Aqui se cultuam grandes pensadores e líderes que impulsionaram positivamente a história.

“O bem que o Estado pode fazer é limitado; o mal, infinito. O que ele pode nos dar é sempre menos do que nos pode tirar.”

Roberto Campos

"O homem que diz que a verdade não existe está pedindo para que você não acredite nele. Então, não acredite."
 

Roger Scruton

“Socialismo é a filosofia do fracasso, a crença na ignorância, o evangelho da inveja; sua virtude é a igual repartição da miséria.”

 

Winston Churchill

 

"Ter poder é como ser uma grande dama. Se você precisa dizer que é, você não é."
  

Margaret Thatcher

 

"A economia não lida com coisas e objetos materiais tangíveis, trata dos homens, suas ações e propósitos.“

 

 

Ludwig Von Mises

 

"Mas o que é a liberdade sem a sabedoria e a virtude? É o maior de todos os males possíveis, pois é apenas estupidez, vício e loucura sem proteção ou freio."

 

Edmund Burke

 

"No Brasil, a virtude, quando existe, é heroica, porque tem que lutar com a opinião e o governo."

 

José Bonifácio

 

As palavras mais terríveis são: "Eu sou do governo e estou aqui para ajudar”

Ronald Reagan

 

“Assim como vai a família, irá a nação e assim irá o mundo em que vivemos.”

S. João Paulo II

"O certo é certo, mesmo que ninguém o faça. O errado é errado, mesmo que todos se enganem sobre ele."

Gilbert Keith Chesterton


Artigos do Puggina

Percival Puggina

27/10/2021

 

Percival Puggina

 

Há um poder multiforme instalado no país. Décadas de formação e consolidação lhe permitem agir por conta própria e com agendas próprias. Embora de esquerda e interaja com seus partidos, dispensa representação política, tal a liberdade com que opera. O poder multiforme vale-se da democracia e das instituições para agir até contra a vontade das urnas na comunicação, no ambiente cultural, no sistema de ensino, no Poder Judiciário, no Ministério Público. Controla seus militantes no aparelho estatal e, embora laicista, influencia diretamente algumas igrejas.

O nome disso é hegemonia, fenômeno nefasto à democracia, que só pode ser superado pelo surgimento de força oposta, em um novo polo, vale dizer, através de polarização. No desempenho de seu papel acusador, investigador e julgador, o ministro Alexandre de Moraes costuma elencar, entre as razões de seu enfado contra alguém, o “estímulo à polarização”, ou o “reforço ao discurso de polarização”. A palavra entrou para o circuito dos chavões sem sentido no mundo dos fatos contra os quais briga.

Polarização é condenada por quem quer ser “terceira via”, ou por quem rejeita o conservadorismo, como o ministro e a quase totalidade de seus pares. Por longos anos, a formação esquerdista constituiu atributo necessário à indicação para o Supremo.

Tão logo Bolsonaro foi eleito, tudo ficou muito evidente. Ele poderia ser perfeito como um cristal de Baccarat (coisa que, não é) e ainda assim desabariam sobre ele e seu governo os males que pudessem pedir ao deus da mitologia nórdica, Thor e seu martelo de raios e trovões. A eleição do novo presidente inquietou a hegemonia esquerdista no país. Os mais poderosos setores de influência política e cultural na sociedade brasileira não concedem a isso indulto, nem habeas corpus.

Pelo muito que a hegemonia significa para a imposição de um poder efetivo sobre a vida social, era preciso que o imprevisto eleitoral tivesse a mais curta duração possível. A derrota da esquerda não a destruiu nem a levou a parar com o que sempre fez. No entanto, serviu para dar nitidez à sua existência e para mostrar o quanto era necessário o surgimento de outro polo no espaço real onde vivem cidadãos comuns, com anseios também comuns por liberdade, ordem, segurança, justiça e progresso; cidadãos que prezam a sacralidade do espaço familiar, o direito de propriedade e de defesa; cidadãos que afirmam valores comuns à cultura ocidental de que são herdeiros.

É isso que nós, conservadores, sustentamos. Esse é o polo onde nos situamos, de onde não queremos sair, e onde persistiremos em agir, malgrado as dificuldades que nos são impostas pelos ardilosos que protegem sua hegemonia condenando a polarização.

Se até eu aprendi, lendo Gramsci, que a banda toca assim...

Percival Puggina (76), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+.

