• Dagoberto Lima Godoy
  • 21 Maio 2026

 

Dagoberto Lima Godoy

           Há comparações históricas que, tomadas literalmente, mais confundem do que esclarecem, mas há outras que funcionam como advertência. A analogia entre a degenerescência político-moral do Brasil e a queda do Império Romano pertence a essa segunda categoria. Não porque o Brasil esteja destinado a repetir Roma, nem porque os estados da federação sejam equivalentes às antigas províncias imperiais, mas há um ponto de contato inquietante: quando a autoridade central perde legitimidade moral, capacidade administrativa e força simbólica, a unidade política pode continuar existindo formalmente enquanto, por dentro, se enfraquece.

É aqui que a comparação com o Brasil ganha sentido. O risco brasileiro talvez não seja uma queda espetacular, uma ruptura súbita, uma dissolução imediata da federação. O risco mais plausível é mais insidioso: uma degradação por acomodação. O país não se desmancha porque todos querem destruí-lo, mas porque muitos aprenderam a sobreviver — e até a prosperar — dentro de sua disfunção. Todos criticam os privilégios, desde que não sejam os seus. Todos condenam a corrupção, mas muitos toleram a pequena vantagem, a proteção corporativa, a exceção conveniente, o favor político, a esperteza administrativa. O resultado é uma decadência sem dramaticidade: uma lenta perda de energia moral.

A degenerescência brasileira manifesta-se na substituição do interesse público por pactos de sobrevivência, na captura do orçamento por grupos organizados, na transformação do adversário em inimigo moral, na judicialização excessiva da política e na percepção de que a lei é rigorosa para alguns, negociável para outros e irrelevante para os mais poderosos. Essa situação não equivale ainda ao colapso. Mas produz algo talvez mais perigoso: a normalização do anormal.

Ainda assim, nenhuma comparação histórica deve servir apenas ao pessimismo. Roma é advertência, não sentença. A reforma do prédio ainda é possível se as rachaduras da estrutura ainda não chegam à falência. O Brasil não está condenado, embora já não possa se permitir a ilusão de que suas fissuras são superficiais.

A reabilitação nacional exigirá recomposição moral e institucional: restauração da responsabilidade, recuperação do sentido republicano, reforma do federalismo, reconstrução da educação como projeto civilizacional, enfrentamento da ilegalidade organizada e da ilegalidade tolerada, além de uma linguagem pública capaz de distinguir adversário de inimigo.

A pergunta, portanto, não é se repetiremos Roma. É se teremos lucidez suficiente para reconhecer os sinais de exaustão antes que eles se convertam em normalidade definitiva.  Um país não se salva apenas por indignação contra sua decadência. Salva-se quando transforma a indignação em responsabilidade, a crítica em reforma e a esperança em ações eficazes.

*          O autor, Dagoberto Lima Godoy, é engenheiro civil

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  • Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico
  • 19 Maio 2026

Gilberto Simões Pires

DIFERENÇA BÁSICA ENTRE ESQUERDA E DIREITA NO BRASIL

Mais do que sabido, enquanto a ESQUERDA BRASILEIRA, de forma estratégica, se mostra sempre muito ARTICULADA, defendendo suas IDEIAS assim como seus LÍDERES, independente dos partidos políticos que integram e representam, a DIREITA BRASILEIRA, por incrível que possa parecer, não por acaso se mostra, de forma intencional e direta, como -DIREITA TORTA-, do tipo que concentra suas IDEIAS, AÇÕES E INTENÇÕES no sentido da -AUTODESTRUIÇÃO-.

