• Ciro Rosolem
  • 11 Junho 2021

 

*Por Ciro Rosolem

 

Em 7 de junho foi celebrado o Dia Mundial da Segurança Alimentar. A data foi estabelecida pela ONU em 2018 com objetivo de inspirar ações que ajudem a prevenir, detectar e gerenciar riscos de origem alimentar, contribuindo para segurança alimentar, saúde, direitos humanos, prosperidade econômica, agricultura, acesso a mercados, turismo e desenvolvimento sustentável.

Mas o Brasil é o celeiro do mundo. Produzimos o suficiente para um bilhão de pessoas, e temos pouco mais de 200 milhões vivendo aqui. Muito se fala do crescimento e sucesso da agricultura brasileira. Afinal somos top 5 no mundo em 30 produtos agrícolas. Realmente estávamos indo muito bem. Em 2014 havíamos, pela primeira vez, saído do mapa da fome das Nações Unidas. Foi uma conquista do desenvolvimento agrícola, produzindo alimentos mais baratos, em conjunção com políticas públicas de auxílio direto aos vulneráveis. Entretanto, a partir daí, segundo o IBGE, a insegurança alimentar grave voltou a crescer, bastante, 8% ao ano. Consequência da estagnação econômica, e não da falta de comida. Entre 2011 e 2020 o setor de serviços cresceu 1,5 % e a indústria encolheu 12,8 %. No mesmo período a agropecuária cresceu 25,4 %.

Agora, com os problemas agravados pela pandemia, segundo a Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional, ao final de 2020 praticamente metade da população brasileira sofria algum grau de insegurança alimentar. Quase 20 milhões de brasileiros padeciam de insegurança grave, ou seja, fome mesmo. O mais interessante é que, tanto no mundo como no Brasil, a insegurança alimentar é bem maior no campo que nas cidades. Principalmente entre pequenos agricultores em terras marginais. A fome no celeiro.

Tudo isso aparece com muita clareza na grande vitrine que são os supermercados, pois a carne subiu, o feijão subiu, o arroz subiu, a verdura está pelo olho da cara, e assim por diante. Aparentemente a agricultura é uma das vilãs da insegurança alimentar. Ora, se produzimos muito, exportamos bastante, porque os brasileiros estão sofrendo essa insegurança alimentar? Culpa da agricultura de exportação? Do poder econômico? Não mesmo! Só um exemplo: nos últimos dez anos cresceu a oferta de arroz, mesmo com redução de quase 50 % na área cultivada, preservando o ambiente. Um estudo recente do Instituo Millenium detalhou diversos efeitos positivos do crescimento da agropecuária na geração de empregos e renda, além de redução das desigualdades.

Por diversos motivos, os produtos agrícolas estão mais caros ultimamente. O problema é que poucos olham para traz e percebem quanto tempo os preços cresceram menos que a inflação. Com todos os reajustes ocorridos, segundo o DIEESE, em 2000, um salário mínimo comprava 1,28 cestas básicas, em 2021 compra 1,58. Ou seja, com todos esses aumentos, a agricultura brasileira ainda está produzindo alimentos relativamente baratos. Os preços dos alimentos cresceram menos que o valor do salário mínimo.

Então qual o problema real, e como resolvê-lo? Não é simples, mas já aprendemos algumas coisas. O principal motivo da insegurança alimentar é falta de renda, não de alimento. Embora políticas públicas de transferência direta de renda sejam importantes em determinados momentos, ficou claro que não se constituem em solução. Não diminui a dependência, é paliativa. Onde a agricultura tecnológica, organizada, cresceu, melhorou o nível de emprego e renda da população. Então, contra a insegurança alimentar o remédio é emprego. No Brasil, quando a economia parou, aumentou a insegurança.