 

 

 

Percival Puggina

22/10/2021

 

Percival Puggina

        

         O filme Caça-Fantasmas (Ghostbusters) conta a história de três sujeitos que montam em Nova Iorque um pequeno negócio dedicado a localizar assombrações e livrar seus clientes de tais incômodos. Envolvendo fantasia, ficção científica e comédia, tornou-se o grande sucesso de bilheteria no ano de 1984.

Tem sido impossível não lembrar dos ghostbusters quando acompanho, com profundo pesar, o autoritarismo mediante o qual o topo do poder judiciário brasileiro assedia e persegue seus próprios fantasmas de modo tenaz e impiedoso, intervindo na liberdade de expressão de um modo que não se via desde tempos remotos.

Como soa pouco convincente uma defesa da democracia que cerceia liberdades, que censura opiniões, que impõe a comunicadores medidas raramente adotadas e mantidas contra traficantes! Os excelentes atores do filme sabiam que interpretavam um papel ficcional. E eram muito simpáticos.

O Brasil vive um período de instabilidade. Mas se existe algo estável é esse regime autorrotulado como democrático, no qual os poderes de Estado – estáveis como eles só! - se encarregam de promover os trancos e barrancos que fazem tremer o solo sobre o qual nós, cidadãos, queremos andar e levar nossas vidas. No regime, enfermo de nascença, ninguém tasca! As necessárias reformas que o poderiam estabilizar são inconvenientes àqueles a quem caberia votá-las. Tudo é feito em viés oposto, para preservar a ordem institucional que lhes convém e ampliar os próprios privilégios.

Leitura que fiz no site Poder 360º sobre a decisão que colocou Allan dos Santos na lista vermelha da Interpol me pôs diante de um trecho em que o ministro Alexandre de Moraes diz ser a prisão preventiva a “única medida apta a garantir a ordem pública”. Será que estamos, leitor, perante um caso de desordem pública ... imperceptível? Pois é. Do que li, colhi a impressão de haver, no Brasil, um lado que “reforça o discurso de polarização”, “gera animosidade dentro da sociedade brasileira” e “promove o descrédito dos poderes da república” (haveria tanto a dizer, em mais espaço, sobre cada uma dessas frases!).

Assim como considero pífia a inclusão de tais afirmações na lista das acusações contra Allan dos Santos, eu as percebo compatíveis com o atual modo de agir e reagir do STF.

Lembro, por fim, que nenhuma instituição se confunde com “a” democracia e que os três poderes de Estado são poderes “da” democracia. Esta, assim como tem uma dimensão técnica, que envolve seus poderes e sua organização, tem uma não menos significativa dimensão ética, na qual se incluem a adesão, tão consensual quanto possível, a valores em cuja ausência ela se desfigura e, até mesmo, muda de nome. Entre eles a liberdade de opinião.

Percival Puggina (76), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+.

Percival Puggina

20/10/2021

 

Percival Puggina

 

        Os maus exemplos sufocam os bons exemplos como a erva daninha mata a planta boa. Temos assistido, nos últimos três anos, a sucessivos exemplos de autoritarismo.  Na minha percepção, o fenômeno iniciou no Supremo Tribunal Federal e se propagou rapidamente no Congresso Nacional. Em ambos os lados da praça, a Constituição é serventia da casa e servida ao gosto do patrão. 

Foi o autoritarismo que expediu ordens descabidas ao presidente da República por parte do STF. Foi ele que criou o inquérito do fim do mundo. É ele que fecha jornais, prende jornalistas, criou o flagrante eterno, estatizou verdades e impôs medo à liberdade de opinião.

Vê-se autoritarismo em atos cotidianos do presidente da Câmara dos Deputados no exercício de sua prerrogativa de elaborar a pauta de votações. Em três anos, a Casa não votou a PEC da prisão após condenação em segunda instância, nem o fim do foro privilegiado. Na democracia à brasileira, dane-se a opinião pública! É por causa do autoritarismo que custeamos 513 deputados federais para que uma dezena de líderes de bancada comandem os acontecimentos da Casa e conduzam todos os demais pelo nariz, segundo seu querer. Essa submissão se deve ao autoritarismo dos líderes na distribuição dos recursos públicos, sejam partidários, sejam do orçamento da União.

Houve longas sessões de autoritarismo na CPI da Covid-19. Foi o autoritarismo que levou ao “Pare de trabalhar e fique em casa!”. É o autoritarismo que leva juristas, políticos e jornalistas a regrarem o ato médico, formulem, com os próprios cotovelos, verdades “científicas” e imponham o passaporte sanitário.

