Epoch Times

 

Após votação, Lubbock, Texas, se torna santuário para os unborn (ainda não  nascidos).

Por Janita Kan,

Dia 01 de Maio a cidade de Lubock no noroeste do Texas (253,800 habitantes)  tornou o aborto em qualquer estágio da gravidez ILEGAL . A lei é consequência de um plebiscito no qual  62% da população votou a favor do fim da matança de bebês.

A lei assim esta escrita:

"It shall be unlawful for any person to procure or perform an abortion of any type and at any stage of pregnance in the City of Lubbock Texas".

Será  illegal para qualquer pessoa procurar ou executar um aborto de qualquer tipo e em qualquer estágio de gravidez na cidade de Lubbock, Texas.

Mais adiante a lei qualifica qualquer tipo de aborto como assassinato.

O prefeito de Lubbock Dan Pope emitiu  a seguinte  nota em resposta ao resultado do plebiscito de 01 de maio:

"Ao longo de vários meses, os cidadãos de Lubbock que apoiam a medida e aqueles que se opõem a ela, tiveram a oportunidade de expressar seus pensamentos em fóruns públicos e entrar em apaixonados debates sobre esse  tema. Hoje, (01 de Maio de 2021),  eleitores deixaram claro que Lubbock será a próxima cidade santuário para os ainda não nascidos. Eu estou impressionado com o maciço comparecimento às urnas".

 Os abortistas obviamente estão esperneando e preparando medidas legais na tentativa de  reverter a medida.        

  • Epoch Times, edição de 06 de maio de 2021
  • https://www.theepochtimes.com/texas-city-becomes-sanctuary-city-for-the-unborn-following-vote_3799884.html
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PARABÉNS, BRASIL!

Roberto Boetger

07/05/2021

Roberto Boetger

 

Noticias do jornal "Valor" desta sexta-feira, 7 de maio:

1) dólar fechou no menor patamar desde janeiro

2) o real tem o maior valor entre os países emergentes (Chile, Africa do Sul, Russia, Mexico, Canadá, Austrália, Colômbia, Nova Zelândia)

3) o lucro do Banco do Brasil bate as projeções e vai a 5 bilhões no primeiro trimestre

4) inaugurada hoje a ponte de Abunã, que permite ao Acre e Rondônia o acesso aos portos do Pacifico, via Peru ("Estrada do Pacifico", asfaltada, que liga Porto Velho a San Juan de Marcona)

5) Presidente da Câmara promete aprovar até dia 17 a MP que autoriza privatização da Eletrobrás: vai render 100 bilhões ao Governo

6) Presidente da Câmara neutraliza resistências, centraliza o debate e abre espaço para a privatização dos Correios; a CEDAE, no Rio, foi privatizada esta semana

7) Brasken (maior petroquímica do país) tem o melhor trimestre da sua história, com resultados excepcionais (80% de crescimento na receita)

???? o preço internacional do minério de ferro superou os US$ 200 por tonelada pela primeira vez, beneficiando as exportações brasileiras e os lucros da Vale

9) a expansão da economia dos EUA (7%) e da China (9%) este ano, terá impacto positivo no país, levando a FGV a projetar um crescimento do nosso PIB acima de 3,2%

10) no mês de abril foram licitadas 14 concessões em rodovias, aeroportos, portos, trens urbanos e saneamento, totalizando 48 bilhões de investimentos privados, nacionais e internacionais.

Apesar da pandemia e dos efeitos sobre o emprego e a economia, da politização da Justiça e do STF, da oposição de governadores, da manipulação da imprensa, da liberdade de corruptos e criminosos condenados, dos esforços internacionais da esquerda para prejudicar o agronegócio, apesar de tudo isso o país está progredindo. E o Presidente continua sendo aclamado nas ruas e apoiado nas redes sociais.

A caravana segue rumo a 2022.

*Reproduzido da página do autor no Facebook

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BRASIL FAZ MILAGRES PARA COMPRAR VACINAS

Percival Puggina

06/05/2021

Percival Puggina

 

            Leio na coluna de Claudio Humberto, em Diário do Poder, neste dia 6 de maio, que o Brasil empata com o Reino Unido em número total de vacinas ministradas à sua população.

Para usar a linguagem galáctica da mídia militante, “rompemos a barreira” dos 50,3 milhões de doses. Cláudio Humberto destaca que fizemos em 104 dias o que o Reino Unido fez em 147.

