• Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico
  • 29 Abril 2026

 

Gilberto Simões Pires

DÉFICIT FISCAL MONSTRUOSO

Ainda que a -REPROVAÇÃO DE JORGE MESSIAS, indicado pelo presidente Lula para ocupar a vaga de ministro do STF, continue repercutindo por todos os cantos do nosso empobrecido Brasil como o -FATO DE MAIOR RELEVÂNCIA-, um outro GRAVE PROBLEMA -CRIADO E CULTIVADO- pelo GOVERNO LULA PETISTA, que exige atenção redobrada é o MONSTRUOSO E SEMPRE CRESCENTE -DÉFICIT FISCAL-.   

O MAIOR DÉFICIT DA HISTÓRIA

Pois, para desespero geral daqueles que têm um pingo de discernimento, segundo estimativa de agentes do mercado financeiro, publicada hoje, no site PODER 360, que não raro aplaude PROPOSTAS E DECISÕES DO GOVERNO LULA, -O 3º MANDATO DO PRESIDENTE PETISTA terá o MAIOR DÉFICIT NOMINAL MÉDIO DA HISTÓRIA DO PAÍS. O ASSUSTADOR ROMBO PROJETADO NAS CONTAS DO SETOR PÚBLICO CONSOLIDADO JÁ CHEGA A INCRÍVEIS 8,54% DO PIB. Detalhe: o recorde anterior foi registrado durante os governos de DILMA PETISTA e MICHEL TEMER, quando atingiu 8,48% do PIB. Que tal? 

ESTATÍSTICAS FISCAIS

Segundo o relatório -ESTATÍSTICAS FISCAIS-, divulgado hoje, 30/04, pelo BANCO CENTRAL, em MARÇO DE 2026 o SETOR PÚBLICO CONSOLIDADO -formado por União, Estados, municípios e estatais- foi deficitário em R$ 80,7 BILHÕES. Trata-se do MAIOR DÉFICIT PARA O MÊS DESDE O INÍCIO DA SÉRIE HISTÓRICA, EM 2002.  Mais: no mesmo período o -DÉFICIT PRIMÁRIO- que exclui os GASTOS COM JUROS DA DÍVIDA DO SETOR PÚBLICO, foi de R$ 137,1 BILHÕES. Detalhe: a DESPESA DO SETOR PÚBLICO CONSOLIDADO, que só LULA afirma que se trata de -INVESTIMENTO-, SERÁ RECORDE NESTE 3º GOVERNO PETISTA. Com isso, o GASTO MÉDIO, para quem não sabe ou não acompanha, será de 7,64% do PIB. 

VINGANÇA

Como se percebe, nem mesmo a importante REJEIÇÃO DE JORGE MESSIAS imposta ontem pelo Plenário do Senado, por acachapantes 42 votos contra 34, ganha muito espaço para ser festejada. Até porque QUANDO DERROTADO, LULA PARTE PARA NOVAS VINGANÇAS, QUE NÃO RARO SE TRADUZEM EM NOVOS IMPOSTOS, CORRUPÇÃO E GASTOS AINDA MAIS ABSURDOS...    

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  • Claudio Apolinário
  • 28 Abril 2026

 

Claudio Apolinario

 

       No Brasil, nem todos são iguais perante a lei.

                 Existe uma regra no Brasil que a maioria dos cidadãos desconhece e que, quando descobre, não acredita.

São aproximadamente 55 mil pessoas — políticos, juízes, procuradores, governadores, prefeitos e uma lista extensa de outros cargos — que no Brasil não são julgadas como todo mundo. Elas têm direito ao chamado foro por prerrogativa de função. Na prática, isso significa que, quando um detentor desse privilégio é acusado de um crime, o processo não vai para o juiz de primeira instância. Vai direto para um tribunal superior, onde a fila é longa, o ritmo é lento e a prescrição — o prazo legal que extingue o crime pelo simples passar do tempo — é uma saída sempre disponível.

