Aqui se cultuam grandes pensadores e líderes que impulsionaram positivamente a história.

"Para falar ao vento bastam palavras, para falar ao coração são necessárias obras."

Padre Antônio Vieira

"Sem controle de um poder por outro poder, sem a liberdade de crítica, não pode haver justiça, nem é possível evitar corrupção."

José Osvaldo de Meira Penna

"O melhor programa econômico do governo é não atrapalhar aqueles que produzem, investem, poupam, empregam, trabalham e consomem."

Irineu Evangelista de Souza (Barão de Mauá)

"As pessoas não serão capazes de olhar para a posteridade, se não tiverem em consideração a experiência dos seus antepassados."

Edmond Burke

"Pois é assim que o suicídio de uma nação se inicia: quando o sentimentalismo prevalece sobre a razão."

Roger Scruton

"Quanto mais longe você conseguir olhar para trás, mais longe você verá para frente."

 

Winston Churchill

 

"A economia não trata de coisas ou de objetos materiais tangíveis; trata de homens, de suas apreciações e das ações que daí derivam."

 

Ludwig Von Mises

 

"Tenho notado que todas as pessoas que se dizem a favor do aborto já nasceram."

Ronald Reagan

 

"A liberdade não é somente um direito que se reclama para si próprio: Ela é também um dever que se assume em relação aos outros."

S. João Paulo II

“Porque todo o homem é um bípede, cinquenta homens não constituem um centípede.”

Gilbert Keith Chesterton


Artigos do Puggina

Percival Puggina

12/08/2022

Percival Puggina

 

         Quando o jornalismo assume as condutas a seguir descritas, acolhe, também, responsabilidade pelas consequências. Refiro-me às seguintes ações e omissões:

- silenciar, durante 43 meses sobre todas as ações abusivas, truculentas e inconstitucionais do STF e só prestar atenção aos malfeitos daquele poder quando os ministros encomendam lagostas ou aumentam os próprios vencimentos;

- isentar STF e TSE de sua total responsabilidade na atual crise política ao impor suas vontades, durante três anos, contra manifestações de rua por urnas com impressoras e auditoria nas apurações;

- desconhecer, ou quando conhece, desprezar, ridicularizar e adulterar os legítimos conteúdos das manifestações populares;

- nada dizer sobre o sinistro processo de dominação e imposição do pensamento único na Educação brasileira, nem sobre o amplo uso das universidades públicas para fins rigorosamente políticos e partidários;

- fazer de conta que não vê o imenso rol de privilégios financeiros e normativos autoconcedidos pelos congressistas na presente eleição em detrimento do desejo de renovação manifestado pela sociedade;

- perseguir de modo sistemático o presidente da República, que dispõe apenas de um ou outro programa de tevê e redes sociais para se fazer ouvir;

- repetir chavões contra o presidente e contra a maioria conservadora da sociedade como quem copia e cola de alguma cartilha oposicionista;

- avaliar o desempenho parlamentar contando projetos de lei e despesas de gabinete, sem se interessar pelo mais importante, que é clareza ou obscuridade das posições, a coerência ou incoerência das condutas e a efetiva contribuição para o bem (ou mal) do país;

- acolher centenas de milhares assinaturas à Carta da USP como sendo a mais legítima representação possível da sociedade e, por anos a fio, desprezar a voz de dezenas de milhões de cidadãos que vão às ruas sem serem ouvidos pelo Congresso e pelo STF;

- jamais escrever uma linha sequer sobre os gravíssimos motivos da poluída interação havida entre o Supremo e o Senado da República.

Poderia prosseguir, mas basta. A mais grave consequência da desinformação, da notícia transformada em retórica, da estratégia editorial persistente, é o agravamento da crise que diz combater; é fugir da solução e jogar a nação no colo do problema. Nosso país precisa resolver seus embaraços institucionais e eles não se solucionam com sofismas, cartilhas ideológicas, etiquetas e ocultações.

Não é dever da mídia tornar a nação mais sábia. É seu dever, porém, não intoxicar a democracia.

Percival Puggina (77), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site Liberais e Conservadores (www.puggina.org), colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+.

 

 

 

 

Percival Puggina

09/08/2022

Percival Puggina

 

         Li, recentemente, artigo criticando os que se aventuram a opinar sobre Educação sem o preparo acadêmico específico. Educação, a exemplo de outras ciências, segundo aquele texto, somente poderia ser abordada, com propriedade, por profissionais da área. Traduzindo: cada macaco no seu galho.

Como também eu, cá no meu canto do arvoredo, tenho dado pitacos, posso explicar perfeitamente o que leva tantos primatas a se imiscuírem nessa sofisticadíssima pauta: estamos todos apavorados com o que vemos acontecer na educação nacional. Não é que as coisas vão mal. Não, as coisas vão de mal a pior, numa decadência acelerada que acende sinais de alerta em todas as direções. Ou, se não em todas, ao menos na direção de quem atribui importância à sustentabilidade do nosso desenvolvimento através da maior riqueza de qualquer nação – o povo que a constitui. Se estivéssemos num conflito militar contra inimigo externo, gente de todas as áreas de conhecimento estaria escrevendo a respeito. E o fato inegável é que os generais da Educação conduziram o Brasil para a vitória de uma pedagogia que derrota a nação.

