Não desista, insista.

 

Não esmoreça, cresça.

 

Não abandone, abone.

 

Não destrua, construa.

 

Quer alcançar o impossível? Treine sua força de vontade.

O impossível só está ao alcance dos moralmente fortes.
 

  • 19 Dezembro 2014

É, mesmo, de arrancar os cabelos...

PETROBRAS NEGOCIA PRAZOS DE PAGAMENTOS COM CREDORES

(Valor Econômico, 15/12)

A Petrobras negocia intensamente com credores um prazo mais alongado para apresentar suas demonstrações financeiras, com ou sem o aval dos auditores. A estatal faz uma corrida contra o tempo para evitar que dívidas gigantescas tenham vencimento antecipado.

Se não tiver o balanço anual auditado e publicado até 180 dias após o fim deste ano, a Petrobras entrará tecnicamente em "default", o que vai disparar cláusulas contratuais que preveem a antecipação da cobrança de US$ 56,7 bilhões. Ao atrasar o balanço, a estatal descumpre cláusulas restritivas (covenants) de alguns empréstimos de longo prazo que tomou para se financiar.

O anúncio feito pela empresa, de que adotou medidas para não precisar de novas captações ao longo de 2015 inteiro - o que exigiu inclusive "redução no ritmo de investimentos" -, foi visto como um sinal de que a estatal está se preparando para o pior cenário.

Na sexta-feira, a companhia informou que sua dívida total em 30 de setembro era de US$ 135,3 bilhões. Sobre esse valor, existem obrigações relacionadas à divulgação de balanço, seja trimestral ou anual, auditado ou não, de US$ 97,8 bilhões, ou um quarto das reservas cambiais do país, de US$ 374,8 bilhões. Os credores podem cobrar antecipadamente o pagamento integral dessas obrigações, caso haja descumprimento de cláusulas.

Nas últimas semanas, a Petrobras conseguiu estender para 31 de janeiro o prazo limite para apresentar o balanço do terceiro trimestre, para evitar o vencimento antecipado de dívidas de US$ 7 bilhões. Além de ganhar tempo, ela conseguiu convencer os credores a aceitar nesse prazo um balanço pro forma, sem o aval da auditoria PwC.

Essa negociação permitiu adiar pela segunda vez a divulgação das demonstrações financeiras, o que trouxe um fôlego de 46 dias para que a estatal defina como será feita a baixa contábil dos bilhões que foram superfaturados nos últimos anos, segundo apurações da Operação Lava-Jato. A nova data limite para o balanço é o dia 31 de janeiro.

 

 

 

  • 16 Dezembro 2014

UMA UTILÍSSIMA LIÇÃO DE MARGARET THATCHER

 

Um dos grandes debates do nosso tempo é sobre quanto do seu dinheiro deve ser gasto pelo Estado e com quanto você deve ficar para gastar com sua família.

 

Não nos esqueçamos nunca desta verdade fundamental: o Estado não tem outra fonte de recursos além do dinheiro que as pessoas ganham por si próprias. Se o Estado deseja gastar mais ele só pode fazê-lo tomando emprestado sua poupança ou cobrando mais tributos. E não adianta pensar que alguém irá pagar. Esse ‘alguém’ é você. Não existe essa coisa de dinheiro público. Existe apenas o dinheiro dos pagadores de impostos. Por inventarmos mais e mais programas generosos de gastos públicos.

 

Você não enriquece por pedir outro talão de cheque ao banco. E nenhuma nação jamais se tornou próspera por tributar seus cidadãos além de sua capacidade de pagar. Nós temos o dever de garantir que cada centavo que arrecadamos com a tributação seja gasto bem e sabiamente. Pois é o nosso partido que é dedicado à boa economia doméstica. Proteger a carteira do cidadão, proteger os serviços públicos essas são duas maiores tarefas e ambas devem ser conciliadas.

 

Como seria prazeroso ‘gaste mais nisso, gaste mais naquilo’! É claro que todos nós temos causas favoritas. Mas alguém tem que fazer as contas. Toda empresa tem que fazê-lo, toda dona de casa tem que fazê-lo, todo governo deve fazê-lo, e este irá fazê-lo.

 

Margaret Thatcher, estadista britânica.

-  http://diplomatizzando.blogspot.com.br/#sthash.nZYPFDMu.dpuf

  • 14 Dezembro 2014

Surpresa alguma para quem conhece a realidade cubana. Um porto para negócios escusos do Brasil e publicidade interna para o comunismo cubano.  Desde quando porto é para atender movimento de navios?

 

SOLO 57 BARCOS HAN PASADO POR EL PUERTO DEL MARIEL (EN SEIS MESES...)


