• Alexandre Petersen
  • 02 Julho 2021

 

Alexandre Petersen

 

Quando se consegue recuperar o fôlego e um pouco a distância psíquica após se aventurar nos portais de notícias, percebemos que ficamos com uma sensação de ter estado afundados em uma realidade paralela, muito distinta da voz de fundo de nossos pais falando na cozinha, do cachorro latindo na rua e da chuva caindo copiosamente sobre o telhado sem que o tivéssemos percebido.

Nesta imersão na web parece que entramos em um desses estranhos estados alpha de consciência. Recentemente, depois de um regresso da “matrix” e de ter recobrado meu juízo, resolvi fazer algumas reflexões sobre minha experiência, bem como sobre a situação atual do grande público e de sua relação com as notícias informativas. Tais reflexões me levaram a conclusões que passo agora a compartilhar.

Indo direto ao ponto, nesta relação entre o público e o consumo de informação, a impressão é de que o interesse desta audiência e as notícias é, via de regra, efêmero e epidérmico. O relacionamento se dá muito mais para satisfazer a sede de novidades, do que por um genuíno desejo de se tornar informado no melhor sentido da palavra, que é: conhecer a verdade dos fatos para se posicionar frente a eles segundo sua cadeia de valores, princípios, mentalidade e visão de mundo. O público atual busca as notícias como forma de entretenimento, de excitar sua imaginação e provocar impulsos nos seus sentidos, que produzam emoções próximas, por exemplo, das que se experimenta quando se vai ao cinema ou a um parque de diversões.

Para satisfazer tal apetite por novidades e novas sensações, os portais jornalísticos precisam produzir uma quantidade monumental de informações. Essa produção é facilitada pela tecnologia de informação que disponibiliza, em segundos, uma pletora de novas informações e estímulos que compõe atualmente o vasto horizonte midiático que conhecemos. É um mar de notícias, é verdade, mas um mar que quando se imerge nele, percebe-se que quase não tem profundidade alguma.

Por outro lado, a competição entre os vários veículos de informação para obter a atenção do público, em vez de gerar, como seria natural, mais qualidade nas informações como diferencial para vencer a disputa, age ao contrário. Se esforça por produzir ainda mais notícias que apelam para as emoções e para o ludismo, e não para a razão e para um approach equilibrado e abalizado dos fatos. No lugar disso apresenta cada vez mais novidades, notícias sensacionais e emoções efêmeras.

Além do conteúdo não primar pela qualidade, a mídia, por meio das tecnologias de informação e do mundo de possibilidades que estas oferecem, transforma o modo de acessar e receber a informação, tornando-o cada vez mais instintivo e condicionado, quase autômato. É então um universo de pop-ups, hiperlinks, dentre outras técnicas e artifícios, que aparecem na tela e que são utilizados para captar a atenção do leitor e gerar a esperada interação com o portal.

É importante notar que, neste caso, o interesse prévio e a possibilidade de deliberação, portanto, a liberdade, ficam diminuídos, tolhidos. Isto toca em maior ou menor grau no problema da manipulação sobre o leitor, que é a priori, o que a mídia, sobretudo a informativa, deveria ter o cuidado de evitar.

Vemos que o modelo atual de apresentação de notícias tende a levar o público a desenvolver mais uma “afetividade pública” do que uma “opinião pública” propriamente dita. Com este consumo somente epidérmico, a reflexão, o pensamento e a consequente formação de um juízo ficam prejudicadas pelo volume, nível dos conteúdos, a disposição e as técnicas utilizadas para a atração dos leitores.

E mais uma vez a cultura de massas acaba em pizza.

