• Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico
  • 17 Junho 2026

 

Gilberto Simões Pires

MENTIROSO NATO

Mais do que sabido, percebido e comprovado, o presidente Lula é um verdadeiro ESPECIALISTA na ARTE DE MENTIR. Como tal, a cada MENTIRA que diz serve imediatamente como base de construção e lançamento de uma NOVA LOROTA AINDA MAIS DESCARADA. 

 LULA SE SUPEROU

Pois, ontem, o presidente LULA-MENTIROSO simplesmente se superou, de forma magnífica, na ARTE DE MENTIR DESCARADAMENTE, quando disse -alto e bom som- durante o encontro da Cúpula do G-7, em Paris, que -NUNCA FOI DE ESQUERDA-. Que tal? 

EXAGERO IMPERDOÁVEL

Desta vez, sem tirar nem pôr, LULA aplicou uma MENTIRA DE TAL ORDEM E TAMANHO DO TIPO QUE TODO E QUALQUER ANIMAL QUE VIVE NO NOSSO PLANETA, E ATÉ FORA DELE- VÊ COMO IMPOSSÍVEL DE ACREDITAR. Mais: nas rodas ONDE SE REÚNEM os GRANDES MENTIROSOS DO MUNDO, o comentário é que o EXAGERO COMETIDO POR LULA tem como princípio ESCULHAMBAR DE VEZ COM AS PRETENSÕES DAQUELES QUE TÊM FORTE DEDICAÇÃO NA ARTE DE MENTIR. 

NOTA DAS GALÁXIAS

Pelo que sei até agora, as principais GALÁXIAS mais próximas e conhecidas, como a Via Láctea, Andrômeda, a Galáxia do Triângulo e as Nuvens de Magalhães, não gostaram nem um pouco da MENTIRA APLICADA POR LULA. Mais: emitiram uma NOTA DIZENDO QUE MENTIRAS TÊM LIMITE E COMO TAL LULA SEQUER RESPEITOU A REGRA DO UNIVERSO. 

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  • Claudio Apolinário
  • 16 Junho 2026

 

 

Claudio Apolinario

 

                No Brasil, quem vence a eleição presidencial não governa apenas por quatro anos.

Existe uma conta que raramente aparece no debate eleitoral. E é a mais importante de todas.

Está nas atribuições do presidente da República Federativa do Brasil indicar os ministros da Suprema Corte do País. As vagas se abrem pelas aposentadorias de cada magistrado — quando os ocupantes completam 75 anos, idade limite estabelecida pela Constituição.

O presidente que tomará posse em 2027, por exemplo, poderá indicar até quatro dos onze membros da corte mais poderosa do país — 3 vagas que se abrem pelas aposentadorias compulsórias previstas para 2028, 2029 e 2030 — somada a uma vaga já aberta antes da posse.

Quatro em onze. Mais de um terço do Supremo Tribunal Federal.

Mas o número que realmente importa não é esse. É o tempo que esses ministros ficam no cargo depois de indicados, somado à visão de mundo que o ministro indicado carrega para dentro da corte.

Um ministro indicado aos 55 anos permanece na corte por 20 anos. Um indicado aos 50 anos permanece por 25. O ministro empossado mais recentemente tem previsão de permanência até 2050. Isso significa que as escolhas feitas pelo próximo presidente vão moldar as decisões do Supremo até meados do século — décadas depois que esse presidente tiver deixado o cargo.

Na prática, o próximo presidente governa o Brasil por 20 anos. Especialmente num momento em que decisões judiciais têm definido o que pode ser dito, publicado e investigado no país.

Uma das formas mais questionadas de exercício desse poder são as chamadas decisões monocráticas — quando um único ministro, sozinho, sem votação dos demais, define algo que afeta todo o país. Não é um colegiado decidindo. É uma pessoa. Sem eleição, sem mandato fixo, sem aprovação popular. Uma pesquisa da Genial/Quaest mostrou que 66% dos brasileiros querem limites para esse tipo de decisão.

A insatisfação existe. O mecanismo para mudá-la também.

