Percival Puggina

 

1 – Presidente da República

Jair Messias Bolsonaro 22

2 – Governador do Estado

Onix Lorenzoni 22.

3 -   Senador

É bom ter presente que esta é uma eleição em turno único. Aqui, objetivo principal é evitar a eleição do candidato petista, o que é facilmente alcançável pelos percentuais já atingidos pelos candidatos do espectro da direita. A pesquisa RealTime Big Data mostra um empate técnico entre os candidatos Mourão, Olívio Dutra e Ana Amélia Lemos. Mantido esse cenário, recomendo o voto em Mourão, pois Ana Amélia Lemos tem uma história política oscilante, com apoio explícito à comunista Manoela d’Ávila em 2012 e participação como candidata a vice-presidente na chapa de Geraldo Alckmin em 2018.

Mourão 100.

4 – Deputado Federal

Marcel Van Hatem 3030,

Sanderson 2210,

Felipe Pedrí 2228,

Eric Lins 2255,

Sérgio Turra 1133,

Osmar Terra 1522.

5 – Deputado Estadual

Fernanda Barth 20222,

Paula Cassol 22321,

Ramiro Rosário 45200,

Jorge Schwerz 22486,

Frederico Antunes 11122,

Gustavo Vitorino 10022.

 

 

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Até o pedido de perdão é fake.

Percival Puggina, com conteúdo da Gazeta do Povo

24/09/2022

 

Percival Puggina

         Em entrevista para o The Economist, Lula afirmou que “o petista está cansado de pedir perdão”. Atribuir os nunca ouvidos pedidos de perdão a um coletivo designado como “o petista” é um legítimo lero-lero.

A propósito dessa entrevista, a Gazeta do Povo publicou um excelente editorial que pode e deve ser lido. Dele extraio o seguinte trecho:

O petismo não se desculpou pelo mensalão, não se desculpou pelo petrolão e não se desculpou pela crise de 2015-16 – pelo contrário, sempre negou tudo, alegou perseguição ou defendeu suas políticas. Não se desculpou pelo apoio incondicional a ditaduras carniceiras como a cubana, a venezuelana e a nicaraguense. Não se desculpou pela hostilidade à imprensa livre demonstrada em episódios como o vandalismo na sede da Editora Abril, não se desculpou pela violência política protagonizada por seus membros – pelo contrário: o ex-vereador que atirou um empresário contra um caminhão em movimento em 2018 foi recentemente elogiado por Lula. Ao dizer que “o petista está cansado de pedir perdão”, Lula apenas comprova que ele não se cansa mesmo é de mentir.

Enquanto o arrependimento, o pedido de perdão e o empenho em reparar o mal feito compõem um quadro de conduta moralmente elevado, o perdão fake é molecagem, encenação, corruptela da consciência, como a do falso penitente que sai do confessionário feliz porque “enganou” o padre.

Lula, cada vez que abre a boca, proporciona uma torrente de razões para que as pessoas de bom senso se apartem dele. É um Rolando Lero com péssimas motivações e sem graça alguma.

 

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Percival Puggina

         O empresário Luciano Hang é uma importante liderança nacional. Num país carente de líderes autênticos, o dono da Havan revela qualidades para ser isso. Não tem medo de assombração (pior defeito de falsos líderes), encara uma agressiva CPI com altivez, difunde o empreendedorismo, investe e cria postos de trabalho, apóia quem merece apoio, não ostenta sua riqueza. Em vista disso, uma rápida pesquisa me mostrou que ele tem 5,2 milhões de seguidores no Instagram, 835 mil no Twitter, 500 mil no Facebook, 351 mil no YouTube e 215 mil no TikToc.

Luciano, a quem nunca vi e com quem nunca falei, é também comunicador inato e líder político. Influencia pessoas. Aqueles a quem ele influencia se tornam influentes em relação a outras e isso, lá na ponta do dia 2 de outubro, se reflete em votos. Portanto, em dias de eleição, fechar todas suas contas nas redes sociais por razões de uma conversa fútil e inútil buscada no WhatsApp é afronta à fluidez natural do debate político e à propagação das idéias. Estou falando de algo que não é fútil nem inútil, mas inerente e sagrado em qualquer democracia cujos princípios sejam respeitados.

Quem tomou a decisão de restringir seus direitos (aliás, o direito de tantos) afrontou a democracia que diz defender e, de algum modo e em alguma proporção, o resultado da eleição.

Nem os ministros da eleição (TSE), nem os da defesa da “democracia e do Estado de Direito” (STF) fazem algo a respeito? E querem que a nação os aplauda nas ruas?

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A família, em Portugal

Humberto Pinho da Silva

18/09/2022

Humberto Pinho da Silva

Todos asseveram que Portugal está diferente. Não sei se para melhor ou pior. Se evoluiu, no aspecto moral, se involuiu.

Certo é que está diferente, com: estradas magnificas, luxuosos hotéis, eventos sem fim, congressos e festivais...

As cidades pululam de turistas de várias nacionalidades. A mocidade está mais culta – instruída, – mas quiçá, menos educada e mais violenta.

O número de analfabetos – em geral respeitadores, aprendeu a ler ou faleceram. Concluindo: a Nação encontra-se muito melhor, do que no século passado.