*      Publicado originalmente no Portal Brasil Libre em 17 de janeiro de 2020

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  • Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico
  • 02 Julho 2021

 

Gilberto Simões Pires

 

DÚVIDA CRUCIAL

Quem se dispõe a analisar um pouco daquilo que se passa no complicado AMBIENTE POLÍTICO do nosso empobrecido Brasil, por certo não sairá convencido de que a DEMOCRACIA é o regime que realmente interessa e/ou está no horizonte do povo brasileiro em geral. O momento atual, por tudo que se ouve, lê e assiste, serve para aumentar ainda mais esta dúvida, que deverá persistir até o encerramento da contagem dos votos das Eleições do próximo ano de 2022.

 OS LADOS

O fato, que estimula sobremaneira esta imensa dúvida, é a seguinte: de um lado há um número expressivo de brasileiros ocupando ruas e redes sociais com o propósito de manifestar constantemente um total apoio ao presidente -DEMOCRÁTICO-; e, de outro há um poderoso AGRUPAMENTO formado por inúmeras organizações e/ou instituições com PODER INCOMENSURÁVEL, com apoio total e irrestrito de boa parte da mídia, com dois claros PROPÓSITOS: 1- DERRUBAR O PRESIDENTE a qualquer custo; e, 2 - emplacar triunfalmente a volta do SOCIALISMO, que sabidamente jogou o nosso país no mais puro arcaísmo.

 FORÇAS PODEROSAS A FAVOR DO SOCIALISMO

Pois, neste ambiente pra lá de complicado, ainda que ambos os lados se mostrem confiantes na obtenção da pretendida vitória, uma coisa está mais do que evidente: a poderosa FRENTE DE OPOSIÇÃO conta com as mais variadas decisões da maioria dos celestiais ministros do STF, que, sabidamente, estão acima da Constituição. Com esta FORÇA PODEROSA a favor do SOCIALISMO, o POVO ORDEIRO e DEMOCRÁTICO, se não se rebelar exemplarmente, acabará sendo derrotado.

 TABULEIRO MONTADO

Atenção: sem a menor pretensão de aumentar ainda mais a preocupação daqueles que estão confiantes de que o ideário LIBERAL/CONSERVADOR vai lograr êxito nas próximas eleições, uma coisa o AGRUPAMENTO DE OPOSITORES, que não suportam a presença, nem mesmo tímida, do LIBERALISMO, já está com o tabuleiro montado, cujo escancarado propósito se propõe pela volta imediata do SOCIALISMO.  

 VITÓRIA A QUALQUER PREÇO

Vejam que, além da CPI da Covid, que sabidamente foi montada com o exclusivo propósito de enfraquecer e, se possível, derrubar o presidente do país, o TSE, com o apoio do AGRUPAMENTO DE OPOSITORES já deixou bem claro que não admite a mínima possibilidade de haver VOTO AUDITÁVEL. Ou seja, os SOCIALISTAS estão focados: o que interessa é a vitória. VITÓRIA A QUALQUER PREÇO.

 

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  • Alex Pipkin, PhD
  • 30 Junho 2021


Alex Pipkin, PhD


Sou cinquentenário, 5.5, portanto, de acordo com o conjunto de valores que fui ensinado e que prezo, eu respeito os mais velhos.

Não, os mais velhos não representam sinais de autoridade, pelo contrário, são símbolos da sabedoria acumulada. É evidente que, de um modo geral, eles têm mais janela do que eu, mas, sobretudo, considero-os porque eles leram muito mais e, claro, no papel, com as letras impressas.

Tenho ficado impressionado negativamente com a escassez de leitura, especialmente dos jovens estudantes. Será que é possível ter uma compreensão adequada e ampliada do mundo - e de suas coisas - sem ler “de tudo e de todos”?

Tenha em mente - se é que já não esqueceu do parágrafo acima - que me refiro a uma leitura atenta, sem distrações e, de fato, comprometida. Uma leitura interessada nos faz viver outras vidas, imaginar, compreender múltiplas perspectivas e, acima de tudo, refletir com os pés no chão e os pensamentos viajando criativamente no tempo e no espaço.

Eu não sei... penso que em alguns aspectos estamos andando para trás, o que não é nada bom.