E aqui está o ponto que o debate eleitoral quase nunca toca: nenhum ser humano consegue separar completamente seus valores pessoais de suas decisões. Isso não é crítica — é natureza humana. Um presidente indica para o Supremo pessoas que compartilham sua visão de mundo, sua forma de entender o que a lei permite e o que o governo pode fazer. Não existe indicação neutra. Nunca existiu.

A história confirma esse padrão. Cada composição do Supremo reflete os governos que a construíram. Os valores de quem indica ficam na corte muito depois do mandato acabar.

Uma pesquisa Atlas realizada em março de 2026 mostrou que 60% dos brasileiros não confiam no STF — o maior índice de desconfiança desde que a série histórica começou a ser medida. O Brasil está insatisfeito com a corte que tem. E o próximo presidente vai moldá-la por décadas.

O voto para presidente não é apenas uma escolha sobre os próximos quatro anos de governo. É uma escolha sobre quem vai decidir questões fundamentais para o Brasil até 2045, 2050 e além. Liberdade de expressão. Propriedade. Limites do poder do Estado. Direitos individuais. Essas questões passam pelo Supremo — e o Supremo é composto por pessoas com visões de mundo definidas.

O eleitor informado vota com essa consciência — seu voto vai além do presidente. Decide também quem vai interpretar a Constituição pelas próximas décadas.

A pergunta que cada um deveria fazer antes das eleições não é apenas "quem vai gerir melhor a economia nos próximos quatro anos?" É também: "quais valores esse candidato vai instalar na Suprema Corte do nosso país para as próximas duas décadas?"

São perguntas diferentes. Com respostas que moldam gerações.

Quem entende esse mecanismo para de apenas criticar a Corte. Porque a Corte que temos é o resultado dos votos que demos para presidente. E a corte que teremos nas próximas décadas depende do voto que daremos.

Criticar sem votar com consciência é reclamar da chuva molhando a sala sem fechar a janela. A mudança está nas mãos de quem vota — não de quem apenas observa.

*             O autor, Claudio Apolinario, é articulista e analista político.

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  • Dagoberto Lima Godoy
  • 15 Junho 2026

 

Dagoberto Lima Godoy

               A decisão do governo americano de proibir o acesso de estrangeiros aos modelos mais avançados de Inteligência Artificial da Anthropic  é mais um sinal de que a inteligência artificial deixou definitivamente o campo da livre competição tecnológica para ingressar no território da segurança nacional, da disputa estratégica e da realpolitik.

À primeira vista, há uma contradição evidente. Os Estados Unidos, que fizeram da livre iniciativa uma de suas bandeiras históricas, intervêm agora diretamente na atividade de uma empresa privada, limitando clientes, usuários e até funcionários estrangeiros. O mercado, nesse caso, deixa de ser soberano. A inovação não circula mais segundo a lógica da concorrência, mas segundo a lógica do Estado.

Essa contradição, porém, não é nova. Sempre que uma tecnologia — ou mesmo um conhecimento decisivo — se aproxima do núcleo do poder, a liberdade econômica e científica cede espaço ao interesse estratégico. Foi assim com a própria teoria física que tornaria possível a bomba atômica. O segredo militar não incidiu apenas sobre objetos, máquinas ou materiais; incidiu também sobre fórmulas, pesquisas, cérebros e laboratórios.

A diferença é que agora o objeto da contenção não é uma bomba, um míssil, um chip ou um reator. É um modelo de inteligência artificial: uma capacidade imaterial, replicável, evolutiva e potencialmente acessível a partir de qualquer lugar do mundo.

O argumento oficial é o risco de uso indevido, em operações cibernéticas, manipulação informacional e muito mais. E o pano de fundo  é a disputa entre Estados Unidos e China. De um lado, uma ordem liberal, ainda que cada vez mais defensiva, baseada em empresas privadas, inovação descentralizada, circulação de capitais e hegemonia tecnológica ocidental. De outro, um modelo de capitalismo estatal, disciplinado pelo Partido Comunista Chinês, no qual empresas, universidades, plataformas digitais e planejamento industrial se integram a um projeto nacional de poder.

