Adriano Alves-Marreiros
“Hoje só acredito no pulsar das minhas veias
E aquela luz que havia, em cada ponto de partida
Há muito me deixou."
“Noturno”. Fagner (Música que , me lembro, meu pai
Cantava no carro, imitando o jeito do Fagner
Em memória do Cabo DT Manoel Silveira Marreiros: meu Pai!
Quando passei no Concurso do Colégio Militar meu pai ia operar o coração e internou. Lembro que ele pediu pra minha mãe comprar a farda pra ele me ver fardado antes de operar. Minha mãe disse “Não! Nós vamos comprar juntos...”. Não fomos... Desde então, tornei-me um pessimista e não acredito que alguém possa me tirar a razão. Desde então Noturno é a minha “música chiclete”... (Posso garantir que era melhor que fosse um fanque carioca...)
“Calma”. “Tudo vai dar certo”. “Pense positivo”. Todas são expressões que ouço, com desprezo, com raiva. Ou apenas triste quando vejo que a pessoa, bem intencionada, realmente acha que pode me dar consolo ou ajuda repetindo-as. Nunca garantiram nada: tranquilizar? Ainda menos...
Sofrer por antecipação é o que podem dizer alguns. Prefiro falar em estar preparado: sempre preparado. Nas Agulhas Negras tinha um paulista (queria lembrar seu nome!) que dizia que devíamos sempre esperar o pior: se viesse o melhor, estaríamos no lucro, se não: estaríamos preparados. Talvez tenha sido a coisa mais sábia que já ouvi...
Tem gente que não só não se prepara nunca, como vai muito além do otimismo: é eternamente crédula. Prefere torcer bestamente a ver o que está acontecendo diante do seu nariz. Prefere negar quaisquer indícios como se fora um Piu-Piu que sequer acha que viu um gatinho...
Gente que acha que supressão de Liberdades pode ser feita para o seu bem. Que acha que alguém que pode permitir ou não o que é ou não Liberdade de Expressão não é censor...
Gente que acha que o famoso geek simpático e bem sucedido é só gente boa[1]: não tem interesses globalistas, não é adepto do Socialismo Fabiano.
Gente que acha lindo quando se fala em agir para transformação social e não percebe que isso não é Democracia: é querer impor ideologias e fazer o povo à sua imagem e semelhança.
Gente que acha que o discurso de suposto “combate às fake News” é realmente para combater notícias falsas e mentiras[2]. Que acha que as tais “agências de fact checking” não são ideológicas. Que acha que o combate não é aos Conservadores.
Gente que acha que ser Conservador é ser fascista: sem se dar conta que o fascismo, o comunismo e o nazismo é que possuem natureza totalitária, coletivista e revolucionária e que o conservadorismo é o oposto de revolução e baseia no respeito às individualidades.
Gente que acha que traficante vai se tornar empresário honesto se legalizarem as drogas e até que UBER vai continuar existindo (e facilitando a nossa vida como é hoje) se impuserem a CLT à empresa.
Tenho pena: muita pena de quem troca sua dignidade por aceitação da turma “cool”, pena dos que acham que uns poucos autodenominados “iluministas” devem estar acima do poder que emana do povo, pena dos que aceitam trocar sua liberdade por segurança, apesar do aviso de Benjamin Franklin[3].
Sim, tenho pena dos otimistas e daqueles que tentam sê-lo apenas para sofrerem menos, mas tenho ainda mais pena dos crédulos: dos espíritos submissos, fracos e sem visão...
“Sentido? Sem tudo! Sem nada…
Comecei a também morrer,
Naquela primeira morte,
No caixão também estava eu:
Metade de mim…
Tive que prosseguir por que assim é, Carlos,
Porque vc não morre, José,
E duro segui por uma alameda de túmulos,
E até sem eles,
Sem conseguir enterrar todos…
Sem conseguir enterrar nenhum,
Enterrando apenas a esperança,
Que não foi a última, mas a primeira…
Não, Harry, seu espírito não perde uma parte quando você mata,
Mas quando eles morrem…
(Poema de Adriano Marreiros, publicado no site Janelas da Alma de Harley Wanzeller: < http://www.poesiajanelasdaalma.com.br/)
Crux Sacra Sit Mihi Lux / Non Draco Sit Mihi Dux
Vade Retro Satana / Nunquam Suade Mihi Vana
Sunt Mala Quae Libas / Ipse Venena Bibas
(Oração de São Bento cuja proteção eu suplico)
* Matéria publicada no Portal Tribuna Diária, setembro de 2020
** O autor, Adriano Alves-Marreiros, é cronista, pessimista e Cristão.
[1] “Tem gente boa que me fez sofrer, tem gente boa que me faz chorar”: da banda Zero.