Há muito por andar? É claro que sim, mas há que considerar o fato de 62% dos imunizantes produzidos até hoje estarem sendo consumidos pelos próprios países produtores, restando 38% para o resto do mundo. Só com overdose de má intenção é possível não perceber a escassez em que o mercado mundial opera.

Tenho percebido na CPI um empenho da oposição em vincular dois fatores que, na realidade são independentes. Uma coisa é ter o Brasil iniciado a vacinação alguns dias depois dos que largaram na frente. Outra é a insistência do presidente da República com a hidroxicloroquina (HCQ) e o tratamento precoce. São duas coisas distintas. Por um lado, o Brasil largou com algum atraso porque a Anvisa foi prudente e porque o governo não quis firmar contratos de fornecimento sem prazo certo para entrega e sem aprovação da Anvisa ou de certificadores qualificados. Por outro, a confiança do presidente na HCQ foi, em momento algum, empecilho para vacinação ou uso de qualquer outra conduta médica.

Assistindo o ar severo do senador Alessandro Vieira, arguindo o ministro da Saúde na tarde de hoje, fiquei com a impressão de que ele odeia a HCQ mais do que odeia o presidente Bolsonaro. Foi essa a quase exclusiva preocupação de sua performance.  Por  quê? Porque o relatório da CPI certamente cuidará de vincular as mortes no Brasil não ao vírus, mas ao presidente e à HCQ. E aí, o ar severo do senador começa a ficar ridículo.

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MARGARET SANGER E SUA PLANNED PARENTHOOD

Jorge Abeid, PhD

04/05/2021

 

 Jorge Abeid, PhD

 

A esquerda de tempos em tempos nos proporciona  gratuitamente um espetáculo hilário em sua narrativa "politicamente correta".

 Muito bem, a indústria do aborto nos USA tem como carro-chefe uma ONG chamada Planned Parenthood que perdeu a mesada do governo federal nos anos Trump e a recuperou no primeiro dia do desgoverno demoniocrata de Joe Biden.

Planned Parenthood foi fundada em cerca de 1916 por uma tal Margaret Sangers. A esquerdopatia Americana tinha até dias atrás  nessa figura diabólica um sacrossanto ícone da  indústria do aborto, ao ponto de: 

- nomear  seu escritório matriz em New York com o  nome de sua fundadora;

- Premiar Hillary Clinton com o :  Margaret Sanger's Award

Até que, um desavisado, pesquisando a vida de sua heroína, descobre algo que... (nem nos mais agradáveis sonhos conservadores se poderia  imaginar uma pérola desse quilate).

Sente-se por favor se estiver de pé:

Margaret Sangers era eugenista, racista, NAZISTA, isso mesmo NA-ZIS-TA e, vai embora não, tem mais:

Dentro do melhor estilo de sua doutrina fundou a entidade: Planned Parenthood  com o  objetivo de:  esterilizar a população negra dos Estados Unidos entre outros que tais.

 E agora?  que horror  Tiraram rapidinho a placa com o nome de sua fundadora na sede do diabólico Planned Parenthood.  

  1. Jorge Abeid é brasileiro, engenheiro e empresário no Canadá.

*      Conteúdo extraído do artigo de Dinesh D'Souza:  “Margaret Sanger's  Racist Legacy”  da edição de 02 de maio de 2021 do Epoch Times, edição canadense. 

**     O original em inglês do artigo do conceituado intelectual, escritor, cineasta e comentarista político indiano que vive nos EUA pode ser lido aqui: https://www.theepochtimes.com/margaret-sangers-racist-legacy_3788467.html.

NOTA DO EDITOR DESTE SITE:

As ideias de Margaret Sanger eram terríveis e assim reconhecidas pela própria instituição que fundou. Mas a instituição continua fazendo as mesmas coisas para as quais sua defenestrada fundadora a criou. E isso também é um escândalo.

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O STF, O EXECUTIVO FEDERAL E A COVID-19

Percival Puggina (comentário ao final)

30/04/2021

 

O Supremo colocou no ar um vídeo com os seguintes dizeres:

"Uma mentira repetida mil vezes vira verdade? Não. É falso que o Supremo tenha tirado poderes do presidente da República de atuar na pandemia. É verdadeiro que o STF decidiu que União, estados e prefeituras tinham que atuar juntos, com medidas para proteger a população. Não espalhe fake news! Compartilhe as #VerdadesdoSTF".

