• Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico
  • 19 Março 2026

 

Gilberto Simões Pires 

ENTUPIR AS REDES SOCIAIS

Mais do que nunca se faz necessário e imperioso ENTUPIR as -REDES SOCIAIS- com notícias e comentários sobre as -BILIONÁRIAS FRAUDES DE TODOS OS TIPOS E TAMANHOS, ROMBOS HOMÉRICOS NAS CONTAS E NAS EMPRESAS ESTATAIS, AUMENTO INDISCRIMINADO DE IMPOSTOS, AUMENTO EXTRAORDINÁRIO DA DÍVIDA PÚBLICA, RECORDE DE INADIMPLÊNCIA DA POPULAÇÃO (81,2 milhões de brasileiros, segundo a Serasa Experian) e ALTÍSSIMO NÍVEL DE CORRUPÇÃO jamais vistos no nosso planeta, ASSALTO AOS APOSENTADOS DO INSS, etc... 

ESCANDALIZAR

Antes de tudo, a considerar o FATO de que grande parcela da MÍDIA BRASILEIRA é agraciada com POLPUDAS VERBAS DE PUBLICIDADE GOVERNAMENTAL, com o CLARO COMPROMISSO de RELATIVIZAR e/ou -ESCONDER AO MÁXIMO- O ENVOLVIMENTO DO GOVERNO NAS MAIS DIVERSAS SAFADEZAS, o que nos resta, além de ir às ruas para PROTESTAR, é SISTEMATICAMENTE ESCANDALIZAR -NAS REDES SOCIAIS- tudo aquilo que a olhos e mentes nus está destruindo o nosso empobrecido país.   

EXAGEROS

Ainda que algumas postagens até contenham alguns exageros, há que se admitir que a CAUSA desse comportamento fica muito por conta da INDIGNAÇÃO com a INÉRCIA das -NOJENTAS AUTORIDADES- que -ao invés de cumprir a Constituição- decidem ao seu bel prazer. Mais: não raro promovem PERSEGUIÇÕES E/OU PRISÕES daqueles que ousam -democraticamente- EXIGIR apenas e tão somente o ESTRITO CUMPRIMENTO DA LEI. 

COMUNICADOR ATIVO

Portanto, antes que algum leitor ache por bem -RELAXAR e/ou TERCEIRIZAR- a IMPORTANTE TAREFA de mostrar constantemente o tamanho da sua INDIGNAÇÃO sobre a TEIA DE ESCÂNDALOS que envolve o nosso empobrecido Brasil, agora, mais do que nunca, se faz necessário que ATUE COMO -COMUNICADOR ATIVO-, expondo não apenas os CRIMES E DESMANDOS COMETIDOS como os EFETIVOS PREJUÍZOS QUE CAUSAM À SOCIEDADE. Esse tipo de ATITUDE é FUNDAMENTAL para levar muitos -eleitores desavisados- a votar em políticos -decentes- nas ELEIÇÕES DE 2026. 

 

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  • Dartagnan da Silva Zanela
  • 19 Março 2026

 

 

Dartagnan da Silva Zanela

             Há décadas, um hábito me acompanha: sempre tenho comigo ao menos um livro para me fazer companhia nas horas vagas — que, na maioria das vezes, são apenas alguns minutos. Mesmo tendo um punhado de e-books no celular, ainda continuo tendo sempre em mãos um ou dois títulos para aproveitar bem as migalhas de tempo que a rotina do dia a dia sempre me regala e que, sem a menor cerimônia, procuro aproveitar ao máximo.

Tento seguir à risca uma regra simples: a ocasião faz quem a gente quer ser, sempre. Por isso, seja numa aula vaga, no intervalo, durante a aplicação de uma prova (enquanto caminho pela sala, silenciosamente, fico com um olho no livro e com o outro na turma), na fila do correio, no ônibus, na antessala de um consultório médico ou odontológico, enfim, procuro sempre lembrar-me da lição do sociólogo italiano Domenico De Masi: atualmente, o tempo ocioso e livre é abundante em nossa vida; o problema é que ele, o tempo livre, é mal distribuído, mal utilizado e, na grande maioria das vezes, desperdiçado, sem a menor cerimônia, por todos nós.