DIREITA TORTA

Esta incrível AUTODESTRUIÇÃO se verifica, claramente, através de ATAQUES -COMBINADOS OU NÃO- que os grupos da -DIREITA TORTA BRASILEIRA- trocam constantemente- CONTRA POLÍTICOS DE PARTIDOS admitidos como -ALIADOS-. Assim, o que menos acontece nesse NEFASTO SISTEMA DE AUTODESTRUIÇÃO são ações e manifestações em DEFESA DA -LIBERDADE ECONÔMICA, DA VALORIZAÇÃO DO INDIVÍDUO, DA PROPRIEDADE PRIVADA, DA PRESERVAÇÃO DE TRADIÇÕES E VALORES MORAIS, DO LIVRE MERCADO E DA REDUÇÃO DO TAMANHO E DA INTERFERÊNCIA DO ESTADO NA SOCIEDADE-, que caracterizam o legitimo papel da -DIREITA- NO MUNDO TODO.  

CONSELHEIROS DO BANCO MASTER

Vejam que enquanto a ESQUERDA BRASILEIRA se mantem UNA, CONFIANTE e ARTICULADA apontando que o conteúdo das mensagens que envolvem o PATROCÍNIO DO FILME/DOCUMENTÁRIO SOBRE A VIDA DO EX-PRESIDENTE JAIR BOLSONARO, é ATO CRIMINOSO, a DIREITA TORTA  não consegue se UNIR EM DEFESA -UNÍSSONA- DAQUILO QUE REALMENTE SE IMPÕE, qual seja, de APONTAR QUE A BUSCA DE PATROCÍNIOS PARA A REALIZAÇÃO DE QUALQUER TIPO DE OBRA OU PROJETO, NOTADAMENTE JUNTO À INICIATIVA PRIVADA, ALÉM DE LÍCITO, passou pelo crivo do CONSELHO DO BANCO MASTER, onde a maioria dos seus integrantes era formada por ex-ministros do GOVERNO LULA, como é o caso de -GUIDO MANTEGA, RICARDO LEWANDOWSKI, HENRIQUE MEIRELLES, GUSTAVO LOYOLA e GERALDO MAGELA, por exemplo, onde TODOS DERAM  AVAL INCONDICIONAL ÀS INÚMERAS SAFADEZAS COMETIDAS.

 

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  • Dartagnan da Silva Zanela
  • 15 Maio 2026

 

Dartagnan da Silva Zanela

             De tempos em tempos, todo cronista, seja ele um mestre ou um mero artesão, se defronta com o dia fatídico em que lhe dá um terrível branco na cuca; em que não lhe pinta nenhuma inspiração para escrever, por mais insípida que seja. Quando isso acontece, sinceramente, é de lascar.

Imagino que deva existir uma série de razões sociológicas e psicológicas que nos ajudem a ter uma visão mais clara das causas desse fenômeno, mas que, francamente, não vêm ao caso neste momento. Isso porque, quando deitamos nossas vistas nas páginas que foram redigidas pelos grandes cronistas brasileiros — naquelas que foram escritas sem a menor fagulha de inspiração —, entendemos em dois palitos que, nas mãos certas, até mesmo a monotonia e a ausência de qualquer lampejo tomam uma forma singular, criativa e profundamente humana.

Quando Rubem Braga escrevia suas crônicas sem assunto, convidava-nos a prestarmos mais atenção em nossa monotonia cotidiana, nos detalhes da vida que, por inúmeras razões, acabam sempre passando despercebidos pelos nossos olhos que vivem aferrados às nossas rotinas.

Podemos dizer o mesmo de Fernando Sabino que, com sua pena — e sem pena —, era capaz de extrair uma sutil e delicada prosa do canto de um pássaro imaginário que estava a assuntar ao pé de seu ouvido.

E o mesmo pode ser dito das crônicas de Drummond, Janer Cristaldo, José Carlos Oliveira, Carlos Heitor Cony, Stanislau Ponte Preta e tutti quanti. Quando a musa não cantava para os inspirar, cada qual com sua toada, cada um com o seu estilo, tirava não uma carta, mas um baralho inteiro da manga. Não tinha lesco-lesco.

E essa falta de inspiração é algo que me fascina, porque todos nós, cada qual em seu quadrado existencial, vez por outra nos vemos invadidos por ela. Tal sensação é um trem danado que, se ganhar espaço em nossa alma, é capaz de fazer um estrago daqueles.