O que era perfeitamente previsível quando comecei a escrever sobre isso há quase trinta anos passou a ser constatado e medido. Os indicadores da educação nacional nos arrastam para constrangedoras companhias no ranking mundial. A despeito disso, os profissionais da área, os mestres dos educadores, em primeiríssimo plano, continuam acreditando nas teorias que deram causa ao desastre. São professores que tratam de fazer de seu espaço de trabalho um “coletivo” a serviço de uma “causa” e suas “narrativas”.  Veem a si mesmos como intelectuais orgânicos (Antonio Gramsci), trabalhadores em educação, torneiros de mentes vulneráveis com a tarefa essencial de promover a “formação para a cidadania”. Seguem teses segundo as quais, por exemplo, “não há saber mais ou saber menos:  há saberes diferentes” (Paulo Freire). Assim, alunos e professores bebem-se uns aos outros na fonte equivalente dos respectivos conteúdos! (Este parágrafo reproduz artigo que escrevi para Zero Hora em 5 de junho de 2011...)

Se o método de alfabetização é perfeito, mas só prepara semianalfabetos enquanto vai lançando as bases ideológicas para o que virá depois, que resposta os pais zelosos podem dar a essa prestação de serviços? O mercado em condições de “comprar” Educação para seus filhos vai em busca de alternativas em outros estabelecimentos do ramo, ou nas escolas cívico-militares, ou no homeschooling, tão odiado pelo sistema devorador que não aceita perder uma presa sequer.

Percival Puggina (77), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site Liberais e Conservadores (www.puggina.org), colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+.

 

Percival Puggina

05/08/2022

Percival Puggina

 

          Pois não é que a FIESP resolveu surfar, também, na onda dos manifestos iniciada na USP? Tarefa ingrata, essa de seguir o sulco das incongruências alheias, mas algum redator o fez.

Os uspianos, nos dois primeiros parágrafos de sua “Carta aos brasileiros e brasileiras”, resolveram dar aula de OSPB. A FIESP, nos dois primeiros parágrafos de seu manifesto resolveu juntar alhos com bugalhos e ligou a Semana de Arte Moderna de 1922 com a atual necessidade de encontrar “caminhos que consolidem nossa jornada em direção à vontade de nossa gente”.

Cultura é lindo, mas você entendeu o que uma coisa tem a ver com a outra? Eu não.

Em seguida, diz: “Nossa democracia tem dado provas seguidas de robustez. Em menos de quatro décadas, enfrentou crises profundas, tanto econômicas, com períodos de recessão e hiperinflação, quanto políticas, superando essas mazelas pela força de nossas instituições”.

Oi? O conceituado The Economist Democracy Index, nos dados referentes ao ano de 2021, coloca o Brasil em 47º lugar e qualifica essa robustez como “falha” (flawed democracy), com pontuação inferior a países como Botswana, Cabo Verde, Timor Leste, África do Sul. A pontuação desse índice leva em conta o processo eleitoral e o pluralismo, as liberdades civis, o funcionamento da governança, a participação política e a cultura política. E note-se, despioramos: em 2018 ocupávamos o 50º lugar.

Surpreende que a assessoria da FIESP reduza a democracia a mero processo, à sua dimensão instrumental (mesmo esta tão deficiente na concepção), desconhecendo: a) a assiduidade com que a representação popular no Congresso vota em benefício próprio e contra o interesse nacional; b) o quanto essa democracia é surda à voz das ruas; c) o fato de que os cidadãos dessa democracia não se sentem representados por quem os deveria representar; d) que as instituições menos confiáveis do país são o Congresso Nacional e os partidos políticos.

O empresariado da FIESP faz de conta que não vê o deslocamento do eixo político para a cúpula do Poder Judiciário! Sua fala à nação rasga a mais fina seda ao combo STF/TSE desconhecendo aquilo que juristas notáveis, em consonância com dezenas milhões de brasileiros, denunciam como truculência, desrespeito à Constituição, ativismo judicial e protagonismo descabido em questões que não lhe correspondem.

É bom lembrar aos esquecidos, aos alienados e aos coniventes, que o ministro Fachin, uma semana antes de tomar posse como presidente do TSE, em entrevista ao Estadão (16/02), afirmou que “a Justiça Eleitoral já pode estar sob ataque de hackers, e não apenas de atividades de criminosos, mas também de países, como a Rússia, que não tem legislação adequada de controle”. A fé na invulnerabilidade do sistema eleitoral leva a crer que nossos ministros não acreditam mais em hackers. “Pero que los hay, los hay”. Daí o desejo de que se viabilizem meios visíveis e paralelos de apuração e controle. Simples assim.

A democracia é mais do que ciclos eleitorais periódicos e completos, que estes até Cuba tem. O que falta lá é o que está perdendo respeito também aqui: as liberdades fundamentais de pensamento, opinião e expressão, e um ativado senso moral nos poderes de Estado como indispensável sinal de respeito à soberania popular. Sem isso, qualquer manifesto pela democracia e estado de direito é conversa fiada.

Percival Puggina (77), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site Liberais e Conservadores (www.puggina.org), colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+.