[2] Leiam todo o livro “O Inquérito do fim do mundo”, mas, sobre isso, leiam especialmente o artigo do Morgenstein, logo no início...
[3] “Aqueles que abrem mão da liberdade essencial por um pouco de segurança temporária não merecem nem liberdade nem segurança”.
Alex Pipkin, PhD
Aprecio Macunaíma. Aliás, o herói sem nenhum caráter, nunca antes na história desse país, foi tão atual. Eu gosto de Mario de Andrade. Cirúrgico em suas análises.
Uma dessas, é de que as pessoas não debatem conteúdo, apenas os rótulos.
Efetivamente, “momentoso”, em especial, na era dos “especialistas” e dos protagonistas das redes sociais. O mundo se transformou no instantâneo, tudo rápido, automático, intuitivo, baseado nas maquiagens, nas emoções e, claro, no que parece ser.
Nosso funcionamento cerebral potencializa a super valorização do que parece ser, já que por meio de estímulos e de gatilhos mentais, o ser humano é influenciado - manipulado - a opinar e a tomar determinadas decisões. Pouco se pensa crítica e reflexivamente, por si só. Vão longes os tempos em que os esteriótipos, os rótulos, enfim, eram, digamos, confiáveis. Os “tempos modernos” são de genuínas distopias à lá Orwell, de inacreditável rejeição da lógica e da verdade.
Evidente que os rótulos direita e esquerda no espectro político, num passado já distante, até que eram razoáveis quanto ao conteúdo implícito.
No “novo mundo progressista” jamais. Direita significava ser conservador na questão de valores e, de alguma forma, menos estatista em nível do funcionamento da economia. Por sua vez, esquerda (decente), representava ser mais liberal quanto aos valores morais e em temas sociais, e completamente adepto do Estado “total” na vida econômica, o salvador da pátria.
Nesse “novo mundo” transviado, direita simboliza aqueles mais conservadores - alguns radicalmente -, quanto aos valores morais e, penso eu, na imensa maioria, mantendo-se, de alguma forma, de mãos dadas com o Estado.
Desnecessário classificar a esquerda em relação à economia, “mãe - e pai - Estado”. A grande transformação se deu nas questões sociais, em que me parece que, de fato, havia uma legítima preocupação com os descamisados e com os direitos dos grupos minoritários.
Sou um liberal nas questões econômicas, e adepto das liberdades individuais, e não da libertinagem e/ou das retóricas farsantes em defesa dos grupos minoritários. Pobre juventude escravizada por outros jovens marxistas - e velhos - iludidos e/ou manipulados.
Evidente que também existe a declamada “extrema direita”, pronunciada todo o santo dia pelo partido da mídia. Não tenho lembrança de ter lido ou escutado algo relacionado a “extrema esquerda”. Acho que Stálin, Mão, Maduro… são meras miragens.
O atual presidente crê que esse último é um democrata - são só as narrativas contrárias -, e que democracia é algo relativo. O fato “moderno” surreal, é que o romantismo idealista desapareceu, faz tempo, entrando em campo o sectarismo doentio utópico, custe o que custar.
Esquerda, nesse “novo mundo progressista”, nada, absolutamente nada, tem a ver com uma maior liberdade na seara social. Pelo contrário, nunca imaginei estar ainda no plano terreno para ver marxistas de carteirinha defendendo, ardorosamente, o autoritarismo, à censura, o terrorismo, e os direitos (des)humanos. Quanto aos grupos minoritários, até cego debaixo d’água enxerga que se não houver conformidade com as várias tribos esquerdistas, não adianta ser negro, gay, drag queen, enfim. Farsa total!
Pois é, os rótulos! Como pode alguém - que pensa racionalmente - ser de esquerda? Claro, a premissa básica é que o sujeito é ignorante - na real acepção da palavra - em economia.
O que a galera juvenil não sabe e/ou faz de conta não saber, é que a esquerda atual, é abertamente defensora do autoritarismo acordado, desagregador e racista, da coerção, da maldade e da escravidão, a fim de alcançar o seu único objetivo: poder.