Ora, quem nunca se viu ao final de um dia, especialmente em um fim de semana, totalmente cabisbaixo, desanimado sabe-se lá com quê? Sim, é algo humano. Porém, também é humano — pra lá de humano — sermos capazes de olhar para essa atmosfera macambúzia e ressignificá-la,

transformando-a em um trampolim para atingirmos pontos mais elevados em nossa existência. Para realizar essa empreitada, é necessário algo que poucas pessoas têm em sua algibeira: disciplina. Isso mesmo! Disciplina.

Sim, eu sei, todo mundo sabe e faz questão de esquecer: o que nos faz encarar a vida com altivez não é a motivação. Esse trem, além de ser desprovido de substância, é efêmero e, de quebra, quando se esvai, acaba nos atirando no lamaçal da ausência de sentido.

A disciplina não; essa parada é bem diferente. Ela é o elemento que permanece conosco quando tudo o mais desmorona. É por isso que as crônicas "sem assunto" dos grandes mestres me encantam: elas são uma prova viva de que, quando assimilamos uma disciplina em nossa personalidade, ela nos habilita a imprimir sentido onde tudo aparentemente é desprovido de propósito, e a extrair significado onde outros apenas reconheceriam o reflexo do vazio de suas próprias almas.

Enfim, lembremos e, se possível for, procuremos não nos esquecer: a monotonia não está à nossa volta; ela está apenas e tão somente presente em nosso olhar.

*          O autor, Dartagnan da Silva Zanela, é professor, escrevinhador e bebedor de café. Autor de "UM GRANDE MONTE DE PÓ E SOMBRAS", entre outros livros.

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  • Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico
  • 14 Maio 2026

 

Gilberto Simões Pires

         Concorrendo com o rumoroso CASO que envolve o desinfetante YPÊ, onde a estranha ANVISA -AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA- orientou uma interrupção imediata do seu uso e logo após LIBEROU, mas -PASMEM- manteve a recomendação de NÃO UTILIZAR PRODUTOS YPÊ, o que significa uma DERROTA PARA O FABRICANTE, ontem, o presidente LULA, -DESTRUIDOR DA ECONOMIA- entrou em ação e, numa penada, REVOGOU A CHAMADA -TAXA DAS BLUSINHAS-.

CARGA TRIBUTÁRIA MAIOR PARA EMPRESAS QUE ATUAM NO PAÍS

Ou seja, AO ZERAR A ALÍQUOTA DE IMPORTAÇÃO DE 20% SOBRE ENCOMENDAS INTERNACIONAIS DE ATÉ 50 DÓLARES, LULA IMPÔS UMA GRANDE DERROTA ÀS EMPRESAS QUE ATUAM DENTRO DO NOSSO PAÍS, uma vez que AS EMPRESAS QUE ATUAM DENTRO DO BRASIL VOLTARAM A OPERAR COM CARGA TRIBUTÁRIA MAIOR DO QUE A DOS ESTRANGEIROS. Que tal?

SOB A MIRA DO PETISTA DESTRUIDOR

Antes de tudo, para que não paire dúvida, ENTENDO QUE ZERAR IMPOSTOS É ALGO QUE DEVE SER SEMPRE MUITO FESTEJADO. NO CASO DA ELIMINAÇÃO DA-TAXA DAS BLUSINHAS- APENAS PARA COMPRAS INTERNACIONAIS É IMPOR UMA DERROTA HUMILHANTE E PRA LÁ DE DESONESTA ÀS EMPRESAS QUE ATUAM DENTRO DO NOSSO PAÍS. Como bem refere o site da EXAME, a LOJA RENNER, a C&A e a RIACHUELO, por exemplo, sofreram GRANDES DERROTAS. Todas, certamente, estavam sob a mira do PETISTA DESTRUIDOR DE EMPRESAS QUE INVESTEM NO BRASIL. 