Uma pesquisa da FGV Direito Rio analisou 404 ações penais que entraram no STF entre 2011 e 2016. Apenas 0,74% resultou em condenação.

Menos de 1%.

Para entender o peso desse número, vale a comparação. Segundo o Conselho Nacional de Justiça, um processo criminal em primeira instância, onde o cidadão comum é julgado, demora em média dois anos e sete meses até a sentença. Nos tribunais superiores, onde os detentores de foro privilegiado são julgados, esse processo pode se arrastar por cinco, dez, vinte anos. A FGV registrou casos que chegaram a 24 anos sem decisão definitiva. Em pelo menos um deles, o crime prescreveu antes do julgamento.

Isso não é falha do sistema. É o sistema funcionando exatamente como foi desenhado.

O argumento oficial para justificar esse mecanismo é que autoridades precisam ser protegidas de perseguições políticas em instâncias inferiores. É uma justificativa que faz algum sentido quando aplicada a um número pequeno de cargos, em situações específicas. O problema é que, no Brasil, esse raciocínio foi ampliado até o limite do absurdo. Cinquenta e cinco mil pessoas com foro especial não é proteção institucional. É uma estrutura de blindagem. É, na prática, uma casta.

E essa blindagem não protege o cargo. Protege quem está no cargo.

Tem uma expressão que circula nos bastidores da política com naturalidade assustadora: "calma, isso prescreve". Não como preocupação. Como plano.

O mandato não é só uma função para quem aprendeu a usar o sistema. É uma apólice de seguro. Enquanto o político está eleito, os processos correm devagar. Quando o mandato acaba, ele se reelege e o relógio da prescrição continua enquanto os tribunais debatem competência.

Existe um nome técnico para o que acontece quando um crime prescreve por falta de julgamento: extinção da punibilidade. Na prática, significa que o Estado abre mão de punir. Não porque o acusado seja inocente. Porque o tempo passou.

E quem controla o tempo, nesse sistema, é quem tem foro.

O cidadão comum que comete um crime é julgado rapidamente. O empresário sem conexões políticas que frauda o fisco vai para a cadeia. Mas o detentor de mandato que desvia recurso público conta com uma arquitetura jurídica que transforma a morosidade em estratégia de defesa.

Isso não é um problema de esquerda ou de direita. É um problema de república.

Uma democracia funciona quando as mesmas regras valem para todos. Quando a lei tem pesos diferentes dependendo de quem ela pesa, o que temos não é Estado de Direito. É Estado de Privilégio.

A solução não é simples, mas o princípio é. Nenhuma democracia madura no mundo construiu um sistema parecido com o nosso. Na Itália, o foro privilegiado existe apenas para o Presidente da República. Em Portugal, exige-se apenas autorização legislativa para o processo. Nos Estados Unidos, a Suprema Corte julga em média 80 casos por ano — não 55 mil autoridades com acesso garantido ao tribunal mais alto do país.

O Brasil é uma anomalia global — e não por orgulho.

Mudar isso exige pressão de quem vota. Porque quem se beneficia do sistema raramente tem interesse em reformá-lo. Há propostas de emenda constitucional tramitando há mais de uma década no Congresso para reduzir o foro privilegiado a poucos cargos. Elas avançam quando a opinião pública pressiona e param quando o assunto sai das manchetes.

O eleitor que não cobra financia, com seus impostos, a impunidade de quem deveria representá-lo.

A casta dos intocáveis continuará intocável — enquanto ninguém cobrar.

*          O autor, Claudio Apolinario, é articulista e analista político.

 

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  • Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico
  • 24 Abril 2026

Gilberto Simões Pires   

 

CHOVER NO MOLHADO

Dizer que o governo Lula é INSUPERÁVEL NA ARTE DE PRODUZIR -DÉFICITS PÚBLICOS E ROMBOS NAS EMPRESAS ESTATAIS, é algo pra lá de comum, ou, em jargão bem popular, é como CHOVER NO MOLHADO.  A rigor, a impressão que se tem, de longa data, pelo efeito REPETIÇÃO, é que RESULTADOS NEGATIVOS, FRUTOS DE OPERAÇÕES CRIMINOSAS OU NÃO SÃO PROJETADOS E DEFINIDOS ATRAVÉS DE UMA RÍGIDA GESTÃO VOLTADA AO UM RÍGIDO -CUMPRIMENTO DE METAS-. 

