De "O Diário do Poder" - www.diariodopoder.com.br


Fugir do Brasil para escapar da prisão, como fez o escroque petista Pizzolato, é saída que em breve deve se fechar para os membros da quadrilha que tomou conta da Petrobras no governo Lula, para perpetrar o que a Polícia e a Justiça, antes mesmo de concluir as investigações da operação Lava-Jato, antevêem como o maior roubo jamais havido no mundo.
A Security Exchange Commission (SEC) dos Estados Unidos, bem mais ágil do que sua congênere brasileira a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) tem jurisdição sobre empresas estrangeiras que sejam negociadas em bolsas norte-americanas. O que a Lava-Jato até agora já levantou de podridão na Petrobras foi suficiente para que a SEC abrisse uma investigação que,dependo dos resultados, pode resultar na abertura de inquérito criminal nos EUA.
A Petrobras já começou a prestar esclarecimentos à instituição norte-americana sobre os desmandos havidos principalmente ao longo do período em que o baiano José Sergio Gabrielli (merecidamente detentor do prêmio “O Equilbrista” que em 2009 lhe foi concedido pelo Instituto Brasileiro de Executivos Financeiros) comandou a empresa. Tratou-se de indicação do governador da Bahia em final de mandato, Jaques Wagner, queridinho de Dilma e da cúpula do PT, e que hoje pousa de principal candidato para assumir a presidência da Petrobras. Só não disse se vai levar seu secretário no governo baiano, o mesmo Gabrielli, para lhe ensinar o caminho das pedras na gestão da estatal.
Referindo-se à contratação pela Petrobras de dois escritórios de advogacia (um brasileiro, outro americano) para prestar as satisfações exigidas pelo órgão de controle americano, o reputado órgão da imprensa econômico-financeira, o jornal Valor, disse com todas as letras que na berlinda também estão o presidente da companhia durante o período em que o delator Paulo Roberto atuou ilegalmente, José Gabrielli, e o diretor financeiro, Almir Barbassa, “que atestaram a veracidade das informações apresentadas aos investidores e a eficácia dos controles internos”. A descoberta de cobertura contábil a fraudes, que os investigadores estimam poder atingir R$ 10 bilhões, pode colocá-los em maus lençóis diante da lei americana, comenta o jornal.
Segundo o mesmo editorial, havia a suspeita de que em algum momento as indicações políticas para cargos operacionais importantes acabariam trazendo problemas graves à Petrobras. Mas a empresa, exatamente por estar envolta em interesses políticos, praticamente não reagiu diante das suspeitas, “em parte porque isso poderia, primeiro, ferir a imagem de gestora de Dilma Rousseff, que foi presidente de seu Conselho de Administração, e, depois, por diminuir as chances de reeleição da presidente, acossada de muito perto pelos rivais nas pesquisas eleitorais”
No último relatório que mandou à SEC, em inglês, a nova direção da Petrobras fez de conta que toda a roubalheira que se vai desvendando foi feita por marcianos, e que eles não tem nada a ver com o peixe, apesar da afiliação de todos ao mesmo partido. A empresa, tadinha, coloca-se como vítima, e que a Lava-Jato investiga ”the practice of alleged crimes committed against Petrobras”.
Mas atenção que as investigações por órgãos ficalizadores nos EUA costumam ser mais bem rigorosas que aquelas feitas pelas instituições brasileiras (o que descobriu ao longo de todos os anos o TCU ou a CVM, boa pergunta a se fazer!!!). Se for registrada até mesmo omissão dolosa todo mundo vai ser indiciado nos EUA.
E não adiante ninguér ir chorar no ombro do Obama, pois ele não tem nada a ver com isso. Nos EUA os órgãos reguladores são verdadeiramente independentes, e lá trambiqueiros vão mesmo para a cadeia.
Colocar na Petrobras quem lá colocou o Gabrielli, além de uma afronta a pelos menos 48 por cento dos brasileiros, é uma péssima ideia para o futuro da empresa.
 