VÉIO DA HAVAN

A HAVAN, outra grande empresa de varejo que também foi atingida em cheio deixou o empresário Luciano Hang, com razão, fortemente contrariado.  Ao defender a IGUALDADE DE TRATAMENTO TRIBUTÁRIO entre produtos importados e nacionais, o VÉIO DA HAVAN disse -ser favorável à redução de impostos, mas que isso aconteça de FORMA IGUAL PARA TODOS. -Se vão tirar o imposto da entrada de produtos estrangeiros de até 50 dólares no Brasil, então que tirem igualmente dos produtos brasileiros. Não dá para aliviar para quem vem de fora e continuar sufocando quem produz, emprega e paga impostos no país”, afirmou.

 

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  • Claudio Apolinário
  • 13 Maio 2026

 

Claudio Apolinario

               Na Constituição sim. Na prática, depende do quanto você tem no bolso.

Imagine dois homens cometendo o mesmo crime na mesma cidade no mesmo dia.

Um tem dinheiro e advogado. O outro não.

O que acontece depois é onde a Constituição e a realidade param de se falar.

Com recursos financeiros e um bom advogado, o processo tem prazos negociados, recursos apresentados, teses construídas. O tempo trabalha a favor. Do outro lado, com defensor público sobrecarregado — ou sem defensor nenhum — o processo de quem não tem recurso segue o ritmo do sistema. E o ritmo do sistema, para quem não tem representação adequada, costuma ser lento na absolvição e rápido na prisão.

A Constituição Federal garante a todos igualdade perante a lei. É o que está escrito no Artigo 5º, sem ambiguidade. O problema não é o texto. É o que acontece quando ele encontra o mundo real — onde ter ou não ter acesso ao sistema jurídico determina se a lei existe para você ou não.

No Brasil, segundo pesquisa nacional da Defensoria Pública, quase 53 milhões de brasileiros não têm acesso à assistência jurídica gratuita. São pessoas que, diante de um processo, de uma acusação ou de uma injustiça, não têm com quem recorrer adequadamente.

Esse número tem uma consequência direta e documentada. Segundo dados do Senado Federal, cerca de 25% da população carcerária brasileira é composta por presos provisórios — pessoas que estão presas sem ter sido julgadas.

Um em cada quatro presos no Brasil está detido antes mesmo de ter sua culpa determinada. E segundo o Ipea, quatro em cada dez dessas pessoas, ao final do processo, recebem absolvição, regime aberto ou pena restritiva de direitos. Estavam presas sem precisar estar.

Quem não tem representação adequada aceita o que o sistema decide. Quem tem advogado de qualidade usa cada prazo, cada recurso, cada possibilidade de revisão. É a mesma lei — com resultados completamente diferentes.

Quem conhece o sistema aprende rapidamente que a lei tem uma porta dos fundos. Não uma porta ilegal. Uma porta que existe dentro da própria lei — mas que só é encontrada por quem sabe onde procurar.

Quando a porta dos fundos existe só para alguns, a lei deixa de ser igual para todos.

E isso corrói algo muito mais grave do que qualquer caso isolado. Corrói a confiança de que as regras valem igual para todos. Quando o cidadão percebe que a justiça que recebe depende do que pode pagar, duas coisas acontecem: ele para de acreditar nas instituições — porque entende que elas não são neutras — e começa a tratar a lei não como um pacto social, mas como um risco a ser gerenciado por quem tiver recursos.

Uma república se sustenta sobre um princípio simples: as mesmas regras para todos. Não regras mais brandas para quem tem menos — mas regras iguais para todos, aplicadas com o mesmo rigor, independente de quem está no banco dos réus ou de quem reivindica um direito.

Quando isso não acontece, o que temos não é Estado de Direito. É Estado de Recursos.

Outros países resolveram isso. A Defensoria Pública francesa cobre 100% do território. Na Alemanha, assistência jurídica gratuita é direito garantido para qualquer cidadão em qualquer processo. Não são países perfeitos — mas são países onde o acesso à justiça não depende do saldo bancário.

A solução não passa por enfraquecer a lei. Passa por garantir que ela chegue igual a todos — com Defensoria Pública presente em todas as comarcas, hoje ausente em metade delas, com processos que não se arrastam por décadas e com critérios técnicos, não financeiros, definindo como a lei é aplicada.