LÓGICA PERDULÁRIA PETISTA

Dentro desta LÓGICA PERDULÁRIA PETISTA, NÃO RARO EIVADA DE ATOS CRIMINOSOS, ontem, sem causar mínima surpresa o governo LULA anunciou que a estatal -CORREIOS- fechou 2025 com um ROMBO DE 8,5 BILHÕES. Além de TRIPLICAR O ROMBO, a ESTATAL JÁ ACUMULA 14 TRIMESTRES SEGUIDOS DE PREJUÍZOS MONUMENTAIS, ou QUATRO ANOS SEGUIDOS PRODUZINDO MUITO MAIS -ROMBOS- DO QUE SERVIÇOS PRESTADOS. 

PROMOÇÃO POR CONTA DE RESULTADOS

Mais do que sabido e comprovado, em matéria de ROMBOS, LULA E SUA ENORME EQUIPE DE EXÍMIOS PERDULÁRIOS JAMAIS DECEPCIONARAM. TODOS, SEM EXCEÇÃO VEM CUMPRINDO -COM FOLGA- A -META DE RESULTADOS NEGATIVOS-. A rigor, dentro do que manda e recepciona a LÓGICA PERDULÁRIA PETISTA, a considerar que o ROMBO dos CORREIOS FOI BEM MAIOR DO QUE O ESPERADO o presidente dos CORREIOS reúne sobradas condições para ser promovido a MINISTRO DA FAZENDA. Com ele no comando, até o final de 2026 o ROMBO NAS CONTAS PÚBLICAS PODE QUINTUPLICAR; e a DÍVIDA PÚBLICA BATER em 200% DO PIB. Que tal? 

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  • Sílvio Lopes
  • 23 Abril 2026

Silvio Lopes

            Somos todos privilegiados, digamos assim,  nós que hoje respiramos e vivemos, seja em que condições forem. O fato é que nunca, na história da Humanidade, tantas gerações conviveram concomitantemente. E com uma peculiaridade: cada geração carregando a moldagem definida em contextos históricos em nada semelhantes. Uma autêntica salada geracional...

Senão vejamos: coexistem atualmente, bem identificadas e ativas, a geração silenciosa(nascidos entre 1928 e 1945), caracterizada pelo foco na segurança, na moderação consumista e na resiliência; segue-se a baby boomer(1946 a 1964), moldada pelo alto índice de natalidade e postura otimista da vida; a geração X(1965 a 1980), assentada na independência, no pragmatismo e equilíbrio entre deveres(trabalho) e recreação(vida social).

Já a geração Y, ou millennials(1981 a 1996), engloba os nativos da tecnologia digital, enquanto a geração Z(1997 a 2012), é marcada profundamente pela  internet- também conhecida como centenial, por pontuar na virada de século. As outras demais gerações, a Alfa(2010 a 2024) e a Beta, a partir daí, estão moldadas pela imersão em telas e conectividade total, e na Inteligência Artificial, caso especial da geração Beta.

Impossível o convívio sem conflitos diante desse quadro. O choque geracional era inevitável. A partir da geração Y(millennials), deu-se uma bem identificada e clara ruptura cultural. Emergiu daí, a constatação do papel transcedental da geração X na solidez estrutural por ela criada e sustentada até os dias de hoje. É a geração X a que sustenta os pais idosos e, não raro, dá suporte a filhos e netos, inclusive financeiro e de acolhimento pessoal.

Que o exemplo de independência, responsabilidade, amor ao trabalho e à vida dado pela geração X não seja ignorado pelas novas gerações em seus próprios desafios de levar avante a Humanidade por um caminho de paz, solidez ética e moral, e prosperidade.