Pasmem, a insegurança é maior entre os agricultores familiares, que recebem 70% das subvenções governamentais para o setor agropecuário. Algo não está funcionando bem, mais uma vez parece que o dinheiro não está sendo bem empregado. É que não basta dar terra. É preciso ensinar a produzir. Assistência técnica de qualidade, sem ideologias, sem política. E, infelizmente, temos visto o setor de assistência técnica pública encolher. Veja-se o exemplo do Estado de São Paulo, com o desmantelamento da CATI, que cuidava do assunto.

* Vice-Presidente de Comunicação do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS) e Professor Titular da Faculdade de Ciências Agrícolas da Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (FCA/Unesp Botucatu).

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  • Ibn Warraq
  • 10 Junho 2021

 

Ibn Warraq 

 

Em um debate público com Tariq Ramadan em Londres, em novembro de 2007, a mim foram concedidos oito minutos para argumentar a favor da superioridade dos valores ocidentais. Aqui vai minha defesa.

 

As grandes ideias do Ocidente – racionalismo, auto criticismo, a busca desinteressada pela verdade, a separação entre Igreja e Estado, a força da lei e a igualdade de todos perante ela, a liberdade de consciência e expressão, os direitos humanos, a democracia liberal – tudo isso junto constitui uma grande conquista, certamente, para qualquer civilização. Este conjunto de princípios permanece o melhor e talvez a única maneira para que todas as pessoas – não importa a raça ou credo – vivam em liberdade e alcancem seu potencial. Os valores ocidentais - que são base para seu visível sucesso político, científico, econômico e cultural – são claramente superiores a quaisquer outros valores inventados pela humanidade. Quando tais valores foram adotados por outras sociedades, tais como a Japonesa ou a da Coreia do Sul, seus cidadãos hauriram benefícios.

A vida, a liberdade e a busca pela felicidade. Esta trilogia sucintamente define a atratividade e a superioridade da civilização ocidental. No Ocidente nós somos livres para pensar o que queremos, ler o que queremos, praticar nossa religião, viver como escolhemos. A liberdade está codificada nos direitos humanos, outra magnifica criação sua, mas também, creio, um bem universal. Os direitos humanos transcendem valores locais ou étnicos, conferindo igual dignidade para todos, independentemente do gênero, etnia, preferencia sexual, ou religião. Ao mesmo tempo, é no Ocidente que os direitos humanos são mais respeitados.

É no Ocidente que existe a emancipação das mulheres, e das minorias raciais e religiosas; dos gays e lésbicas que defendem seus direitos. A noção de liberdade e direitos humanos foi apresentada na aurora da civilização ocidental, os ideais pelo menos, mas têm sido usufruídos através de atos de supremo auto criticismo. Por causa dessa excepcional capacidade autocrítica, o Ocidente tomou a iniciativa de abolir a escravidão. O grito por liberdade não ecoou nem mesmo entre os negros da África, onde tribos pegavam prisioneiros negros rivais para serem vendidos no Ocidente. Hoje, muitas outras culturas seguem os costumes e práticas que são uma violação expressa da Declaração de Direitos Humanos (1948).

 (...)

Sob o Islam, a vida é um livro fechado. Tudo já foi decidido para você: as ditaduras da Sharia e os caprichos de Alá traçam severos limites da possível agenda de sua vida. No Ocidente, nós temos a escolha de ir em busca de nossos sonhos e ambições. Somos livres enquanto indivíduos para estabelecer nossas metas e determinar o que vai preencher nossa vida e que sentido dar a ela. Como Roger Scruton sublinha: “a glória do Ocidente é que a vida é um livro aberto”. O Ocidente nos tem dado o milagre dos direitos individuais, a responsabilidade e o mérito, ao invés das cadeias do status herdado e oferece a mobilidade social sem paralelos. “O Ocidente” – escreve Alan Kors – “é a sociedade das vidas mais produtivas, mais auto definidas, e mais satisfatórias”.

*Trechos extraídos de um texto maior, da autoria de Ibn Warraq (2011), traduzido por Khadija Kafir (10/06/2015).Pode ser lido aqui.

