Percival Puggina

 

            Segundo a mais surrada técnica, também na CPI do espalhafato, seus boquirrotos acusam os outros daquilo que estão fazendo.  O G1 do dia 7 de julho informou, com citação literal, devidamente entre aspas, e em negrito, que o senador Omar Aziz disse, durante a sessão da CPI:

Olha, eu vou dizer uma coisa, as Forças Armadas... os bons das Forças Armadas devem estar muito envergonhados com algumas pessoas que hoje estão na mídia, porque fazia muito tempo, fazia muitos anos que o Brasil não via membros do lado podre das Forças Armadas envolvidos com falcatrua dentro do governo, fazia muitos anos".

A resposta do Ministério da Defesa foi áspera:

"Essa narrativa, afastada dos fatos, atinge as Forças Armadas de forma vil e leviana, tratando-se de uma acusação grave, infundada e, sobretudo, irresponsável. A Marinha do Brasil, o Exército Brasileiro e a Força Aérea Brasileira são instituições pertencentes ao povo brasileiro e que gozam de elevada credibilidade junto à nossa sociedade conquistada ao longo dos séculos",

Na mesma linha de leviandade e irresponsabilidade, sempre querendo chamar a atenção pelo tom agressivo que é muito bem acolhido pelo jornalismo militante que invadiu a comunicação nacional, acusou a Polícia Federal de  ouvir testemunhas arroladas pela CPI para que estas possam se coloca na posição de investigadas e invocar o direito de ficar em silêncio. A PF contestou a presunção do senador.

A partir daí, matéria do G1 do dia 20/07 noticiou que “para a CPI, esse tipo de atrito tem sido estimulado pessoalmente pelo próprio Bolsonaro. Segundo senadores, a nota da Defesa sobre Aziz, por exemplo, teve a digital direta do Palácio do Planalto."

Então, segundo o Globo, um senador do grupo majoritário teria dito:

"Temos que ter o cuidado para não estimular esse tipo de tensão. Esse é o ambiente perfeito para Bolsonaro, que quer criar uma agenda paralela. Não podemos cair nessa armadilha”.

Vejam o total descompromisso com a sequência dos fatos e a ausência da mais comum percepção das relações entre causa e efeito. Simetricamente, quem fez a notícia calou o próprio senso crítico perante o que aconteceu e tornou informação para o país.

Esse tipo de jornalismo faz mal também a si mesmo, mas não percebe.

  • 21 Julho 2021

 

Sob o tema “Casa Original”, a CASACOR Santa Catarina abre suas portas em 18 de julho, estendendo-se até 29 de agosto. Mais uma vez, a Florense destaca-se com seu mobiliário high-end em dois charmosos ambientes. Conservadores & Liberais, o site de Puggina.org, se orgulha pelo patrocínio da Florense, empresa de Flores da Cunha, na Serra Gaúcha, que conquistou lugar entre as mais seletas empresas mundiais no ramo do mobiliário de alto padrão.

O crescente e cada vez mais robusto mercado catarinense aguarda a temporada de Casa Cor para conhecer as mais recentes novidades da Florense, que marca posição em dois locais do evento.

A Casa Yugem, assinada pelo Studio Gabriel Bordin, exibe uma cozinha em microtextura Chumbo, composta por despenseiro com portas Eclipse e iluminação interna, refrigerador embutido, bancada em madeira rovere laccato Branco e prateleiras FloAir com iluminação. No mesmo projeto, destaque também para a estante com acabamento microtextura Chumbo.

Na Casa dos Pássaros, espaço do arquiteto Tufi Mousse, a cozinha Florense tem portas Ripadas em madeira Carvalho, lançamento da marca, uma imponente estante em laminado premium Branco e painéis e pórticos em madeira Carvalho.

A mostra ocupará as dependências do Espaço +UM, novo endereço de entretenimento, gastronomia, bem-estar e compras de Florianópolis, localizado na rodovia SC-401. Os 20 ambientes poderão ser visitados de forma presencial ou conferidos digitalmente em tour virtual..

Conservadores & Liberais, o site de Puggina.org, se orgulha pelo patrocínio da Florense, empresa de Flores da Cunha, na Serra Gaúcha, que conquistou lugar entre as empresas mundiais de mais alto padrão no ramo do mobiliário.

Nos próximos dias, exibiremos aqui imagens desses ambientes e link para visitação virtual

  • 17 Julho 2021

 

Percival Puggina

 

Com a Covid alcançando níveis altíssimos de disseminação e contaminação, o sistema de saúde cubano entrou em colapso. Neste domingo, após anos de repressão e silêncio, multidões começaram a sair às ruas, pedindo democracia, atenção e socorro externo para as necessidades humanitárias da Ilha.