Por puro autoritarismo, um único senador consegue tornar estéril a prerrogativa presidencial de indicar à aprovação do Senado um novo ministro do STF. Afirma o senador, e há quem concorde, ser sua a prerrogativa de marcar a data para a sabatina do indicado, podendo fazê-lo quando bem entender. Ou seja, o ato convocatório da sessão de sabatina poderia ocorrer no intervalo de tempo vai do já ao nunca. Passados cem dias da indicação, tudo leva a crer que o senador Alcolumbre pretende cumprir o que já li haver ele afirmado: enquanto for presidente da CCJ essa audiência não vai acontecer.

Examinemos em microscópio essa variante amapaense da síndrome autoritária que assusta a nação. O senador Davi Alcolumbre preside a Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal do Brasil sem haver concluído sequer o curso de Ciências Econômicas cujas aulas um dia pretendeu frequentar. Na poltrona onde já sentaram figuras ilustres do direito brasileiro, senta-se agora um senador graduado no ensino médio, incapaz de compreender que o direito de marcar a data de um evento não se confunde com o direito de não marcar a data do mesmo evento.  E mais, escapa-lhe a compreensão de que se assim fosse, os presidentes da CCJ teriam a prerrogativa de, ao longo dos anos, esvaziar por completo o plenário do STF. Bastaria, para isso, que a mesma “prerrogativa” fosse usada pelos titulares do posto ao longo do tempo necessário para todos os ministros se aposentarem. O senador nem imagina que o abuso de sua prerrogativa pontual derruba direito constitucional atribuído ao Presidente. Cabe a este indicar à CCJ quem ele quiser, para que a comissão, por deliberação colegiada de seus membros, verifique se o indicado atende às condições exigidas de um ministro do Supremo pela Carta da República.

Democracia e autoritarismo são antagônicos. Para usar palavra da moda, o autoritarismo é antidemocrático. Para se protegerem de seus fantasmas, o STF e o Congresso Nacional nos arrastam para um simulacro de democracia que a parcela mais bem informada da população não mais leva a sério.

Percival Puggina (76), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+.

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Por que criei este site

Minha posição política é conservadora em relação ao que tem valor permanente. Quer mudar dentro da ordem o que precisa ser mudado. É democrata e serve ao bem da pessoa humana segundo uma antropologia e uma ética cristã. É pró-vida e sustenta a superior dignidade da pessoa humana. Vê a liberdade como sócia bem sucedida da verdade e da responsabilidade. É liberal porque sabe o quanto é necessário impor freios e limites ao Estado, cujos poderes deveriam agir para se tornarem cada vez menos necessários. Defende o direito de propriedade e as liberdades econômicas. Sem prejuízo de muitas outras exclusões, nessa posição política não há lugar para defensores de totalitarismos e autoritarismos, para fabianos e companheiros de viagem de esquerdistas, nem para políticos patrimonialistas.

 

Para defender essas posições, nasceu este website em 2003. Mediante sucessivas incorporações de novas tecnologias chega a esta quarta forma visual de apresentar os conteúdos com que espera proporcionar a seus leitores bom alimento à mente e ao espírito. Sejam todos muito bem-vindos e que Deus os abençoe.

Fique Sabendo

QUADRO FRASES PARA QUEM AINDA NÃO ENTENDEU

Percival Puggina

25/10/2021

Percival Puggina

 

Acompanhadas da comum observação “encaminhada com frequência”, chegam-me pelo WhatsApp estas quatro esplêndidas frases da jornalista Fabiane Vascocellos:

Trabalhador foi preso para evitar o contágio na rua.

Bandido foi solto para evitar contágio no presídio.

Comerciante trabalhou escondido, como se fosse bandido.

E o bandido, livre (como se fosse um trabalhador).

Penso que elas sintetizam perfeitamente minha percepção de que além dos óbitos que causou, a pandemia:

  1. produziu lesão cerebral em muita gente, invertendo valores e inibindo a percepção da realidade;
  2. fez surgir multidão de déspotas que precisam ser denunciados para que suas condutas não prosperem como erva daninha;
  3. mostrou que a censura é uma tentação diante da qual o poder facilmente fraqueja enquanto pensa avultar-se;
  4. criou uma legião de cidadãos pronta para submeter-se a qualquer determinação que lhe seja expedida;
  5. evidenciou a falta de pluralismo na imprensa e suas consequências.
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Percival Puggina

 

            Inspirados no Decálogo de mais longa tradição espiritual, conhecido, também, como os Dez Mandamentos da Lei de Deus, existe uma infinidade de outros referindo e inspirando diversos aspectos da vida social. Os dois mais conhecidos são os decálogos de Lênin e de Lincoln. Curiosamente, nenhum deles foi produzido pelos autores a que estão atribuídos. Frequentemente, são apresentados em contraposição.

