planalto enquanto exibem superioridade moral sem ônus próprio?  

A ideia de que a União é a mãe de todos, socorrista de plantão, dispensária geral, já nos trouxe às dificuldades das últimas décadas e fez prosperar as organizações criminosas que apodreceram moralmente o aparelho de Estado.

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GIGANTESCA EDIFICAÇÃO NUCLEAR NA CHINA

Judith Bergman, para Gatestone Institute

12/10/2021

 

China Arma-se até os dentes.

Judith Bergman
10 de Outubro de 2021

 

Quando a "China é 'Intocável' em Termos de Poderio Militar"

  • "O crescimento explosivo da China e a modernização de suas forças nucleares e convencionais são de tirar o fôlego. Sem rodeios, este termo, de tirar o fôlego, não é o bastante." — Almirante Charles Richard, Comandante do Comando Estratégico, Espacial e de Defesa de Mísseis dos Estados Unidos, Simpósio de 12 de agosto de 2021.
  • "Tem havido muita especulação por aí afora sobre o porquê deles terem entrado nessa empreitada. Agora eu só quero dizer que realmente não importa o porquê... O que importa é que eles estão avolumando a capacidade de levar a efeito qualquer estratégia de uso nuclear plausível, a última peça do quebra-cabeça das forças armadas capazes de coerção." — Almirante Charles Richard, 12 de agosto de 2021.
  • Embora a política nuclear oficial da China seja de "mínima dissuasão" e de "política de não ser o primeiro a usar" (a bomba atômica), não há razão para a comunidade internacional confiar nas doutrinas oficialmente comunicadas. A China continua fortalecendo o potencial militar espacial, apesar de seu posicionamento público contra o uso bélico do espaço. É amplamente sabido que a China não honra suas promessas, conforme evidenciado por, entre outras coisas, militarização de ilhas artificiais no Mar do Sul da China ou a violenta repressão em Hong Kong em violação do tratado registrado pela ONU sobre o território.
  • "Os americanos já deveriam estar cansados de saber, tanto quanto os chineses, qual o patamar de energia nuclear que a China realmente precisa montar. Seria uma força nuclear forte o suficiente para fazer os EUA, dos militares ao governo, tremerem na base..." — Asia Times, citando o Global Times, 11 de maio de 2020.
  • "As atitudes do Departamento de Propaganda do Partido Comunista da China (CCP) há muito batem de frente com a postura mais agressiva e não com a política oficial, é preciso ficar de olho no que eles fazem, não no que dizem." — Almirante Charles Richard, 12 de agosto de 2021.

A China está multiplicando significativamente seu potencial de armamentos nucleares. Recentemente inúmeros relatórios mostraram que a China está construindo 120 silos de mísseis para armazenamento de mísseis balísticos intercontinentais (ICBMs) perto de Yumen em Gansu, outros 110 silos perto de Hami na parte oriental da região de Xinjian e mais 40 silos em Ordos na Mongólia Interior. Os ICBMs são mísseis com alcance mínimo de 5.500 quilômetros, projetados acima de tudo para o lançamento de armas nucleares.

"A construção dos silos em Yumen e Hami constitui a maior expansão do arsenal nuclear chinês que se tem notícia," de acordo com um relatório de Matt Korda e Hans Kristensen, da Federação de Cientistas Americanos sobre o campo de Hami. "No cômputo geral... as descobertas indicam que a China pode estar construindo cerca de 300 novos silos para o armazenamento de mísseis", salientaram eles em setembro.

"O número de silos de mísseis aparentemente em construção é semelhante ao número total de ogivas nucleares do atual estoque chinês, excedendo o número de silos de mísseis operados pela Rússia, se aproximando do número de silos operados pelos Estados Unidos, compreendendo a maior construção de silos desde que os Estados Unidos e a Rússia estabeleceram suas forças de ICBMs durante a Guerra Fria."

Em maio, o Global Times, jornal estatal chinês, asseverou que especialistas militares chineses instaram o governo a aumentar o número de armas nucleares. Song Zhongping, especialista militar chinês e comentarista de TV, ressaltou ao Global Times:

"ponderando que os EUA consideram a China seu principal inimigo imaginário, a China precisa aumentar a quantidade e a qualidade das armas nucleares, em especial mísseis balísticos lançados por submarinos, para proteger efetivamente a segurança nacional, soberania e interesses para o desenvolvimento."

Também de acordo com o Global Times, "especialistas militares ressaltaram que a China deveria aumentar o número de mísseis balísticos intercontinentais (ICBM) mais avançados, os DF-41..." Os lançadores móveis, contam com um alcance operacional de 15 mil km, fazendo com que possam atingir os EUA e, segundo consta, carregar 10 ogivas nucleares.

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Original em inglês: China's Vast New Nuclear Build-Up
Tradução: Joseph Skilnik

 

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Percival Puggina

 

            A Dra. Nise Yamaguchi tuitou:

Continua a narrativa estranha de um “gabinete paralelo”. Paralelo significa linhas que não se encontram nem no infinito. O que existe, continuo reiterando, são encontros, com consultorias científicas ocasionais, dentro do governo, a favor do povo brasileiro.

Em poucas linhas, a doutora menciona duas questões a que muito me tenho referido. A palavra “narrativa”, cujo verdadeiro sentido e uso acabo de denunciar em vídeo no meu canal no YouTube e no Facebook, e o uso retórico de rotulagem, ou de etiquetas, para sintetizar tais narrativas. São perícias da esquerda.

As narrativas esquerdistas são estórias construídas para enganar desinformados e incautos. Formas sofisticadas da mentira. Fogem da verdade como o diabo da cruz, mudam os fatos, alteram sua sequência, criam e recriam os acontecimentos dando-lhes a forma que melhor convém a seus intuitos. O único objetivo real da CPI da Covid-19, por exemplo, é carimbar sua narrativa, que estava pronta antes de ser convocada. Narrativas ocupam enorme tempo nas salas de aula, na comunicação social, na cultura, e tem instalações luxuosas nos poderes de Estado. A quem é remunerado para servir a sociedade, seu custo onera ainda mais gravemente a nação em atraso educacional, cultural e social.

A rotulagem exerce função simbólica. Todo um vocabulário – de negacionismo a gabinete do ódio, de genocídio a gabinete paralelo – se transforma em centenas de rótulos que a esquerda aplica sobre seus adversários para colher determinados fins. Claro que, pelo reverso, conta muito sobre sua fonte, como afirmo no título deste pequeno comentário. São etiquetas criadas por quem não tem conteúdo que mereça rotulagem própria digna de respeito.

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