Alex Pipkin, PhD
Nada é tão ruim que não possa piorar.
Em nome da suposta defesa da civilidade democrática, o atual governo brasileiro, alinhado com o Supremo Tribunal, está, factualmente, não só destruindo os valores democráticos verde-amarelos, como também penhorando o futuro de gerações de brasileiros.
Objetivamente, todo o transparente autoritarismo que se vê, foi meticulosamente planejado, sendo executado conforme manda o figurino coletivista. A cada dia que passa, na república das bananas, do arrozal, e da “in”justiça, o consórcio coletivista, mesmo sob às visíveis e inquestionáveis arbitrariedades, e a eliminação dos direitos e das liberdades individuais, tem dobrado a aposta.
A dobradinha trabalha duro e ditatorialmente, a fim de centralizar o poder, censurar vozes dissonantes, e eliminar a vital individualidade, com o claro objetivo de, cada vez mais, coletivizar e exercer o controle via poder de Estado.
Evidente que fatos como a proibição do X no país, almejam ceifar a dissidência e suprimir os planos e aspirações do indivíduo, em favor do abstrato Estado coletivista. Esse filme de terror, digno de Hitchcock, não traz muitos novidades, comparando-se as ações do referido consórcio, com aquilo que já foi vivenciado e amplamente exposto no ciclo de vida soviético, cambojano, entre outros, e na Venezuela do “companheiro” Maduro. A ideologia do fracasso, o coletivismo, necessita enfraquecer e acabar com os direitos e as liberdades individuais, transformando os indivíduos em, literalmente, servos do Estado.
O engodo da preocupação com o bem-comum, tem o nefasto poder de ludibriar mentes idealistas, despreparadas, e/ou interesseiras, destruindo o poder da agência individual, exterminando as possibilidades das pessoas agirem de acordo com seu livre arbítrio, segundo seus próprios objetivos e planos de vida.
?A imposição do árbitro, de ameaças e do medo, vai corroendo o pensamento, a responsabilidade e a ação individual, que são substituídas a fórceps pela necessidade da ação do Estado coercitivo, esse decidindo sobre tudo e todos, inclusive na esfera privada.
Mais uma vez, o estrago para as gerações brasileiras futuras é incalculável e devastador. Todo o avanço das narrativas e do projeto coletivista nacional, atua como um câncer maligno nas liberdades individuais, e no essencial estímulo a responsabilidade individual e a autodeterminação, ingredientes indispensáveis para o progresso humano.
O “pai dos pobres”, apologista do grupo terrorista Hamas, quer a paz no mundo, o político, disfarçado sob a toga preta de ministro, deseja a defesa da “democracia e do Estado de Direito”, arbitram eles. Porém, as aparências já não enganam mais, nem só os incautos brasileiros, como também, o mundo.
O que o consórcio tem realizado, sem qualquer brecha de dúvidas, é subverter os valores civilizações que ergueram a “sociedade civilizada” e verdadeiramente progressista, ou seja, os da civilidade democrática, da genuína liberdade de pensamento e expressão, da fatual tolerância e da realidade objetiva.
Também não é nenhuma novidade o corolário disso que aí se apresenta: decadência moral, econômica e, evidente, o empobrecimento humano na terra do pau Brasil.
Soberania e independência
Samir Keedi
Temos um governo que não sabe o que é soberania nem independência. Como pode ser isso? O que, provavelmente, seja também o caso da maioria dos nossos politicos, jornalistas e o povo. Mas, mesmo assim, o governo iniciou uma campanha do que não conhece.
Quando Donald Trump, presidente norte-americano, impôs tarifas sobre as importações de mercadorias dos EUA de praticamente 100 países, todos protestaram, como é natural. Alguns também colocaram tarifas sobre importações de seus produtos dos Estados Unidos da América.
Mas, após um curto período de tempo todos, menos um, sentaram-se à mesa, negociaram as tarifas como países soberanos e amantes de seu povo. Isso é soberania. Defender seu país, seu povo, sua dignidade.