Ontem assisti ao pronunciamento do presidente Diaz-Canel. Disponível aqui. Sei que o espanhol e o sotaque cubano podem ser de difícil entendimento, mas em resumo, o atual ditador admite as dificuldades, mas fala como ditador. As atribui ao “bloqueio”, ataca com ira os movimentos SOS Cuba, que com diferentes formatos pedem atenção internacional para a crise do país. Declara que são movimentos orientados pelo “imperialismo ianque”. Afirma que as mudanças pedidas pelos contrarrevolucionários são do tipo neoliberal, com privatização do sistema de saúde. E finaliza dizendo que os revolucionários e os comunistas estarão nas ruas porque as ruas são da revolução.

Não guardo esperança de que esta insurgência possa representar alteração significativa no comunismo cubano, tão admirado e apreciado pela parcela dominante da esquerda brasileira. Este pequeno trecho de um artigo que li ontem no site CubaNet é um retrato doloroso da realidade que vi de perto, vivida pelo povo da ilha há mais de 60 anos. O título do artigo é “Em Cuba, a violência não começou com a Covid-19”.

Aqueles de nós que vivemos em Cuba, com os pés bem assentes no chão, sabemos que assim é, e que a violência nos foi tão bem fornecida desde o berço em pequenas doses, mas com altíssima concentração, que já temos por "normal", por exemplo, que sejamos maltratados não só pelo funcionário público, pelo policial uniformizado ou disfarçado, mas também pelo dono da mercearia, pelo taxista, pela fofoqueira e pelos invejosos do CDR (Comitê de Defesa da Revolução), o professor primário ou do instituto, a enfermeira, o médico, camareira do hotel, o garçom e até o coveiro que se recusa a carregar o caixão porque não lhe demos uma gorjeta substancial.

Esse é o panorama psicossocial subsequente e pretendido pelos totalitaritarismos, nos quais “el pueblo” desarmado e sem poderes políticos reais, é mero vocabulário de discurso, despojado de toda forma desejável de liberdade.  

Não há melhor exemplo disso do que o fornecido por quem, desde fora da Ilha, apoia um governo que reprime as manifestações de um povo doente e com fome.

  • 12 Julho 2021

 

Para quem não sabe onde estamos metidos, Eduardo Suplicy é o vereador  mais votado do Brasil.

O PL 197/2018 do vereador Eduardo Suplicy, aprovado pela Câmara de São Paulo, estabelece no artigo 3 inciso 8 que a economia solidária do Município de São Paulo será regida pelos princípios DA ORIENTAÇÃO SEXUAL E DA IDENTIDADE DE GÊNERO, e no artigo 10, que estes princípios deverão ser abordados DE MANEIRA INTERDISCIPLINAR NAS ESCOLAS DO MUNICÍPIO.

À população, que está pedindo ao Prefeito que vete estes artigos, o prefeito tem sistematicamente respondido que somente vetará o artigo 10, mas que não poderá vetar o artigo 3, porque o prefeito somente poderia vetar um artigo de um projeto aprovado se nele fosse encontrado vício de inconstitucionalidade atestado por parecer jurídico.

Mas, se o Prefeito não vetar ideologia de gênero como principio orientador das políticas do município, apenas vetando que seja ensinada nas escolas NESTA LEGISLATURA, o próximo prefeito ou a próxima Câmara poderá introduzi-la nas escolas sem dificuldades legais. O prefeito estaria apenas passando o ônus da introdução da ideologia na escola para o seu sucessor.

Porém, ao contrário, a Lei Orgânica do Município diz claramente, no seu artigo 42, que:

"Aprovado o projeto de lei, na forma regimental, será enviado ao Prefeito que, se julgar o projeto, no todo ou em parte, inconstitucional ou CONTRÁRIO AO INTERESSE PÚBLICO, vetá-lo-á total ou parcialmente, no prazo de 15 (quinze) dias úteis contados da data do recebimento".

Se você é pai ou mãe brasileiro, mesmo que não more em São Paulo, entre em contato com o prefeito de São Paulo, mostre-lhe que a Lei Orgânica lhe permite vetar ambos os artigos se forem CONTRÁRIOS AO INTERESSE PÚBLICO, e peça aos vereadores para que o prefeito vete não apenas o artigo 10 paragrafo 2, mas também o artigo 3, inciso 8 do PL 197/2018.

A Lei Orgânica do Município de São Paulo pode ser conferida
neste endereço:

http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/educacao/cme/LOM.pdf
Entenda neste video do Prof. Felipe Nery o que aconteceu:

https://www.instagram.com/tv/CRCoOt-FVTO/?utm_source=ig_web_copy_link
O projeto tem como principal autor o vereador Eduardo Suplicy,  mas foi basicamente impulsionado pela bancada do PT e do PSOL. Estes partidos possuem bancadas em praticamente todos os municípios brasileiros. Eles sabem que em 2015 a ideologia de gênero foi derrotada por iniciativa de pais e mães em Brasília, em todos os Estados e em praticamente todos os municípios brasileiros. ESTES PARTIDOS ESTARÃO OBSERVANDO O QUE ACONTECE EM SÃO PAULO PARA EM SEGUIDA FAZER O MESMO NO SEU MUNICIPIO.

