Dartagnan da Silva Zanela
Muito se fala hoje em dia na importância da alta cultura para a formação das futuras gerações. Existem, inclusive, boleiras de cursos sobre isso. Muito se parla também a respeito do quão fundamental é o fomento do desenvolvimento de um pensamento crítico nas tenras gerações, para que elas possam vir a ser indivíduos autônomos.
Via de regra, tanto os defensores de uma coisa quanto aqueles que advogam em favor da outra têm as suas razões e argumentos e, para ser sincero, grande parte deles me parece muito justa; porém — porque sempre há um porém — tem muito caroço nesse angu.
É curioso vermos pessoas que falam até pelos cotovelos a respeito da importância da tal alta cultura sem o menor amor pelo seu cultivo. Figuras que viram mil e um vídeos falando sobre a importância da leitura dos clássicos, mas que nunca se dedicaram com esmero à leitura de um. Aliás, o que mais há em nosso país são pessoas que falam, com o peito estufado, sobre a importância da leitura sem nunca terem lido um livro sequer por livre e espontânea vontade.
Não é à toa, nem por acaso, que hoje o número de não leitores é superior ao número de leitores. E é importante frisar que não é muito alvissareiro perguntarmos quais são os livros (em média, um por ano) que são lidos por aqueles que estão na caixinha dos que se declaram leitores.
Aí vem a pergunta que não quer calar: como é que se pode falar em pensamento crítico numa sociedade onde a prática da leitura é algo distante da vida das pessoas? Lembro-me de uma vez, isso há uns vinte anos, quando questionei uma palestrante, representante da Secretaria de Educação, sobre a dificuldade que os jovens têm para interpretar um parágrafo simples. Lembro-me porque a resposta foi sublime: "Isso não é um problema, não. O que realmente importa é que eles desenvolvam uma consciência crítica". Aí, meu amigo, foi o boi com corda e tudo.
Na verdade e na real, quando alguém fala que uma opinião ou ideia é "crítica", o sujeito está apenas dizendo que aquilo que foi dito está de acordo com aquilo com que ele concorda. Só isso e olhe lá.
No fundo, e não é tão fundo assim, tanto os defensores de uma coisa quanto aqueles que advogam em favor da outra, ao usarem esses termos, estão apenas e tão somente sinalizando uma virtude que não possuem para pessoas que, como elas, não têm o menor amor pela procura abnegada pelo conhecimento da verdade, mas que possuem um siricutico danado por parecer bem na fita de seu círculo ideológico de quadratura mais que imperfeita.
* O autor, Dartagnan da Silva Zanela, é professor, escrevinhador e bebedor de café. Autor de "A QUADRATURA DO CÍRCULO VICIOSO", entre outros livros.
Gilberto Simões Pires
EM XEQUE ABSOLUTO
Antes de tudo há que se admitir que NÃO HÁ REGISTRO NA HISTÓRIA DO SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL de alguma REVERSÃO DE LIQUIDAÇÃO EXTRAJUDICIAL DECRETADA PELO BANCO CENTRAL DO BRASIL. Até porque uma eventual possibilidade de REVERSÃO, além de não REESTABELECER A CONFIANÇA NA INSTITUIÇÃO ainda CONTRIBUI para COLOCAR EM XEQUE ABSOLUTO O SISTEMA FINANCEIRO COMO UM TODO.
ESTRANHO TCU
Entretanto, EIS QUE DE REPENTE, O TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO (TCU), de forma jamais vista no nosso empobrecido Brasil, entrou em cena se dispondo a REVERTER A LIQUIDAÇÃO EXTRAJUDICIAL DO BANCO MASTER, imposta no dia 18 DE NOVEMBRO de 2025 pelo BANCO CENTRAL DO BRASIL. CHAMA A ATENÇÃO QUE NEM MESMO os -FLAGRANTES E EXCESSIVOS -RISCOS-, BEM COMO A FALTA DE DOCUMENTAÇÃO QUE COMPROVASSE VIABILIDADE ECONÔMICO-FINANCEIRA DA INSTITUÇÃO, ESTÁ SENDO LEVADA EM CONTA PELO ESTRANHO TCU.