Tendo isso em vista, como muitas pessoas nesse mundão de meu Deus, tento otimizar o pouco que tenho, sem me entregar a lamúrias sem fim por aquilo que jamais tive (no caso, tempo de sobra). Tento porque, da mesma forma que o tempo ocioso é abundante, também é grande o número de possibilidades que temos ao alcance das mãos para desperdiçá-lo.

Ah! E como é fácil desperdiçar o nosso tempo com passatempos que, com o passar dos dias, vão dilacerando a nossa capacidade de concentração e minando o nosso poder de manter a atenção focada. É muito fácil. E como não sou um sujeito com a mente "blindada", tal qual o senhor Sherlock Holmes, prefiro me precaver, evitando ao máximo a fadiga propiciada pelo entretenimento vazio. Aliás, creio que muitos devem proceder de maneira similar.

Pois bem, por cultivar esse hábito, em algumas ocasiões, quando estou lendo em algum canto, sou abordado por uma ou outra pessoa — na maioria das vezes crianças e jovens — e, de todas as perguntas e comentários que me são apresentados, há um que é bastante recorrente: a pessoa quer saber por que estou lendo a Bíblia. Quando ouço isso, com um sorriso no rosto, respondo que não estou lendo a Sagrada Escritura e explico que nem todo livro de capa dura é uma Bíblia, da mesma forma que nem todo livro volumoso é um exemplar do Livro Sagrado.

Após dizer isso, esclareço que, na verdade, sempre carrego a Sagrada Escritura em meu aparelho celular, junto com um breviário litúrgico. Então, mostro os livros para os infantes, falo um cadinho a respeito dos títulos que estão comigo e sobre os seus autores. Aí é o momento em que seus olhinhos brilham, que a mágica acontece (... ou não), especialmente se a edição da obra é antiga ou em uma língua estrangeira.

Seja como for, penso que é de fundamental importância termos sempre claro em nossa mente que os mesmos instrumentos que podem servir de caminho para a degradação do nosso poder de atenção e para a erosão da nossa capacidade de entendimento podem, também, ser ferramentas muito úteis para nos defender de todo entretenimento massificante e alienante que sitia a nossa alma.

Tudo depende, como sempre, de como nós procuramos aproveitar a vida, se aproveitamos bem o que ela nos regala e, principalmente, do que nós entendemos por aproveitar bem a vida. Tudo depende dos propósitos que dão a nota e o tom que marcam o ritmo do bater do nosso coração.

*          O autor, Dartagnan da Silva Zanela, é professor, escrevinhador e bebedor de café. Autor de "O SEPULCRO CAIADO", entre outros livros.

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  • Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico
  • 12 Março 2026

 

Gilberto Simões Pires        

LULA SUBIU NAS TAMANCAS

Ainda que não tenha nada de surpreendente, o FATO é que tão logo o presidente Donald Trump resolveu CLASSIFICAR as FACÇÕES CRIMINOSAS -COMANDO VERMELHO (CV) E PRIMEIRO COMANDO DA CAPITAL (PCC)- como -ORGANIZAÇÕES NARCOTERRORISTAS-, o presidente Lula -SUBIU NAS TAMANCAS, RODOU A BAIANA e PARTIU FURIOSAMENTE PARA O ATAQUE-. 

SOBERANIA

Em pronta e clara defesa dessas ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS, Lula assumiu -publicamente- o papel de legítimo representante do SINDICATO PATRONAL DO CRIME, dando a entender ao presidente dos EUA e aos líderes do MUNDO TODO que as -AÇÕES E OS TERRITÓRIOS COMANDADOS POR AMBAS -ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS- são -SOBERANOS- e como tal DEVEM SER RESPEITADOS.

MODO FURIOSO

Confesso que de tantas coisas e situações que levaram o presidente Lula a entrar em -MODO FURIOSO- e/ou INCONSOLÁVEL, nenhuma foi capaz de produzir um EFEITO TÃO DESTRUIDOR quanto a CLASSIFICAÇÃO dada por Donald Trump que inclui o PCC e o CV como ORGANIZAÇÕES NARCOTERRORISTAS. A considerar pelas escandalosas reações do presidente Lula, tudo leva a crer que está muito disposto a convocar as nossas -Forças Armadas- para proteger todas e quaisquer AÇÕES DAS ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS, que desde sempre se mostraram como ALIADAS DOS GOVERNOS PETISTAS. 