 

Outros Autores

Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico

12/08/2022

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Adriano Marreiros

11/08/2022

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Por que criei este site

Minha posição política é conservadora em relação ao que tem valor permanente. Quer mudar dentro da ordem o que precisa ser mudado. É democrata e serve ao bem da pessoa humana segundo uma antropologia e uma ética cristã. É pró-vida e sustenta a superior dignidade da pessoa humana. Vê a liberdade como sócia bem sucedida da verdade e da responsabilidade. É liberal porque sabe o quanto é necessário impor freios e limites ao Estado, cujos poderes deveriam agir para se tornarem cada vez menos necessários. Defende o direito de propriedade e as liberdades econômicas. Sem prejuízo de muitas outras exclusões, nessa posição política não há lugar para defensores de totalitarismos e autoritarismos, para fabianos e companheiros de viagem de esquerdistas, nem para políticos patrimonialistas.

 

Para defender essas posições, nasceu este website em 2003. Mediante sucessivas incorporações de novas tecnologias chega a esta quarta forma visual de apresentar os conteúdos com que espera proporcionar a seus leitores bom alimento à mente e ao espírito. Sejam todos muito bem-vindos e que Deus os abençoe.

Fique Sabendo

O que a mídia e a oposição não veem

Percival Puggina, com conteúdo Ponto Crítico

08/08/2022

Percival Puggina, com conteúdo do Ponto Crítico

Resumo das realizações do Governo Federal

Comentário do Editor:

O amigo Gilberto Simões Pires, analisando o debate entre candidatos ao governo do Rio Grande do Sul, realizado ontem, 07/07 pela Band News em edição local, comentou os ataques dos candidatos de esquerda. Todos são absolutamente negacionistas  das realizações do governo federal.

Para esses partidos, a realidade não é o que  se vê, mas o que eles querem que seja visto ou não visto. Assim, Lula é inocente e o atual governo nada fez de proveitoso para o país. Essa tarefa, mista de fantasia e ocultação tem amplo respaldo dos meios de comunicação que operam no mesmo espaço delirante. Transcrevo a seguir um excelente sumário das realizações do governo, que a imprensa e a oposição fazem questão de que não sejam conhecidas e que foram alinhadas na matéria do Ponto Crítico de ontem.

RESUMO DAS REALIZAÇÕES DO GOVERNO BOLSONARO

Conteúdo Ponto Crítico

Pois, para manter bem refrescadas as mentes daqueles eleitores brasileiros que porventura embarcaram na canoa furada dos esquerdistas, eis aí um resumo das REALIZAÇÕES feitas ao longo do GOVERNO BOLSONARO. Detalhe importante: isto tudo levando em conta 1- a má vontade de muitos deputados e senadores; e 2- a extraordinária INJUSTIÇA praticada pela maioria dos membros da Suprema Corte. 

 

RESUMO DE REALIZAÇÕES DO GOVERNO BOLSONARO-1

EMPREGOS

5,3 MILHÕES DE EMPREGOS GERADOS DESDE JUL/2020

SALDO POSITIVO DE 1,3 MILHÃO DE EMPREGOS SOMENTE EM 2022

MENOR ÍNDICE DE DESEMPREGO DESDE 2015 – 9,3%

RECORDE DE ABERTURA DE EMPRESAS

8,1 MILHÕES DE EMPRESAS ABERTAS EM 3 ANOS (média de 2,7 milhões por ano)

NOS GOVERNOS DO PT, FORAM 8 MILHÕES, EM 14 ANOS (média de 0,57 milhões por ano)

PROGRAMAS DE PRESERVAÇÃO DE EMPREGO SALVARAM 10 MILHÕES DE EMPRESAS DA FALÊNCIA

 REDUÇÃO DE IMPOSTOS

TRIBUTOS FEDERAIS ZERADOS SOBRE A GASOLINA, ETANOL HIDRATADO E DIESEL

LEI PARA REDUÇÃO OBRIGATÓRIA DO ICMS SOBRE COMBUSTÍVEIS, ELETRICIDADE E TELECOMUNICAÇÃO NOS ESTADOS

REDUÇÃO DO IPI EM ATÉ 35% PARA A MAIORIA DOS PRODUTOS FABRICADOS NO BRASIL

REDUÇÃO DO IPI PARA OS AUTOMÓVEIS PRESERVAÇÃO DA COMPETITIVIDADE NA ZONA FRANCA DE MANAUS

SAÚDE (antes da pandemia)

CRIAÇÃO DA SECRETARIA DE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE E DO DEPARTAMENTO DE SAÚDE DA FAMÍLIA

PROGRAMA MÉDICOS PELO BRASIL INFORMATIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE SAÚDE COM O CONECTE SUS

R$ 333 MILHÕES PARA CONTRATAÇÃO DE PROFISSIONAIS DE SAÚDE CONCLUSÃO DAS OBRAS DE UPAs QUE ESTAVAM PARADAS E TRANSFORMOU EM UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE (UBS) E CLÍNICAS DA FAMÍLIA

 SAÚDE (durante a pandemia)

MAIS DE R$ 626,5 BILHÕES INVESTIDOS EXCLUSIVAMENTE NO COMBATE AO VÍRUS DA COVID-19

R$ 28 BILHÕES PARA AQUISIÇÃO DE VACINAS CONTRA A COVID-19 AQUISIÇÃO DE 600 MILHÕES DE DOSES DE VACINA CONTRA A COVID-19

R$ 375 BILHÕES EM REPASSES GERAIS PARA ESTADOS E MUNICÍPIOS INVESTIREM EM SAÚDE

 SAÚDE (durante e pós pandemia)