Não se sabe quem escreveu o “de Lênin”, embora seja muito fácil reconhecer que os preceitos ali expostos correspondem a estratégias revolucionárias e de dominação aplicadas em muitos países e ainda hoje persistentes na ação de um tipo de esquerda que, no Brasil, conhecemos bem de perto. Parecem extraídos de uma leitura dessas experiências. A saber:

  1. Corrompa a juventude e dê-lhe liberdade sexual;
   2. Infiltre e depois controle todos os veículos de comunicação de massa;
   3. Divida a população em grupos antagônicos, incitando-os a discussões sobre assuntos sociais;
   4. Destrua a confiança do povo em seus líderes;
   5. Fale sempre sobre Democracia e em Estado de Direito, mas, tão logo haja oportunidade, assuma o Poder sem nenhum escrúpulo;
  6. Colabore para o esbanjamento do dinheiro público; coloque em descrédito a imagem do País, especialmente no exterior e provoque o pânico e o desassossego na população por meio da inflação;
   7. Promova greves, mesmo ilegais, nas indústrias vitais do País;
   8. Promova distúrbios e contribua para que as autoridades constituídas não as coíbam;
   9. Contribua para a derrocada dos valores morais, da honestidade e da crença nas promessas dos governantes. Nossos parlamentares infiltrados nos partidos democráticos devem acusar os não-comunistas, obrigando-os, sem pena de expô-los ao ridículo, a votar somente no que for de interesse da causa socialista;
  10. Procure catalogar todos aqueles que possuam armas de fogo, para que elas sejam confiscadas no momento oportuno, tornando impossível qualquer resistência à causa…

Sobre o decálogo “de Abraham Lincoln”, parece haver um consenso sobre corresponder a um texto posterior ao ex-presidente norte-americano, redigido pelo reverendo Willliam J. H. Boetcker. Publicado originalmente em 1916 e conhecido como os Ten cannots (os 10 não “Não podes”), acabou incorporado, em 1942, a um texto da organização conservadora Committee for Constitucional Government.

Um site de esquerda, por onde andei pesquisando o assunto,  certamente alinhado com o decálogo aí acima, chama o decálogo que transcrevo a seguir de “patacoada”. Será preciso dizer mais?

  1. Você não pode criar prosperidade desalentando a Iniciativa Própria.
  2. Você não pode fortalecer ao débil, enfraquecendo o forte.
  3. Você não pode ajudar os pequenos, esmagando os grandes.
  4. Você não pode ajudar o pobre, destruindo o rico.
  5. Você não pode elevar o salário, pressionando a quem paga o salário.
  6. Você não pode resolver seus problemas enquanto gasta mais do que ganha.
  7. Você não pode promover a fraternidade da humanidade, admitindo e incitando o ódio de classes.
  8. Você não pode garantir uma adequada segurança com dinheiro emprestado.
  9. Você não pode formar o caráter e o valor do homem lhe tirando sua independência (liberdade) e iniciativa.
  10. Você não pode ajudar aos homens permanentemente, realizando por eles o que eles podem e devem fazer por si mesmos.

 

 

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Cory Morgan, The Epoch Times

 

A grande transição do óleo para o verde esta destruindo o mundo  que entra  numa crise  energética produzida por ele mesmo.

India e China estão  varrendo o mundo em busca de carvão para queima, enquanto a Alemanha está oferecendo aos seus cidadãos tutoriais de como cozinhar sem eletricidade*  antevendo apagões para um futuro próximo.  Os preços do gás natural, óleo e  carvão estão altíssimos..

A expressão “Energy  Poverty” (pobreza energética) foi  empregada no passado para os pobres ou países subdesenvolvidos. Hoje, cidadãos em alguns dos países mais ricos do planeta, estão usando a expressão para si mesmos.

O inverno ainda não chegou nesses países que precisam de energia para aquecimento por questões de sobrevivência.

Enquanto isso, o Canadá continua mantendo fechadas suas vastas reservas de recursos que o mundo necessita tão deseperadamente.