Primeiro, porque embora não tenha realizado uma pesquisa formal, minha amostra indica cabalmente que a grande maioria das pessoas não lê. Quem não lê fica a mercê da famosa brincadeira do telefone sem fio, na qual uma pessoa fala uma frase ao ouvido de outra ao seu lado e a tal frase vai movendo-se até o último participante. Além da turma acreditar numa pseudo-verdade tribal, esta acaba sendo ainda mais distorcida. Não é preciso aprofundamentos para sacar a alegria de líderes populistas em geral com esta situação, no fácil quesito de manipulação dessa gente desinformada.

Segundo, muita gente “se informa” pela grande mídia e/ou pelas redes sociais.

Faz tempo que a grande mídia deixou de informar os fatos como eles são, omitindo e distorcendo-os de acordo com a sua notória agenda ideológica; até cego enxerga.

Por sua vez, as redes sociais transformaram-se em câmaras de eco tribais, que somente dão voz e vez para a ditadura de suas visões de mundo parciais, enviesadas e, muitas vezes, completamente desarrazoadas.

Terceiro, porque se “lê” não se lendo. As telinhas dos laptops e dos telefones são salvadoras, mas quando se trata de leitura, pode-se estar passando os olhos, rapidamente, prejudicando ou matando a capacidade de apreensão daquilo que se lê. Ok, pode-se descartar o que já se sabe, porém, o calamitoso é desprezar o que não se sabe.

Talvez não seja unicamente um hábito que possuo, mas o tocar no papel e o mirar a tinta impressa, creio eu, atiça minha atenção e concentração. Na presença da distração, os pés voam junto com a cabeça... O mais trágico é que quem não lê atentamente, provavelmente só irá querer confirmar aquilo que vai ao encontro de suas crenças apreendidas; o bicho-homem assim funciona.

As consequências problemáticas do acima exposto não cessam com o estreitamento e a deturpação das realidades. Outro problema abissal é a falta de memória daquilo que - quando se lê - se leu.

Ou tudo que se leu e se viu do demiurgo de Garanhuns não são suficientes para comprovar seus atos ilícitos e seu achaque aos cofres públicos?

Ou tudo que se leu sobre a plataforma econômica liberal do ministro Paulo Guedes, reiteradamente afirmando que não haveria aumento de impostos, e agora propondo um inacreditável aumento a pessoa jurídica, não é um fato? Ou é um fato do mundo político?

Quem lê mesmo compreende que estamos no país de Lewis Carroll!
Como li atentamente o saudoso Paulo Francis, fecho com uma de suas frases: “Quem não lê, não pensa, e quem não pensa será para sempre um servo”.

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  • Felipe Fiamenghi
  • 29 Junho 2021

 

Felipe Fiamenghi

 

O que mais ouvi, nos últimos dias, foram bobagens sobre esse vagabundo: “Era satanista”; “Se escondia graças a bruxaria e poderes ocultos”; “Era um mateiro experiente que estava dando ‘baile’ na policia”, etc…

Hoje, a foto do defunto barbeado mostrou que o “capeta” que o escondia era de carne e osso. Esse, afinal, sempre foi o propósito da maioria das “lendas”: atribuir às bestas os atos atrozes da humanidade numa tentativa hipócrita e até inocente de negar a capacidade humana de cometer tais barbáries.

A policia, tão menosprezada e diminuída, é quem lida diariamente com estes indivíduos. Gente tão ruim que faz com que histórias sobrenaturais sejam criadas.

São eles, os homens por baixo da farda, que exorcizam os demônios da sociedade.

Lázaro, por definição, apesar da divulgação errônea e midiática da imprensa, não era um “Serial Killer”. O que não o deixa menos perigoso.

Ao contrário, aliás. O criminoso era um psicopata, sem empatia, remorso ou escrúpulos, que não matava por fantasias, rituais ou alucinações (como um serial Killer), mas por total e completo desprezo à vida alheia.