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  • Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico
  • 10 Junho 2021

Gilberto Simões Pires

 

A ECONOMIA BRASILEIRA MELHORA

Nos últimos editoriais tenho me dedicado a apresentar dados inquestionáveis que dão a entender, claramente, que a ECONOMIA BRASILEIRA, ainda que muito enfraquecida por tantas e severas intervenções governamentais ao longo dos últimos 50 anos (mais precisamente a partir de 1974 quando Ernesto Geisel assumiu a presidência do Brasil) já começa a dar sinais de efetiva MELHORA. 

BONS EFEITOS

 

Vejam que após a divulgação do crescimento de 1,2% do PIB BRASILEIRO do primeiro trimestre de 2021, os BOLETINS que são assinados e divulgados por analistas do mundo todo estão dizendo, categoricamente, que as DOSES DE LIBERDADE ECONÔMICA que vem sendo ministradas pelo atual governo começam a produzir bons efeitos. Isto, vale lembrar, à despeito das lamentáveis alterações impostas pelas FORÇAS DO MAL, que se recusam a aprovar as medidas que poderiam acelerar a recuperação do País. 

POSITIVO, NÃO!

 

Pois, dentro deste ambiente, onde a ESPERANÇA começa a dar sinais de vida, a MÍDIA ABUTRE, sempre focada na aposta do -QUANTO PIOR MELHOR-, não admite, em hipótese alguma, que seus leitores, ouvintes e telespectadores saibam que a economia brasileira possa dar sinais de MELHORA . Aí, mesmo diante de números absolutamente inquestionáveis, a ordem é seguir usando termos e palavras que escondam a existência de algo POSITIVO. 

DESPIORA

 

Vejam, por exemplo, o caso da FOLHA DE SÃO PAULO, integrante de primeira hora do Consórcio formado pelos membros da MÍDIA ABUTRE. Ontem, 8/6, através de seus colunistas, evitando dizer que o Brasil está apresentando uma efetiva MELHORA econômica, o péssimo jornaleco achou por bem usar o termo DESPIORA. Que tal?  

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  • Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico
  • 06 Junho 2021

Gilberto Simões Pires

   

ANALISTAS FORA DO FOCO

Ontem, tão logo o IBGE tornou público o índice que apontou para um crescimento de 1,2% do PIB BRASILEIRO do primeiro trimestre de 2021, fiquei imaginando o que fariam, a seguir, os diretores e conselheiros das instituições financeiras com os analistas que deixaram passar batido nos seus exaustivos e equivocados relatórios, a perspectiva de que a economia brasileira oferecia boa possibilidade de crescimento bem acima da taxa de 0,8% que estava sendo projetada de forma insistente.  

PAGAR PELOS SEUS ERROS

Considerando que a grande maioria das instituições financeiras atua na área de ASSET MANAGEMENT, especializada, portanto, em Gestão de Patrimônios -empresariais e pessoais-, o fato de errarem tanto nas suas projeções certamente vai fazer com que muitos analistas sejam afastados. Afinal, da mesma forma como, eventualmente, fazem críticas à condução da política econômica do atual governo, também devem pagar pelos seus erros. Mais ainda quando são grosseiros. 

PROJEÇÕES MAIS PERTO DOS RESULTADOS

Vejam que a grande maioria dos investidores, antes de colocar seus ativos para serem administrados por gestores de patrimônios precisam se cercar da importante confiança de que os profissionais são sérios, atentos estudiosos e capazes. Isto não significa, em hipótese alguma, que a variável RISCO deixe de existir. Mas, no mínimo, o que todos esperam é que os analistas saibam fazer projeções que fiquem o mais perto possível do resultado.