Não, senhores, o que qualquer caolho enxerga é que esse simulacro da antiga defesa dos valores libertários e humanitários, foi nefastamente substituída pelo autoritarismo amplo e raso. Na atualidade, quem deseja e impõe à fórceps os valores morais - únicos e ditatoriais -, não são os “monstros conservadores”. Objetivamente, é essa tribo rotulada como “de esquerda”. Surreal, distópico.
Hoje, não há quaisquer dúvidas, a mãe Estado grande, e a maioria de suas instituições “progressistas”, utilizam-se do aparato estatal como poderoso instrumento para decretar - e oprimir - os “valores morais progressistas” sobre as pessoas.
O romantismo idealista sumiu - apareceram as verdades romanescas -, e a falácia do conserto e da salvação da humanidade, têm que ser realizada, inexoravelmente, pelo franco e real autoritarismo estatal canhoto.
Como alguém pode acreditar no rótulo “esquerda”?
Simples. Ou se trata de um analfabeto em economia, ou é um iludido e manipulado, que acredita nas 99 mentiras “progressistas” que estão sendo contadas por populistas “esquerdistas”.
A esperança é que como ainda há uma verdade, espero que essa verdade acabe - sei lá quando - triunfando.
Dartagnan da Silva Zanela
É curioso como a censura atua junto à sociedade. Muitas pessoas imaginam que o "cala-boca" Estatal funciona igual ao "fique-quieto" que ouvimos de um brutamontes, mas não é assim que segue esse andor não. Não mesmo.
Primeiro, antes de qualquer coisa, é importante lembrarmos que nunca um mecanismo de censura apresenta-se como um instrumento coercitivo, que ali está para melindrar os cidadãos. Nada disso, meu bom amigo. Nada disso.
Todos os mecanismos de controle de circulação de informações sempre se apresentam como algo que veio para "restabelecer a verdade", "esclarecer os fatos" e, é claro, para "salvaguardar as pessoas contra as inverdades e insídias" que são espalhadas por pessoas perigosíssimas que querem apenas confundir os indivíduos e derrubar as bases institucionais da nossa sociedade.
Enfim, é sempre a mesma conversa furada, porém, as diferentes circunstâncias exigem, que essa velha conversa mole, seja travestida com novíssimos trejeitos e maneirismos, para melhor ludibriar as almas desavisadas.
Sim, é de fundamental importância que os censores tenham o consentimento das figuras desavisadas que, via de regra, formam o grosso do tecido social e que, realmente, acreditam candidamente que estão sendo protegidas pelo "cale-se" estatal imposto a todos aqueles que são rotulados como sendo uma perigosíssima ameaça a tudo e a todos.
Um bom exemplo do que estamos falando era o famigerado ministério que era ocupado por Joseph Goebbels, no Terceiro Reich. No caso, o Ministério da Propaganda e do Esclarecimento Público. Isso mesmo! O órgão de repressão, censura e propaganda da Alemanha do Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores da Alemanha (Nazista), era apresentado com esses termos: como sendo o ministério do "esclarecimento".
Outro exemplo, curioso pacas, é a "Ley de Responsabilidad de Radio y Televisión" da Venezuela, de 2004, que nada mais é do que o mecanismo legal criado para cercear a liberdade de expressão e calar os divergentes do "Socialismo do século XXI".
Porém, não é dessa maneira que essa lindeza, que existe na Venezuela, desde os tempos de Hugo Chávez, se apresenta. Nada disso. Ela é mais sutil e discreta.
Segundo o texto da referida lei, seu objetivo não é censurar ninguém, mas apenas "atingir um equilíbrio democrático entre os deveres, direitos e interesses, de modo a promover a justiça social e aprofundar o desenvolvimento da cidadania, da democracia, da paz, dos direitos humanos..." e tutti quanti.
Outra boniteza bolivariana é a chamada "Ley de Responsabilidad Social en Radio, Televisión y Medios Electrónicos", de 2010. Essa estrovenga jurídica tem o objetivo de controlar a disseminação de [adivinhem] conteúdos que, porventura, possam "promover delitos", que venham a incitar um tal de "estresse social" e, o mais importante de tudo, limitar a circulação de informações que sejam suspeitas de [vejam só] provocar "questionamentos das autoridades legitimamente constituídas". Muito democrático, não é mesmo?
Outro caso pra lá de ilustrativo é o da República Popular da China. Isso mesmo! Da própria.