Quem hoje “chora” a sua morte, que chama de desastrosa a ação da policia, é tão ou mais psicopata do que o mesmo, pois não consegue ter empatia por suas vítimas, nem qualquer senso de preservação de sociedade, já que, vivo, seria um risco constante para qualquer um que cruzasse o seu caminho.

Eu sou um cara cético, que não costuma acreditar no “sobrenatural”. Não importa, porém, a sua crença; se acha que o mesmo era protegido pelo oculto, por forças malignas ou magia negra. Não teve reza forte ou mandinga que parasse o chumbo no seu lombo.

Portanto, ficam as lições:

1 – RESPEITE A POLICIA. É ela a fronteira entre você e um Lázaro.
2 – Não menospreze a maldade humana. O que muitas vezes achamos que, pela crueldade, só poderia ser obra de um demônio, pode ser feito por seu vizinho.
3 – Nunca subestime o limite da militância em defender tudo o que não presta. Não choraram a morte de nenhuma vítima, mas estão se debulhando em lágrimas pelo vagabundo.
4 – ARME-SE! O Estado é incapaz de te proteger, uma viatura não atinge 1045Km/h e, para cada Lázaro, existem muitos cúmplices. VOCÊ É RESPONSÁVEL PELA SEGURANÇA DA SUA FAMÍLIA! Na dúvida, releia o item 2.

“Antes de tudo, arme-se.”
(MAQUIAVEL, Nicolau)

*    Reproduzido do Diário do Brasil, em 29/06/2021

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  • Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico
  • 26 Junho 2021

 

Gilberto Simões Pires

 

PREÇO COMBINADO

No MERCADO FINANCEIRO é comum a prática de OPERAÇÕES COMPROMISSADAS, onde o VENDEDOR de um ou mais títulos assume o firme COMPROMISSO de recomprá-lo em um prazo definido. Da mesma forma, o COMPRADOR também assume o COMPROMISSO firme de revender o(s) título(s), na data estabelecida e pelo preço combinado.

SEMELHANÇA

Pois, se for levado em conta as DECISÕES que vem sendo tomadas, sem o menor constrangimento pela maioria dos ministros do STF, a impressão que passa para a sociedade brasileira em geral é que a indicação de vários ministros para integrar a Suprema Corte guarda enorme semelhança com as OPERAÇÕES COMPROMISSADAS praticadas no dia a dia no MERCADO FINANCEIRO. 

RECOMPRA

Neste caso, no entanto, a OPERAÇÃO COMPROMISSADA não têm como OBRIGAÇÃO a RECOMPRA DE TÍTULOS VENDIDOS, mas de FAVORES que devem ser pagos e/ou resgatados em algum momento, quando necessário for. Assim, a partir do momento em que o indicado é aprovado pelo plenário do Senado, o ministro se COMPROMETE a atender os desejos daquele que o indicou.

AGRADECIMENTO

Como o Brasil todo está assistindo, dia sim dia também, decisões que mundo afora são consideradas como inadmissíveis e/ou incompreensíveis por qualquer PODER JUDICIÁRIO, não há como condenar os cidadãos que manifestam uma clara percepção de que os julgamentos do STF são feitos em forma de AGRADECIMENTO pela indicação. 

MORO SUSPEITO

A última, de tantas outras decisões que já foram tomadas, aconteceu nesta semana quando o STF declarou a suspeição do ex-juiz federal Sérgio Moro ao condenar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na ação do tríplex do Guarujá. Por SETE votos a QUATRO, os ministros confirmaram o entendimento de que Moro foi parcial ao condenar o petista. Que tal?

CHEIRO FORTE

O que resulta como um -FATO INDISCUTÍVEL- na cabeça de todos os BRASILEIROS DE BEM, que querem ver os CORRUPTOS NA CADEIA, é muito simples: o STF inverteu as decisões tomadas em todas as instâncias e, de pronto resolveu CONDENAR MORO E LIVRAR LULA. É muito difícil, portanto, não admitir a existência de um cheiro forte de OPERAÇÕES COMPROMISSADAS.