CONSULTORES
Pois, enquanto muita gente busca as respostas para TAMANHA DESMORALIZAÇÃO DO BANCO CENTRAL, eis aí uma pista importante: na lista de CONSULTORES DO BANCO MASTER, que a MÍDIA TRADICIONAL E COMPROMETIDA SONEGA, aparecem, não por acaso, os seguintes nomes:
1- Henrique Meirelles - ex-presidente do BC do governo Lula;
2- Ricardo Lewandowski, ex-ministro do STF e atual ministro da Justiça;
3- Guido Mantega, ex-ministro da Fazenda do governo Dilma;
4- Rui Costa, ministro da Casa Civil do governo Lula;
5- Jerônimos Rodrigues (PT). governador da Bahia;
6-Viviane Barci de Moraes, advogada e esposa do ministro Alexandre de Moraes, do STF...
CONSULTORIA...
O curioso é que nenhum deles veio a público para esclarecer que tipo de CONSULTORIA prestam, e pretendem continuar prestando, ao falido Banco Master... Que tal?
Alex Pipkin, PhD
Ontem à noite fui convidado para um debate na televisão. O tema era a captura de Nicolás Maduro.
Ao chegar ao estúdio e observar a mesa, tive aquela intuição que só a experiência concede. Sim, eu teria de me controlar. Duas professoras de Direito de universidade pública. Ali já estava tudo dado. Não encontrei juristas interessadas na realidade, mas militantes togadas dos chamados direitos humanos, esse moralismo seletivo que costuma absolver tiranos e condenar fatos.
Essas figuras, tristemente, não raciocinam; reproduzem. Não elaboram; propagam. Funcionam como caixas de ressonância de uma fé antiga, impermeável à evidência. A dissonância cognitiva, nesse ambiente, não é acidente psicológico, é método conhecido. Quando a realidade ameaça a crença, elimina-se a realidade.
A luta marxista não morreu. Apenas trocou de endereço. Abandonou a economia — onde fracassou de forma constrangedora — e se refugiou na linguagem, nos campi e nos tribunais morais. Vive de abstrações porque os números a desmentem. Já não explica como gerar riqueza; limita-se a demonizar quem a produz. Já não promete prosperidade; oferece redenção simbólica. O concreto a constrange. O abstrato a protege.
Durante anos, o grande fetiche foi a terra da arepa. Não por virtude institucional, inteligência produtiva ou sofisticação econômica, mas por um detalhe vulgar, ou seja, o preço do petróleo. Enquanto o dinheiro escorria, a incompetência parecia política pública, o autoritarismo parecia coragem e a corrosão das instituições era vendida como ousadia histórica. Bastou o ciclo das commodities virar para que a fantasia perdesse sustentação. Não havia economia; havia apenas renda circunstancial.
O desfecho foi mais do que óbvio. Moeda triturada, produção inexistente, inflação obscena, repressão crescente e um êxodo humano que desmoraliza qualquer discurso humanista. Um humanismo de fachada, feito para holofotes, aplausos fáceis e a satisfação narcísica da turma do pertencimento.
Economias centralizadas prometem justiça e entregam escassez; prometem igualdade e produzem castas; prometem libertação e terminam em coerção e miséria. Ainda assim, a esquerda trata cada colapso como desvio de rota. Nunca como destino. Nunca como padrão. Não são acidentes, apenas um encadeamento lógico de falhas previsíveis.
Como todo fetiche apodrece rápido, é preciso trocá-lo. Não por revisão intelectual, mas por cansaço estético. A ideia fracassa, a fé sobrevive, apenas muda o objeto da devoção.
O erro jamais é o modelo; é sempre a execução. Ou o embargo. Ou o imperialismo. Ou a realidade, esse detalhe incômodo.