A esse respeito, a Secretaria de Comunicação do governo divulgou, dia 29, a seguinte nota oficial:

Em relação ao vídeo veiculado em perfil oficial do Supremo Tribunal Federal, observamos o seguinte:

- O Governo Federal agiu e segue agindo, durante toda a pandemia, enviando recursos a estados e municípios, bem como material hospitalar. Mobilizou toda sua estrutura federal, incluindo as aeronaves da FAB, para transportar remédios, oxigênio, materiais diversos e, sobretudo, pacientes.

- O nosso Governo também criou programas para a manutenção de empregos (PRONAMPE), bem como despendeu R$ 320 bilhões para atender os mais necessitados que foram obrigados a ficar em casa, sem meios de sobrevivência, via Auxílio Emergencial.

- Fake news desestimularam o tratamento inicial da doença, desrespeitando, inclusive, parecer do Conselho Federal de Medicina que atribui ao médico a decisão de receitar, com aquiescência do paciente ou familiar, o tratamento off-label (fora da bula).

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, em abril de 2020, que "não compete ao Poder Executivo afastar, unilateralmente, as decisões dos governos estaduais, distrital e municipais que adotaram importantes medidas restritivas como a imposição de quarentena, suspensão de atividades de ensino, restrições de comércio, atividades culturais e à circulação de pessoas.”

Desta forma, o STF delegou poderes para que Estados e Municípios fechassem o comércio, decretassem lockdown, fechassem igrejas, prendessem homens e mulheres em praças públicas ou praias, realizassem toque de recolher, etc.

O Governo Federal, por duas vezes, foi ao STF para que decretos de governadores, que violavam incisos do art. 5° da Constituição Federal, que trata das liberdades individuais, fossem declarados inconstitucionais. Lamentavelmente estas ações sequer foram analisadas.

Em nenhum momento este Governo deixou de respeitar o sagrado direito à liberdade de expressão de todos. Cometem atos antidemocráticos exatamente os que querem, pelo uso da força, calar quem se manifesta.

O Presidente da República sempre defendeu, mesmo sob críticas, que o vírus e o desemprego deveriam ser combatidos de forma simultânea e com a mesma responsabilidade. A fome também mata.

A vacina é uma realidade em nosso Governo. Fora os países produtores da mesma, o Brasil é aquele que mais investe em imunizantes e que mais vacinou sua população.

Mais do que nunca, o momento continua sendo o da união de todos no combate ao mal comum: o vírus, que é mortal para muitos.

Comento

O Supremo nunca deixou dúvidas quanto ao fato de que o Poder Executivo, nessa atuação conjunta com estados e municípios, só poderia agir em alinhamento com as políticas regionais e locais. Não era dado à União atuar em divergência com as medidas adotadas pelos entes federados. Nem mesmo podia intrometer-se nas terapias, ou obstar as excessivas intromissões na vida privada e nas liberdades e direitos individuais. No que lhe foi dado fazer, a União agiu exuberantemente como registra a nota da SECOM.

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UM NINHO DE COBRAS CRIADAS

Percival Puggina

30/04/2021

 

 

Percival Puggina

 

Os diálogos travados entre o presidente Omar Aziz e o relator Renan Calheiros, e de ambos com a minúscula base do governo, mostram uma situação original. Como regra quase geral, CPIs confrontam pontos de vista divergentes. E não é de outra natureza essa da Covid constituída no Senado Federal. Quando isso acontece, o presidente da comissão é de uma banda e o relator é de outra.

No entanto, o que se viu até agora e o que se verá nas próximas semanas, é um baião de dois em que Omar e Renan dançam de rosto colado por interesses comuns. Entre eles está o de causar o maior dano possível ao governo federal e à corrente de opinião que o levou ao poder desarticulando as organizações criminosas – as famosas orcrim – que esfolavam o país ao longo das últimas décadas.

A mesa dos trabalhos, viu-se, opera contra o governo em duas direções. Em uma, quer assinar, carimbar e selar a narrativa oposicionista de que o Brasil é o único lugar no mundo onde o vírus não existiria nem faria vítimas não fosse o governo. (Sim, eles têm os grandes meios de comunicação para respaldá-los nisso) Em outra, a mesa e a maioria do plenário, querem salvar a pele de governadores, prefeitos e senadores corruptos, tirando de foco seus crimes e levando mais holofotes para onde eles sempre estão apontados, o governo federal e o presidente.

Os prontuários do presidente e do relator são de causar espanto em qualquer delegacia de área conflagrada. Quando os líderes e o presidente do Senado negociam essa comissão e essa mesa diretora dos trabalhos, fica nítido o vale-tudo, o despudor e o desrespeito da Casa para consigo mesma e para com a sociedade brasileira.

 

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