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César Maia, em seu ex-blog, faz uma análise muito realista, no meu modo de ver, do que vai acontecer nos próximos quatro anos com a crescente desmonte da federação brasileira.

2014 ELEGE GOVERNADORES SEM EXPRESSÃO POLÍTICA! QUAIS AS CONSEQUÊNCIAS?

1. O Brasil é uma Federação. E, além disso, é um presidencialismo vertical. Estas duas condições dão aos governadores uma força mais que proporcional. Especialmente num Congresso pulverizado com 28 partidos.

2. Em função disso, a função aglutinadora e coordenadora dos governadores em relação a suas bancadas de deputados e senadores amplia, em muito, a importância política deles.

3. E será isso que os fortalecerá junto a Presidente da República que, num parlamento pulverizado idealmente, precisaria se articular com os governadores para evitar o varejo do voto, pai e mãe dos mensalões.

4. Mas se avaliarmos os governadores eleitos, apenas dois terão -de partida- expressão política e capacidade de liderar suas bancadas de deputados federais e senadores: Alckmin de S.Paulo e Pimentel de Minas Gerais. Aliás, ambos presidenciáveis para 2018.

5. Num quadro destes, a tendência desses últimos anos de desfederalização de fato se acentuará, seja desfederalização econômico-fiscal, seja político-parlamentar.

6. Com isso, crescerá a verticalidade presidencial, será ampliado o varejo parlamentar e a importância do ministro de articulação política, tenha o ministério o nome que tiver. O tempo dirá se a Alckmin e Pimentel se somarão outros nomes que venham a ganhar destaque no exercício do governo.

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Acabou o período ficcional de 2014. A criatividade, a fantasia, o maná que cairia sobre o deserto de ideias sai de cartaz e retornamos ao mundo real, onde não há mágicas nem bruxarias. Mas há esqueletos...
Nossas campanhas eleitorais para cargos executivos são assim: os que querem continuar no governo descrevem estupendas realizações que, ou não se veem, ou não são estupendas. Os que pretendem substituí-los tratam de mostrar que as coisas estão mal, mas se resolvem com robustas doses de um elixir chamado vontade política. Isso ocorre porque há pelo menos duas mensagens que o eleitor rejeitaria: a de que tudo está irremediavelmente mal e a de que a solução dos problemas exigirá sacrifícios. O eleitor não quer saber dessas coisas.
José Ivo Sartori navegou competentemente por tais águas. Transmitiu tranquilidade ao eleitor, sem, no entanto, deixar de mostrar que há dificuldades a serem enfrentadas. Venceu também por isso. A arrogância de Tarso Genro não lhe permitiu fazer qualquer concessão a quem expusesse problemas em sua gestão. Não, para Tarso, seu período de governo foi irretocável. Nada podia ter sido feito de outro jeito, nem melhor. O eleitor examinou a mercadoria e não comprou.
A eleição, porém, é apenas um episódio da política. É uma dessas estações multimodais com várias conexões. O Rio Grande do Sul decidiu mudar de trem, de direção, e vai em frente. Quando janeiro chegar, o governador eleito precisará fazer o que, por essas coisas da política e pelas idiossincrasias do eleitor, não se faz no período adequado da campanha eleitoral: abrir os armários em busca dos esqueletos. E são muitos.
A situação financeira do Rio Grande do Sul não permite que o Estado sequer minore seus males por conta própria. Esse é o maior esqueleto, ocupando a maior parte do armário. Haverá, portanto, inúmeras oportunidades para conhecermos a que e a quem servem nossos congressistas. Servem a si mesmos? Aos projetos políticos de seus partidos? Ao Rio Grande? As perguntas não são retóricas. Quem observa atentamente a política já presenciou inúmeros momentos em que bancadas gaúchas inteiras, atuando no Congresso Nacional, colocaram o interesse partidário acima do bem do Estado e de seus eleitores. O petismo é assim. Não disse José Dirceu, falando em Canoas (o vídeo está no YouTube), que o que importa é o partido e o projeto do partido?
Vejo tais condutas como moralmente injustificáveis, mas são fatos. Constrangedores fatos da nossa vida pública. Que eu espero não voltem a se repetir porque o Rio Grande do Sul precisa subir alguns degraus na qualidade do jogo político que aqui se desenrola.
 