Foi então que uma das doutoras, com a serenidade típica da ignorância convicta, acusou Israel de genocídio. Nesse instante, pedi permissão a mim mesmo para dizer o que precisava ser dito. Não por provocação, mas por obrigação intelectual e moral. A palavra criada para nomear a tentativa de exterminar os judeus transformada em panfleto por quem relativiza terroristas, ignora escudos humanos e banaliza o horror. Não é confusão conceitual. É degradação deliberada da linguagem.
Há ainda o ponto mais constrangedor: a defesa intransigente de tiranos quando estão do “lado certo”. Ditaduras são relativizadas, perseguições são silenciadas, a fome é contextualizada. O critério não é moral; é ideológico.
Hoje, pensar exige autorização moral. Questionar se transformou em suspeita. Os fatos, quando atrapalham a narrativa, são tratados como falhas de caráter, não da tese, mas de quem a enuncia.
Nelson Rodrigues tinha razão — com um ajuste. O mundo não é dominado apenas por idiotas, mas por idiotas úteis. Essa gente de argila, moldável, manobrada por utopias que nunca produzem pão, apenas slogans. Hoje, eles têm diplomas, cátedras e microfones.
Pois saibam que títulos não produzem sabedoria, produzem vaidade.
A sabedoria nasce do confronto honesto com a realidade.
Utopias morrem, mas eles continuam acreditando em Papai Noel.
A realidade, como sempre, sobrevive. E quem me conhece sabe: eu não entro em delírios marxistas. Eles sempre terminam em coerção e miséria.
Alex Pipkin, PhD
Sou um opinador compulsivo. Escrevo sistematicamente contra a ideologia do fracasso, contra as falácias do coletivismo e contra a hipocrisia de políticas públicas supostamente bem-intencionadas, mas estruturalmente hostis à lógica econômica, à experiência histórica e à responsabilidade individual. Não por gosto da provocação, mas por recusa ao autoengano.
O Brasil acostumou-se a chamar vícios de virtudes e a desvirtuar valores morais civilizacionais como a coragem, a generosidade, a excelência, a integridade e a fé, preservando o discurso enquanto dissolve o essencial conteúdo.
Todo mundo conhece as práticas corruptas do PT. Nada do que se diga hoje surpreende quem não escolheu a ingenuidade e/ou o sectarismo ideológico como modo de ser. O retorno à cena do crime não foi acidente, foi decisão respaldada por milhões. Ainda assim, seria desonesto fingir que esse mal se esgota num partido, num líder ou num governo. Ele é mais profundo, atravessa discursos, sobrevive a alternâncias de poder e se instala na mentalidade do “dar-se bem”, visível na banalização da ética quando se aceita, sem constrangimento, que alguém “rouba, mas faz”, como se eficiência absolvesse a corrupção e resultados redimissem a ausência de caráter.
A corrupção que se vê em Brasília não nasce no poder, ela sobe até ele. O Estado não cria nada que a sociedade já não pratique em escala doméstica, apenas amplia, organiza e legitima.
Basta olhar ao redor, nas relações de trabalho, nos vínculos sociais, nas conversas privadas, para encontrar quem afirme com convicção que “todo mundo faz”, ou quem, de forma mais discreta, pense e pratique o “dar-se bem”. Se dá para levar vantagem, leva-se. Se não, condena-se. O governo que se serve do povo é a versão institucional da mesma lógica que rege o cotidiano, a esperteza celebrada, o atalho moral justificado, o silêncio cúmplice diante do privilégio quando ele parece conveniente.
O brasileiro não odeia a corrupção, odeia não participar dela. A indignação seletiva costuma esconder ressentimento, não virtude. O problema raramente é o roubo, é a exclusividade.
Critica-se o político não por violar a regra, mas por ter chegado antes ao lugar onde muitos gostariam de estar. A Lei de Gérson deixou de ser desvio para se tornar pedagogia moral, confundida com inteligência prática.
O PT não inventou isso, apenas compreendeu. Compreendeu que o ressentimento mobiliza mais do que princípios, que a inveja rende mais votos do que a responsabilidade, que prometer proteção contra o mérito é mais eficaz do que exigir esforço. Não governa apesar do povo, governa porque o representa. Como diagnosticou Ortega y Gasset, o homem-massa abdica da exigência de si mesmo e passa a exigir que o mundo se curve às suas limitações.