PISO SALARIAL NACIONAL DA ENFERMAGEM (ENFERMEIROS, TÉCNICOS, AUXILIARES E PARTEIRAS)

CONCESSÃO DE PENSÃO VITALÍCIA A CRIANÇAS VÍTIMAS DO ZIKA VÍRUS

REDE DE ATENÇÃO MATERNA E INFANTIL PARA CUIDADO DE MULHERES E CRIANÇAS - CUIDA MAIS BRASIL - PROGRAMA MÃES DO BRASIL

 

RESUMO DE REALIZAÇÕES DO GOVERNO BOLSONARO-2

EDUCAÇÃO

REAJUSTE HISTÓRICO DE 33% PARA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA

MAIS DE R$ 275,9 BILHÕES REPASSADOS PARA ESCOLAS PÚBLICAS

SÓ EM 2021, R$ 178 MILHÕES FORAM DESTINADOS PARA A FORMAÇÃO DE PROFESSORES, VIA CAPES

R$ 13,1 BILHÕES REPASSADOS AO PROGRAMA NACIONAL DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR (PNAE)

R$ 6,8 BILHÕES REPASSADOS AO PROGRAMA NACIONAL DO LIVRO DIDÁTICO (PNLD)

R$ 2,2 BILHÕES REPASSADOS AO PROGRAMA NACIONAL DE APOIO AO TRANSPORTE ESCOLAR

R$ 24 BILHÕES INVESTIDOS NA EDUCAÇÃO BÁSICA ENTRE 2020 E 2022 – PRIORIDADE

PERDÃO DA DÍVIDA DO FIES à DESCONTOS DE ATÉ 99% DO VALOR DA DÍVIDA BENEFICIANDO MAIS DE 1 MILHÃO DE ALUNOS

MAIS DE 80 MIL ALUNOS MATRICULADOS EM ESCOLAS CÍVICO-MILITARES

SEGURANÇA PÚBLICA

R$ 5,4 BILHÕES INVESTIDOS EM SEGURANÇA ENTRE 2019 E 2021

MENOR NÚMERO DE ASSASSINATOS DESDE 2011. MAIOR REDUÇÃO NO NÚMERO DE HOMICÍDIOS DA HISTÓRIA RECENTE

MAIS DE R$ 1,5 BILHÃO FORAM REPASSADOS PARA AS POLÍCIAS ESTADUAIS

PREJUÍZO DE R$ 30,7 BILHÕES AO CRIME ORGANIZADO, INCLUINDO TRÁFICO DE DROGAS

CRIAÇÃO DO PROGRAMA VIGIA, DESARTICULANDO O TRÁFICO NAS FRONTEIRAS

INTENSIFICAÇÃO DO NÚMERO DE OPERAÇÕES DA FORÇA NACIONAL DE 46 (2018 ) PARA 96 (2021)

SEGURANÇA NO CAMPO

PORTE DE ARMA PARA O PRODUTOR RURAL DEFENDER SUA FAMÍLIA E SUA PROPRIEDADE

REDUÇÃO EXPRESSIVA DO NÚMERO DE INVASÕES À PROPRIEDADE RURAL

NÚMERO 96% MENOR QUE NOS GOVERNOS DE ESQUERDA

 AUXÍLIO BRASIL

MAIOR PROGRAMA DE TRANSFERÊNCIA PERMANENTE DE RENDA DA HISTÓRIA DO BRASIL

MAIOR E MAIS COMPLETO QUE O ANTIGO PROGRAMA PAGAMENTO MÍNIMO DE R$ 600 A PARTIR DE AGOSTO/22

$ MÉDIO DO AUXÍLIO BRASIL ATÉ JUL/22: R$ 408 $ MÉDIO DO AUXÍLIO BRASIL ATÉ DEZ/22: R$ 600 $ MÉDIO DO BOLSA FAMÍLIA: R$ 190

 AUXÍLIO EMERGENCIAL

MAIOR PROGRAMA ASSISTENCIAL DO MUNDO MAIS DE 68 MILHÕES DE BRASILEIROS BENEFICIADOS

R$ 355 BILHÕES PAGOS DIRETAMENTE AOS CIDADÃOS

SOMENTE EM 2020, OS VALORES PAGOS EQUIVALEM A 15 ANOS DO BOLSA FAMÍLIA

GOVERNANÇA DAS ESTATAIS

COM BOA GESTÃO E HONESTIDADE, ESTATAIS VOLTARAM A DAR LUCRO DEPOIS DE ANOS DE PREJUÍZOS BILIONÁRIOS EM GOVERNOS DE ESQUERDA

EM 2015: PREJUÍZO DE R$ 32 BILHÕES

EM 2019: LUCRO DE R$ 109 BILHÕES

EM 2020: LUCRO DE R$ 69 BILHÕES

EM 2021: LUCRO DE R$ 188 BILHÕES

 