A província de Alberta fechou todas as suas minas de carvão, British Columbia , outra província Canadense, coloca empecilhos em todos os projetos de terminais de liquefação de gás natural (LNG), além de um cuja construção se arrasta sem conclusão a vista. Quebec por sua vez além de  paralisar  um projeto de  terminal  de LNG em construção por quase um década, esta considerando proibir todo e qualquer projeto de aproveitamento de óleo e gás em seu território PARA SEMPRE.

Enquanto isso, as obras de expansão do oleoduto Trans Mountain seguem a passo de tartaruga e se mantem há anos de sua conclusão.

Enquanto o Canadá tem algumas das maiores reservas de petroquímicos do planeta,  é  incapaz de contribuir com alguma ajuda na acelerada demanda mundial por produtos energéticos. O pais aleijou sua produção e capacidade de exportação tão severamente que precisará anos para poder responder ao atual surto de demanda.

 

Líderes precisam deixar de lado sua ideologia e encarar a realidade

Como o mundo entrou nessa confusão?

Como se não bastasse  tudo  que produziu essa situação, a pandemia do Covid 19 adicionou sua parcela de culpa no caso. Os lockdowns de 2020  levaram a uma queda na demanda por energia. Com a volta das viagens e retomada do comércio em 2021 os produtores de energia não estão sendo capazes de incrementar sua produção na velocidade exigida pela demanda.

Décadas de ingênuas politicas ideológicas sobre energia no mundo todo redundaram  nesses desafios à segurança energética

A pandemia  produziu um enorme estrago nas cadeias de distribuição e a distribuição de energéticos nao é exceção.

Os choques de demanda induzidos pela pandemia expuseram quão frágil se tornou a distribuição de energéticos.    Décadas de Ingênuas Politicas Ideológicas sobre energia no mundo todo redundaram  nesses desafios à seguranca energética.  Países se comprometeram a não razoáveis metas de redução de emissões para si próprios na sua ânsia de combater a mudança de clima, enquanto centrais convencionais de produção de energia foram simplesmente fechadas em antecipação a novas e “limpas’ fontes que  nunca se materializaram.

Com a alta dos preços de óleo, o Presidente  Biden vai de chapéu na mão à OPEP implorar a eles que aumentem a produção. Aparentemente, nunca ocorreu a Biden reconsiderar o fechamento do oleoduto Canadense (Keystone XL) para aumentar a própria produção.

Enquanto isso, a Governadora Gretchen, do estado de Michigan, se mantém na firme resolução  de fechar o oleoduto “Line 5” da Enbridge, que além de acentuar a falta de energia do Estado custará milhares de empregos.

Canadá está ligeiramente melhor. Quando propostas de novos oleodutos levando de Alberta para o leste do país são rejeitados, petroleiros estrangeiros entregam o produto em Quebec. Virtude absurda, rejeitar o produto doméstico e importar  estoques estrangeiros... Apesar de ser abençoado com abundantes fontes de energia, o Canadá corre o risco de enfrentar a mesma crise que grassa na Europa.

As mais “verdes” nações de ontem são as mais vulneráveis à escassez de energia de hoje, como evidenciado pela situação alemã. Eles estão buscando aumentar suas importações de carvão este ano, se isso for possível.

Apesar de ter que enfrentar a pior crise de energia nunca vista desde os anos 70, não parece que os líderes do mundo entenderam ainda a mensagem.  A Conferência de 2021 sobre mudança climática da ONU, marcada para o final deste outubro em Glasgow Escócia , ainda  tem como alvo uma nova redução de consumo de óleo a qualquer custo. E esses custos estarão terrivelmente altos em pouco tempo.

O mundo terá um choque de realidade energética no próximo ano.  Esperemos todos por um inverno ameno porque os moinhos de vento e as fazendas de energia solar na Europa não serão capazes de suprir a demanda por energia durante uma frente fria e sem as térmicas a gás e carvão para suprir o déficit .

Apagões à parte, os preços de produtos ao consumidor subirão rapidamente. As estufas da Holanda ja estão sendo paralisadas por falta de gás. Elas são as grandes produtoras de hortaliças  durante o inverno europeu. A profusão de fertilizantes também dependentes de gás natural segue subindo seus preços. Os preços de alimentos deverão explodir, enquanto outros produtos que dependem de transporte também apresentarão aumentos.

A crise energética deste ano  não tem escapatória, pois já está em marcha.

Nossa única esperança é que o mundo aprenda a partir desta e limite esta crise a um único ano. Os líderes precisam esquecer suas ideologias e enfrentar a realidade. Um dia iremos certamente mudar dos combustiveis fósseis para as fontes renováveis de geração, mas é claro e cristalino que não chegamos lá ainda. Há tempo para  trazer de volta nossa produção de combustíveis fósseis. Podemos estabilizar nossos suprimentos de energia e manter nossos elevados padrões de vida a que estamos acostumados.