Quando a lei se torna negociável, quando a regra varia conforme o réu, a causa ou o alinhamento ideológico, não existe mais lei, existe conveniência. Onde a norma perde a universalidade, a moral vira ornamento. O governo ensina sempre, relativiza a verdade, escolhe aliados, transforma privilégios em virtudes e naturaliza a ideia de viver do esforço alheio.
Sejamos francos, basta examinar o Poder Judiciário, um mundo paralelo, quase uma Ilha de Nárnia institucional, cercado de privilégios, benefícios e penduricalhos, todos legais porque o próprio Judiciário molda as regras, mas completamente imorais para quem ainda leva a sério a noção de justiça.
Nada disso é ingenuidade. Como advertia La Boétie, a servidão raramente é imposta, ela é aceita e cultivada. O brasileiro não é apenas vítima de um Estado corrupto, é seu fiador moral, denuncia em público, reproduz em privado e sonha ocupar um lugar confortável dentro do sistema que critica.
A pergunta incômoda não é por que o governo se serve do povo, mas por que o povo tolera e admira quem se serve dele.
Se 2026 pretende marcar alguma inflexão real, ela não virá apenas das urnas. Começa quando o espectador imparcial, esse juiz interno que cada um tenta calar, passa a apitar como despertador moral.
A mudança começa quando o indivíduo decide parar de negociar princípios, mesmo quando ninguém está olhando.
O resto é apenas a alternância de nomes administrando a mesma decadência moral, a corrosão silenciosa do princípio basilar de qualquer país minimamente civilizado, aquele em que trabalhar, produzir e prosperar honestamente não é ingenuidade, mas regra.
Dartagnan da Silva Zanela
Qual é o sentido da vida? Eis a pergunta que nos acompanha desde priscas eras e, dificilmente, um dia deixará de nos acompanhar. Muitas pessoas, altamente gabaritadas, se debruçaram — e se debruçam — sobre essa questão e procuram respondê-la a partir das suas luzes e, é claro, por meio da forma como elas vivenciaram as agruras e delícias da vida. Do mesmo modo, nós também, do nosso jeitão, refletimos sobre essa pergunta e, com base nos mesmos parâmetros, nos debatemos para encontrar uma resposta minimamente satisfatória.
Naturalmente, a resposta a essa questão não é unívoca e não pode ser esquadrinhada dentro dos limites asfixiantes de um esqueminha. Fazer isso seria o mesmo que tentar varrer a sujeira da sala para debaixo do tapete, o que pode até trazer alguma satisfação e contentamento num primeiro momento, mas não elimina o problema, que vai se acumulando e, com o tempo, exalando o seu mau cheiro em todo o ambiente até tornar-se insuportável.
Ora, é mais ou menos desse jeito que muitas e muitas pessoas veem sua vida passar e, quando um bom tanto dos seus anos se passou, é que os abençoados se flagram diante da imagem de uma vida que até ali foi muito mal vivida e na qual, para sua perplexidade, não lhes restam muitos anos para bem vivê-la.
Como havíamos dito, muitos são os autores que nos ajudam a refletir sobre essa indagação e, de todos eles, penso que quem apresentou a resposta mais interessante foi Viktor Frankl, cuja obra "Em busca de sentido", com toda certeza, deveríamos considerar uma leitura obrigatória.
Quando meditamos a respeito do sentido de nossa vida, o primeiro ponto que devemos ter claro em nosso horizonte de consciência é que ele não é inventado por nós, nem criado por uma instituição ou legado por um guia. Ele, o sentido de nossa vida, vem ao nosso encontro.
Sim, parece esquisito, mas não é. O sentido de nossa vida está presente diante daquilo que apenas nós podemos e devemos fazer e que, de modo algum, deveria ser delegado a uma outra pessoa, pois fazer isso seria negarmos a nós mesmos.