 

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  • Alex Pipkin, PhD
  • 24 Junho 2021

Alex Pipin, PhD


S?omos seres sociais; necessitamos e vivemos uns com os outros.
A pandemia - na verdade, as decisões de burocratas que não arcam com as consequências dessas mesmas decisões - trancafiou-nos em casa por um longo período, e em algumas situações, continua nos mantendo isolados uns dos outros.
Embora alardeado aos quatro cantos que o isolamento social refere-se a preocupação com o outro, o resultado pragmático tem sido a devastação da dignidade de todos. Não é preciso ir muito longe para constatar o brutal desemprego, o aumento das doenças psicossomáticas, o crescimento do consumo de álcool, o aumento do número de separações entre casais, enfim, lamentável.
Aparenta-me emblemático, apesar de ser acessório para muitos, a perda e a acomodação das pessoas em relação às liberdades individuais.
Porém, pasmem, sem pandemia e sem isolamento social, o pior parece que ainda está por vir.
Evidentemente, a Covid-19 atiçou mentes, corações, bílis e, sobretudo, gargantas para entoarem o grito contra o “capitalismo selvagem”, suposto gerador das aludidas desigualdades sociais.
Muito raramente surgem momentos tão propícios como o que aí está para a evocação da necessidade do avanço dos tentáculos estatais sobre nossas vidas.
Como todos adoradores da pregação do coletivismo, quer se mostrar agora que só o “Deus Sol” chamado Estado é capaz de dar-nos aquilo de que necessitamos; urge o salvador da pátria a fim de resgatar seus servos.
Entretanto, quem vê e enxerga, sabe que as políticas coletivizantes já vêm sendo gestadas e implementadas faz tempo; essas estão entranhadas em praticamente todas às instituições nacionais e, neste momento, alcançaram seu último degrau no seio empresarial, com o “bondoso” capitalismo das partes interessadas.
Com à verve, a propaganda e as iniciativas coletivizantes, muito mais do que isolar indivíduos e ceifar suas dignidades, cria-se a já conhecida pandemia da inveja, do ódio e da raiva daqueles que, com esforço próprio, mentalidade empreendedora, ambição e ação e assunção de riscos, investem e trabalham para progredir econômica e socialmente.
Vive-se num espaço social que despreza o sucesso do outro, e que trabalha para igualar todos - ou quase todos - numa pior condição.
Esta sociedade que rejeita as virtudes do progresso individual e enaltece os vícios da pobreza e do vitimismo, tem como destino certo o fracasso econômico e social.
O vício da inveja coloca pessoas contra pessoas, e cega para a realidade objetiva de que o sucesso de uns pavimenta o caminho para a conquista de todos, seja em nível de empregos, de renda, de alternativas e de soluções de produtos e de serviços para o consumo e da felicidade.
Coletivistas raivosos não só intencionalmente prejudicam os outros; eles vivem uma vida infeliz na inveja e no ressentimento, e acabam perdendo a responsabilidade, o valor individual, recostando na enganadora e ultrajante dependência social.
Eu me questiono: que vida se leva quando inexistentes desafios e estímulos para se buscar e se lograr algo melhor para si próprio (o que é diferente para cada cidadão)? Vida? Dignidade? Espírito?
A economia não é um jogo de soma zero, em que para que uns ganhem, outros têm que perder.
A progressão e o aumento da riqueza de alguns indivíduos, não diminui a capacidade de outros de aumentarem sua própria riqueza.
Eu desconheço aonde vamos parar, embora minha desconfiança seja certeira.
Somente com mais liberdade individual e econômica, com menos intervenção do “todo poderoso” Estado, com menos coletivização e mais políticas públicas científicas e comprovadas, é que se alcançará elevar o nível de vida e de prosperidade de todos.
O coletivismo empurra todos para baixo, gerando uma guerra de todos contra todos, exacerbando a inveja, o ódio, e o fracasso econômico e social de uma sociedade inteira.

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