*         O autor, Sílvio Lopes, é jornalista, economista e palestrante.

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  • Juliano Roberto de Oliveira
  • 19 Abril 2026

 

Juliano Roberto de Oliveira

              Muita gente tecendo loas a Fernando Henrique Cardoso como se o ex-presidente tivesse sido um estadista à altura de Margaret Thatcher.

Agora, que o homem está fragilizado, sem condições de gerir seu próprio patrimônio, lemos e ouvimos vários “analistas” dizendo quão importante foi FHC para a economia brasileira. Diante disso, perguntei-me: Será?

Alguns fatos sobre o ilustríssimo ex-presidente da República do Brasil:

Fato nº 1: Era 2021. O presidente? Jair Messias Bolsonaro. O presidente defendia uma redução unilateral de tarifas de importação praticadas pelo Mercosul, o bloco de países formado por Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai ou, se preferir o leitor, aquela “camisa de força bolivariana” a respeito da qual fala o economista Rodrigo Constantino.

Noutras palavras, poder-se-ia dizer que o que propunha Bolsonaro, à época, era que os brasileiros pagassem menos pelos produtos importados que desejassem. FHC, ao lado de Lula (as companhias dizem muito a respeito das escolhas de alguém) defendeu, porém, que os brasileiros não tivessem o direito de pagar menos pelos produtos que desejassem. E, por que motivo? Para não prejudicar o grande empresariado que faz lobby em Brasília. Para proteger as indústrias de seu amigo comunista Alberto Fernández, da Argentina.

Fato nº 2: De acordo com este artigo do Instituto Mises Brasil, o  “presidente-sociólogo aumentou impostos, gastos públicos, criou 10 agências reguladoras, privatizou 8 empresas em um processo que contou com a participação do estado (!) e de grupos com influência política (fundos de pensão), e no começo do governo, fixou o câmbio” e, ainda segundo o Instituto, de acordo com “o índice de liberdade do Fraser Institute, as leis de propriedade privada pioraram no Brasil na época de FHC”.

Fato nº 3: Além das questões que se circunscrevem ao campo da economia, cabe ressaltar que FHC nunca escondeu sua predileção pelo modelo econômico de inclusão social perpetrado por países notoriamente miseráveis, dito de outro modo, sua paixão pelo modelo marxista de gestão pública sempre foi algo a ser destacado em suas romantizações acerca da desigualdade social. Neste artigo, publicado pelo jornal Gazeta do Povo em ocasião da morte de Fidel, por exemplo, há relatos dos amores de Cardoso pelo (e aqui empresto mais uma vez termos comumente empregados pelo economista Rodrigo Constantino) "tirano sanguinário" e "ditador" responsável por transformar Cuba num cenário de miséria, prostituição infantil e tráfico, enquanto ele próprio vivia no luxo. Segundo o texto: “O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso usou adjetivos como ‘gentil’ e ‘curioso’ para descrever o ex-líder cubano Fidel Castro, morto na madrugada deste sábado, aos 90 anos. Em nota, o tucano ressaltou ‘a luta simbolizada por Fidel dos ‘pequenos’ contra os poderosos’ e lembrou ainda que o líder da revolução comunista não presenciará ‘as nuvens carregadas de Donald Trump’, presidente eleito dos Estados Unidos”.

Ao citar palavras do próprio sociólogo marxista, o texto continua: “A morte de Fidel faz recordar, especialmente a minha geração, o papel que ele e a revolução cubana tiveram na difusão do sentimento latino-americano e na importância para os países da região de se sentirem capazes de afirmar seus interesses.

A luta simbolizada por Fidel dos ‘pequenos’ contra os poderosos teve uma função dinamizadora na vida política no Continente”.

Fato nº 4: A cereja do bolo, talvez, esteja na declaração pública marxista mais recente de Fernando Henrique Cardoso. Em 2022, ignorando todo o estrago causado na economia brasileira pelos governos petistas, FHC declarou seu apoio à candidatura de ninguém menos que Luiz Inácio Lula da Silva, o atual presidente da República.