O problema, portanto, não é apenas dos paulistas, mas de todo o Brasil.

Manteremos a todos informados sobre o curso dos acontecimentos.

Agradecemos a todos pelo bem que estão ajudando a promover.

A lista dos contatos pode também ser baixada nestes endereços:

http://www.pesquisasedocumentos.com.br/Prefeito-Camara-SP.pdf
http://www.pesquisasedocumentos.com.br/Prefeito-Camara-SP.txt

  • 08 Julho 2021

 

Jack Phillips 

 

Larry Sanger, um cofundador da Wikipedia, alertou que a enciclopédia online é "mais unilateral do que nunca" à luz das entradas do site para Black Lives Matter, a eleição de 2020, os dois impeachments do ex-presidente Donald Trump e outros tópicos controversos .Sanger, em particular, questionou como algumas entradas da Wikipedia são originadas.

“Em suma, e com poucas exceções, apenas fontes mainstream progressistas e globalistas - e fontes amigáveis ??ao progressivismo globalista - são permitidas”, escreveu ele em um artigo em seu site.

Vários veículos de notícias centristas, como The Daily Telegraph, The Wall Street Journal e The Weekly Standard, às vezes têm permissão para ser terceirizados, disse ele, mas os editores da Wikipedia são "cuidadosos para nunca deixar a janela Overton atual do pensamento progressista".

Ao contrário do Facebook Inc. e do Twitter, que adotam abordagens mais de cima para baixo para moderação de conteúdo, a Wikipedia, que completou 20 anos no início deste ano, depende em grande parte de voluntários não pagos para lidar com questões relacionadas ao comportamento dos usuários, edição de entradas e outros aspectos de gestão do site.

A Wikipedia tem 230.000 editores voluntários que trabalham em artigos de crowdsourcing e mais de 3.500 “administradores” que podem realizar ações como bloquear contas ou restringir edições em certas páginas, de acordo com um artigo da Reuters.

Além disso, sugeriu Sanger, os editores da Wikipedia "purgaram sistematicamente as fontes conservadoras da mídia convencional" porque seus editores "não querem que o que eles descartam como‘ desinformação ’,‘ teorias da conspiração ’etc., seja ouvido. Ao dizer isso, eles (e instituições igualmente tendenciosas) estão claramente reivindicando controle exclusivo sobre o que é pensável. Eles querem definir os limites do debate e querem dizer a você como pensar sobre isso. ”

Sanger observou que a Wikipedia proibiu o uso de reportagens políticas da Fox News, do New York Post e do Daily Mail como fontes.

De acordo com uma página da Wikipedia sobre as fontes que podem ser usadas, outros sites conservadores como Breitbart, The Blaze, The Daily Wire, The Gateway Pundit e Newsmax também estão proibidos.

“Muitas fontes convencionais de opinião conservadora, libertária ou contrária também foram banidas da Wikipedia, incluindo Quillette, The Federalist e the Daily Caller”, acrescentou. “Esses podem ser contrários ou conservadores, mas dificilmente são 'radicais'; eles ainda são mainstream. Então, de que modo, na terra, esses pontos de vista podem ser veiculados na Wikipedia? Resposta: muitas vezes, eles não podem, não se não houver  'fontes confiáveis' disponíveis para relatar sobre eles. ”

“Não é muito longe para dizer que a Wikipedia, como muitas outras instituições profundamente preconceituosas de nosso admirável novo mundo digital, se tornou uma espécie de polícia do pensamento que de fato acorrentou pontos de vista conservadores dos quais eles discordam”, escreveu Sanger em um conclusão em seu site. “A democracia não pode prosperar sob tais condições: eu defendo que a Wikipedia se tornou oponente de uma democracia vigorosa.”

Mas a democracia, argumentou ele, “exige que os eleitores tenham uma ampla gama de pontos de vista sobre questões polêmicas, para que possam decidir por si mesmos”.

“Se as principais fontes de informação da sociedade marcham em sincronia ideológica, elas zombam da democracia. Então, os ricos e poderosos precisam apenas obter o controle dos poucos órgãos aprovados de pensamento aceitável. Assim, eles serão capazes de manipular e, em última análise, controlar o diálogo político muito importante”, concluiu Sanger.

Sanger e outro co-fundador Jimmy Wales criaram a Wikipedia - à qual Sanger deu o nome - em 2001. Sanger deixou o projeto durante o ano seguinte e há anos critica o site.