O que fez o Brasil? O que se considera a última bolacha do pacote? O único contrário à corrente? Sim, o que todos sabem. Criticou, critica e continuará no mesmo diapasão. Xinga, chama de nazista, etc. – desnecessário perder tempo com repetição.
E, não quer conversar, não quer sentar à mesa. Pior, diz que está aberto à conversa se o presidente norte-americano desejar. Sim, isso mesmo, não é uma brincadeira nossa. É o único a agir destemperado, sem diplomacia, sem pensar no país. Do que devemos chamar isso? No mínimo de anão econômico e diplomático, para ser bonzinho? E ainda chama isso de soberania.
Soberano é defender seu país, seu povo, seus empresários, criar condições para o desenvolvimento. Portanto, vê-se que, sequer, sabe o que é soberania. Ah! Antes que nos passe despercebido, é soberania entregar o país à China, por interesse próprio e individual?
Deve ser soberania também ter as melhores condições físicas do planeta, país pronto de nascença para ser o melhor do mundo e ainda ser pobre 533 anos depois da descoberta e 203 anos após a independência. O que não é pouco tempo e nem novo em nossa opinião. É tempo suficiente para ser desenvolvido econômica e seriamente falando – vide EUA e Austrália.
Um país na posição 80 quando se trata da renda per capita, não deve ficar orgulhoso e iludido porque é a 10o. economia mundial considerando-se o PIB-produto interno bruto, como se ele fosse a medida ideal de desenvolvimento de um país.
Não é, e vamos dar exemplo claro e fácil, para não deixar dúvida, do que é riqueza e desenvolvimento, e não se deixar enganar pelo PIB.
- EUA – PIB US$ 30 trilhões, renda per capita US$ 80 mil.
- China – PIB US$ 19 trilhões, suposta 2a. economia mundial, e uma ínfima renda per capita de US$ 13 mil.
- Brasil – PIB US$ 2,2 trilhões, suposta 10o. economia mundial, ridícula renda per capita de US$ 10 mil.
Voltando ao tema, é soberania e independência essa posição 80 em renda per capita entre 200 países? Que soberania e independência é essa do melhor país do mundo em condições físicas para ser a melhor economia do mundo, e ser o que é e, olhando para o comércio exterior, ver que é apenas pouco mais de 1% do comércio mundial de bens? Um dos países mais fechados do mundo?
E que soberania e independência é essa em que metade das nossas exportações são do agronegócio, atuando no comércio exterior praticamente apenas como fornecedor de matéria prima para ser industrializada por outrem? Atuar como colônia e praticamente colocando todos os ovos numa única cesta, e sendo comprado ao invés de sermos vendedores é soberania?
Soberania e independência é ser um dos melhores do mundo e estamos muito longe disso.
Soberania é ter todo o povo comendo bem e, pelo menos, 3 vezes ao dia. É todo o seu povo tendo água encanada e esgoto em casa e não apenas 50% dele. É todos, ou praticamente todos, tendo uma moradia digna. E mobiliada.
Soberania é ter emprego para todos, e todos tendo educação e competência suficiente para os empregos oferecidos. É ter carteira de trabalho assinada, ao invés de meros pouco mais de 40 milhões de brasileiros nessa situação.
Soberania é não ter 60 milhões de pessoas ou mais dependendo da bolsa esmola e as mais diversas bolsas oferecidas com recursos de quem trabalha. Bolsa até para estudar, como se não fosse interesse e obrigação das pessoas.
Tudo para poder controlá-las e ter um voto permanente para se perpetuar no poder as custos da ignorância e da pobreza da população. E isso após 20 anos de governo próprio Povo que pensa estar sendo privilegiado, enquanto é massacrado e dominado por décadas sem sequer pensar e saber disso, sem perceber e entender.
E não perceber que se massacra cada vez mais a educação, do maternal à universidade, de modo que se estude e não aprenda, e apenas pense estar aprendendo porque tem ou terá um diploma.
Pobre do melhor país do mundo, transformada num dos piores, e tudo por interesses próprios, individuais e mesquinhos.
Dartagnan da Silva Zanela
Há um belíssimo ensaio de Ortega y Gasset intitulado "No ser hombre de partido", onde o mesmo apresenta-nos uma longa reflexão sobre a tomada de posição em relação às contendas políticas que tomam conta da vida nas sociedades contemporâneas.
