SOB A ÉGIDE DO SOCIALISMO LATINO-AMERICANO, BANANEIRO, COCALEIRO, BOLIVARIANO, FIDELISTA, PLATENSE DO FORO DE SÃO PAULO (AQUELA CONGREGAÇÃO DE PARTIDOS COMUNISTAS QUE A IMPRENSA LATINO-AMERICANA, BANANEIRA, COCALEIRA, BOLIVARIANA, ETC. FAZ DE CONTA QUE NÃO EXISTE), AS COISAS FICAM ASSIM.

 

Parlamento argentino aprovou uma lei que "permite a fixação de limites de preços e de lucro de empresas, além do controle de cotas de produção, que ficará a cargo da Secretaria de Comércio do Ministério da Economia. O projeto ainda compreende a aplicação de multas, fechamento de empresas por até 90 dias e suspensão de registro por até cinco anos. A medida, portanto, aumenta ainda mais o poder de intervenção da presidente Cristina Kirchner na frágil economia argentina" (Site da Veja, dia 18)

 

Esse é o inevitável futuro das "economias" neocomunistas (aquele comunismo com vergonha do próprio nome). Todas as economias comunistas terminam em racionamento, filas, intervenção no comércio, muros e rigorosos controles de fronteiras (para que ninguém saia). Por mais numerosas que sejam as evidências históricas, ainda existem eleitores idiotas que acreditam no discurso que leva a isso e governantes estúpidos que adotam tais medidas pelo prazer que o exercício desse poder despótico proporciona. Repete-se na Argentina o que já existe há meio século em Cuba, há alguns meses na Venezuela, e o que o Leste Europeu viveu durante boa parte do século passado.
 

  • 20 Setembro 2014


OS CRISTÃOS NO ISLÃ
D. Nona Emil

 

Dom Nona Emil é Arcebispo de Mosul. Informa ele: “Perdi minha Diocese para o Islã – Vocês no Ocidente também serão vítimas dos muçulmanos”. (A foto é da Igreja Ortodoxa Armênia em Raqqa, Síria, atualmente usada como escritório pelo ISIS, hoje Estado Islâmico - Veja-se a cruz que ensinava o templo, substituída pela bandeira do EI)


Nossos sofrimentos de hoje são o prelúdio daqueles que vocês, europeus e cristãos ocidentais, também sofrerão no futuro próximo. Perdi minha diocese. O local físico do meu apostolado foi ocupado por radicais islâmicos que nos querem convertidos ou mortos. Porém, minha comunidade ainda está viva.


Por favor, tentem nos compreender. Aqui os seus princípios liberais e democráticos não valem coisa alguma. Vocês devem considerar novamente a nossa realidade no Oriente Médio, porque vocês estão acolhendo em seus países um número cada vez maior de muçulmanos. Vocês também estão em perigo. Vocês devem tomar decisões fortes e corajosas, mesmo ao custo de contradizer os seus princípios. Vocês pensam que todos os homens são iguais, mas isso não é verdade: o Islã não diz que todos os homens são iguais. Os seus valores não são os deles. Se vocês não compreenderem essa realidade o suficiente, vocês se tornarão as vítimas do inimigo que acolheram em sua casa.

* Arquieparca Católico Caldeu de Mosul, atualmente exilado em Erbil
Fonte: Corriere della Sera – 14 de agosto de 2014
 

  • 18 Setembro 2014

ILUDA-SE QUEM QUISER, MAS ESTE PAÍS JÁ TEM DONOS

 Vivemos sob o império da mentira, da mistificação e das versões que se opõem aos fatos. Com o que hoje se sabe sobre o submundo governamental e político destes últimos 12 anos pode-se afirmar, sem medo de errar, que se fosse Getúlio Vargas o presidente (e eu nunca fui getulista) ele se teria suicidado uma vez por semana.

 Em 2002, na eleição que deu origem ao ciclo de hegemonia petista, a atriz Regina Duarte declarou sentir medo do que estava por vir. Foi ridicularizada, ironizada, mas tinha razão. Ela tinha medo dos caminhos que o Brasil iria percorrer em sua inflexão para essa comunidade socialista, bolivariana, cocaleira e bananeira do Foro de São Paulo. Ela pressentiu que o Brasil iria aliar-se a ralé da política internacional e afastar-se das nações democráticas e desenvolvidas. Ela tinha medo de que o Brasil viesse a ter donos.