El periodista independiente Moisés Leonardo Rodríguez dijo desde la isla al programa Cuba al día que la noticia de que la Terminal de Contenedores (TC) del puerto cubano de Mariel haya operado 57 barcos desde su apertura hace seis meses en la primera Zona Especial de Desarrollo de Cuba, muestra el fracaso de la multimillonaria inversión de Brasil en Cuba.
Leonardo Rodríguez dijo que la noticia fue dada por el régimen con un lenguaje triunfalista pero que 57 barcos en seis meses, es decir, aproximadamente nueve embarcaciones mensuales o dos por semana, no sería suficiente para desarrollar la zona.
Agregó el periodista independiente que la primera parte de la Terminal de Contenedores (TC) del Mariel se inauguró con mucho bombo y platillo, pero que aún no estaba terminada en ese tiempo, ni lo está al presente, por lo que el régimen ha usado todo lo relacionado con el puerto como material de propaganda.
La primera etapa de la moderna Terminal de Contenedores, que ha contado con financiación brasileña, fue inaugurada en enero pasado y es el corazón de la Zona Especial de Desarrollo de Mariel (ZEDM), creada con el objetivo de convertirse supuestamente en uno de los motores económicos de la isla y un foco de atracción de capital extranjero.
Según las informaciones oficialistas el muelle de la Terminal tiene una longitud de 702 metros equipado con cuatro grúas “súper post-panamax” y su patio fue construido para una capacidad máxima de operaciones de 822,000 contenedores al año.
Vías férreas, almacenes, viajes, canales, puentes y estaciones de ferrocarriles son algunas de las infraestructuras del proyecto en el puerto de Mariel, situado a unos 45 kilómetros al oeste de La Habana.
Para la segunda etapa está previsto que Brasil aporte, además, una financiación de 290 millones de dólares.
La terminal de contenedores de la ZED de Mariel está administrada por la compañía PSA International de Singapur.
Actualmente, el Gobierno cubano analiza 23 proyectos de Europa, Asia y América para la inversión extranjera en diversos sectores económicos para su aprobación y establecimiento en la ZED de Mariel.

 

  • 12 Dezembro 2014

O PROCESSO CIVILIZADOR DO OCIDENTE

 

Ontem 7 de dezembro, testemunhei e participei da iniciativa de um jovem que resolveu enfrentar a ignorância estabelecida como fundamento do poder político; que percebeu ser indispensável valorizar, apregoar e difundir a Civilização Ocidental; que se dispõe a defender os verdadeiros valores, a fé católica, a sã filosofia. Numa sociedade sadia, seria aplaudido calorosamente. Na nossa, é visto com estranheza. O nome dele é Thomas Giulliano Ferreira dos Santos, professor de História, que, abençoadamente, preferiu estudar em vez de acreditar nas balelas que militantes marxistas proclamavam como verdades absolutas nas universidades que frequentou.

 

Palmas a ele. A imagem acima é da palestra que ministrei sobre "Bases políticas do Ocidente" durante o evento "O Processo Civilizador do Ocidente", por ele organizado e que teve lugar no Plaza São Rafael, aqui em Porto Alegre. Foram dois dias de estudos, contando com a presença permanente dos quase setenta inscritos e uma dúzia de palestrantes. Que venham, logo, novas iniciativas dessa equipe valente e valiosa da "Civilização Ocidental" (aqui)

 

Há muita coisa boa acontecendo, por obra do Espírito.
 

  • 08 Dezembro 2014

 

Ontem, sábado, dia 6, no ato de protesto realizado ao longo da Av. Ipiranga, fiz boa parte do trajeto caminhando ao lado do meu amigo Armando Burd, um jornalista correto e digno, colunista do jornal O Sul. Em sua coluna de hoje, ele assim noticiou o ato:


ECO NA IPIRANGA


"Nem black blocs, nem vândalos. Apenas inconformados com governo e parlamentares.
Manifestantes se reuniram no Parque Marinha do Brasil, 16h30min de ontem, para protestar contra propinas na Petrobras, tentativas de cercear a imprensa e aprovação de lei que mudou a meta fiscal. Puxada por um carro de som, a passeata pela avenida Ipiranga se prolongou por quase uma hora e o slogan mais repetido foi "Polícia Federal, orgulho nacional". Os oradores atacaram Lula, o PT e a presidenta Dilma, pedindo impeachment via processo no Congresso. Enfatizaram que não representavam partidos políticos, nem tinham vínculos com movimentos defensores da volta dos militares ao poder. Queriam somente expressar a insatisfação com o governo e as distorções na gestão. O ponto final foi a sede da Polícia Federal, quase na esquina da Azenha, com mais pronunciamentos, a leitura dos nomes dos deputados federais que votaram a favor da brecha na Lei de Responsabilidade e o Hino Nacional."

 

  • 07 Dezembro 2014