Como todos nós muito bem sabemos, não existe essa história de não tomar partido e isso vale, principalmente, para a turma que prefere colocar-se em uma torre de marfim, toda limpinha, acima do bem e do mal, muito além das disputas e picuinhas da direita e da esquerda; pessoas essas que se consideram isentas, prudentes e muitíssimo sofisticadas e que, de forma muito ladina, querem apenas e tão somente, se possível for, tirar o máximo de vantagem de qualquer time que venha a encilhar sua cela política na égua baia do poder estatal.
Se nos portamos desse modo não estamos, de modo algum, agindo por princípios, nada disso. Estamos apenas elevando, a categoria de princípios, os nossos interesses tacanhos e imediatistas, disfarçando-os com as plumas e paetês de uma desavergonhada e suposta superioridade moral. Resumindo: não há nada de digno nesse tipo de oportunismo rastaquera.
Doutra parte, é importante lembrarmos, que não há nada de profundamente meritório em ser um "homem de partido", que defende com unhas e dentes todas as traquitanas e estripulias que são orquestradas por um partido político, ou que são praticadas em nome dele. Se agimos assim, estamos, de forma insensata, abdicando do uso da nossa consciência para colocar em seu lugar os ditames de uma agremiação política.
Quando procedemos dessa maneira, acabamos por confundir a tomada de partido em relação a algo, com a tomada de nossa consciência por um partido, para nos manipular em relação a tudo.
Como diria Ortega y Gasset, muitas e muitas pessoas preferem agir assim por causa da segurança psicológica que lhes é dada pelo fato de estarem integrando um grupo. Há pessoas que preferem ter sua mente carregada pelas mãos invisíveis de um partido, e arrastada pelos tentáculos de uma multidão, do que andar, de forma claudicante, com pernas da sua própria consciência.
Diante do exposto, o que seria então menos danoso para a nossa personalidade: a atitude cínica do "isentão", ou o engajamento insensato e temerário nas fileiras de uma ideologia? Francamente, penso que nem uma coisa, nem outra.
Devemos, sim, no meu entender, nos esmerar em tomarmos uma posição clara em relação à realidade dos fatos da vida, à luz da nossa consciência. Por isso, recuar pode ser uma opção, avançar também, mas nos calar e nos omitir, não. De jeito-maneira.
Sim, podemos nos equivocar ao tomar uma decisão, como podemos estar redondamente mal informados a respeito dos acontecimentos que estão marcando os caminhos e descaminhos da sociedade, mas seremos nós que estaremos cometendo esse erro e assumindo a responsabilidade pela escolha malfadada que fizemos. Não terá essa de nos fiarmos na máxima de Homer Simpson, que diz: "a culpa é minha e eu coloco em quem eu quiser". Nada disso.
Agora, quando colocamos nossos interesses mesquinhos acima da nossa consciência, o trem desanda de vez, porque, deste modo, acabamos por eleger, como critério de julgamento das nossas decisões, da nossa "cidadania", tão só e simplesmente o tamanho das vantagens pecuniárias que poderão ou não ser obtidas por nós em uma disputa de poder, seguindo à risca velha lei de Gerson.
E se aderimos apaixonadamente a um partido, colocando-o no lugar da nossa consciência, adotando suas diretrizes como se fossem os princípios orientadores da nossa vida, o único critério de avaliação que teremos será a conquista do poder pelo partido e, é claro, a manutenção da presença do dito-cujo nas entranhas da besta-fera estatal.
Por isso, tomar partido, de forma responsável, é defender a soberania da verdade sobre todos os interesses, inclusive e principalmente, sobre os nossos. Ser um homem de partido é tomar parte na luta pela defesa da majestade da verdade sobre todos nós, principalmente quando a verdade está nos chamando a atenção para as nossas inúmeras fraquezas e limitações.
Sejamos de direita, de esquerda, ou tico-tico no fubá (isentão), é de fundamental importância que procuremos lutar para preservar a nossa mente das sedições que se levantam contra ela, sublevações essas que abundam nesse mundo e que não medem esforços para nos degradar e, principalmente, lutemos, sem fatigar, para proteger nossa consciência contra as mil e uma fraquezas do nosso caráter, ou da falta dele.