Mas, as famílias? Serão mais felizes? É o que vamos ver:

A fundação Francisco Manuel dos Santos realizou recentemente estudo, para se conhecer como se encontra a Família Portuguesa:

Segundo a pesquisa, apurou-se:

O agregado familiar era, em média, em 2021 – 2,7 pessoas.

A idade de casar, era em 2021 – 34,3 anos, para homens, e 33 para as mulheres.

CASAMENTOS

Em 2019, realizam-se: 33.272, na Igreja e no Civil:

Não católicos, em 2021, foram 71,5% da população.

União de Facto, foram 729.800, em 2011.

Ou seja: 8,1% da população com mais de 15 anos.

União do mesmo sexo: 677, em 2019.

DIVÓRCIOS

Houve cerca de 17.000, em 2020. Sendo 8490 de casamentos civis e 8692 de casados na Igreja.

Como se conclui, neste estudo, a situação da Família Portuguesa é o resultado da desagregação constante da Família, devido, certamente, à descristianização da sociedade e ao premente combate à Família, pelos meios de comunicação social.

Eis, em suma, o retrato atual da Família Portuguesa.

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Pesquisas presidenciais para todos os gostos

Percival Puggina

16/09/2022

 

Percival Puggina

         E segue a dança dos números nas pesquisas presidenciais, num ambiente de pouco crédito e grande interesse. Contraditório? Sim, é verdade. Uma coisa não bate com a outra. Felizmente, porém, temos um grande número de institutos de pesquisa. Imaginem o que aconteceria numa situação de monopólio ou de oligopólio, como existe entre os grandes grupos de comunicação do país. É esse oligopólio, aliás, que repercute com maior intensidade as pesquisas mais favoráveis ao ex-presidiário.

A lista abaixo sintetiza os últimos dados coletados nacionalmente para as intenções de voto dos dois candidatos que lideram a disputa.

Sigma                           12/08

Bolsonaro            37,5%

Lula                       28,2%

 

Gerp                             05/09

Bolsonaro            39,0%

Lula                       37,0%

 

Futura                          08/09

Bolsonaro            41,8%

Lula                       35,7%        

 

Veritá                            10/09

Bolsonaro            43,6%

Lula                       41,9%

 

FSB PTG Pactual         12/09

Bolsonaro            35,0%

Lula                       41,0%

 

Ipec                               12/09

Bolsonaro            31,0%

Lula                       46,0%

 

Paraná                         13/09

Bolsonaro            36,5%

Lula                       39,6%        

 

Quaest                          14/09

Bolsonaro            34,0%

Lula                       42,0%

 

Brasmarket                   15/09

Bolsonaro            30,5%

Lula                       43,5%

 

Datafolha                      15/09

Bolsonaro            34,0%

Lula                       45,0%

Pessoalmente, prefiro acreditar no poder de mobilização que vejo nas ruas do país em favor da reeleição do presidente do que na falta de entusiasmo da militância esquerdista e no acanhamento do próprio candidato, um inequívoco prisioneiro de seu sentimento de culpa.

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Voluntarismo delirante

Percival Puggina, com conteúdo Gazeta do Povo

16/09/2022

 

Percival Puggina

         A Gazeta do Povo, na edição de 15 de outubro, passa scanner em “12 aberrações jurídicas do inquérito contra empresários, que segue em andamento”.

Doze, dúzia redonda. Desconsiderações ao devido processo suficientes para encher uma sacola de feira, selecionadas peça por peça sob olhos baços dos demais membros do coletivo supremo. E nenhum deles dá um tapa na mesa, joga a balança defeituosa no chão e diz “Chega!”? Ao contrário, o ministro que transformou a Casa em delegacia de polícia à moda antiga é festejado com pompas imperiais por misteriosos méritos.

A excelente matéria da Gazeta (cuja íntegra pode e deve ser lida aqui) analisa de modo minucioso as seguintes 12 aberrações.

1. O inquérito cria no Brasil os crimes de opinião e de cogitação,

2. Operação contra empresários é equiparável à polícia de pensamento de regimes autoritários,

3. Moraes estaria usando a técnica da pescaria probatória,

4. Moraes não aguardou posicionamento do PGR sobre as ações,

5. Moraes está violando o sistema acusatório,

6. Moraes feriu o princípio da inércia do Judiciário,

7. Moraes aceitou o pedido feito por uma parte ilegítima,

8. STF ignorou os diversos pedidos de arquivamento dos inquéritos relacionados às fake News,

9. Medidas como apreensão de objetos e quebra de sigilo não podem ser tomadas no primeiro dia de uma investigação,

10. Um inquérito não pode ser instaurado e conduzido pelo STF,

11. Não existe crime de “fake news”,

12. Advogados dos investigados nos inquéritos ainda não têm acesso completo aos autos.

Nenhum dos atuais ministros endossaria qualquer dessas atitudes se tomadas por um juiz de comarca! O CNJ abriria processo contra magistrado que agisse desse modo. 

Ontem, o ministro ativista liberou as contas bancárias de investigados visto que transcorrido o 7 de setembro não havia mais necessidade de manter essas contas bloqueadas. Que coisa delirante!

Justiça numa tribo txucarramãe deve ser menos voluntarista e mais ritualista.

*       Leia mais sobre o assunto em https://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/12-aberracoes-juridicas-do-inquerito-contra-empresarios-que-segue-em-andamento/

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