Estamos entrando numa crise produzida por nós mesmos enquanto mantemos um olho cego para nossas soluções óbvias.

O Canadá poderia estar bem colocado para suprir o mundo da energia necessária, mas será que vamos nos permitir isso?

Eu acho que não.    

*       Na Alemanha como na America do Norte os fogões em sua maioria são elétricos.

**     Cory Morgan é um colunista e empresário baseado em Calgary Alberta Canadá.

***    Tradução feita por Jorge Abeid, engenheiro brasileiro, empresário no Canadá.

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LIVRO - A Tragédia da Utopia

É meu mais recente livro publicado. Aos 60 anos da revolução que destruiu a antiga Pérola do Caribe, ampliei e atualizei neste livro a primeira edição da obra, publicada em 2004. A análise da realidade cubana segue os mesmos passos, mas o foco do texto vai posto, principalmente, no jovem leitor brasileiro. Enquanto a primeira edição olhou de modo descritivo a realidade em si, esta segunda edição amplia as informações e registra as alterações constatadas ao longo dos últimos 15 anos, levando em conta a necessidade de confrontar as mentiras que a propaganda pró Cuba conta com a verdade que lá se vê, e de destruir com as razões da Razão os sofismas que são construídos para justificar a perversidade do regime.

 

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Fato Comentado

 

 

 

Manifestantes contra o Passaporte Sanitário

 

Os Manifestantes da população de Porto Alegre, contrários ao PASSAPORTE SANITÁRIO, presentes na Sessão Plenária do dia 20 de outubro de 2021, na Câmara Municipal, vêm a público repudiar as acusações sofridas de apologia ao nazismo.

Ocorre que no estudo realizado sobre a medida do chamado “PASSAPORTE SANITÁRIO”, de sua abrangência e de seu significado enquanto cogente à população, ficou claro que se identifica com medidas típicas de um estado totalitário, tal como o governado pelo partido nacional-socialista da Alemanha dos anos 30 e início dos 40 do Século XX. As semelhanças são evidentes.

Assim como o Estado Nazista pretendia invadir a esfera pessoal e privada de cada cidadão, cerceando-lhe o seu livre-arbítrio, assim é o “PASSAPORTE SANITÁRIO”. Este retiraria da pessoa humana, do cidadão, seu poder de decisão sobre si próprio. Assim como o Estado Nazista marcou externamente o povo de etnia judaica antes de tomar medidas mais graves contra ele, o referido passaporte pretende “marcar” publicamente a todos os que decidirem não se vacinarem.

Assim como o Estado Nazista restringiu a circulação do mesmo povo de etnia judaica, quer-se, com a essa medida, restringir-se a circulação de pessoas “não vacinadas”, possivelmente apenas a primeira de muitas restrições aos direitos humanos fundamentais de parte expressiva da população.

Também os vacinados e portadores do passaporte sofrerão, caso implementado definitivamente, uma injusta intervenção estatal, pois o Estado estará afetando suas decisões pessoais e monitorando indevidamente a pessoa do cidadão, ferindo-lhe também os direitos à liberdade e intimidade, dentre outros.

É preciso alertar aos legisladores e à população em geral dessa natureza do passaporte sanitário obrigatório. Justamente, o repúdio e a ojeriza ao Nazismo e a suas práticas leva o grupo a se manifestar contra a obrigatoriedade do PASSAPORTE SANITÁRIO e a denunciar seu caráter totalitário, jamais havendo sequer a mais mínima tolerância com o nacional-socialismo, pelo que a acusação de apologia ao nazismo causa indignação, repúdio e ofensa.

A leviana acusação perpetrada teve como objetivo apenas denegrir a imagem de um grupo de homens e mulheres de bem, trabalhadores e cumpridores de suas obrigações sociais, que busca justamente defender a liberdade humana contra uma ingerência injusta e indevida do Estado, invertendo os fatos e tentando dirigir a opinião pública contra o que seria natural apoiar.

É na defesa da dignidade da pessoa humana, de toda a pessoa humana e de todo cidadão, dos seus direitos fundamentais e das liberdades individuais que nos manifestamos.

  • Manifestantes contra o Passaporte Sanitário
  • 24 Outubro 2021

 

Percival Puggina

 

            Rodrigo Pacheco era uma figura pouco conhecida da cena política nacional, até se tornar presidente do Senado. A partir daí, ganhou destaque por sua omissão. Virou mais um coveiro das esperanças nacionais.