* O autor é professor, escrevinhador e bebedor de café e autor de "A QUADRATURA DO CÍRCULO VICIOSO", entre outros livros.
Gilberto Simões Pires
INTENÇÃO DIABÓLICA
A diabólica e antiética intenção do governo, de -CONFISCAR MAIS DE R$ 30 BILHÕES- que o Banco Central considera como -DINHEIRO ESQUECIDO- nos bancos, sem fazer muito esforço mental faz lembrar o que ocorre com os -PRÊMIOS DE LOTERIA NÃO RESGATADOS JUNTO À CAIXA FEDERAL, cujos ganhadores têm um prazo de 90 dias para PEGAR A GRANA.
DAR LUZ AOS VALORES ESQUECIDOS
O curioso, para ficar somente com este termo de definição, é que os bancos em geral, cuja tarefa gerencial é ficar em constante contato com seus clientes e/ou correntistas, oferecendo aplicações financeiras, parecem não estar interessados em rastrear e/ou informar sobre os VALORES ESQUECIDOS. Muito estranho, não?
LOTERIA
Vejam que no caso dos PRÊMIOS DE LOTERIA, o CARTÃO DE APOSTAS, por ser do tipo -AO PORTADOR-, a CAIXA FEDERAL não exige o CPF nem o CNPJ do APOSTADOR. Aí, como é impossível RASTREAR O GANHADOR, a regra determina o prazo de 90 dias para REIVINDICAR O PRÊMIO.
DEPÓSITO BANCÁRIO
Já no caso dos DEPÓSITOS BANCÁRIOS, a primeira exigência imposta pelo Banco Central é a ABERTURA DA CONTA. Para tanto, o cliente precisa ser devidamente CADASTRADO, ou seja, precisa apresentar IDENTIDADE, informar o ENDEREÇO, o ESTADO CIVIL, etc., e no caso de empresa, o CONTRATO SOCIAL, CNPJ, ETC., permitindo assim o possível e/ou o devido RASTREAMENTO.
RASTREAMENTO
Portanto, o que mais chama a atenção é o SILÊNCIO DOS BANCOS, que não se propõem a fazer o RASTREAMENTO dos seus CLIENTES -ESQUECIDOS-. Não é possível que um cliente que tenha -ESQUECIDO- a quantia de R$ 11,2 milhões, e o banco não tenha mostrado mínimo interesse em prestar a preciosa informação ao próprio ou à sua família.
Gilberto Simões Pires
INFERNO DANTESCO
Mais do que sabido, pela ótica popular-cristã, o INFERNO, no conceito do poeta italiano Dante Alighieri, em sua obra -A DIVINA COMÉDIA- é um lugar rodeado de MUITO FOGO e carregado de SOFRIMENTO E DOR.
SATANÁS
Com isso, surgiu a imagem de um SATANÁS, que no imaginário popular é tido e havido como o GOVERNANTE do INFERNO, e como tal se tornou o agente cruel que inflige TORTURA E CASTIGO AOS PECADORES.
BRASIL INFERNAL
Pois, coincidentemente ou não, o nosso imenso Brasil, sem tirar nem pôr, está transformado, literalmente, num GRANDE INFERNO. A rigor, nem mesmo o poeta Dante Alighieri seria capaz de conceber e/ou imaginar um ambiente tão INFERNAL, no qual o nosso imenso país se mostra -RODEADO DE FOGO POR TODOS OS CANTOS E LADOS-.
INÚMEROS SATANÁZES
A única coisa que diferencia o INFERNO DE DANTE do nosso INFERNO é que no BRASIL temos inúmeros -SATANÁSES-, embora todos estejam unidos e prontos, para fazer com que qualquer crítico ou quem pensa diferente do PENSAMENTO INFERNAL é considerado, imediatamente, como PECADOR INAFIANÇÁVEL. Como tal é submetido ao SOFRIMENTO E DOR provocado pela LIBERDADE ASFIXIADA.
