Ed. Fundação Tarso Dutra
"Se no futuro distante ou nem tanto
me pedissem para recomendar uma obra que permitisse entender
o que estava acontecendo no Rio Grande do Sul no final do
Século XX e início do Século XXI, eu recomendaria este livro
do meu amigo Percival Puggina. Diz o que precisava ser dito
de forma eloqüente e enxuta. Não há muitos como ele, marioria
silenciosa à parte. Daí sua importância. São crônicas históricas
em todos os sentidos."
Fernando Albrecht
"Estudioso do pensamento político cristão
e fiel a esses princípios, Percival Puggina é vigoroso crítico
do autoritarismo que se espraia nestas plagas. Suas crônicas,
permeadas de fina ironia, são eloquentes na defesa da democracia
e do pluralismo."
José Barrionuevo
"Outro e melhor fosse o sistema eleitoral
brasileiro, Percival Puggina há muito seria um destacado
parlamentar. Neste caso, nosso único prejuízo talvez fosse
o de não poder ler estas suas crônicas, literariamente exemplares
e politicamente contundentes, marcadas por uma visão libertária
e antitotalitária, visão que está entre os maiores bens legados
do Ocidente pela antiga e sempre nova tradição israelita-cristã."
José Hildebrando Dacanal
"Puggina nos entrega um conjunto de
textos fortemente críticos ao ideário socialista-masxista,
procurando demonstrar que o governo gaúcho o tem adotado.
Ao mesmo tempo, nos revela que se é contra Fidel, também
não aceita Pinochet. É contra qualquer sectarismo e esse
equilíbrio nos provoca grandes reflexões."
Lasier Martins
"A coletânea de textos de Percival
Puggina torna-se importante porque foi escrita num período
de turbulência ideológica do Rio Grande do Sul. Um dia, quando
o neofascismo gaudério for examinado sem parcialidades acadêmicas,
a opinião de Puggina será o testemunho de que nem todos,
no nosso estado, esgualeparam seus neurônios."
Rogério Mendelski
"Percival, não tivesse este nome nobre
de cavaleiro da Idade Média, teria que adotá-lo. Ele é capaz
das mais audazes ações, do mais destemido uso da arma imparável:
a verdade, doa a quem doer. é assim que escreve, mesmo quando
politicamente fosse mais prudente retirar-se da arena. Ele
só atira a luva quando é a sua vez de reconhecer algum equívoco,
por menor que seja. Mas isto também é próprio dos grandes
cavaleiros."
Walter Galvani
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