ATACADISTA

A título de informação: Na primeira semana de novembro de 2025, a divulgação de um vídeo em que o megatraficante uruguaio Sebastián Marset (por quem os EUA oferecem US$ 2 milhões por informações que levem à sua captura ou condenação) aparece jurando lealdade ao PCC, chamou a atenção para as conexões internacionais do grupo criminoso paulista. A divulgação do vídeo ocorreu dias depois da megaoperação da polícia do Rio de Janeiro contra o CV nos complexos da Penha e do Alemão, que terminou com 113 presos e 121 pessoas mortas, quatro delas policiais.

Especialistas apontam que as duas facções brasileiras, designadas como GRUPOS TERRORISTAS por Argentina e Paraguai, têm laços com várias organizações criminosas de outros países, embora a criada em São Paulo esteja mais adiantada nesse processo.

Mais: em entrevista à Gazeta do Povo, Roberto Uchôa, membro do Conselho de Administração do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, afirmou que -"O Comando Vermelho ainda não tem a expansão internacional que o PCC já tem, mas o Comando Vermelho precisa dessas rotas para abastecer o mercado interno e também abastecer sua expansão internacional, que está começando, principalmente como um atacadista para outros continentes, coisa que o PCC já faz”.

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  • Alex Pipkin, PhD
  • 09 Março 2026

 


Alex Pipkin, PhD

              Quem me conhece, quem acompanha meus textos e reflexões ao longo do tempo, sabe da minha admiração quase reverencial pelo maior de todos: Adam Smith.

Não se trata apenas de respeito intelectual. Trata-se da convicção de que poucas mentes compreenderam tão profundamente a natureza da prosperidade humana quanto aquele filósofo escocês do século XVIII. Hoje, 9 de março de 2026, completam-se exatos 250 anos da publicação de "A Riqueza das Nações" (1776). Mas não estamos aqui para lustrar um busto de mármore.

Precisamos urgentemente resgatar uma “arma”. Em uma era em que o intervencionismo estatal abissal é requentado e servido como "panaceia civilizatória", a voz de Smith ressoa não como um eco do passado, mas como um insulto à arrogância dos planejadores centrais, os coletivistas de hoje.

Smith foi o primeiro a desmascarar o "homem do sistema", esse arquétipo eterno do burocrata que, do alto de sua pretensa iluminação, acredita que pode mover indivíduos como peças inertes em um tabuleiro de xadrez. O que vemos ao nosso redor é, funestamente, a antítese de Smith. Tem-se um emaranhado de privilégios onde grupos de pressão capturam o Estado para sufocar a concorrência sob o manto de um "protecionismo salvador". É o triunfo do compadrio, de relações promíscuas, sobre a competência.

A genialidade de Smith foi admitir o óbvio que o poder insiste em esconder. A prosperidade não é um decreto de cima para baixo; é uma emergência. Ela brota da liberdade do padeiro, do cervejeiro e do açougueiro de perseguirem seus próprios interesses. Essa "mão invisível" é a mais sofisticada rede de cooperação voluntária já descrita. Ao buscar o seu melhor, o indivíduo é compelido pela mecânica das trocas a ser útil ao próximo. Você não janta pela caridade do produtor, mas porque a liberdade dele em buscar o próprio sustento o obriga a servir à sua necessidade.

Smith fulminou as barreiras comerciais e o intervencionismo não por preciosismo técnico, mas por rigor moral. Ele sabia que cada tarifa "protetora" é, na prática, um imposto sobre o cidadão para subsidiar o barão industrial bem conectado. É uma transferência de riqueza da liberdade para o privilégio oficial.

Contudo, o edifício smithiano só para de pé por causa de sua fundação: "Teoria dos Sentimentos Morais" (1759). O mercado não é um vácuo ético, mas um ecossistema de confiança. Sem o "espectador imparcial" que nos governa internamente, a liberdade vira pilhagem.

Dois séculos e meio depois, a lição magna permanece, ou seja, a de que o Estado que se arroga o direito de planejar a vida dos indivíduos acaba apenas distribuindo a miséria comum. Adam Smith continua sendo o único antídoto real contra a engenharia social.

É 2026 e precisamos, cada vez mais, de Smith e das liberdades econômicas e individuais e, claramente, de muito menos "progressismo do atraso". A liberdade não precisa de tutores, apenas de espaço para respirar.