BANK OF AMERICA

Pois, quem saiu na frente com o propósito de pedir desculpas pelo erro grosseiro de avaliação do comportamento da economia brasileira foi o chefe de Economia e Estratégia do Bank of America (BofA) no Brasil, David Beker. Ontem, em entrevista que concedeu a Broadcast, Beker disse que FOI UM ERRO ACHAR QUE RETOMADA NO BRASIL FICARIA MUITO AQUÉM DO MUNDO.

MUITO AQUÉM DO RESTO DO MUNDO

Beker iniciou a sua avaliação dizendo que - o crescimento de 1,20% do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre mostrou que houve muito pessimismo na avaliação do cenário para 2021 devido à redução do auxílio emergencial e às preocupações com a segunda onda de covid-19. "Vimos as economias se recuperando basicamente de uma desaceleração muito importante no ano passado por conta do choque da pandemia. O que estamos vendo no Brasil é similar ao que está acontecendo nos outros países. Talvez o nosso erro foi imaginar que o Brasil teria um comportamento diferente, muito aquém do resto".

CLASSIFICAÇÃO PARA UMA NOVA ETAPA

Não sejamos ingênuos a ponto de imaginar que já está tudo bem com o nosso empobrecido Brasil. No entanto, depois do anúncio de ontem, a impressão que o Brasil está passando para o mundo é que ganhamos um jogo importante onde a vitória garantiu a classificação para uma etapa reservada para países que gozam de maior visibilidade e atenção de parte dos grandes investidores.  

 

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  • Alex Pipkin, PhD
  • 02 Junho 2021

 

Alex Pipkin, PhD


Recentemente vi uma amiga postar, orgulhosa e sorridente, pomposa edição da magnífica distopia ?”1984”, de George Orwell. Muito bom! Neste momento, porém, eu recomendaria fortemente outra distopia: o romance “Admirável Mundo Novo”, de Aldous Huxley.

Incrédulo, penso que o cenário mais real e provável para o qual estamos nos direcionado, é o da “doce” promessa coletivista, que tão bem descreveu Huxley.

Orwell retratou de maneira brilhante as mazelas do totalitarismo, e a luta de uma população para escapar do jugo autoritário, nefasto, violento e imoral do Grande Irmão.

No entanto, “1984” reflete ainda uma visão mais otimista do homem, ou seja, um ser autônomo, pensante, capaz de reconhecer a própria servidão, e baseado em princípios, lutar por sua liberdade individual num ambiente de ampla repressão e de profusão do medo.

Huxley, por outro lado, apresentou uma sociedade em que as massas eram manipuladas pelos prazeres modernos, pelas facilidades existentes, seduzidas por privilégios, tornando-se presas fáceis para o controle estatista.

A massa que não pensa foi “domesticada”, acabando por ser cúmplice de sua própria perda de liberdade. Como Huxley advertiu em seu livro, os homens viriam a "amar sua servidão".

Orwell temia a escassez e a distorção de informações. Já Huxley, temia que os prazeres conduzissem a irrelevância das informações, à passividade e ao egoísmo.

Devo dizer que o nosso presente se assemelha muito com a promessa coletivista “bondosa” profetizada por Huxley.

Neste contexto, os indivíduos pouco se importam com suas individualidades; preocupam-se com as “dádivas” que devem vir do Estado responsável por suas vidas, distraídos da umbilical relação entre coletivismo e totalitarismo.

As pessoas ficam inebriadas pelo pão dado, por supostos direitos sem contrapartidas com responsabilidades e por privilégios, perdendo o interesse pela vigilância e pelas liberdades que são esmagadas pelas autoridades estatais.

Oh, liberdade! Basta analisar o ambiente atual para se assombrar com a retirada de liberdades com a Covid-19, com o cerceamento de opiniões nas redes sociais, e com o descaso com a ética na política, em que comprovados ladrões ou se candidatam à presidência ou mandam prender homens, até prova em contrário, honestos.

Numa sociedade coletivista inexiste liberdade, pois ninguém pode falar e agir em nome de um indivíduo único, que pensa e que age de acordo com seus planos individuais.