Importante ressaltar que o modelo lulopetista de gestão, por quem FHC morre de amores, criou uma prosperidade artificial baseada em gasto público e crédito fácil, que mais tarde cobrou seu preço.

Essa política aprofundou distorções econômicas, corroeu a capacidade produtiva e acabou atingindo justamente os mais pobres com inflação, perda de renda e deterioração do emprego.

Qual o resultado? O agravamento da vulnerabilidade social, com aumento da miséria após o esgotamento desse modelo.

Parece contraditório? Se sim, é porque o é, de fato. Em nome dos mais pobres, o ex-presidente apoiou as políticas sociais que geram mais miséria e pobreza, mas não perdeu a chance de posar de bom moço.

Relatados os fatos acima, não deixo de reconhecer a condição de fragilidade que hoje alcança Fernando Henrique Cardoso. Trata-se de uma circunstância que, por sua natureza, impõe respeito e comedimento.

Isso, contudo, não autoriza a revisão acrítica de sua trajetória pública. É necessário distinguir entre a pessoa e suas escolhas políticas: àquela, é devida a consideração própria da condição humana; a estas, o juízo que os fatos impõem. A razão não deve ser sobreposta pela emoção, sobretudo quando se trata de figuras cuja atuação produziu efeitos duradouros sobre o país.

*        O autor, Juliano Roberto de Oliveira, é Especialista Lean Manufacturing, Melhoria Contínua e Gestão de Custos, Professor de Economia e Finanças, Msc. Eng. de Produção.

 

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  • Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico
  • 17 Abril 2026

 

 

Gilberto Simões Pires

MONITOR FISCAL

Nesta semana, para quem ainda não sabe, o Fundo Monetário Internacional (FMI) ao divulgar o relatório -MONITOR FISCAL, ou FISCAL MONITOR-, documento que semestralmente analisa, projeta e publica o comportamento das FINANÇAS PÚBLICAS GLOBAIS, apontou que a -DÍVIDA BRUTA DO BRASIL- atingirá 100% do PIB em 2027.  Como tal sugere uma urgente necessidade de fortalecer o -ARCABOUÇO FISCAL- um conjunto pífio de regras e parâmetros ilusórios que Lula e o PT criaram com claro propósito de IGNORAR ou MATAR NO NASCEDOURO. 

RESPOSTA IMEDIATA

Pois, ontem, para deixar ainda mais claro ao FMI E TODAS AS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS DO PLANETA, que a GRANDE PAIXÃO do DESCONTROLADO PRESIDENTE LULA e dos PETISTAS EM GERAL é AUMENTAR -SEM PARAR- IMPOSTOS, GASTOS PÚBLICOS, ENDIVIDAMENTO E DÉFICIT PÚBLICO, a RESPOSTA ao FMI foi dada pelo novo ministro José Guimarães, da SRI (Secretaria de Relações Institucionais), ao sugerir, escandalosamente, a -POSSIBILIDADE DE UM AUMENTO DO ENDIVIDAMENTO NACIONAL PARA PRESERVAR A ECONOMIA POPULAR DOS IMPACTOS DA GUERRA-. Que tal? 

SUGESTÃO TÍPICA

Dotado de enorme e sabida irresponsabilidade, José Guimarães, o tipo que ganhou notoriedade internacional por conta do -ESCÂNDALO DOS DÓLARES NA CUECA-, justificou a sua estúpida sugestão dizendo que -não podemos transferir para a população os prejuízos da guerra-. Ora, como o ENDIVIDAMENTO PÚBLICO, por óbvio, vai para a conta do povo brasileiro, todo e qualquer aumento da JÁ ELEVADÍSSIMA DÍVIDA PÚBLICA, ao invés de SALVAR A ECONOMIA, como enfatizou, vai, inevitavelmente, causar prejuízos ainda maiores para a economia do país e, por consequência lógica, para a população em geral, que ele diz que pretende proteger. Pode?  

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