Segundo o texto da sua Constituição, a liberdade de expressão e de imprensa são garantidas, porém (porque sempre tem um porém), o regime do Partido Comunista rotineiramente, sem a menor cerimônia, viola esses direitos sem um pingo de peso na consciência.
Para silenciar os jornalistas que são considerados uma ameaça para as instituições da República Popular, sem pudor algum, estes são acusados de "espionagem", de "subversão" ou de "incitar brigas e provocar tumultos". Na China, todos esses crimes citados possuem uma definição tão vaga quanto elástica e que, por isso mesmo, podem muito bem servir para criminalizar a ação de qualquer um. Qualquer ação de qualquer um mesmo.
Deste modo, segundo a organização Repórteres sem Fronteiras, na China, os jornalistas, que são classificados como uma "ameaça às instituições", podem ser legalmente mantidos por até seis meses em RSDL (vigilância residencial em local designado), um eufemismo para confinamento nas prisões do regime chinês.
No sistema de RSDL, os indivíduos são privados de qualquer representação legal e podem, inclusive, ser submetidos a tortura em nome, é claro, da "democracia popular" e da "paz social".
Enfim, os exemplos abundam e as lições são claras como uma tarde de verão e, todos esses dados nos chamam a atenção para o fato de que uma tirania, por mais escancarada que seja, nunca declara abertamente a sua verdadeira feição pois, como bem nos lembra a sabedoria popular, a maior artimanha do maligno e das suas filhas diletas, as tiranias, é fazer com que todos creiam, piamente, que eles não são nada daquilo que os seus olhos estão vendo.
* O autor é professor, escrevinhador, bebedor de café e autor de "A QUADRATURA DO CÍRCULO VICIOSO", entre outros livros. https://lnk.bio/zanela
Lucas Berlanza
Há 63 anos, renunciava Janio Quadros (1917-1992).
“Muitos compreendem, entre eles o próprio Carlos (Lacerda), um dos acontecimentos mais estranhos da história brasileira como tendo sido fruto de uma interpretação de Jânio de que, renunciando, tendo afastado Jango do país, ele poderia contar com o amparo da sociedade civil e dos militares para impedir que o petebista tomasse posse e, com isso, todos, para persuadi-lo a não renunciar à presidência, concederiam a ele os poderes especiais que tinha tramado obter.
Se essa foi realmente a pretensão de Jânio, fato é que falhou miseravelmente. Sua atitude frustrou não apenas a esperança lacerdista da “revolução pelo voto” como deteriorou as expectativas populares com o mundo político.
Jânio fora eleito para desafiar a corrupção, combater a inflação e moralizar administrativamente o Estado – em outras palavras, Lacerda poderia resumir: para ser o oposto do edifício varguista-estadonovista-petebista-pessedista-desenvolvimentista. Em vez disso, não entendeu as circunstâncias que o alçaram aquele posto e quis um atalho que não lhe estava ao alcance.
A despeito das medidas adequadas na economia, falhou em praticamente tudo que se propôs a fazer – ou que se tinha entendido que ele faria e representaria.
Tudo andara em círculos. O ditador de 30 e 37, Getúlio Vargas, parira as forças das quais sairiam Juscelino e Jango. Este último era tudo que se queria evitar, o receio de todos aqueles que fossem mais liberais e conservadores, a ameaça de uma identificação mais categórica com o peronismo e de uma linguagem mais palatável aos extremistas da esquerda e aos comunistas, cunhado do radical Leonel Brizola, o ministro do Trabalho que quis aumentar exponencialmente o salário lixando-se para a inflação.
Jânio, facilitado pela exaustão algo voluntária do próprio “sistema” pessedista, era uma aposta arriscada para tentar pôr um fim a esse ciclo sem a necessidade de intervenções armadas. Deu errado; e o país terminava no colo de quem? Logo dele, o mais temido, o último filhote de Vargas com quem Carlos Lacerda travaria a última grande batalha de sua fase áurea: o presidente João Goulart.” (Lacerda: A Virtude da Polêmica, LVM, p. 255)
* Reproduzido do site do Instituto Liberal, em https://www.institutoliberal.org.br/blog/historia/o-dia-25-de-agosto-na-historia-do-brasil/
Gilberto Simões Pires
RELHO EM RISTE
Pelo andar trôpego da CARRUAGEM BRASIL é mais do que visível que seu sinistro condutor, o COCHEIRO Luiz Inácio Lula da Silva, não suporta ser DESAFIADO. E quando isso acontece, aí o COCHEIRO fica possesso e passa a perseguir, de RELHO EM RISTE, todos aqueles que ousam querer COMPETIR com ele. E neste caso, como já pode ser visto e sentido, nem mesmo a NATUREZA escapa.