Por exemplo, um pai deve educar o seu filho, orientá-lo amorosamente e, quando necessário, corrigi-lo. Bem, todos nós sabemos que inúmeras vezes queremos fazer outras coisas por considerá-las mais importantes ou, no mínimo, mais interessantes; porém, quem tem o dever de educar, orientar e amar o infante? Isso mesmo. E ao nos negarmos a fazer isso, estamos negando a nós mesmos e, negando-nos, deixamos um vazio de sentido em nossa vida que, cedo ou tarde, irá bater à porta de nossa alma e nos tragar.
Enfim, é por essa e por outras razões que a falta de sentido é o grande mal da nossa época.
* O autor, Dartagnan da Silva Zanela, é professor, escrevinhador e bebedor de café. Autor de "A QUADRATURA DO CÍRCULO VICIOSO", entre outros livros.
Gilberto Simões Pires
BRASILEIRO COMUM
Mais do que sabido, o brasileiro comum, tipo que -basicamente- divide o seu tempo de duas formas: 1- DANDO DURO -DE SOL A SOL- COM O PROPÓSITO DE MANTER A SI PRÓPRIO E SUA FAMÍLIA; e, 2- ASSISTIR E/OU ACOMPANHAR OS JOGOS DE FUTEBOL DE SEU TIME DE CORAÇÃO; praticamente não consegue acompanhar os movimentos -sádicos e cruéis- exercidos pelos nossos maldosos GOVERNANTES.
TAXA DE RETORNO ELEITORAL
Pois, mantendo a velha e criminosa tradição de IMPOR SACRIFÍCIOS CADA VEZ MAIORES à maioria do -DESPROTEGIDO- povo brasileiro, o que rege a cabeça doentia da quase totalidade dos nossos políticos, notadamente em -ANO DE ELEIÇÕES-, é -exclusivamente- a TAXA DE RETORNO ELEITORAL, atropelando por completo, a TAXA DE RETORNO SOCIAL, que não raro é uma vil resultante de ABSURDAS POLÍTICAS POPULISTAS.
FELIZ ANO NOVO??
Dentro desse clima pra lá de tétrico, por mais tradicionais que sejam as mensagens com VOTOS DE UM FELIZ ANO NOVO, o fato é que a partir do momento em que os ponteiros dos relógios apontarem para a virada do ano -2025-2026, o POVO BRASILEIRO ganhará o -DEVER CRUEL E COERCITIVO- DE PAGAR MAIS IMPOSTOS.
NOVOS IMPOSTOS
Além do ESTÚPIDO IMPOSTO DE RENDA SOBRE DIVIDENDOS, o ANO NOVO inicia impondo o que manda a também ESTÚPIDA -REFORMA TRIBUTÁRIA-, que OBRIGA as EMPRESAS DE TODOS OS PORTES a emitir DOCUMENTOS FISCAIS ELETRÔNICOS destacando a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), que substitui o PIS e a Cofins, de competência federal; e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), que substitui ICMS e ISS, de competência estadual e municipal. Mais: há também o Imposto Seletivo, que substitui em grande parte o IPI, de competência federal.
DESTINO CRUEL
Pois, aproveitando, de cabo a rabo o FATO de que a maioria do povo brasileiro divide o seu tempo em TRABALHO E JOGOS DE FUTEBOL E ACOMPANHAMENTO DO TIME DO CORAÇÃO, os nossos PARLAMENTARES resolveram que o melhor destino para os IMPOSTOS está na ACOMODAÇÃO das DESPESAS EM ANO ELEITORAL. Para tanto, resolveram ELEVAR AS EMENDAS PARLAMENTARES A UM PATAMAR RECORDE: R$ 61 BILHÕES NO ORÇAMENTO DE 2026, sendo R$ 26,6 bilhões para EMENDAS INDIVIDUAIS, R$ 11,2 bilhões para EMENDAS DE BANCADA e R$ 12,1 bilhões para as EMENDAS DE COMISSÃO, além de R$ 11,1 bilhões PARA DESPESAS DISCRICIONÁRIAS E PROJETOS DO PAC INDICADOS POR MINISTÉRIOS e ADOTADOS POR PARLAMENTARES. Que tal?