RESUMO DE REALIZAÇÕES DO GOVERNO BOLSONARO-3

COMBATE À CORRUPÇÃO

202 OPERAÇÕES DA CGU(2019-2021)

MÉDIA ANUAL DE OPERAÇÕES CONTRA CORRUPÇÃO GOVERNOS DE ESQUERDA: 22 GOVERNO BOLSONARO: 67

R$ 15 BILHÕES DE VALORES ACORDADOS R$ 6 BILHÕES DE VALORES JÁ DEVOLVIDOS

 MEIO AMBIENTE

BRASIL É UMA SUPERPOTÊNCIA ECOLÓGICA E O PAÍS QUE MAIS PRESERVA NO MUNDO 66,3% DE TODO O TERRITÓRIO É PRESERVADO

UM DOS CÓDIGOS FLORESTAIS MAIS RÍGIDOS DO MUNDO NA AMAZÔNIA, 80% DA PROPRIEDADE TEM DE SER PRESERVADA

APENAS 30,2% DO NOSSO SOLO SÃO USADOS PARA PRODUÇÃO AGRÍCOLA E PECUÁRIA NOSSO PAÍS ALIMENTA UM BILHÃO DE PESSOAS NO MUNDO, ALÉM DOS PRÓPRIOS BRASILEIROS

OPERAÇÃO VERDE BRASIL 1 (2019) APREENSÃO DE 23.491 M³ DE MADEIRA E DE UMA AERONAVE, 127 PRISÕES, MULTAS NO VALOR DE R$ 142 MILHÕES

OPERAÇÃO BRASIL VERDE 2 (2021) APRENSÃO DE 506.136 M³ DE MADEIRA, 990 VEÍCULOS E TRATORES, 335 PRISÕES E MULTAS NO VALOR DE R$ 3 BILHÕES

 TRANSPOSIÇÃO DO RIO SÃO FRANCISCO

INICIADA EM 2007, RETOMADA EM 2019 E CONCLUÍDA EM 2021, COM 477 KM DE CANAIS

CONTRATAÇÃO DE OBRAS ACESSÓRIAS (NÃO PREVISTAS ANTES) COM CANAIS NOS ESTADOS DE ALAGOAS, PARAÍBA, REIO GRANDE DO NORTE, BAHIA, SERGIPE E CEARÁ

R$ 4,8 BILHÕES DE REAIS INVESTIDOS NESTE GOVERNO. 16 MILHÕES DE PESSOAS BENEFICIADAS (28% DA POPULAÇÃO DA REGIÃO NORDESTE)

 INFRAESTRUTURA (OBRAS FINALIZADAS)

CONCLUSÃO DE OBRAS QUE ESTAVAM PARADAS HÁ MUITO TEMPO

- TRANSPOSIÇÃO DO SÃO FRANCISCO: MAIS DE 13 ANOS PARADA (O SONHO VINHA DESDE O PERÍODO DO IMPÉRIO) - EM MG, PAVIMENTAÇÃO DE UM TRECHO DA BR-154, LIGA O CENTRO-OESTE E SUDESTE (50 ANOS DE ESPERA POR ESSA OBRA)

- NO RS, CONCLUSÃO DA PONTE DO GUAÍBA (APÓS 10 ANOS DO ANÚNCIO DA OBRA) - BR-163: CONCLUSÃO DO TRECHO QUE LIGA O MATO GROSSO AO PARÁ (QUASE MEIO SÉCULO DE ESPERA)

CONCLUSÃO DA PONTE DO ABUNÃ (ACRE-RONDONIA) FIM DA INDÚSTRIA DAS BALSAS

PROJETOS COM A INICIATIVA PRIVADA RENDERAM MAIS DE R$ 286 BILHÕES EM INVESTIMENTOS CONCLUSÃO DE 45 PROJETOS DESSA PARCERIA (4 RODOVIÁRIOS, 5 FERROVIÁRIOS, 6 AEROVIÁRIOS E 30 PORTUÁRIOS)

MAIS DE 40 OBRAS CONCLUÍDAS (MAIORIA ESTAVA PARADA EM GESTÕES ANTERIORES) MAIS DE R$ 179 BILHÕES DE INVESTIMENTOS EM RODOVIAS ATÉ 2023

 INFRAESTRUTURA

PROGRAMA PRO TRILHOS 76 REQUERIMENTOS PARA A CONSTRUÇÃO E OPERAÇÃO DE FERROVIAS MAIS DE R$ 224 BILHÕES EM INVESTIMENTOS

REALIZAÇÃO DE 148 LEILÕES ATÉ JUNHO/22 (35 PORTOS, 34 AEROPORTOS, 7 RODOVIAS, 6 FERROVIAS, 31 PROJETOS DE ENERGIA, ÓLEO, GÁS E MINERAÇÃO, 9 DE SANEAMENTO BÁSICO E MAIS 26 EM OUTRAS ÁREAS)

MAIS 176 PROJETOS DE DESESTATIZAÇÃO NA CARTEIRA DE PROJETOS

 AGRONEGÓCIO

+ DE 369 MIL TÍTULOS DE TERRAS ENTREGUES (VERDADEIRA REFORMA AGRÁRIA)

AS EXPORTAÇÕES PASSARAM DE R$ 68 BILHÕES EM 2018 PARA R$ 82 BILHÕES EM 2021 PLANO SAFRA (22/23) É 53% MAIOR QUE O VALOR DE 2018/19

A MÉDIA ANUAL DE VALOR PROGRAMADO NO PLANO SAFRA CRESCEU 21% NO PERÍODO DE 2019/20 A 2022/23 EM RELAÇÃO AO DE 2015/16 A 2018/19

 REDUÇÃO DE CARGOS, DE GASTOS E SUPERÁVIT DAS CONTAS

ECONOMIA DE R$ 867 MILHÕES/ANO COM A REDUÇÃO DE CERCA DE 90 MIL CARGOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