INSTRUMENTO DE COMPETIÇÃO
Vejam, por exemplo, que após boa parte do Estado do Rio Grande do Sul ser DESTRUÍDO por uma DEVASTADORA ENCHENTE, o COCHEIRO LULA percebeu que a NATUREZA usou a TRAGÉDIA como INSTRUMENTO DE COMPETIÇÃO. Pronto. A partir de então, para mostrar que é muito mais forte e capaz, o referido e maldoso COCHEIRO resolveu, de forma impiedosa, promover uma -TRAGÉDIA NACIONAL-, com efeito desastroso para todos os brasileiros de todos os cantos do país.
ARMA LETAL E TRÁGICA
Desta vez, sem perder tempo, o competidor COCHEIRO usou como ARMA LETAL E TRÁGICA, um AUMENTO DRÁSTICO DE TRIBUTAÇÃO NACIONAL, que atinge, de cabo a rabo, sem piedade, não apenas o já desmilinguido povo gaúcho, mas, com força redobrada e DESCOMUNAL a todos os brasileiros.
PAUTA TRÁGICA
Com tal, a pauta PRIORITÁRIA (não completa) do ministro TAXADD, com a autorização formal do COCHEIRO TRIBUTADOR propõe;
1- a criação de um IMPOSTO SOBRE GRANDES FORTUNAS;
2- IMPOSTO DEVASTADOR SOBRE HERANÇAS;
3- TRIBUTAÇÃO SOBRE DIVIDENDOS;
4- no âmbito empresarial, aumento da taxação dos Juros sobre Capital Próprio (JCP) assim como o fim da retirada de subvenções estaduais da base de cálculo do IRPJ e da CSLL;
5- alíquotas progressivas para o Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD) e de cobrança do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) de donos de aeronaves e embarcações;
6- aproveitando a nova etapa da reforma tributária, Taxxad pretende incluir um imposto mínimo efetivo de 15% sobre o lucro de multinacionais que operam no Brasil.
Stephen Kanitz
Esse meme é que está destruindo nossa democracia e a civilização ocidental.
Escolhemos nossos Presidentes usando um critério equivocado.
Não se escolhe Presidentes que lhe representam, parecidos conosco, isso é uma atitude egoista, individualista e nefasta.
Quem tem que te representar é seu Deputado Federal , Estadual e Vereador .
Essa são as únicas partes democráticas de uma democracia.
Um Senador representa o Estado da União, e não você.
E a rigor no Comunitarismo um Deputado Federal, Estadual e Vereador deveriam ser distritais, defendendo sua comunidade e não somente você.
Um Presidente , porém, deveria ser o candidato o mais competente para administrar a nação.
Capaz de cumprir as leis elaboradas pelo seu representante, e não maquinar para aprovarem seus decretos provisórios.
Um Presidente tem que ser eficiente, chato, exigente e cumpridor.
Em Administração nós acionistas não votamos para Presidente da empresa, nem pensar.
Elegemos um Conselho de Administração, composto de pessoas sábias e experientes, ex presidentes na sua maioria, que nunca escolhem qualquer um.
Normalmente escolhem um dos 8 diretores que já dirigem a companhia há anos.
É assim que deveria ser o Presidente.
Eu prefiro o Trump do que a Kamala, porque Trump tem 40 anos de experiência tocando uma empresa bem sucedida, construiu o primeiro presídio comunitário de Nova York, sabe administrar pessoas.
Ele de fato não é um Paz e Amor como Lula e Kamala, todo sorrisos.
Trump, como Bolsonaro são pessoas desagradáveis, como todo empresário exigente e demandador é, embora tentem ser mais políticos, mas a gente, especialmente as mulheres , percebem.
Trump e Bolsonaro realmente não nos representavam, e nem poderiam dada a diversidade da população, mas sabiam administrar e escolher bons administradores, e lutar por eles quando necessário.
Aqueles que querem parecer que representam a todos, deveriam é ser vistos com desconfiança, deveriam ser apontados pelas óbvias mentiras que são obrigados a dizer, e não ser eleitos como são.
Pare de ser egotista, pare de eleger para Prefeito, Governador e Presidente que te represente.
Eleja aquele que executa o que seu representante determinar.
* Reproduzido da página do autor no Facebook