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Matéria de O Globo

Na manhã de ontem, num evento de campanha realizado no Calçadão de Alcântara, em São Gonçalo (RJ), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lembrou sua origem humilde e destacou que é filho de mãe analfabeta. Em seguida, em cima de um carro aberto, usando o clássico boné vermelho, acusou o candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, de ser "filhinho de papai" e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso de ser da elite e de "não querer que o pobre estudasse".

- A elite brasileira não queria que pobre estudasse. Lugar de pobre não é ser pedreiro, é ser engenheiro. Isso que incomoda essa gente. O que eles não gostam é que nós aprendemos a andar de cabeça erguida - disse Lula, que, pouco depois de encerrado o evento, por volta do meio-dia, fez check-in na suíte presidencial do Copacabana Palace, um quarto de 300 metros quadrados, que custa R$ 7 mil por dia. Outros três quartos, com diária de pelo menos R$ 1.500, também foram utilizados por sua comitiva na passagem pelo Rio de Janeiro.

Segundo revelou o blog da coluna Gente Boa na tarde de ontem, o espaço batizado como "penthouse" fica no sexto andar do edifício mais famoso de Copacabana e divide um terraço e uma piscina de pastilhas negras com apenas outros seis apartamentos - justamente aqueles que têm as diárias mais caras do hotel.

O quarto de número 601, escolhido por Lula, tem vista para o mar, dispõe de serviço de mordomo 24 horas por dia e de "uma adega especial de vinhos exclusivos".

Além disso, o hóspede tem direito a menu de travesseiros e recebe uma chave especial, utilizada no elevador para manter o acesso restrito ao andar exclusivo.
 

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PARA EVITAR CASSAÇÃO DE VARGAS E SUSTAÇÃO DO DECRETO BOLIVARIANO DE DILMA


 A denúncia é do deputado Rubens Bueno PPS-PR, que falou acerca da completa inatividade no congresso, mesmo sendo apenas 2 dias de atividades este mês, seria 2 e 3 deste mês, mesmo assim, e conforme as votações seriam desfavoráveis ao governo, e ao “mui amigo” André Vargas, o PT e seus aliados resolveram boicotar as sessões e devido à falta de quorum, ou seja, de deputados presentes para que houvesse votações, simplesmente não houve nenhuma votação. O decreto bolivariano e ditatorial de Dilma continua valendo e Vargas continua mamando nas tentas do poder e recebendo quase R$ 27 mil apenas de salário, fora os outros mimos bancados pela Câmara, diga-se, pelo povo.

Fonte: Revolta Brasil
 

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Jornalista Políbio Braga


Os principais jornais brasileiros abriram manchete para o mais duro duelo presidencial televisivo dos últimos tempos no Brasil. O tom do noticiário foi a desenvoltura do senador Aécio Neves, que resolveu reagir aos ataques diários da propaganda petista e encurralou a presidente com denúncias até mesmo de caráter pessoal.

. As capas dos principais diários destaca o mal estar que acometeu Dilma ao final do combate, demonstrando claramente que não suportou o duelo e foi a nocaute.

 O médico Walter Feldman, também deputado, um dos principais interlocutores de marina Silva, que estava presente no debate, arriscou um diagnóstico sobre o que chamou de "doença do PT", que teria produzido o mal estar de Dilma: "O desejo do poder é uma doença social no PT e ai eles perdem os parâmetros. Vocês já viram alguém usando crack? É lamentável. Eu passei um tempo na cracolândia, o indivíduo perde a a capacidade de raciocínio. Acho que o PT perdeu, o PT está intoxicado".

. Nem todos os diários conseguiram capturar no título o conteúdo explosivo do debate e o nocaute de Dilma.
- Os jornais de Porto Alegre ignoraram a importância do debate e o mal-estar de Dilma.  

www.políbiobraga.com.br

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