É bom rever o princípio moral por trás disso. Porque somos livres para agir e não agir, somos responsáveis pelo que fazemos e pelo que deixamos de fazer. Certas omissões são crimes tipificados em lei, como a não prestação de socorro, em certas condições. É imenso o leque de omissões que compõem o cotidiano da vida humana em sociedade. Começa, talvez, na criança que não fez a lição de casa, até o presidente do Senado que não pautou projetos importantes para a nação.

No setor privado, certas omissões dão motivo à demissão por justa causa. No setor público, há omissões que caracterizam prevaricação (retardar ou não praticar ato de ofício por interesse ou sentimento pessoal). E o omisso senador Rodrigo Pacheco não pautou qualquer dos processos de impeachment contra ministros do STF quando as ruas e as praças clamavam e clamam por isso. Não pautou a proposta de emenda à Constituição que estabelece a prisão após condenação em segunda instância, mantendo em vigor a regra de ouro da impunidade (prisão só após trânsito em julgado de sentença penal condenatória), só defendida por advogados criminalistas e seus clientes. Não pautou o fim do foro privilegiado, essa ofensa que a constituinte de 1988, em meio a tantas outras, dirigiu à sociedade brasileira.

Eis que o senador Pacheco deixa o DEM e vai para o PSD de Gilberto Kassab com alvará para disputar a presidência pelo partido que, nas palavras de seu fundador, não é de esquerda, nem de direita, nem de centro...

Quem se seduziu pelo senador bem falante já conhece, a essas alturas, o omisso representante do grande e histórico estado de Minas Gerais.

  • Percival Puggina
  • 23 Outubro 2021

 

Percival Puggina

 

Leio no Estadão:

'Rede do ódio' bolsonarista age para atacar CPI da Covid e desqualificar relatório. E segue a matéria.

Vinícius Valfré, O Estado de S.Paulo

21 de outubro de 2021 | 05h00

BRASÍLIA — A apresentação do relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, nesta quarta-feira, 20, provocou forte reação de apoiadores do governo de Jair Bolsonaro nas redes sociais. A mensagem disseminada em páginas bolsonaristas e difundida à exaustão era clara: atacar diretamente o relator da CPI, Renan Calheiros (MDB-AL), e desqualificar o texto que atribui crimes graves a integrantes do governo e seus aliados. Uma transmissão ao vivo do senador Flávio Bolsonaro (Patriotas-RJ), em que chamou Renan de "vagabundo" e enumerou supostos crimes do político de Alagoas na condução dos trabalhos deu o tom da reação organizada nas redes.(O texto segue, link adiante)

Comento

A paralaxe cognitiva, o estrabismo ideológico e o facciosismo que acometeram parcela significativa da outrora grande mídia brasileira, impedem veículos como o Estadão, de parar na frente de um espelho e ponderar aquilo que escrevem e produzem. Há muito mais ódio explícito no texto parcialmente transcrito acima (Leia o texto todo aqui), do que nas reações da base de apoio do governo ao relatório do senador Renan Calheiros.

Como esquecer que a CPI foi comandanda por três inimigos declarados do presidente? Como esquecer que foi montada de modo a ter apenas três apoiadores em seus quadros? Como desconhecer o caráter autoritário de sua condução? Como esquecer o desinteresse pelas muitas organizações criminosas que nos estados e municípios se valeram da pandemia para saquear a União? Como esquecer a folha corrida dos “inquiridores”? Como esquecer que o relator da CPI, em 2007 renunciou à presidência do Senado como condição para preservar o mandato porque seus colegas se recusavam a permanecer nas sessões sob sua presidência? Como atribuir credibilidade a um relatório dele sobre notório adversário político seu e da maioria da comissão?

Esse pretenso jornalismo fala em “Rede do ódio” como se ele mesmo não fosse uma rede de ódio indisfarçável, atuando de modo cotidiano, contra o governo e contra quem ouse defendê-lo de sua sanha destrutiva. 

  • Percival Puggina
  • 21 Outubro 2021

CubaNet

 

HAVANA, Cuba.- O regime cubano respondeu à notificação apresentada pelo grupo do Arquipélago sobre a “Marcha Cívica pela Mudança”, inicialmente marcada para 20 de novembro e depois antecipada em cinco dias após o repentino anúncio oficial de que naquela data seria celebrado em Dia da Defesa Nacional. Essa data costuma trazer consigo um desfile militar que,neste ano, tendo em conta o clima político e social, não será nada simbólico. Será uma demonstração de hostilidade para com o povo cubano.