A IA  tornou-se o território decisivo desse confronto: quem liderar essa tecnologia ganhará vantagem em ciência, defesa, indústria, educação, vigilância, logística e guerra informacional. Por isso, a medida americana é compreensível em termos de realpolitik. Nenhuma potência entrega voluntariamente ao rival uma ferramenta capaz de alterar o equilíbrio global. Nesse sentido, Trump não age apenas como adversário da livre iniciativa; age como representante de um Estado que percebe a IA como ativo estratégico decisivo.

Mas o risco é evidente. Quando tudo passa a ser segurança nacional, a exceção pode virar regra. A proteção legítima pode degenerar em protecionismo. A defesa da vantagem tecnológica pode comprometer a própria abertura que tornou os Estados Unidos líderes em inovação. Além disso, restrições excessivas podem acelerar o esforço chinês de autossuficiência, consolidando dois ecossistemas tecnológicos rivais, fechados e incompatíveis.

O episódio da Anthropic mostra que a nova guerra fria alcança o território da inteligência artificial e o seu efeito disruptor, ainda inimaginável: a IA capaz de reorganizar ciência, economia, cultura, defesa, educação e até a própria relação entre homem, máquina e poder.

Aí está o novo contorno do conflito. As democracias liberais querem preservar mercados abertos, mas descobrem que a abertura, quando assimétrica, pode fortalecer adversários que não jogam segundo as mesmas regras. Ao mesmo tempo, quanto mais recorrem ao fechamento, mais se afastam de seus próprios princípios fundadores.

A inteligência artificial, afinal, não é apenas uma tecnologia: é uma forma emergente de poder. E, quando o poder está em jogo, a livre iniciativa raramente fica sozinha no comando.

*         O autor, Dagoberto Lima Godoy, é Engenheiro Civil

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  • Claudio Apolinário
  • 13 Junho 2026

 

Claudio Apolinario

            Toda promessa fácil tem uma conta difícil. E quem paga é sempre o mesmo.

Todo governo populista começa da mesma forma.

Uma crise real. Um líder que diz ter a solução. Promessas de que o Estado vai resolver o que não foi resolvido. Assim que toma posse o governo começa a gastar mais. Cria benefícios. Controla preços. Subsidia combustível, energia, alimento. E nos primeiros meses, parece estar funcionando.

As pessoas sentem no bolso. A sensação é boa. O governo fica popular.

O problema não é o começo. É o que vem depois.

Pesquisadores que estudaram o histórico de países que seguiram esse caminho identificaram um padrão que se repete com uma regularidade quase chata. Primeiro, o governo gasta mais do que arrecada e a economia aquece. Segundo, a popularidade sobe e o governo se reelege. Terceiro, a conta começa a chegar. A inflação sobe. Os preços que o governo tentou segurar não aguentam mais. O déficit cresce. O governo responde com mais controle, mais subsídio, mais intervenção. Quarto, o colapso. O ajuste que não foi feito antes precisa ser feito agora, de forma mais dura, com mais custo para todo mundo.

E então o ciclo recomeça. O governo seguinte herda a bagunça, aplica o remédio amargo, perde a eleição. O populismo volta com a mesma promessa de que dessa vez vai ser diferente.

O mecanismo funciona por um motivo simples: a promessa chega antes da eleição. O custo chega depois. E quem colhe os benefícios nem sempre é quem paga a conta.

Quem paga é o trabalhador com salário comido pela inflação. O empresário que não consegue crédito porque o governo ocupou todo o espaço. O aposentado cujo benefício compra menos a cada mês. O jovem que entra num mercado de trabalho encolhido depois de anos de contas mal feitas.

O populismo não é generoso com os pobres. É generoso com quem está no poder. Que usa o dinheiro dos pobres para financiar a popularidade que garante a permanência no poder.

Quem acompanha a história da América Latina conhece esse filme. A Argentina entrou em colapso econômico várias vezes seguindo essa lógica. A Venezuela destruiu uma das economias mais ricas do continente em menos de vinte anos. O Brasil tem seu próprio registro, com períodos de gasto acima do que podia e ajustes posteriores que apagaram os ganhos e deixaram a dívida maior do que antes.