O Brasil tem a estrutura constitucional para isso. O que falta é a execução.

O que cada um pode fazer é mais simples do que parece. Antes de votar, perguntar ao candidato o que ele pensa sobre acesso à justiça e Defensoria Pública. Depois de eleito, acompanhar se ele vota por mais transparência nos processos ou contra ela. Entender que uma justiça igual para todos não é pauta de esquerda nem de direita — é pauta de quem acredita que a lei deve valer para todo mundo. E não aceitar a ideia de que isso nunca vai mudar. Já mudou em outros países. Pode mudar aqui.

Justiça que escolhe a quem servir não é justiça. É fachada.

*         O autor, Claudio Apolinario, é articulista e analista político.

 

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  • Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico
  • 07 Maio 2026

 

Gilberto Simões Pires

      A julgar pelas ideias, propostas e decisões -geralmente desastrosas- que são nutridas e cultivadas a todo momento no funesto ambiente do -GOVERNO LULA PETISTA- com apoio praticamente irrestrito de seus apoiadores e/ou simpatizantes, incluindo aí a maioria dos ministros do STF, o DIAGNÓSTICO aponta que o presidente LULA e sua equipe -escolhida a dedo- sofrem de um avançado e preocupante -TRANSTORNO DE ESTUPIDEZ OBSESSIVO-COMPULSIVO-.

A PSICOLOGIA DA ESTUPIDEZ

A propósito, não por acaso, essa CONDIÇÃO PSICOLÓGICA, que se caracteriza por CONSTANTES E REPETITIVAS DECLARAÇÕES E COMPORTAMENTOS IMPULSIVOS E/OU RITUALÍSTICOS, que muito se assemelha ao comportamento da -ESQUERDA-PETISTA-, está bem definida no livro -A PSICOLOGIA DA ESTUPIDEZ-, organizado pelo psicólogo e jornalista científico e ex-redator-chefe da revista Le Cercle Psypor Jean-François Marmion. Mais: o referido livro tem como subtítulo “NÃO EXISTE UM MUNDO SEM IDIOTAS-. Como tal, LIDAR COM ELES É SEMPRE UM DESAFIO. 

A ERA DA TOLICE E DA IGNORÂNCIA

Na apresentação, intitulada -OS IMBECIS DO APOCALIPSE -, Jean-François se dirige aos -ESTÚPIDOS DE TODOS OS TIPOS E IMBECIS DE TODAS AS ESPÉCIES, CRETINOS DE TODO O MUNDO, ESTÚPIDOS DE TODA LAIA, PATETAS INSENSÍVEIS, IDIOTAS E PRESUNÇOSOS-, que -no livro- tem seu MOMENTO DE GLÓRIA. Já o filósofo e diretor da Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais da França, Pascal Engel, publicou um artigo -DA BURRICE À TOLICE- afirmando que a PRODUÇÃO DA TOLICE E DA IGNORÂNCIA, que era ENDÊMICA NA IMPRENSA, tornou-se PANDÊMICA NAS MÍDIAS, NA INTERNET E NAS REDES SOCIAIS FAZ PARTE DO QUE PASSAMOS A CHAMAR DE -ERA DA PÓS-VERDADE-, a qual poderia muito bem ser apelidada de A ERA DA TOLICE: a produção de um tipo de discurso e de pensamento que não se preocupa mais em saber se há verdade no que foi dito, mas leva em consideração o efeito produzido. 

USO SISTEMÁTICO DA MENTIRA

Em relação à POLÍTICA, por exemplo, a IGNORÂNCIA tem contribuído para APOIAR e/ou ELEGER TIRANOS, POPULISTAS E DEMAGOGOS. E o -modus operandi- que os identificam é o -USO SISTEMÁTICO DA MENTIRA-. E neste particular, o TRANSTORNO DE ESTUPIDEZ OBSESSIVO-COMPULSIVO tem sido o motor da DESGRAÇA POPULISTA DO NOSSO EMPOBRECIDO BRASIL.

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