Ao cabo, tudo o mais é ruído; o barulho de quem teme perder o controle da narrativa e o poder de sedução das velhas “novas” ilusões.

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  • Sílvio Lopes
  • 04 Março 2026

Sílvio Lopes

           "Quando o povo teme o governo, temos uma tirania; quando o governo teme o povo, estamos diante de uma democracia". A frase, cheia de significados (e tão atuais, entre nós, brasileiros!), foi eternizada por Winston Churchill. Vivemos, no Brasil, algo muito apropriado e sintonizado com a declaração do consagrado estadista britânico. Mas há sinais (visíveis e significativos), de que as " rochas começaram a se movimentar". Já não sem tempo...

O mesmo Churchill foi além ao proclamar que " a coragem não é a ausência de medo, mas o triunfo sobre ele". E é! As manifestações e protestos populares que voltaram a sacudir o país inteiro, denotam que o temor deixou de nos paralisar. E que essa é a alternativa que resta para  livrar a nação brasileira da tirania do judiciário(e do lulupetismo, em conluio) que prostrou e impôs desassossego à nação. Afinal de contas, um poder unicamente repressivo não se sustenta por muito tempo, pois gera revolta. Agora, é apertar o torniquete que o resultado virá. Impossível não vir.

Além do mais, percebe-se que o avanço em busca do resgate da democracia brasileira é real, progressivo e indisfarçável. Já não há espaço para tergiversar, procrastinar ou mesmo ignorar o lamaçal em que nossa democracia foi jogada pela dobradinha PT-STF. Como diz um conhecido ditado cigano, "ou tiramos a carruagem da lama, agora, ou tudo virará lama". Não há outra coisa a fazer. 
*              O autor, Silvio Lopes, é jornalista, economista e palestrante.

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  • Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico
  • 02 Março 2026

 

Gilberto Simões Pires

META

Antes de tudo, mais do que sabido, ROMBOS NAS CONTAS PÚBLICAS, NOTORIAMENTE NAS EMPRESAS ESTATAIS BRASILEIRAS, NÃO SÃO OBRA DO ACASO, MAS DE UMA META QUE DEVE SER PERSEGUIDA -CONSTANTEMENTE- DE TODOS AQUELES QUE OCUPAM OS MAIS DIVERSOS CARGOS NESTE DESTRUIDOR GOVERNO LULA PETISTA.

TURMA ALTAMENTE FOCADA

No que diz respeito às ESTATAIS FEDERAIS, EM MATÉRIA DE ROMBOS A TURMA PETISTA DE DESTRUIDORES TEM DEMONSTRADO COMPORTAMENTO EXEMPLAR. ALTAMENTE FOCADO, DEPOIS DE ATINGIR -COM SOBRA- A META DE 2025, LULA ABRIU O ANO DE FORMA BRILHANTE: em JANEIRO de 2026, para quem não sabe, o ROMBO DAS ESTATAIS, segundo o RELATÓRIO -ESTATÍSTICAS FISCAIS DO BANCO CENTRAL, FOI DE R$ 3,3 BILHÕES, o maior SALDO NEGATIVO PARA O MÊS DA SÉRIE HISTÓRICA, INICIADA EM 2002. UM AUMENTO DE 560% ante JANEIRO DE 2025. Que tal? 

HORS CONCOURS

Mais: com destaque especial, na categoria -HORS CONCOURS-, aparece, obviamente OS CORREIOS, por conta do FABULOSO ROMBO REGISTRADO NO ACUMULADO DE JANEIRO A SETEMBRO DE 2025, QUE ATINGIU A FANTÁSTICA MARCA DE R$ 6,1 BILHÕES, com a clara promessa de repetir a META-DESASTRE EM 2026.

BANCO CENTRAL NA RODA DO DESFORTÚNIO

O que está chamando a atenção nesta coleção de ROMBOS é o BANCO CENTRAL. Sob a presidência do PETISTA GABRIEL GALÍPOLO, a INSTITUIÇÃO FECHOU COM RESULTADO ACIMA DA META, AO APRESENTAR UM MAGNÍFICO PREJUÍZO DE R$ 119,97 BILHÕES EM 2025, com a alegação de que o RESULTADO NEGATIVO É CONSEQUÊNCIA DA VALORIZAÇÃO DO REAL FRENTE AO DÓLAR.  Sei...

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