Em todas essas situações, o roteiro foi o mesmo. O governo que gastou além da conta culpou o mercado, os bancos, a oposição e o cenário internacional. Nunca assumiu que o problema era a conta que não fechava desde o começo.

Já vi isso de perto. Propostas que prometiam muito sem dizer de onde viria o dinheiro eram aplaudidas. Propostas que explicavam o custo real eram ignoradas. A plateia preferia ouvir a parte boa. E o político que dizia a verdade tinha mais chance de perder do que de ganhar.

Isso não é fatalidade. É escolha.

A saída começa pela pergunta que raramente é feita antes do voto: quem vai pagar essa conta? Toda promessa de benefício sem fonte de financiamento clara é uma promessa que alguém vai pagar depois. E esse alguém é sempre o contribuinte, que financia o Estado que prometeu mais do que podia entregar.

O populismo sobrevive porque o eleitor permite. Quando a maioria das pessoas passar a exigir resposta para "de onde vem o dinheiro?" antes de aplaudir qualquer promessa, o cálculo político muda.

Enquanto isso não acontecer, a conta vai continuar chegando na hora menos conveniente.

Quem já entende esse mecanismo tem uma responsabilidade que vai além do próprio voto. É explicar para quem ainda não entendeu. É ser a pessoa que faz a pergunta certa na hora certa. É quem se dispõe a influenciar.

Populismo sobrevive no silêncio de quem sabe e não fala.

E quem paga a conta, como sempre, não é quem prometeu.

*         O autor, Claudio Apolinario, é articulista e analista político.

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  • Dagoberto Lima Godoy
  • 11 Junho 2026

 

Dagoberto Lima Godoy

            O Brasil parece disposto a regular a inteligência artificial antes mesmo de compreender bem do que se trata. Em nome da proteção de direitos, da segurança e da transparência, uma nova camada de controle sobre o ambiente digital avança no Congresso e no Executivo. A intenção declarada é nobre, como quase sempre é. Mas a história ensina que o poder raramente se expande confessando seus verdadeiros apetites. O Leviatã moderno não se apresenta como tirano, mas como tutor.

A inteligência artificial é a inovação mais decisiva de nosso tempo — talvez de todos os tempos. Ela afetará a produtividade, a ciência, a indústria, a educação, a saúde, a defesa, a administração pública e será decisiva para a competitividade internacional. O país que souber usá-la ganhará velocidade; o que a constranger — por medo, burocracia ou suspeita — ficará para trás.

É claro que há riscos: fraude, manipulação, violação de intimidade, discriminação, abuso de dados e vigilância indevida. Mas a resposta não pode ser transformar a inovação em território vigiado, submetido a conceitos vagos como “alto risco”, “impacto sistêmico”, “uso responsável” ou “falha sistêmica”, entregues à interpretação de burocracias reguladoras.

A norma vaga é o instrumento preferido do Estado sedento de poder. Ela não proíbe claramente; intimida. Não censura diretamente; induz à autocensura. Não impede a inovação por decreto; torna-a cara, arriscada e juridicamente insegura.

O resultado é previsível. Plataformas e empresas passam a remover conteúdos, bloquear experiências e evitar riscos antes mesmo de qualquer ordem estatal. Ao mesmo tempo, os grandes grupos saem fortalecidos, pois têm departamentos jurídicos, equipes de compliance e acesso permanente ao Estado. Já startups, pesquisadores, pequenas empresas e empreendedores locais são empurrados para fora do jogo.

Assim, uma regulação apresentada como defesa da sociedade pode acabar concentrando mercado, sufocando a inovação nacional e aumentando a dependência de plataformas estrangeiras. O Estado diz proteger o cidadão, mas termina protegendo os gigantes e constrangendo os pequenos.