ECONOMIA DE R$ 644,5 MILHÕES EM GRANDES PATRICÍNIOS (SÓ COM CLUBES DE FUTEBOL A DESPESA ULTRAPASSAVA R$ 220 MILHÕES)

+ DE R$ 14 BILHÕES DE SALDO (SUPERÁVIT PRIMÁRIO) EM JUNHO/22

 DESBUROCRATIZAÇÃO

7° PAÍS EM SERVIÇOS PÚBLICOS DIGITALIZADOS (BANCO MUNDIAL) 1° NAS AMÉRICAS (À FRENTE ATÉ DOS EUA E CANADÁ)

75% DOS SERVIÇOS DO GOVERNO FEDERAL ESTÃO DIGITALIZADOS PARA ABRIR UMA EMPRESA HOJE, É NECESSÁRIO APENAS 1 DIA E MEIO.

MODERNIZAÇÃO DOS CARTÓRIOS – EMISSÃO DAS CERTIDÕES DIGITALIZADAS

 

 

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Parler

Nota do editor: ESG é a sigla em inglês para Environmental, Social, and Corporate Governance.

Os conselhos corporativos vêm adotando cada vez mais políticas ESG — ambientais, sociais e de governança corporativa. As normas são apresentadas aos acionistas e consumidores como uma estratégia responsável de combate ao racismo e combate às mudanças climáticas. As pontuações ESG podem ter um amplo impacto, limitando potencialmente o acesso das empresas ao capital de investimento.

Alguns líderes corporativos começaram a recuar nas pontuações, citando possíveis armadilhas criadas pela submissão de considerações fiscais tradicionais a considerações sociais e climáticas. Stuart Kirk, chefe de investimento responsável do HSBC Asset Management, rejeitou a rubrica ESG: “Vinte e cinco anos no setor financeiro, sempre há algum maluco me contando sobre o fim do mundo”. O HSBC o suspendeu pelas observações.

Quando a Tesla foi removida do índice S&P 500 ESG, o fundador Elon Musk postou nas redes sociais: “ESG é uma farsa. Foi armada por falsos guerreiros da justiça social”. Seu ex-parceiro de negócios, Peter Thiel, pensa o mesmo, categorizando o ESG como “apenas uma fábrica de ódio; é uma fábrica para nomear inimigos.”

*        Reproduzido do boletim Parler.

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Flutuando num mar de nuvens

Percival Puggina

03/08/2022

Percival Puggina

 

Pesquisa Datafolha sobre confiança no sistema de votação (31/07/2022):

42% confiam muito;

31% confiam um pouco;

20% não confiam.

Logo, 51% não confiam porque confiar “um pouco” é não confiar, é desconfiar.

Esse raciocínio vale para médico, cônjuge, paraquedas, vendedor, mecânico, sócio, político. Para qualquer destes e tantas outras situações, confiar um pouco é não significa confiar. E o mesmo vale para sistemas de votação.

No entanto, embora dados da Datafolha mostrem que mais da metade (51%) não confiam, os sábios do TSE, estatísticos da empresa e os grandes grupos de comunicação somam confiar um pouco com confiar muito e leem um índice de “confiança” de 73%!

Se Datafolha é livre para pesquisar e ministros do STF são livres para comentar a pesquisa, suponho que eu também seja livre para lê-la e corrigir a interpretação que dela fazem.

E saibam, é a contragosto que me imponho esse tipo de avaliação. Preferia estar num barquinho flutuando num mar de nuvens.

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Vídeos


Por que a esquerda avança

08/08/2022

O Brasil e o mundo enfrentam dramáticas tensões políticas.

Desinformar para manipular

25/07/2022

Confiabilidade da população no sistema eleitoral. Como vem sendo feito para que as notícias sobre essas pesquisas não reflitam seus resultados.

Pessoas e coisas em que não confio.

19/07/2022

O direito de não confiar é inerente às liberdades de opinião e expressão.

Eleição não é passeio na feira.

27/06/2022

A conta vem para quem escolhe e para quem não escolhe.

Jogos de cena e a lição dos fundadores dos EUA.

23/06/2022

Republicação a pedido, de um vídeo anterior.

Fundão rico, democracia pobre.

20/06/2022

Uma visão realista do que acontece com a democracia em tempos de fundão.


LIVRO - A Tragédia da Utopia

É meu mais recente livro publicado. Aos 60 anos da revolução que destruiu a antiga Pérola do Caribe, ampliei e atualizei neste livro a primeira edição da obra, publicada em 2004. A análise da realidade cubana segue os mesmos passos, mas o foco do texto vai posto, principalmente, no jovem leitor brasileiro. Enquanto a primeira edição olhou de modo descritivo a realidade em si, esta segunda edição amplia as informações e registra as alterações constatadas ao longo dos últimos 15 anos, levando em conta a necessidade de confrontar as mentiras que a propaganda pró Cuba conta com a verdade que lá se vê, e de destruir com as razões da Razão os sofismas que são construídos para justificar a perversidade do regime.

 

Contato para aquisição através do link abaixo ou na seção Livros do Autor.


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Fato Comentado

 

Percival Puggina

 

         O YouTube retirou o tal vídeo em que um "gênio da perícia criminal" negava a ocorrência da tentativa de assassinato de Bolsonaro durante a campanha eleitoral de 2018. Tudo seria uma farsa construída para conduzir o candidato à vitória. Adélio Bispo juntava-se a Lula na lista dos "inocentes" sacrificados...