No coletivismo há, de fato, a morte da soberania individual, uma vez que o pequeno corpo de elite de governantes e de intelectuais no poder, odeia a individualidade e a competição.

A ideia do coletivo pressupõe o apagamento do ser individual racional e pensante, visto que são os líderes que pensam no projeto de poder e manipulam a massa que não pensa.

O ser individual pensante, por sua vez, é avesso ao controle, já que a individualidade sempre foi uma afronta ao projeto de cima para baixo.
É kafkiano, mas as pessoas não se dão conta da perda das liberdades individuais. A liberdade não cresce como uma árvore, ela foi e é conquistada.

Triste, muito triste que as pessoas estejam sacrificando suas próprias individualidades, como apontou Huxley, enquanto muitas esperam as migalhas de um coletivismo farsante.

Huxley e Orwell convergem num ponto: o coletivismo tem como destino certo a pobreza e o totalitarismo.

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  • Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico
  • 29 Maio 2021

 

Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico

 

DIA DO GREVISTA

Antigamente, o dia 15 de outubro era o DIA DO PROFESSOR. Hoje, face às nojentas e eternas paralisações daqueles que fizeram CONCURSO PÚBLICO com o propósito de ocupar o cargo de educadores das escolas públicas de vários estados, essa data tem tudo para ser o DIA DO GREVISTA. 

RS É HORS CONCOURS

Se alguém resolvesse realizar um concurso para premiar o Estado onde os GREVISTAS ficaram mais tempo, ano a ano, sem comparecer às salas de aula nas escolas do ENSINO PÚBLICO ESTADUAL, o RS, caso fosse convidado a participar, certamente seria imediatamente eliminado, pois é considerado como HORS CONCOURS, ou seja, fora de série, sem chance de ser confrontado. 

ORELHAS DE BURRO

Entretanto, no Estado de SC, no qual a GREVE DOS -EDUCADORES- já chegou a incríveis 63 dias, já mostrou ser um forte concorrente. A continuar nesta toada, os pobres alunos matriculados nas escolas públicas, no próximo dia 15 de outubro, DIA DO GREVISTA, serão convidados a homenagear seus queridos mestres usando o UNIFORME DE GALA, que se destaca pelas ORELHAS DE BURRO.   

GREVE ILEGAL???

Vejam que nem o fato da Justiça ter decidido que a GREVE É ILEGAL conseguiu mexer, minimamente, com os músculos dos GREVISTAS, que seguiram felizes e contentes com a boa vida voltada para o ócio, o divertimento e/ou as viagens de recreio. Tudo, obviamente, custeado religiosamente pelos Estados, que pagam seus salários e privilégios. Uma verdadeira orgia.

OS MANDANTES

No caso do RS, onde o ENSINO PÚBLICO é totalmente manobrado pelo CPERS-SINDICATO, um dos mais atuantes sindicatos do país, representando cerca de 80 mil trabalhadores em educação do Estado do RS, as aulas, quando acontecem, são totalmente destinadas para a formação de SOCIALISTAS e/ou COMUNISTAS. 

LAVAGEM CEREBRAL

Portanto, no próximo DIA DOS GREVISTAS, aqueles que estão fora das salas de aula ainda tem algo a comemorar: estão livres da LAVAGEM CEREBRAL, que produz imbecis de toda ordem e tamanho. 

ESTÁTUA DA LIBERDADE

A propósito, o dono da Havan, Luciano Hang, definiu bem o perfil dos gaúchos formados nas escolas do ensino público, ao postar na sua conta do Twitter: "É incrível como a esquerda comemora a queda da liberdade", referindo-se a declarações feitas por lideranças e ativistas lulopetistas e comunistas, como é o caso da comunista Manoela D'Ávila, que ficou feliz da vida quando tomou conhecimento de que um VENDAVAL derrubou uma estátua da liberdade colocada em frente da loja da Havan em Capão da Canoa, no litoral do RS. Pode?

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