Não se trata de defender uma terra sem leis. O Brasil já as tem até em excesso, embora muitas vezes desconsideradas até por quem existe para por elas zelar. O que se contesta é a criação sucessiva de novas estruturas administrativas, com sanções, relatórios, deveres genéricos e crescente margem de intervenção política.

A inteligência artificial precisa de responsabilidade, mas precisa, sobretudo, de liberdade. Sem liberdade, não há ciência viva, mercado dinâmico nem criatividade transformadora. O perigo não está apenas nos abusos da IA, mas na tentação de usar esses abusos como pretexto para domesticar a inteligência humana.

*         O autor, Dagoberto Lima Godoy, é egenheiro civil.

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  • Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico
  • 10 Junho 2026

 

Gilberto Simões Pires       

ANO DE ELEIÇÃO

Em ano de eleição, mais do que sabido, a parcela de eleitores -DOTADOS DE DISCERNIMENTO- se propõem a identificar e escolher candidatos que tenham como real propósito -DEFENDER A LIBERDADE, REDUZIR A CARGA TRIBUTÁRIA, DIMINUIR OS GASTOS PÚBLICOS E COMBATER A CORRUPÇÃO-. Entretanto, a considerar que parte significativa dos eleitores, lamentavelmente, são DESPROVIDOS DE DISCERNIMENTO, esse contingente acaba sendo seduzido por candidatos POPULISTAS, o que RESULTA, caso venham a ser eleitos ou reeleitos, em evidente MANUTENÇÃO E/OU CRESCIMENTO DA CORRUPÇÃO, AUMENTO DOS ROMBOS NAS CONTAS PÚBLICAS E, POR CONSEQUÊNCIA ÓBVIA, EM AUMENTOS DE IMPOSTOS.

IMPOSTO DO PECADO

Pois, mesmo que a vontade dos ELEITORES -DOTADOS DE DISCERNIMENTO- venha a superar EM NÚMERO DE VOTOS, a vontade dos ELEITORES DESPROVIDOS DE DISCERNIMENTO, elegendo candidatos que, por exemplo, se DISPONHAM a REDUZIR A ELEVADÍSSIMA CARGA TRIBUTÁRIA, faz-se necessário que todos entendam que, independentemente de quem seja ELEITO PRESIDENTE DO BRASIL, o FATO é que, a partir de 1.º DE JANEIRO DE 2027, entrará em vigor o -IMPOSTO DO PECADO-, que INCIDIRÁ SOBRE ALGUNS PRODUTOS -SELETIVOS- ESCOLHIDOS PELO PRESIDENTE LULA-POPULISTA- com o claro propósito de ASSALTAR OS CONSUMIDORES DO NOSSO EMPOBRECIDO BRASIL.    

LISTA DOS PRODUTOS CONSIDERADOS PECADOS

Para quem não sabe, ou não lembra, o IMPOSTO DO PECADO foi aprovado no âmbito da REFORMA TRIBUTÁRIA. E como determina a LEI, o referido IMPOSTO -SOBRE O CONSUMO- COMEÇA EM  2027 e tem o objetivo de ENCARECER PRODUTOS OU ATIVIDADES QUE -CAUSAM DANOS À SAÚDE OU AO MEIO AMBIENTE. Atenção: a lista inclui BEBIDAS ALCOÓLICAS, REFRIGERANTES E CIGARROS e sobre ALGUNS VEÍCULOS -conforme o nível de poluição-, sobre a EXTRAÇÃO DE BENS MINERAIS e sobre LOTERIAS, APOSTAS E JOGOS DE FANTASY SPORTS. Ou seja, JUSTAMENTE AOS PRODUTOS QUE JÁ SÃO ALTAMENTE TRIBUTADOS. Que tal? 

ALÍQUOTAS

Até o final deste ano o Congresso Nacional deverá APROVAR APENAS A REGULAMENTAÇÃO, pois o IMPOSTO DO PECADO JÁ ESTÁ GARANTIDO. Concluída esta tarefa, o presidente LULA POPULISTA irá INFORMAR, com enorme prazer, as ALÍQUOTAS QUE PASSARÃO A INCIDIR SOBRE OS PRODUTOS PECADORES. Viva!!!

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