O vídeo ficou lá durante quatro anos até que o YouTube, espontaneamente, decidiu apagar-lhe o rastro, alegando sua disposição de coibir “discurso de ódio”. Qual o discurso de ódio existente em dizer que John Kennedy não morreu ou que Niel Armstrong não pisou na Lua?   

A alegação soa tão descabida quanto o vídeo vitimado com essa decisão. Mas a plataforma não é gerida por ingênuos ou precipitados. Seria imprudente presumir isso. Algum motivo mais racional deve ter surgido e o aparentemente mais racional, nas circunstâncias, é que a empresa tenha pretendido mostrar-se “cortando para os dois lados”, não privilegiando quaisquer posições.

Você ficou convencido disso? Por certo não, nem eu.

Outro modo de ver o fato, este sim, bem mais coerente com a realidade, é ter a plataforma apagado um vídeo que testemunhava de modo eloquente o nível de ilogicidade característico de setores da esquerda tupiniquim, capazes de tirar narrativas até de uma cabeça de prego. Ou seja, o vídeo fazia muito mais mal do que bem aos companheiros do descondenado.  

  • Percival Puggina
  • 12 Agosto 2022

Percival Puggina

 

Na quinta-feira, matéria de O Globo permitiu a qualquer leitor com discernimento suficiente perceber a posição contrária do jornal ao projeto que acaba com as “saidinhas” temporárias dos presos. Está no rumo de sempre, a Globo. Está coerente com um jornalismo que não reconhece e não denuncia algo profundamente errado quanto um descondenado disputar a presidência da República apesar de todos os crimes que não descometeu. Está ciente e não se importa com o vexame mundial que isso representa para a sociedade e as instituições brasileiras. Não se acuse a Globo de incoerência. Vários pasquins de esquerda dizem a mesma coisa.

Além disso, vejam o absurdo. No meio da matéria, o Globo insere um vídeo com dados do “Monitor da Violência” para comprovar que no Brasil há presos em excesso, desconhecendo o excesso de bandidos na rua e o fato de que os que estão presos são os únicos bandidos que não agem, diretamente ao menos, contra a sociedade. O disparate não fica aí. Que história é essa de substituir criminalidade por “violência”? Alguém está preso por dar murro na mesa, xingar no trânsito? Isso é atitude violenta, mas crime é outra coisa, é coisa de bandido (palavra que os bandidólatras, do alto de seu humanismo nada inocente, detestam).

No plenário da Câmara dos Deputados, as “saidinhas” foram extintas por ampla maioria de votos (311 a 98). Quem votou contra? As bancadas do PT e do PSOL foram unânimes contra. Apenas um deputado em cada bancada do PDT e PCdoB, e três no PSB divergiram dessa unanimidade da esquerda na votação.

Trata-se de algo tão óbvio, tão esperável, que quase dispensa comentários. No entanto, às vésperas de uma eleição nacional em que esses partidos têm candidatos, vale a pena sublinhar isto: o mesmo eleitor que, com razão, discorda das saidinhas e não quer moleza para bandidos, vota, aos milhões, para presidente da República, num descondenado que entrou para o circuito privilegiado dos políticos que enriqueceram.

Todo mundo sabe como isso aconteceu e como foi solto, mas fazem de conta que não sabem. Pelo que se viu na votação da saidinha, o voto dos criminosos brasileiros não é secreto.

 

  • Percival Puggina
  • 06 Agosto 2022

Percival Puggina

 

Leio na Revista Oeste

(...) É a primeira vez que todos os magistrados da Corte escrevem em uma mesma obra acadêmica. O lançamento acontece na próxima semana.

No livro, chamado Liberdades, Moraes discorre sobre a condição do candidato em período de campanha. O ministro assume a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no próximo dia 16 de agosto e será o responsável por liderar a Corte na eleição de outubro.

Alguns trechos do artigo de Moraes foram reproduzidos pela Folha de S.Paulo na última quinta-feira 28. No texto, o ministro sugere que deve estar atento à comunicação de candidatos durante a campanha eleitoral, que começa oficialmente em agosto.

 “Liberdade de expressão não é liberdade de agressão! Liberdade de expressão não é liberdade de destruição da democracia, das instituições e da dignidade e honra alheias! Liberdade de expressão não é liberdade de propagação de discursos de ódio e preconceituosos”, argumenta o ministro. (...)

O livro dos ministros do STF faz parte de um projeto do Instituto Justiça e Cidadania. O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Beto Simonetti, assina a apresentação da obra.

*A íntegra da matéria pode ser lida aqui:

https://revistaoeste.com/politica/moraes-sugere-intervencao-contra-discurso-de-candidatos-em-novo-livro/

Comento

Verei emanar da Corte uma expressão coletiva de apreço à Liberdade? E ainda por cima no plural: Liberdades? Todas elas, refulgentes como espada de arcanjo? Espero sinceramente que sim e que tenhamos oportunidade de ler um ato de contrição do Supremo Coletivo.

O que mais ele nos tem brindado são expressões e decisões para calafetar liberdades com o carimbo da defesa do Estado Democrático de Direito. Enfim, ler para crer.