Alex Pipin, PhD
Estou a “um passo” dos 60.
Lembro que na minha juventude, ser de esquerda, era considerado ser um cara idealista, inteligente, descolado e rebelde - com causa. Conservadores eram caretas e retrógados. Os feios. Esquerdistas eram os de mente aberta.
Ser de esquerda era ser “justo” contra a exploração e à opressão imposta pelos poderosos do sistema - capitalista.
Era um idealista quem enxergava a necessidade de se lutar pela “justiça social” e pela - impossível - igualdade. Pregava-se, idealmente, as liberdades individuais e o respeito à dignidade das pessoas.
Havia, penso eu, uma mistura de idealismo, de rebeldia, de sentimentos genuínos, e uma dose de ingenuidade quanto à vida como ela é. É verdade que eles se achavam melhores do que os “não esquerdistas”, mas não existia o presente ódio e divisionismo quanto aos hoje “inimigos do outro lado”.
O mundo e a vida, transformaram-se. Claro que a vida ensina, e cobra. Justamente por isso é que existem vários exemplos de migração de “esquerdistas iludidos” para à direita. Direita e esquerda não são termos adequados; utilizo-os para simplificar. No entanto, você que me lê, já presenciou o contrário? Provavelmente, não. Raramente.
Sentimentos “esquerdistas” eram, imagino, legítimos. O tempo verbal é autoexplicativo. Atualmente, a essência da “preocupação com os outros”, transparentemente, desapareceu.
Não acredito que deixará de existir o triste e contraproducente tribalismo ideológico, daqueles que se consideram moralmente superiores, e que ainda se agarram, com unhas e dentes, nas utopias marxistas, desejando a coletivização total de nossas vidas.
Hoje, essa esquerda que aí se encontra, luta mesmo por um único objetivo. Custe o que custar, pelo seu projeto de poder. Desafortunadamente, grande parte da juventude, continua sendo doutrinada por marxistas de carteirinha, verdadeiros idiotas úteis de uma deselite pilantra, que só pensa nos seus próprios umbigos e em seus interesses espúrios, individuais e/ou tribais.
Não importa que eles não tenham, comprovadamente, competência para governar e fazer acontecer, que eles corrompam e roubem, que eles defendam terroristas, que se alinhem a sanguinários religiosos do Irã, e/ou ditadores ideológicos, como Maduro, na Venezuela, que eles tirem o dinheiro do suado “trabalho dos trabalhadores”, via tributação escorchante de tudo e de todos, que eles defendam à censura e o autoritarismo, que advoguem pela bandidagem (vítimas da sociedade) e pela impunidade, enfim, que eles façam o que, ao cabo, sempre fazem: hipotequem o futuro de nossas gerações.
Da boca para fora eles, retoricamente, querem derrubar o capitalismo - à economia de mercado, que desconhecem o que factualmente significa e produz. Por óbvio, fora o capitalismo, viva o decrescimento - para os outros! Eles pretendem continuar gozando dos privilégios e das benesses que só o capitalismo de verdade é capaz de engendrar e entregar.
Sinteticamente, eles desejam eliminar a galinha que produz os ovos que alimentam a todos. Querem que aqueles que produzem deem àqueles que não produzem. Desejam abolir e expropriar a propriedade privada.
Que tristeza! Os mancebos idealistas são cegos que veem, mas não enxergam. Não importam os males reais que eles praticam, e que todos conhecem e enxergam.
O tribalismo coletivista é risível, sentimental, porém, destruidor! Os coletivistas são populistas incompetentes, que não sabem administrar, governar, e prover, de fato, um desenvolvimento sustentável e o bem comum.
O que essa deselite “progressista do atraso” deseja, é uma igualdade - repito, impossível - de todos, na pobreza. Evidente, exceto para ela própria. São os benevolentes, apologistas do socialmente iguais, com o trabalho e o dinheiro dos outros.
O grande Roberto Campos afirmou que “o mundo não será salvo pelos caridosos, mas pelos eficientes”.
Alguma dúvida de que os “progressistas do atraso” não sabem governar e fazer - exceto corromper - o que deve ser feito?