O Epoch Times entrou em contato com a Wikipedia para comentar.

*Em 5 de julho de 2021 Atualizado em 6 de julho de 2021 Impressão maior.

  • 06 Julho 2021

 

Epoch Times, por Tom Ozimek

 

A contagem dos votos primários do prefeito de Nova York foi anulada após uma discrepância de 135.000 cédulas

O Conselho Eleitoral da cidade de Nova York disse em 29 de junho que 135.000 cédulas-teste foram acidentalmente incluídas em uma contagem preliminar de votos nas eleições primárias para prefeito da cidade, levando à anulação da contagem e provocando a ira dos candidatos.

A primeira tentativa de Nova York de votação nominal (RCV) acabou em confusão depois que o conselho eleitoral removeu abruptamente os totais de votos atualizados de seu site, horas depois de publicá-los, citando uma "discrepância" nos números.

“Estamos cientes de que há uma discrepância no relatório de eliminação não oficial da RCV rodada a rodada”, disse o conselho em um comunicado, observando que estava trabalhando com a equipe técnica para identificar a discrepância e pedindo aos “candidatos que tenham paciência”.

Posteriormente, o conselho publicou outra declaração observando que, inadvertidamente, não conseguiu remover as cédulas de amostra usadas para testar seu software.

"Quando os registros de votos expressos foram extraídos para a primeira tentativa de resultados da RCV, incluíram os resultados do teste e da noite da eleição, produzindo aproximadamente 135.000 registros adicionais", afirmou o conselho, se desculpando pelo erro e jurando "garantir o mais preciso até data em que os resultados são relatados.”

“O registro de votos elenco será gerado novamente e as rodadas de RCV serão tabuladas novamente”, afirmou o conselho.

A eleição primária de Nova York foi realizada há uma semana, quando os resultados preliminares mostraram Eric Adams, o presidente do bairro do Brooklyn, com uma vantagem de 10 pontos. Essa vantagem preliminar pareceu encolher para 2 pontos em 29 de junho, quando a segunda, terceira, quarta e quinta escolhas dos eleitores foram levadas em consideração no sistema de votação por classificação que está sendo usado pela primeira vez em uma disputa para prefeito.

Mas depois que os votos foram liberados, repórteres e funcionários da campanha notaram que havia cerca de 135.000 votos a mais contados do que o relatado na noite da eleição, com Adams divulgando uma declaração pedindo ao Conselho Eleitoral "para explicar um aumento tão massivo", que ele disse que levantou "questões sérias".

Depois que o conselho reconheceu o erro, Adams emitiu outra declaração chamando o erro de “lamentável” e dizendo que “é fundamental que os nova-iorquinos confiem em seu sistema eleitoral”.

Na noite de 29 de junho, a Junta Eleitoral anotou os totais de votos e os substituiu por uma nota informando que os resultados estariam disponíveis em 30 de junho.

Os resultados anulados pareciam mostrar o estreitamento da corrida, com Kathryn Garcia, ex-chefe de saneamento da cidade que funcionou como tecnocrata, subindo para o segundo lugar e Maya Wiley, ex-analista da MSNBC e advogada de direitos civis, caindo de segundo para terceiro.

Wiley, que terminou em segundo lugar atrás de Adams na noite da eleição em votos de primeiro escalão, lamentou o erro do conselho.

“Este erro da Junta Eleitoral não é apenas uma falha na contagem dos votos hoje, é o resultado de gerações de falhas que não foram resolvidas”, disse ela em um comunicado. “Infelizmente, é impossível ficar surpreso.”

Garcia também expressou críticas em um comunicado, afirmando que a liberação do conselho de contagens incorretas de votos "é profundamente perturbador e requer uma explicação muito mais transparente e completa." Ela também disse que todos os votos ausentes e de escolha no ranking “devem ser contados com precisão, para que todos os nova-iorquinos tenham fé em nossa democracia e em nosso governo”.

A discrepância também atraiu um comentário crítico do filho mais velho do ex-presidente Donald Trump, Donald Trump Jr., que sugeriu que a discrepância de votos em Nova York ilustra a necessidade de fazer perguntas difíceis sobre a integridade eleitoral.

"Deixe-me ver se entendi? Você pode perder por 135.000 votos apenas nas primárias para prefeito de Nova York, mas se alguém perder a Casa Branca por menos de 45.000 em vários estados em uma eleição presidencial, você não pode ter dúvidas ”, escreveu Trump Jr. em um Twitter publicar. “Parece legítimo ... se você mora na China.”

Os resultados finais das eleições primárias para prefeito devem ser anunciados em julho.

*     A Reuters contribuiu para este relatório.

  • 01 Julho 2021