O que mais me desconforta é a informação de que o livro vem referendado  com apresentação do aquiescente presidente da OAB, que de modo tão eloquente chancela com seu silêncio as supremas truculências destes últimos anos.

 

  • Percival Puggina
  • 02 Agosto 2022

Percival Puggina

 

Leio em Epoch Times *

Trump avisa que algo pior do que a recessão está chegando

Tom Ozimek

 

O ex-presidente Donald Trump alertou que a economia dos Estados Unidos está a caminho de um desastre maior do que uma recessão. Seus comentários foram feitos pouco antes de as estatísticas do governo mostrarem o PIB negativo pelo segundo trimestre consecutivo, o que é uma definição prática para uma recessão.

“Para onde estamos indo agora pode ser um lugar muito ruim”, disse Trump em um comício no Arizona na semana passada. “Temos que colocar isso em ordem, temos que colocar este país em movimento, ou teremos um problema sério.”

O ex-presidente destacou o colapso dos salários reais dos americanos, uma taxa de participação da força de trabalho historicamente deprimida e a pressão democrata pelo New Deal Verde que, segundo ele, esmagaria o crescimento econômico.

“Não é recessão. Recessão é uma palavra bonita. Teremos um problema muito maior do que a recessão. Teremos uma depressão”, disse o ex-presidente.

Os comentários de Trump vieram vários dias antes de o Bureau of Economic Analysis (BEA) divulgar dados mostrando que o PIB real dos EUA caiu 0,9% anualizado no segundo trimestre, depois de contrair 1,6% no primeiro trimestre.

Dois trimestres consecutivos de crescimento negativo do PIB são uma definição comum para uma recessão, embora as recessões nos Estados Unidos sejam oficialmente declaradas por um comitê de economistas do National Bureau of Economic Research (NBER) usando uma definição mais ampla do que a regra de dois quartos.

Vance Ginn, economista-chefe da Fundação de Políticas Públicas do Texas, disse à mídia irmã do Epoch Times NTD em uma entrevista que, embora oficialmente seja o NBER que chama recessões, a regra de dois quartos é “geralmente como é feito por uma regra prática. ”

“Acho que é definitivamente uma recessão em que estamos agora por causa dessas más políticas”, acrescentou Ginn, culpando uma série de “políticas progressistas” vindas da Casa Branca e da Casa controlada pelos democratas.

* Leia mais em https://www.theepochtimes.com/mkt_morningbrief/trump-warns-something-worse-than-recession-is-coming_4619894.html

Comento

O populismo é uma distorção da política, quanto aos meios e aos fins, decorrente de processos de degradação cultural que fragilizam os valores, recusam princípios e degradam simetricamente a representação política. Tal representação sempre reflete a sociedade, agudizando o que nela exista de negativo e contraproducente. Eis por que devemos estar sempre atentos, como sociedade, aos mecanismos de controle do poder político.

Estamos a ver, infelizmente, as consequências da ascensão do populismo de esquerda nos Estados Unidos. Ela é favorecida pelo presidencialismo – importante sublinhar – em vista da concentração de expectativas e de interesses em uma só pessoa. Mesmo num país que percorreu a maior parte de sua história pautado pela descentralização característica do federalismo dos “founding fathers”, o presidencialismo vem arrastando Uncle Sam para males que são inerentes a esse sistema.

O esquerdismo avançou nos Estados Unidos. Utilizou para isso os mesmos canais empregados na infiltração da esquerda no Brasil. Com Biden, o “progressismo” fez na economia americana o estrago que a “mídia tradicional” do ministro Alexandre de Moraes acusava Bolsonaro de estar causando ao Brasil.

No entanto, enquanto os poderosos EUA entram em recessão com Biden e contemplam um horizonte de incertezas sob risco de uma bomba fiscal, o Brasil convive com o menor índice de desemprego dos últimos seis anos e inflação em queda, saiu da recessão  causada pela pandemia e o PIB cresce. Mesmo num cenário de desordem das cadeias mundiais de produção, nosso país é visto pelos organismos internacionais como uma das poucas exceções positivas entre as grandes economias mundiais.

O populismo de esquerda é um desastre, é como um tornado por onde passa. Se tem dúvida, dê uma lida nas propostas de Lula.

  • Percival Puggina
  • 30 Julho 2022

 

Percival Puggina

 

Leio no UOL (Grupo Folha)

Em seu novo relatório sobre a evolução econômica global, o Fundo Monetário Internacional (FMI) emitiu um aviso claro: as perspectivas de crescimento "estão inclinadas esmagadoramente para o lado negativo" e, se os riscos se concretizarem, poderão empurrar a economia mundial para uma das piores recessões em meio século. Entre as exceções estão o Brasil e o México.

Comento

Li a matéria do UOL, contendo avaliação positiva sobre a economia brasileira nestes tempos difíceis, esperando encontrar, a todo momento, aquela advertência: “disse o FMI, sem apresentar provas”...

Mas não veio. Talvez algum descuido tenha proporcionado esse “vazamento” de uma notícia internacional que traz desconforto à campanha do companheiro Lula, ou a cartilha da redação militante não faça alusão ao FMI como adversário a ser abatido. Enfim, os que torcem contra o Brasil e dizem defender a democracia e o Estado de Direito com arbitrariedades e supressão de liberdades estão vivendo dias de más notícias.

  • Percival Puggina
  • 28 Julho 2022