Como esperado, a marcha foi declarada ilegal porque supostamente visa a subverter a ordem estabelecida e envolve elementos que buscam derrubar o governo. A proibição está baseada no artigo 4º da Carta Magna aprovada em 2019, que estabelece a irrevogabilidade do socialismo como sistema político. Foi uma questão de tempo até que essa armadilha se abrisse sob os pés da sociedade civil, pois nessas consultas populares, quando se debateu o anteprojeto da nova Constituição, poucos perceberam que o referido artigo subordinava o resto do documento e, portanto, o destino da nação, a monstruosidade que durante seis décadas demonstrou, com provas cada vez mais avassaladoras, a sua ineficácia.

O perigo passou nas cartas impressas aos olhos dos cubanos que preferiram discutir o direito dos homossexuais ao casamento, as modificações nas normas de imigração, a precariedade das pensões e da proteção dos animais; questões de inegável interesse social, cuja posterior abordagem jurídica deixou pouca ou nenhuma satisfação entre os cidadãos, precisamente porque é impossível encontrar uma solução para os problemas dentro da mesma matriz política que os gerou.

O artigo 4º é um entrave aos direitos civis, que estende a todas as camadas da vida da ilha aquela máxima exclusiva que Fidel Castro lançou contra os intelectuais em 1961. Nada pode ir contra a revolução, que só existe para intimidar as pessoas. Nem a cultura, nem o setor privado, nem a produção agrícola, nem a ciência, nem as artes podem se desenvolver fora das diretrizes estabelecidas pelo único partido que cultivou metodicamente a hipocrisia, a mediocridade e o terror.

Comento

Estas poucas linhas de um editorial mais extenso que merece ser lido aqui, exibem o torniquete imposto por esse solitário preceito de uma Constituição em que tudo mais é feito para iludir e prorrogar indefinidamente a opressão sobre as liberdades sem as quais nenhum país consegue promover desenvolvimento econômico e social. A ilusão dos direitos, antes negados e agora concedidos, serviu para o marketing da nova constituição, mas não esconde a repressão, a prisão de dissidentes, a inexistência de oposição formal, legalmente reconhecida. Não oculta a tirania, enfim. 

Quem for socialista, conteste que, aqui, também temos miséria. Sim, é verdade. Também aqui graças a uma constituição socializante, estatista, onerosa. Também aqui é o Estado pela a apropriação que promove da renda nacional, o principal concentrador e gastador, consigo mesmo, dos recursos produzidos pela nação.

  • CubaNet
  • 15 Outubro 2021

 

Percival Puggina

Leio no Congresso em Foco

A CPI da Covid vai encaminhar ao Tribunal Penal Internacional (TPI), em Haia, na Holanda, cópia do seu relatório final, denunciando o presidente Jair Bolsonaro por crime contra a humanidade. A decisão foi acertada entre o relator, Renan Calheiros (MDB-AL), e o grupo majoritário da comissão, o chamado G7. A denúncia se sustentará em dois pontos: a crise com o desabastecimento de oxigênio em Manaus e a falta de políticas de proteção para os povos indígenas durante a pandemia.

Comento

Radicalização política, de uns tempos para cá, passou a ser rótulo aplicado a quem olha para o passado, olha para o presente e olha para o futuro e não põe dúvida no fato de que a volta da esquerda significa o retorno ao “Tudo pelo poder e, no poder, tudo”.

No entanto, radicalismo aos limites da exaustão alheia, é atributo da esquerda que hegemonizou o Brasil até 2018. Lula admitiu isso literalmente em 2014, falando a  Dilma: “Eles não sabem do que seremos capazes de fazer”. Lembram? Muitos sabiam; agora, a maioria sabe.

A direita, no Brasil, nunca foi ativa. Sempre foi responsiva. Suas dificuldades políticas e a hegemonia esquerdista foram construídas graças a isso. Ainda hoje, mesmo com a vitória eleitoral de 2018, tal conduta persiste. A direita só responde ao radicalismo da esquerda nas redes sociais e com povo na rua em civilizadas manifestações.

Para a esquerda, tudo vale se for para “colar uma etiqueta” em alguém ou consolidar uma de suas “narrativas”. Até levar o circo para Haia.

Os postes estão com incontinência urinária.

  • Percival Puggina, com conteúdo Congresso em Foco
  • 12 Outubro 2021