 Pois agora tem. O Brasil, agora, tem donos, como bem se sabe pelo noticiário de cada dia. Ontem, no Rio de Janeiro, num descarado ato em "defesa da Petrobras", promovido por um governo que se serviu da empresa como num banquete, o líder do MST João Pedro (quebra-quebra) Stédile disse que se Marina for eleita presidente haverá ali protestos diários. E concluiu: se Aécio vencer, será uma guerra. 
 

  • 16 Setembro 2014

A JUÍZA DE SANTANA DO LIVRAMENTO TENTOU IMPOR SUA VONTADE ATÉ SOBRE AS CINZAS FUMEGANTES DO INCÊNDIO. NÃO CONSEGUIU.


 Convenhamos, as sucessivas invasões do Estado sobre a vida privada fazem parte de um orquestrado e pernicioso avanço totalitário sobre nossas liberdades. É a mão grande do Governo tomando recursos por baixo e as instituições capturando liberdades por cima. Por que realizar esse específico casamento no CTG, se não para provocar? Por que sujeitar todos os outros noivos a essa confusão?

Mas a questão foi resolvida na base do "quero porque quero" da magistrada. Apagado o fogo, associou-se ao mutirão para a reconstrução. Já? Assim? Não tenho notícias de que um local de sinistro causado por mão criminosa tenha sido liberado em tão poucas horas. Se houve perícia, nunca vi tão expedita. Sempre para impor a vontade. Finalmente, a prudência veio na palavra oficial do Corpo de Bombeiros que apontou para a maior das obviedades: não havia como, sobre os restos de um local incendiado, emitir documentos que atestassem sua segurança. Ah! Pois é!...

Seria isso suficiente para a juíza perceber que um magistrado pode muito, mas não pode tudo? Não. Como se pode ler (com cuidado para que o queixo não caia) na matéria ao lado, a doutora proclamou que o Fórum de Santana do Livramento passava a ser, também, a sede do CTG Sentinelas do Pago. Fecha-se o pano. Seguem-se aplausos.
 

  • 13 Setembro 2014

PROVOCAÇÃO E POUCO JUÍZO


É óbvio que a escolha de um CTG para realização de um casamento de lésbicas é uma provocação. Onde mais esse enlace iria criar comoção e suscitar resistências? Em nenhum outro local, é óbvio. Na mais agitada das hipóteses, apareceria um fotógrafo mais curioso. Ao CTG, portanto, que lá vai dar encrenca! Ora, quem quer fazer de seu casamento uma provocação e criar encrenca ou está em busca de notoriedade ou não valoriza o evento de que vai participar. Qualquer pessoa que tenha casado consciente do que fazia sabe que esse ato tem, para ambos, valor em si, e não pelo efeito que causa. Estamos diante de uma palhaçada, portanto.

 A palhaçada deu causa a um incêndio criminoso. Sim, porque incêndio é crime e quem fez isso, se for identificado, vai se dar muito mal. A esse respeito, Zero Hora de hoje, 12 de setembro, publicou várias páginas e entre as matérias, a nota acima. O autor da pérola, como se percebe, defende o PL 122 (da homofobia) ante o caso em questão.. Como se fosse necessária tal lei para criminalizar um incêndio provocado, crime que já era antigo no tempo de Nero!
 

  • 12 Setembro 2014

CONSIDERAÇÕES SOBRE ÉTICA NA POLÍTICA


 A frase acima expressa uma obviedade e uma exigência moral que recai sobre o eleitor com sentido de responsabilidade cívica.

 

 De fato, em nosso país, o voto não é obrigatório. Obrigatório é comparecer ao local de votação e digitar alguma coisa na urna (inclusive um voto branco ou nulo). Em contrapartida, votar positivamente, escolher um ou outro, este ou aquele, é um direito. Um direito sobre o qual incidem exigências éticas.

 

 O eleitor que vota irresponsavelmente se torna cúmplice dos malfeitores que levou ao poder. E se isso é verdadeiro para o eleitor, muito mais verdadeiro é para os partidos que albergam, homiziam, protegem e defendem os malfeitores instalados em seus quadros. Eleitor consciente não vota em partidos que adotam esse procedimento porque o dinheiro da corrupção não falta para os altos salários, para os grandes negócios de Estado, para o financiamento de obras no exterior. Esse dinheiro, o dinheiro da corrupção é o que falta na escola de bairro, no salário do professor, no leito do hospital, na rede de esgoto, na irrigação do semi-árido, no policiamento das ruas.

 

Se o eleitor não tem preocupações éticas ao votar, não pode se surpreender com os crimes cometidos pelos que elegeu.
 

  • 11 Setembro 2014